05 outubro 2013

Isto é mau e uma ilusão

Continuo a achar que com ele lá o título nunca está em perigo...



Mas fico a rir-me com os que ainda pensam que por lá continuou com o medo de o perderem para o FC Porto.
 
Partantos, o circo do costume.
 
Por outro lado, o ultimato do jogo no Estoril - sempre tão estranho perceber isto!... -  provoca, como é costume, natural e de alguma forma reflexivamente..., curiosidade em saber quem será o árbitro. Uma coisa é certa: Rui Silva, o último extraterrestre que passou na Amoreira, está descartado por razões óbvias. ACT: ah!, ah!, ah! melhor do que o Mota de Braga não podia haver, dois jogos e dois penáltis a favor na época passada, abençoado dedo que escolhe... E, na esteira da época passada, para jogos entre europeus não vão os internacionais. Assim se fazem as coisas... 

Já quanto à presença de Pinto da Costa no treino, ladeando o treinador, não é por pressentir crise de jogo também no FC Porto. Era só porque o sol voltou e está bom para andar cá fora... Os portistas aplaudem, nem torcem o nariz e acham tudo normal.

04 outubro 2013

Tás à rasca? Vais de Mota!

 
Entretanto, nenhum xico-esperto escreve que o Porto jogou a meio da semana e o Arouca não... :)
Da mesma forma, os da Herdade Desportiva assobiam para o lado por o Estoril jogar à 5ª feira e no estrangeiro e não poder receber o Benfica no Algarve na 2ª feira, como o regulamento lhe confere protecção após prova europeia realizada fora.
 
Sic transit gloria mundi (a glória é sempre a vítima, tradução não verdadeira mas literal...)

Iliteracia competitiva

Infelizmente, muitos portistas não percebem que a falácia do jogo actual da equipa de Preocupações Fonseca é igual à do Benfica mais ou menos renovado de Jorge Jejum.
 
E que a Imprensa só muito ao de leve retrata o futebol portista, comparativamente a este título arrasador como qualquer um que ao longo dos tempos tenha indignado adeptos portistas que assobiam para o lado ao não serem justamente severos para com os seus como se aliviassem a sua dor com a miséria da exibição do Benfica em Paris.
 
Esta capa agressiva mas adequada à tragédia nem capta, obviamente, a diferença do jogo portista há um ano face ao mesmo PSG que em meia horita cumpriu o frete de remeter o Benfica para a mais absoluta indiferença. Mas se fosse aplicada ao FC Porto não se perdia nada nem era injusto - mesmo que o desempenho portista nesta ronda europeia tenha estado uns furos acima do benfiquista, sendo que Atlético e Paris SG terão a mesma valia futebolística, e de valor facial (diferente do de mercado de transacções de jogadores), logo são passíveis de comparação.
 
Talvez seja por este tipo de pasquins sentir a dor como sua, o que não é despiciendo recordar. Mas o sublinhado de "FALÊNCIA TÁCTICA" torna tudo mais grave, depois da falência técnica em matéria financeira que estará subjacente. Depois o conformismo de Jorge Jejum adequa-se ao estado miserabilista, embora concorde, eu, não dever olhar tanto para o resultado, como o técnico grunho que quase parecia ir bater no jornalista, mas preocupar-se mais com a exibição. E estas não têm sido bem observadas pelos treinadores do Benfica e do FC Porto. 
 
Em resumo, comparativamente, o FC Porto consegue estar melhor do que o Benfica, como vem sucedendo no campeonato, sem deixar de estar em CRISE como o rival. O 1-2, mesmo em casa, pode ser tão penoso como um 3-0 fora. Porque nenhuma das derrotas tem atenuantes ou estimulantes, se vistas pela perspectiva apenas do que correu bem - como ao FC Porto mas apenas em 1/3 do tempo.
 
NB 1 - registei que o pé de microfone da TVI em Paris lembrava a Jesus a "excelente campanha europeia da época passada", uma falácia que pode repetir-se sempre que haja repescagem para a Liga Europa em que um 3º lugar na Champions é só circunstancialmente escabroso mas pode ser superado por um miserável subterfúgio regulamentar que a todos devia envergonhar e não, capciosamente, servir para desviar atenções. Esse factor estranho e irritante permitirá ao Benfica continuar no Pote 1 para o ano, enquanto o Porto descerá para o 2.
 
NB 2 - tivemos vários lances "irregulares" por "milímetros": a precisão milimétrica da avaliação, que eu não consigo descortinar para além de relevar a referência protectora devida a quem ataca e faz praticamente parte das Leis do Jogo como recomendação primordial e preferencial, é inversamente proporcional à enormidade estupidificante de quem acha os golos de Arda Turan e de Ibrahimovic (o 1-0) em fora-de-jogo. Para mim são regulares sem dúvidas, da mesma maneira que foi o golo de Moutinho ao Málaga na época passada. Crime é anular golos assim, de resto todos bem marcados em consequência de bonitas jogadas e passes magistrais. Mas até os árbitros-comentadeiros embarcam em conversas da treta como se não soubessem nem as regras nem quando lá andavam amiúde a meter mesmo nojo com o apito na boca antes de falarem, como agora, desbragadamente...

(CT) NB 3 - Parece que descobriram a pólvora mas só porque a internet ajuda quem não tem memória nem vida. E, contudo, foi o sueco Brolin que marcou um golo assim no Mundial'94...

03 outubro 2013

Gaiola Dourada do Pote 1

Não sei se repararam mas:
1) PF falou do "líder do campeonato espanhol"
2) JJ falou de uma "equipa que vai lutar pela Champions" (sem mencionar a dele)

Mas Porto e Benfica é que eram do Pote 1, apanhando equipas do Pote 2, no sorteio da Champions.

Estão a ver se fosse ao contrário?

Aprendeu logo com Pinto da Costa

Deve pensar que vai jogar hoje e anda de peito inchado isolado no 2º lugar
 
Como o Benfica levou 3 em meia hora, os pasquins amanhã trazem a presença em grande do Sporting na Europa. Mas não digam isso ao delinquente que aprende com Pinto da Costa, não vá ele chorar no banco onde se senta como JJ diz que VP chorava antes do Minuto Kelvin

Frete de meia horita... e o PS3 não quis ser 7elta de Vigo

Com o "Benfica a jogar em casa"
A TVI a ouvir os adeptos como o da gayvota
Os do "bâtiment" a prometerem 50 mil nas bancadas
A equipa "mais experiente em campo"
E uma hora sem sofrer golos...
... e o Artur sem dar um frango...
... como Vieira criticou há um ano a Helton...
E, ainda, depois de o Rui Costa entrar em campo sem túnel

Não se percebe como não começaram o jogo à hora prevista das 20.15h em Lisboa: terminava 0-0 e, como na época passada com o de Glasgow, teria sabor a vitória.



02 outubro 2013

Mourinho diz Mata, Fonseca diz Quintero

Desmontando algumas falhas estruturais graves e, como sempre, a dar os nomes às coisas.
 
Nenhum sistema se impõe aos jogadores. Não é um mito de feira, é um axioma do futebol. E para certos sistemas só com certos jogadores. Muitos treinadores tiveram de corrigir o tiro de partida. Outros soçobraram por incapacidade. Nas equipas pequenas, enfim, qualquer coisa serve e se ajeita, atamancando aqui e ali sem dar nas vistas nem merecer atenção. Mas isto, como venho dizendo, não é o Paços de Ferreira.
 
Paulo Fonseca pode acreditar no que quiser, mas com falsos e fracos extremos - Kelvin ficou fora da Europa, mas o treinador não tem de saber de tudo, nem de portismo nem de outros significados e títulos conquistados, era suposto haver sempre alguém capaz de ensinar o que é isto a sério - não há 4x2x3x1 que resista. Os gajos das alas têm mesmo de ser bons. Ponto. Olhem para o Madrid de Mourinho, o Chelsea de Mourinho ou o Atlético de Simeone (ontem em 4x4x2, 2ª parte em 4x2x3x1 que arrebatou o jogo ao Porto confuso de sempre). E não os temos. Substituir o Moutinho ainda é o menos, se o resto funcionar. Falhando as duas coisas, o resto à frente existe com boa vontade mas nunca dura muito. E a base fica fragilizada nos médios centrais. É o palco ideal para quem quiser dar liberdade e gozo à sua sapiência, pois criticaram todos os anos e saiu-lhes furada a análise e agora podem bater à fartazana que terão audiência e consenso.

Mas também quem acha injusta a derrota, enfim, diz tudo da capacidade de entendimento da coisa.

Vamos por partes.
 
O Porto ter entrado forte com o Atlético foi visível mas não foi inesperado. Nem para o Atlético, que começou na expectativa e vinha de um jogo tremendo no Bernabéu e menos 24 horas de descanso que o Porto, não queria o jogo muito agitado e o Porto caiu-lhe em cima. Mal as coisas tiveram de se compor, quando o Atlético quis e teve necessidade, subiu e acertou. Retirando Villa para reforçar o meio com Rodriguez, ao intervalo, foi assentar o jogo onde gosta, que é a meio do campo e não na retranca ou à italiana. O Porto desapareceu. Nenhum recebia a bola livre de marcação, os mastins espanhóis apertaram a marcação. Ah, o Atlético é mais forte! Porra, o Porto é assim tão fraco? Não há meio de responder, desequilibrar. Por falta de meios ou incapaz de geri-los?
 
Ou seja, quando teve de ser, o Porto não teve argumentos. Simeone fez o que precisava e logo resultou: domínio do jogo e mais bola. Os médios portistas, como nos jogos criticáveis das últimas semanas, perderam-se e não mais souberam da bola. Não se viu isto antes e contra equipas "piores" do que o Atl. Madrid? Surpresa? Ver os mesmos passes sem olhar o parceiro com a bola a para nos pés dos adversários já vem desde o Estoril, precisamente. Não descobrimos a pólvora, para surpresa do atónito PF, nem acendemos o rastilho. Isto é já uma bomba-relógio mecanicamente ajustada. Ainda assim, causa-me mais impressão que os laterais não façam melhor, quase nem marquem presença na frente! Inexplicável!
 
O mesmo tema recorrente com o mesmo destinatário: substituições que nada dão à equipa, a não ser sinal de turbulência pela frente, perda de consistência e meio (passes e posições), confusão atrás (faltas, adversários soltos) e harakiri: pânico generalizado.
 
Que substituições faz um treinador depois da nulidade de Varela absolutamente incapaz de acompanhar sequer, pese a sua experiência, o puto quase estreante Josué na 1ª parte?
 
É preciso tirar um curso para ver a produção de Varela? E dura 90 minutos? Incompetência no campo e no banco. São detalhes ou elefantes? Pormenores ou abismos?
 
Não, PF tirou Josué (amarelo pesava e se já leva 3 na Liga devia ser ensinado a moderar certos ímpetos, aqui a impunidade não deve passar como no Benfica!) e meteu Licá. Até posso perceber a opção inicial de não ter, como no romantismo do início (porque Varela estava lesionado) da dupla que cedo impressionou: Licá-.Josué. Mas mantendo Defour para a batalha do meio-campo, claro que Quintero ficou de fora. Repito: podia dizer que não tem jeito, mas estava disposto a condescender, tudo depende do desempenho em campo e não nas intenções no papel.
 
Ora, se Mourinho ostracizou Mata, um jogador genial e preponderante no Chelsea dos últimos dois anos, para agora a ele recorrer salvando um ponto no Tottenham e metendo-o a titular ontem em Bucareste, Paulo Fonseca não arrisca meter Quintero com Lucho. Bem, meteu, com o V. Guimarães, mas mal tirou Quintero a equipa afundou-se. Certo? Quintero jogou com o Gil, mas Lucho não.

São incompatíveis ou o treinador tem medo da sua qualidade e, pior, não quer estragar o seu sistema?
 
Que mal têm os treinadores com jogadores rebeldes e criativos? O mal é darem razão a quem suspira por isso. Bem, Mourinho não tem problemas, tal a abundância de craques de um superplantel que já era e ele só podia estragar e vinha a estragar com futebol de retranca até cedo soar o alarme.

O dilema de Mourinho seria entre Óscar e Mata ou Mata e Hazard? Os três é que não, porquê? Mourinho queria que lhe falassem de Mata: esperava elogios? Irritou-se por de Bruyne... Ridículo. A PF impõe-se Lucho-Quintero. E o resto tem e acomodar da melhor maneira sob pena de a equipa nunca mais entrar nos eixos e ainda nem saiu da garagem.
 
Mas PF, ex-Aves e P. Ferreira, acha muito "desequilíbrio" Quintero e Lucho juntos. O efeito viu-se com o Guimarães, quando desfez a dupla. E ontem à noite.
 
Depois da troca directa Licá-Josué, denunciadora do treinador castrador (veio dos "castores" mas não há aqui jogo de palavras) mais do mesmo: sai Lucho e entra Quintero. É preciso tirar um curso para fazer isto?
 
Voltemos ao início: até posso admitir como válida a opção inicial de:
- não pôr dois putos de início Licá e Josué; Varela era o joker da experiência (não resultou, mas isso é outra contabilidade)
- ter mão forte no miolo com Defour (Fernando hoje esteve ao seu nível, até tudo destrambelhar à sua volta e ele ir na enxurrada)
- apenas um playmaker com Lucho (normalmente tínhamos Moutinho-James, antes havia ainda Hulk...)
- aproveitar a expectativa e o desgaste do Atlético.
 
Mas quando se vê Varela a produzir pouco não é de tirá-lo e meter Quintero em seu lugar? Tem de arranjar tudo e até descompor o sistema de preferência? Não quer ou não sabe? Teimoso? Irredutível? No final irá o sistema e o treinador à vidinha...
 
Quando é que o Porto deixou de ter bola? Quando, às unidades improdutivas como Varela e os laterais que continuam a não criar desequilíbrios pese a distribuição maciça de jogadores a meio-campo (outra coisa que não se entende e desfaz a ideia de o sistema corresponder aos jogadores!), não tem gente de jeito no meio. Troca directa ridícula e fatal. Não compôs mais a manta. Perdeu pau e bola.
 
Tem sido isto nos últimos jogos e em nenhum deles se viu o dedo do treinador a não ser que não teve dedo, intuição, feeling, em suma não temos treinador. Para mais com uma concepção de jogo banal e previdente mas não activa e ganhadora com consistência.
 
Juntou-se a falha de Helton, que a cada ano nos Helterra na Champions e tudo foi por ali abaixo. Moralmente, animicamente/emocionalmente e tacticamente. Depois é só desacertar passes e posições e da posse de início passar à perda repetida da bola. Medonho, como com o Guimarães e o Estoril!
 
À falsa ideia de o Porto ter sido superior porque sim, impôs-se, mas esquecendo que o Atlético assim o quis ou permitiu até se chatear e rapidamente mudar as coisas, resiste a idoneidade do sistema que parece funcionar. Parece. Mas não funciona, desaparece a meio do jogo e é um martírio a 2ª parte com correspondentes assobios no final. Vá lá que os decepcionados não evitam que só acorram 34 mil a um cartaz destes entre os líderes ibéricos (nem os colchoneros, que estão mais ainda em crise por aquelas bandas "en paro", deram importância e vencer o grupo é já uma formalidade).
 
Se Mourinho tem o luxo de aproveitar Mata que punha no banco depois da reclusão na bancada, como desde o início se percebeu e aqui antevi, a uma equipa com défice de qualidade e falta de bola redonda e bonita não pode desperdiçar-se Quintero.
 
Doravante, a partir do momento que se criam estas dúvidas e a pressão cresce quando as críticas deixarem de ser tímidas e disfarçadas, as dúvidas vão rebentar com qualquer arremedo de certeza e a equipa vagueará ao Deus dará.
 
Pois eis que, da minha parte, eu que nunca critico treinadores do Porto fui rapidamente o primeiro a saltar contra esta impreparação de Paulo Fonseca. Sou forçado, agora, a acolher a crítica que muitos fazem, genericamente, aos treinadores com horror aos criativos que lhes estraguem os equilíbrios, como acusavam por exemplo Vítor Pereira e é uma lança facilmente usada por críticos extemporâneos. Não precisei dos erros de arbitragem do Estoril para ver a inacção de PF e a sua inépcia na leitura do jogo e uso dos jogadores. Lá vamos cair no que já se ouviu: não ter unhas para um Ferrari, mas alguém lho meteu nas mãos.
 
Esta verdade assumida pelos factos que o futebol nos revela e mostra quase diariamente, entretanto, vai entroncando noutras perplexidades e, destas, eu já as expus no início de Julho quando PF falou do seu credo que não pressenti ser replicável no plantel portista.
 
Então, na 6ª feira, pensava eu que Quintero saiu após o 1-0 para ser poupado para este jogo e ele começa no banco? E Lucho saiu, para ele entrar, para se poupar para Arouca?
 
Já para não falar da forma e tempo de usar Ghilas, que conta tanto como o gordo Walter contava e, ainda menos, o pobre Kléber, tão tosco, valia nas opções de Vítor Pereira.
 
Quem também nunca percebeu o equilíbrio e a estrutura sólida montada por VP, criticando por imbecilidade e ignorância, também dificilmente entenderá as debilidades que PF expõe no aproveitamento de mais opções ao seu dispor.

A forma amena e amadora de comentar os últimos jogos concluiu-se agora com certas desculpas, em que Helton ajudou a sobressair os "erros individuais", enquadradas neste jogo. E as falhas de cada um potenciam-se no descalabro generalizado que é o que se tem visto. E se há coincidências é por conferirem com a realidade, não mero acaso. A não ser para os distraídos comentadeiros de pacotilha que já se sabem ser assim e não têm hábito de ver algo tão mau no FC Porto. Então os indefectíveis nem devem dormir de "tanto azar". Pobres de espírito e nulos de entendimento.
 
Boa noite e boa sorte. Falamos entre os dias 18 e 22: ouvia na rádio uns pacóvios da TSF somarem pontos assim e assado com o Zenit como se o FC Porto inspirasse confiança e tivesse o destino nas mãos onde só tem pouco coração e nenhuma segurança.
 
O resto de Outubro, sim, é talvez para vaticinar se PF passa o Natal no Dragão...

PF não se desvia um milímetro? A realidade encarregar-se-á de desviá-lo a ele...

01 outubro 2013

Prazo de validade: 22-26 de Outubro

Quem não percebe a desorganização colectiva e o mar de equívocos que afundam a equipa não concebe a acumulação, ouço dizer ou leio, de erros infantis, infantilidades, infelicidades que os outros aproveitam, para mim fruto do mais imberbe treinador que tenho memória de o FC Porto ter. E que nada disto sucede, e se repete fastidiosamente, por acaso.
Do jogo falo depois, para dizer o mesmo dos últimos dois.
 
Ou é ignorância ou desculpar a "estrutura". Aliás, para quem pretendeu um técnico do perfil e credencial de Manuel Pellegrini e pegou o Paulo Fonseca diz tudo das opções em carteira.
 
Escusam de andar com paninhos quentes ou amenizar as coisas com eufemismos, dar tempo de adaptação e dizer que não tem tarimba (nem se sabia disso). São 3 jogos com os mesmíssimos erros. Vá lá, o frango de Helton - argumentar de falta de protecção dos centrais quando o g.r. sai aos melões diz bem também da bondade de ver as coisas - ainda não se tinha visto nas provas domésticas, mas a proeza dele na Champions renova-se anualmente, a vantagem é que é tipo único e deve bastar por agora.
 
Partantos, temos o Arouca no domingo, paragem de campeonato, todos nas selecções, jogos dia 15 e...jogo de Taça com o Trofense, dia 18 uma 6ª feira?, a recepção ao Zenit é a 22, a 3ª feira seguinte, depois o Sporting a 26, sábado (corrigidas as datas, não supus a eliminatória da Taça)
 
Faites vos jeux!

Armagedon «sôxiel»





 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
As tv's desta manhã não mencionaram o PREC em curso nos EUA, mas nem quer dizer que não exista e muito menos que não vai estourar isto tudo.. Deve ser por tratar-se sa causa sagrada em "nome do socialismo" com o novo Farol do Mundo algo apagado - enquanto a Rússia já come as papas na cabeça aos da Cérélac de Washington e a China lá vai dando, destrutivamente como é dos genes, o seu Salto em Frente. (Se o FC Porto dará esta noite o seu Salto em Frente é o tira-teimas para o novo líder PF, no meio termo de Preocupações Fonseca ou de Produções Fictícias...)
 
"Um acontecimento dramático acaba de acontecer nos EUA - o shutdown do governo federal americano. Provavelmente, os políticos europeus, incluindo os portugueses, pensarão que "isso é lá com eles", mas não é bem assim. O fecho de serviços da administração federal americana é um exemplo vivo do que acontece quando o dinheiro não chega. Uma coisa são os despedimentos colectivos na função pública, decididos politicamente e de acordo com uma agenda condicionada por um programa externo de ajuda, outra coisa é um fenómeno de falência com efeitos imediatos e incalculáveis. De um dia para o seguinte pelo menos 800.000 funcionários federais simplesmente não se devem apresentar ao serviço."
 
 Pensam que os "Que se lixe a Troika" percebem disto? Os FP que pedem "Não nos troikem", movidos a gasóleo pelos agit-prop das noitadas do Bairro Alto entre fumaradas e caviar dignas de gente de bem com a vida, infelizmente não chegaram, como provavelmente muitos mereciam, a saber mesmo o que significava o aviso à navegação do sinistro dos Santos quando disse não haver "dinheiro para salários e pensões" em finais de 2009 e escassos meses após ter aumentado a mesma classe e suas castas em 2,9%... Mas é isto mesmo que se passa quando não há dinheiro. Até os "gringos" vão saber, recuando 80 anos no tempo em que só a poeira circulou na América dos sonhos do meio da qual a Máfia, das bebidas às drogas com casinos legais de permeio e prostituição tolerada em nichos, se ergueu e prosperou.
 
Os USA produzem o seu dinheiro sempre e quando querem, mas fabricar notas, como pensa o imprestável senil Marocas, não é sinónimo de riqueza. Ele produzia notas em 1983, o Medina Carreira está aí para dizê-lo, mas em Setúbal, denunciava o "cardeal vermelho" Martins, "há fome".
 
E, há boa maneira socialista, isto não é de agora, já há um ano o "shutdown" esteve iminente. Como é dos livros, adiar a resolução do problema contribui para agravá-lo. Foi assim em 2008 pelos génios da "política portuguesa" cujos hersatz a camaradagem tuga reabilitou um poucochinho no domingo mas o bastante para se considerarem "líderes do progresso" e o afamado Arménio, que não nos traz tusto como o Gulbenkian, do alto do seu sindicato já perorou sobre a "ilegitimidade do Governo".
 
Prà frente é que é o caminho e todos bovinamente unidos é que está bem...

Unhappy One

 
Ainda há que adore malucos e tenha orgulho.
 
Mourinho é vítima da incompreensão do mundo e tem razão.
 
O Benfica tem uma tv própria e precisa de fazer propaganda nas tv's dos outros mesmo que sejam confidenciais mas as do regime, à espera de migalhas e babando-se de gozo, estão sempre abertas.
 
Só vejo uma solução: o Palmarés podia ir fazer as perguntas convenientes como fazem a Jesus na sala dita de Imprensa.
 
Ora, Palmarés e Instituição, uma vez, andaram de mãos dadas, o Palmarés introduzia o Vale Tudo nos círculos de jornalistas estrangeiros só que não ligavam puto ao líder que prometia elevar a Instituição aos píncaros onde abundavam o leite, o mel, a fruta e os milhões óbvios - sonhava com a Superliga europeia e o Palmarés ainda convenceu uns pategos tugas também com umas migalhas e o acesso ao líder incontestado que revolucionaria o mundo.
 
Agora que lhe podiam falar de Mata que ele andou a ostracizar até se ver entalado e perceber que o espanhol é mesmo bom e não por acaso o melhor do Chelsea desde há dois anos.
 
Só um génio como o Mourinho não via isso. Ah, e os jornalistas que nem dão pela diferença, claro.

Por exemplo, os pategos do periodismo parolo tuga, como os da SIC, não percebem muitas coisas, mas basta desviar as atenções e está tudo bem.

Ontem falava-se da crise do Real Madrid porque o Ancelotti perdeu em casa com o Atlético. Nem uma menção sequer à anterior visita, em Junho, do Atlético ao Bernabéu, onde ganhou a Taça do Rei recuperando no marcador. , garantem os mestres da propaganda cá da parvónia admitindo que em Madrid já desejariam Mourinho de volta aonde Mourinho disse que "não me queriam".

Isto é só vitórias de Seguro Pirro... E a parolada da SIC comentou gostosamente os "números". O circo fica para depois.

Acho que até Mourinho cantaria vitória como o PS ou o CDS ou a CDU, até o BE. Bem vistas as coisas, o Mourinho parece mais o Bloco, nunca cai nem perde. E deslumbra. Haja pândegos e basbaques.