22 setembro 2013

A sério, não temos treinador!

Arrisco-me mas o jogo de ontem só o confirma (já pensei algo na 4ª feira e da
confusão táctica, só se confirmou)
Jogamos à Paços de Ferreira (disse-o também na 4ª feira). Volta e meia, qualquer Áustria ou Estoril corre e joga mais do que o Porto.

 
Mais médios (sim, hoje foi mesmo em 4x2x3x1, tão claro quão fracassado) e menos bola (jogável, até de uns para os outros), quanto mais "pensar" o avançado.
"Filosofia" (modelo de jogo) pequenina, sem rei nem roque, vá lá Lucho é o paizinho daqueles mecos todos.
Sem articulação entre sectores, jogo aos repelões.
Jogadores são quase os mesmos e estranham tanto a bola e os passes, não é por acaso.
Equipa-base sem convencer, mas mesmos de sempre (e é tão cedo). Idem com as substituições: saem os mais fracos, reincidentes: Varela, Licá, Josué quando está. Desta vez ficou Defour e nem jogou por aí além.
Salvo Lucho, em continuidade, nenhum jogador está bem, física e animicamente.
A equipa sofre demasiado o jogo adversário: não tem o seu definido.
 
Ok, podia brincar com:
1) o penálti que deu 1-1;
2) o fora-de-jogo que deu 2-2;
3) podíamos ter comprado mais jogadores ao Estoril (e ainda emprestámos o Seba!...)
4) o Estoril "comprou" o árbitro!
5) Jesus manda, discípulos obedecem: ontem o Sporting, hoje o Porto. É tudo normal (ACT: o Bruno Esteves lá ajudou à sua maneira, sempre a somar subtraindo aos outros: o costume).
6) não houve frete para o Porto com aquele empate na Luz.
 
E por aí fora. Calhou ao Porto não ganhar mas o resultado foi justo, o Porto não mereceu e o Estoril tem mais futebol, até nem acusou ter um dia menos de descanso (ACT: nem se fizeram as 72h de intervalo entre jogos, ponderei apenas a coincidência de 72h entre o início dos jogos do Estoril), correu mais e lutou melhor. Parabéns!
 
Pois, mas é tão ridículo sofrer um penálti daqueles como um golo daqueles: Otamendi, com quem querem renovar depois de anos a fazer asneiras e das grossas, e Mangala ofereceram golos, por simpatia com a oferta do 0-1 ao Licá.
 
Os árbitros influenciaram o resultado? Aquilo foi de compêndio: o penálti fora da área lembrou-me o da Reboleira, com bola na cabeça transformada em mão na bola, mas o liner não era o José Lima desse Amadora-Benfica; oops!, o José Lima, que já deixara Luís Leal rematar em posição de fora-de-jogo, acabou por permitir o 2-2 de Luís Leal mesmo em fora-de-jogo. E aquele árbitro, um artista que apitava todos os encostos que os estorilistas reclamavam e ao Fernando, que podia ter marcado de cabeça não fora Vagner, apitou falta sem existir. Um artista, repita-se, mas já conhecido.
Certo!
Quem influencia o futebol portista? Chegar à vantagem sem jogar puto nem rematar à baliza, jogar com flanqueadores sem irem à linha, chutar a bola prà frente e fé em Deus. Entra Quintero em desespero, Ghilas estreia-se com o treinador sem saber fazer mais nada.
 
É, não temos futebol, nem treinador. O 4x2x3x1 morreu, não temos quem rasgue o jogo na frente e temos gente que faz empastelar o jogo atrás.

Jornalismo fraco e opinião estupidamente não fundamentada

Este idiota sabe que se cumprem 72 horas entre jogos para o Estoril-Porto se realizar hoje à noite. Tropecei aqui por acaso, é daquelas vezes em que o título chama a atenção e por curiosidade vamos ver que pérola traz agarrada ao penico, digno do peão das nicas como se diz no Porto.
O chamado jornalismo de causas tem este defeito: é sempre parcial e normalmente parvo: amiúde defende o indefensável. Juntar mesmo jornalismo, com rigor de factos e firmeza inabalável nas análises que fica a cargo de quem aprecia a isenção e adere a um consenso quando a estória é bem esgalhada, com opinião obriga a fundamentar muito bem o que se diz.
Este idiota do Record olha para o Estoril-Porto, mas não para o Guimarães-Benfica, que começa antes. Mas, como o Guimarães jogou à mesma hora do Estoril na 5ª feira (20h), não é preciso ter a 4ª classe para perceber que os minhotos não perfazem as 72 horas de descanso entre jogos, pois recebem o Benfica às 18h de hoje. Ou seja, o V. Guimarães tem apenas 68 horas de intervalo, o seu jogo quase acabou às 22h, sendo que o Benfica jogou na 3ª feira. Quem tem mais vantagem?
Ao idiota do Record não cabe o argumento de o FC Porto, que só tem 24 horas (jogou 4ª feira) de descanso em relação ao Estoril mas teve uma viagem até Viena - e viagens acima de 3 horas de voo cansam sempre -, não ganhar nada de especial por, alegadamente, não permitir que o jogo passasse para 2ª feira. Passar o jogo para 2ª feira fez o Paços de Ferreira, pois jogou fora, na Fiorentina, e o regulamento defende esse direito. Regulamento? Direito?
Sabemos, à excepção de jornalistas idiotas que enxameiam os pasquins sob a responsabilidade de editores e directores não menos estúpidos e ignaros, que regulamentos e direitos não são bem o que se pensa quando toca ao futebol tuga, emoldurado por pensamentos críticos de gente que não sabe somar nem subtrair pois só com um neurónio não dá... Porque na época passada nem regulamentos nem "direitos" foram acautelados, mas os jornalistas idiotas passaram por cima disso.
Por exemplo, à 4ª jornada da época passada a Académica recebeu o Benfica num domingo à noite. Mas os estudantes tinham jogado fora (Rep. Checa) à 5ª feira, na sua estreia na fase de grupos da Liga Europa. Alguém escreveu que o regulamento não se cumpria? Este idiota, e outros, do Record não se lembrou disso então. O costume.
Enfim, qualquer amanuense da escrita dá-se desplantes que são o que são e, como tudo, o "estado de arte a que chegamos".

 
Mas não só, há directores de jornais que, precisamente, encobrem os amanuenses de serviço porque são da mesma laia. Esta directora idiota, repare-se, não percebeu a diferença entre "responsável" (em que nível e escala hierárquica?) e "parecer favorável" (em que escala hierárquica e poder decisório?). Depois opinam barbaramente e até aparecem na televisão a derramarem a estupidez habitual. De resto, como no caso acima, juntar "jornalismo" e "opinião", lá está, não pode sofrer de mente enviesada e isenção medida só pelo olho do cu.
Por isso, e não só pelos políticos de merda e instituições da República tão entregues aos bichos como os pasquins da paróquia, isto é como é, chegou onde chegou e não pára no plano inclinado.
A intenção, boa ou má, do jornalista e a bondade, enfim, da sua opinião, que deve ser mais simples e acertada do que douta e dourada, é logo trucidada por leitor mais atento do que o profissional que devia sê-lo. Pegar na versão do vómito Almerindo, que já fez o que fez na RTP e replicou na EP, +e nem ter memória, por não ser conveniente, de o Almerindo ter falado de pressões de Sócrates para fazer estradas, obras e estradas. Ora, para isso, aliás, os guardanapos ou capachos das empresas públicas sob as ordens de Governos que usam e abusam do Estado e por isso são socialistas e estatistas, foram forçados, pelo sec. Estado do Tesouro, Costa Pina (ordem de Janeiro/2009, já bem publicitada), a contratarem suópes, suópes e suópes para pagarem as estradas e as obras. Pois, como sempre, quem vem depois é que paga as favas.. Filme já visto em que o bandido acusa outros de malfeitorias. De resto, a opinião da directora fez-se na base do que Almerindo Marques ouviu dizer. O diz que disse é pródigo no jornalismo de recados, de leva e traz, em que esta massa ingente se tornou, estupidamente desinformada qual veneno a provocar epidemia geral. A sociedade, em grande parte, é o que é por causa disto.
Custa sempre cada vez mais, sim, a perceber se estes idiotas dos jornais são mesmo assim ou pagam-lhes para fazerem estas figurinhas deprimentes - que também bem precisam de requalificação.
Nestes casos, um e outro, com díspares posições de estrutura nos seus jornais, resvalam no caminho simplório de atender a uma das partes.
No campo desportivo, sonegando situações bem piores do passado e uma, anti-regulamentar, patente no presente Guimarães-Benfica, é o desviar das atenções, manobra de diversão de resto estúpida por, no caso "flagrado" do Estoril-Porto estar tudo dentro da lei - mas é contestado.

No campo político, a esquerdalhada dos pasquins continua a sua cruzada a pensar que, mesmo sem leitores e espectadores, ganha votos para perpetuar o statu quo da falência dos títulos de me(r)dia. Repare-se que, fora o fundo e a essência da questão dos swaps que está mais do que definida nos tempos do sócretinismo, quer-se impor como "lei" um parecer, de resto não vinculativo, de uma técnica do IGCF - numa supervisão de organismos do Estado que deu no que deu quanto às contas públicas e às manobras de diversão e encobrimento feitas pelo Governo sócretino e fraudulento, continua misturar-se um "parecer" de uma "decisão" a tomar a outro nível do organismo (sem carácter vinculativo, repita-se), com tomadas de decisões ao mais alto nível do Governo - a começar pelo aludido e iniludível "manifesto" do antecessor desta ministra que está sob fogo e é alvo da manobra de diversão. No caso do rato Almerindo, cuja cara mete nojo só de vê-la e o passado de "pendura" no sector EPE fala por ele, a sibilina denúncia do "foi o que ouvi dizer" é típico dos estados totalitários e das "campanhas negras" (ou vermelhas) para eliminar os "inimigos do povo" e povoar os GULAGS. É claro que, a par da jornalista de sarjeta, a esquerdalhada espuma da boca e aponta a corda que ninguém mostra aos verdadeiros criminosos.
No caso em apreço, tratou-se de um financiamento à EP do Almerindo "forçado a fazer obra", como confessou antes, que tinha de avançar. A única opção disponível, do Deutsche Bank, impunha, de facto, contratualizar um swap. Ah, se é assim, pois seja, mas alguém, acima, decida. Foi o "parecer" da Maria Luís. Da mesma forma, o PS enterrou o país até aos cabelos, chamou a Troika, negociou o MoU, queimou etapas, deixou que fossem 78 mil ME em 3 anos, permitiu cortes em tudo e mais alguma coisa e agora, como se nada tivesse a ver com isto, diz que a culpa da "austeridade" é do Governo. No fundo, no fundo, é isto.
A vantagem é que o palerma Seguro já nem fala em "austeridade inteligente", depois de dizer, questionado se não faria cortes como PM, que "o problema é para este Governo resolver".

Presunção e água benta, nesta País de maricas, putas e drogados, é de quem julga estar sempre acima do bem, do mal e até da Lei. Tal qual o Benfica, como tenho dito. O revisionismo histórico de antes virou histérico. Os Pravda de serviço tiveram e têm o seu papel, embora na URSS, à falta de papel higiénico, as folhas do órgão oficial permitissem "cumpri a missão" de educar o povo a fazer a limpeza necessária, sem luxos nem tiques burgueses.

Vão-se foder!

21 setembro 2013

Confusão táctica

Vou voltar à "vaca fria". Foi claro que em Viena o FC Porto jogou em 4x3x3. Lucho jogou mais recuado do que ultimamente, Varela e Licá bem abertos nos flancos como extremos. Lucho fez mais jogos com os médios e extremos do que com Jackson. Tudo verificável de vários modos, para além da visualização do jogo: o desenho táctico na ficha do jogo em O Jogo, com 4x3x3 vincado; a posição de Josué no lugar de Defour que, por sua vez, era de Moutinho e remete para as recentes declarações de Defour sobre ser titular e ganhar confiança. Chamei aí em baixo a atenção para essa "revelação". O 4x3x3 não é "puro", o triângulo do meio-campo é algo "isósceles" ("deformado") por certas posições se pretenderem mais dinâmicas e algumas duplas nas alas funcionarem de forma distinta ao que era hábito: Josué-Licá, porém, nem deram largura nem profundidade.
 
Ora, aceito que Paulo Fonseca experimente - tem de ser - situações jogo a jogo e, obviamente, nos treinos. E que os jogos menos conseguidos ultimamente tenham a ver com uma certa confusão táctica e o facto de os conceitos não estarem a ser assimilados pelos jogadores (não vi o jogo com o Gil Vicente, os 2-0 cedo facilitaram e o resto foi desagradável, para quem o contou, a toda a gente). Já em Paços de Ferreira aquilo foi pobrezinho, confuso, jogo sem fluir, jogadores sem criarem desequilíbrios. Qualquer dos adversários ultimamente apresentaram-se muito fechados (os gilistas ganharam pouco com isso em virtude dos golos sofridos logo de entrada). Mas na Mata Real o FC Porto ainda criou, paciente e diligentemente, muitas oportunidades de golo. Acabou a marcar um golo quase por acaso e de bola parada (Jackson). Em Viena quase não criou, os austríacos corriam, e estorvavam, muito mais e a pachorrenta atitude portista inviabilizava riscos defensivos dos locais. O golo, por sinal, não foi o espelho do jogo.
 
Os jogos amiúde dão nisto, muita confusão e a sensação de tanta coisa por fazer. Mas creio que a base está na falta de entrosamento para uma nova "táctica" profusamente veiculada mas raramente verificada em campo.
 
Curiosamente, ninguém tem abordado este tema, depois de meses a pregar o 4x2x3x1 como coisa inelutável e à vista de toda a gente. Eu próprio estive para enfatizar o 4x3x3 de Viena mas nem quis ir por aí, não dou assim tanto relevo a tácticas nem sou entendido nessas matérias. O jogo de Viena foi francamente mau.
 
Posto isto, Paulo Fonseca ainda tem uns tempinhos para definir a coisa. Embora no Estoril não seja propriamente um palco para andar em experiências. Vá lá que Defour volta, ele é que tem sido o pêndulo, amiúde é o motor e impõe o ritmo. Se Varela se mantiver, sai Josué. Mas tal como no 1º ano de VP, a indefinição causa mossa. Contudo, havia uma clara explicação para a turbulência então sentida. Desta vez não há, a não ser um novo treinador (VP também era, quase todos se esqueciam disso). Há mais soluções, ao que dizem mas ainda não as "validei" pessoalmente, porém faltam desequilibradores: Quintero no banco e Kelvin na bancada.
 
Paulo Fonseca está a ser mais conservador e eu antevi-lhe a prudência quando "pretendia" e "preferiria" o duplo pivot: dependia dos riscos do mercado e dos humores dos jogadores. O mercado fechou, até Rooney se convenceu disso e "baixei a cabeça e tinha de trabalhar" no M. United.
 
As coisas têm de ser claras. De momento, apesar dos 100% de êxitos, não são no FC Porto. Vamos entrar em Outubro para jogos difíceis na Liga e definições de apuramento na Champions. O tempo esgota-se. Clarificação e precisão são cruciais.
 
Parece que na conf. Imprensa de ontem não se falou nada disto. Os pés de microfone não servem para isso. Não podem. Ajudam à confusão. Basta a que se vê no campo. Arrepiem caminho.

20 setembro 2013

Já tardava, do Sporting não falava, só da "equipa B"...

De resto, continuamos cheios de medo.
Mas talvez mais pelo Bruno Esteves em Guimarães.



Tiririca: pior do que está não fica...

Se o Sporting jogasse na Europa não se destacava isto assim...


É mais ou menos assim... O buraco visto mais ou menos por dentro. Agora, querem saber que a parangona de baixo era o subtítulo de cima?... Depois tirou-se um bright side of the street...
 
 
O Benfica é como o PS, repito-o sempre, cada vez melhor e confiável.
 
Assim, a outra forma de dar destaque ao Sporting é falar de dois putos que foram para o Porto. Os viscondes, um poço de virtudes tanto quanto os vizinhos têm um de petróleo, fazem a guerra sozinhos, são tão patuscos...

ACT:
Entretanto, tirando mais notícias do "buraco", temos isto tirado daqui.

 

18 setembro 2013

Who's the Happy One?

Não é possível ficar satisfeito com (mais uma) vitória em Viena. Os jogadores não ficaram, a generalidade parecia de cabeça baixa. Foi uma actuação miserável felizmente terminada em triunfo, mas não merecido. Paulo Fonseca, sim, podia festejar e, com ele, ou por causa dele, o banco todo, a começar pelo administrador abaixo do presidente.
O que diziam do futebol com Vítor Pereira?
Este jogou como o Paços de Ferreira, sem velocidade nem ambição: foi superado em vontade pelos austríacos apenas voluntariosos e depois do 0-1 acabou o jogo, ainda que o empate tivesse estado por centímetros (poste de Stankovic).
Qual seria o prémio de vitória?
Obrigar os jogadores a verem o jogo e terem vergonha de asneiras de principiante cometidas por quase todos. Que recepção ao passe era aquela, Jackson? A cabeça ainda está no mercado? Que passes sem nexo, para fora, de tantos jogadores? Dançar a valsa era em pezinhos de lã? Ou em vez do palco, bom, os pés tortos é que desfiguraram aquilo tudo? De novo de despçlante em desplante, Otamendi?
O que aguarda o futuro?
Provavelmente a Liga Europa, até a SIC está à espera disso para a fase a eliminar. Acho que isto vai acabar mal, a equipa não joga, a bola anda mais para trás do que para a frente e Viena, de certeza absoluta, não será símbolo de conquista europeia - a não ser mesmo a Liga Europa, mas nem nisso acredito, a equipa não acredita, andou cansada e teve um minuto de lucidez - só a dupla Lucho-Danilo-Lucho no golo bem engendrado - em 89' (+3') de pavor competitivo e desorganização colectiva e desastre, digamos, "argumentativo".
 
Para o Barça-Ajax (4-0, 3 de Messi para chatear os tugas), três jogadores holandeses de topo - Richard Witschge, Ronald de Boer, irmão de Frank treinador do Ajax e Marc Overmars - não tiveram pejo em dizer que o Barça marcava ao menos 3 ao Ajax onde se notabilizaram antes de passarem todos pelo Barcelona. A sinceridade é isto e a realidade comprovou os prognósticos. Algum ex-jogador portista seria capaz de caracterizar o jogo desta noite, mesmo com prognósticos só no fim?
 
Nenhum portista pode sentir-se satisfeito com vitória tão pífia, ainda que "marcada" pelo brilhante golo, como esta em Viena. E Paulo Fonseca deve perceber que isto não é o Paços de Ferreira e na Europa pede-se mais futebol que Licá e Josué, como o estreante treinador, não tiveram para alimentar Jackson, de novo desamparado na frente e, pareceu, desmoralizado. Quintero entrar no final quando era preciso alguém saber jogar a bola? Não, não vamos longe. Até faltou Defour: assim é titular de caras. O belga marcou o 2-0 em Zagreb, há um ano, depois do primeiro de Lucho. A combatividade do Áustria de Viena pode ser pouco para fazer mossa, mas foi o suficiente para mostrar o futebol miserável do Porto, decalcado do jogo de sábado onde Lucho e Josué até descansaram mas pareciam cansados, pelo que li foi muito chato e desesperante após o 2-0. Alguém volta a falar em Vítor Pereira?
 
Entretanto, elsewhere, o Basileia fez em Londres o que quase conseguira na época passada na Liga Europa. Mourinho, depois de tropeções no campeonato, saiu do Chelsea em 2007 após empatar em casa com o Rosenborg. É certo que o Borússia Dortmund não se ri e o Steaua não deve ser ameaça no grupo do Chelsea, mas não são só os portistas que devem andar preocupados, estes apesar de 100% vitoriosos até ao momento. É exigência que se diz, não é?

Havia uma rubrica em cartoon chamada Ri...cord

Do mito Rui "Não ganha títulos nem é vendido para dar dinheiro" Patrício?
Do Secretário como se estivesse em Viena onde nunca jogou pelo FC Porto?

17 setembro 2013

Dois jogos extraordinários

Vi pela net o Olympiacos-PSG (1-4) e o Galatasaray-Real Madrid (1-6). Os resultados são muito enganadores, sendo extraordinários. Mas não são só as 1ªs partes que contam, ou tudo teria sido, quiçá, exactamente ao contrário.
 
Tinha curiosidade em ver, depois de Lavezzi-Ibrahimovic na época passada frente ao FC Porto, a junção de Cavani este ano, mais a de Lucas que só chegou ao Paris em Janeiro e não defrontou o FC Porto mas vi-o, espectacular, frente ao Barcelona nos quartos-de-final. Tudo junto, mais ou menos, 35ME de Lavezzi, 55 de Ibrahimovic, 45 de Lucas e, agora, 58 de Cavani, que reencontra Lavezzi depois de Nápoles. É muita coisa junta numa equipa fortíssima a meio-campo que já era na época passada. Mas o Olympiacos, onde Roberto não sofreu qualquer frango como ainda se vê na Luz e Saviola entrou na 2ª parte - 6º clube que representa na Champions, supostamente não é um elogio... -, tem opções de se qualificar, se ganhar em Bruxelas a seguir.
 
Faltava, no duelo de milhões, ver se Bale entrava com CR7 no Real Madrid, que me agradou mais ao jogar de azul. Bale só entrou com a goleada, jogou, sim, Casillas mas pouco, lesionou-se e Diego Lopez lá apareceu para aguentar o 0-0! Depois funcionou a máquina, a começar por Isco que, com Joaquín, liquidou o FC Porto em Março, depois o par Benzema-CR7 dizimou o campeão turco. O Real Madrid, que vendeu Ozil por 50ME, tinha Isco a 35ME e a renovação de CR7 a 41ME. "Perdeu" para o PSG, ganhando onde nunca tinha ganho e em Março passou aflições maiores para passar. E nunca venceu tão folgadamente fora de casa na Champions. CR7 até está de barriga cheia e supera Messi a marcar golos fora na Champions (28-26). Mas sempre tivemos Bruma a 12ME assistindo ao tri de CR7, saltando do banco.
 
Entretanto, depois de falar de AVB no Tottenham e "perdido" o interesse em desestabilizar o M. United por causa de Rooney, Mourinho dispôs-se a falar do... Real Madrid.
 
Na próxima vou ver com atenção o sempre cada vez mais reforçado Shakhter Donetsk, vencedor em Anoeta. Calha receber o M. United por quem Rooney bisou e van Persie molhou a pe(r)na.
 
O campeão Bayern, como diz Sammer, a mim não me entusiasma mas é de ver o jogo a seguir com o M. City, que parece que agora passa a fase de grupos.
 
Mais um jogo duplo a ver na próxima jornada.
 
Há que aproveitar, já que o Barça jogará a par do FC Porto que amanhã volta a Viena para manter viva a história.

«Porque razão, Lisboa pode considerar...» este Estado de coisas?


Como na pergunta 3), que diz bem de quem a faz e "ajunta" a quem escolheu o texto (fazendo ainda a "avaliação"!...) é caso para questionar "Porque razão, Lisboa..." permite isto? E os me(r)dia nacionais alertados para este "atentado", como dizia Oliveira, "calados que nem ratos". Temos, entretanto, contemporaneamente, o País Profundo com toda a sua verve... É tudo, como me disse o João Gonçalves, o "estado da arte a que chegamos". A campanha começou, oficialmente, hoje.
 
Hoje arranca, também, a Champions. Ligando tudo, mexendo bem, um teste popular, digamos, de Hermenêutica para perceber onde estão as diferenças e semelhanças entre as capas dos pasquins.
(a manchete de Lisboa é a de cima, a vermelho)

(fanfarrões são os outros)

(não sei se percebem que nem todos os directores são capazes de fazer "isto")