04 fevereiro 2014

Cessante causa cessat effectus

É uma frase antiga do Latim que diz ser possível eliminar os males se forem eliminadas as suas causas. Preocupações Fonseca deve ser extirpado para o FC Porto ainda ter esperanças de ganhar o título ao Benfica no Dragão em vez de vê-lo justamente festejar como campeão onde há um ano ajoelhou.

 
Disse sempre, enquanto iniciei o ensino de alemão no último trimestre de 2013, que mais depressa aprenderia a língua de Goethe do que Produções Fictícias levaria o FC Porto a jogar futebol de jeito.
 
Estou, por isso, à vontade, agora que entendo o básico essencial ainda que seja custoso, para já, falar e desenvolver ideias à falta de vocabulário e com verbos tão complicados (e sua conjugação) como os de Português, para dar outra dica ao presidente para mandar embora, piedosamente, o treinador que afundou a equipa no seu todo e cada jogador cuja soma das partes, com Preocupações Fonseca, jamais fará uma equação decente e muito menos vencedora. E há tempo, ainda, embora escasseie.
 
Daí que a frase latina possa ser traduzida para o alemão da seguinte forma: "Fällt die Ursache fort, entfällt auch die Wirkung", mais ou menos como caindo a causa, perde-se/cai o efeito.
Não é uma questão de voto, é de consciência

03 fevereiro 2014

Psicologia da liderança

Basta um acidental percurso por um asilo de malucos para se perceber que a fé não é tudo" - Nietzsche
 
Muito menos do que os tabus e dogmas da Idade Média, os gurus actuais não podem ter meios de "enfeitiçar" audiências - porque nem sempre "moral é persuasão" como para Stevenson -, apenas de deixá-las reflectir, não impondo vontades ou virtudes mas expondo meios e circunstâncias para uma livre opção, consciente e formada, em deixar voar o pensamento sem tirar, desejavelmente, os pés da terra.
 
Ao começar a ler "História do Pecado", cujo nome me atraiu de imediato e, além de obtê-lo por metade do PVP, o conteúdo revela tudo o que eu queria que o livro contivesse, numa vasta visão holística de Oliver Thomson sobre moral e ética para explicar normas de conduta sociais, vulgo pecado, e perceber como é ou foi sendo aceitável ou expurgado consoante o tempo, as gentes, os meios e as circunstâncias, ocorre-me fazer citações como as que vou lendo. Mas fica só a sugestão para Pinto da Costa decidir pela substituição do Preocupações Fonseca, cuja incapacidade para a função está comprovada e o desastre é iminente a curto prazo para sacrificar toda uma época desastrada que começou na opção da SAD e prossegue na inacção de não remover o mal (falarei disso noutro post).
 
Os problemas do futebol já os expus há meses: em Setembro, ao primeiro jogo não ganho, apesar da bárbara arbitragem de Rui Silva no Estoril, vaticinei que não temos treinador. Não voltarei ao assunto.
 
Contudo, os temas palpitantes do livro em apreço, que muito poderiam ajudar Pinto da Costa, vão, entre incursões ao Corão e ao Rig Veda, da prostituição ao incesto, da posse de terras à progenitura, dos direitos e dos deveres, das tradições dos Esquimós aos ritos do Hunos, das carecas mulheres do Egipto Clássico aos cabelos compridos dos "yppies" mais ou menos recentes, da monogamia às formas de tortura sem citar o tuga Sócrates, da escravatura ao ascetismo. Mas abordam sempre a gestão da moral e da ética, desde Aristóteles a autores de quem nem ouvira falar. Quanto a um olhar para a moralidade moderna, está aqui bem pertinho e claro como água que o silêncio dos bons tem permitido aos maus surgirem em cena...
 
Mesmo assim, não é de uma citação (a da abertura, de resto algo fascizóide de um não-crente como Nietzsche) do livro, que vou recorrer para enfatizar um ponto e introduzir o tema da substituição do treinador e da acção necessária, e piedosa, que se espera do presidente.
 
Ora remetendo para a constatação de Nietzsche acima, não sei se é fé que o treinador tenha sucesso que faz Pinto da Costa morrer de medo de o substituir. Ou se é fé dos adeptos que dizem tê-la na presunção de que, se nunca deu resultado trocar um treinador a meio da época para chegar a campeão, agora também não vai dar.  Ou, por fim, se Pinto da Costa, como péssimo gestor, teme emendar o erro crasso, à vista de todos, com eventual erro se não der resultado, mas que só reforçará a sua teimosia com a qual também terá de viver o resto da vida - com a agravante de esta teimosia poder encerrar uma tripla vitória do Benfica em todas as provas domésticas triunfando no Dragão, com a cereja no cimo do bolo na última jornada do campeonato. Esta perspectiva, que há tempos denunciei, é o que mais mal me fará, porque do modo como está isto há muito perdi a esperança no campeonato e três derrotas ainda são poucas para o descalabro que antevejo.
 
Este Porto nunca será campeão, já disse que não acredito e enfatizo. Com Vitor Pereira e as fracas equipas em presença, acredito que seria um campeonato só com vitórias. Mas também como vamos sabê-lo?
 
O contrário nunca será testado se não for tentado. Despedir o treinador é inadiável, a liderança não passou a seis pontos, apesar de muita Paixão e critério histórico aplicado a favor do andor do regime, mas os 4 pontos de agora estão fora do alcance de uma equipa, esta, que recentemente já recuperou 5 e 4 pontos porque tinha futebol e convencimento para isso. O Sporting também encalhou, mas são sempre dois rivais à frente e custa o dobro recuperar, ainda que se enfrentem a seguir.

O ANÚNCIO QUE FALTOU NO TORTO CANAL:TREINADOR DESPEDIDO 
E isto leva-me de volta à patética entrevista, como a classifiquei, de Pinto da Costa ao Torto Canal. E, mais uma vez olhando com distanciamento crítico, pergunto se Pinto da Costa voltará, ou voltaria, ao Torto Canal: para dizer o quê?
 
Vou responder: ao contrário de toda a gente, que apanhou o óbvio e não arriscou outra coisa, incapazes de saírem do casulo, no convencimento de "conhecer como pensa e age o presidente", pois da outra vez eu esperava, sim, que Pinto da Costa apresentasse a cabeça do treinador, depois de falar com ele e decidir tudo durante o dia. Era isso que eu queria, era o que ansiava de um gestor que percebesse como vai a produção e como funciona o capataz, tudo em sub-rendimento.
 
Confiava que Pinto da Costa tivesse uma conversa calma, franca, civilizada, de boa-fé com o treinador, acertasse a rescisão e, no canal privilegiado para ele e para falar da situação do futebol portista, expusesse calmamente as coisas - até poderia ser, por deferência e se ele quisesse, com o treinador ao lado. Seria uma pedrada no charco. Ficou apenas o charco. Perdida a oportunidade antes do Natal e após a derrota da Luz, sobra apenas a próxima semana.
 
Não vejo em Pinto da Costa o mito de que percebe de futebol se deixa esta amargura arrastar-se até à insanidade. Percebe e percebeu mais do que os presidentes dos outros clubes, mas não deixou nem deixa de cometer erros. Errar é humano. Reconhecê-lo é nobre.
 
Se Pinto da Costa, bem aconselhado ou simplesmente letrado em psicologia de liderança que dizem ter e eu não faço ideia se tem ou não porque não compro conceitos avulso na praça, podendo reaparecer no Torto Canal um dia destes, que assuma sem rodeios que se enganou e não torture mais os adeptos: muitos já são tão idiotas, até a revelarem-se na escrita, que até o beatificarão certamente e o Panteão abrir-se-á se a rápida troca de treinador, quando o tempo escasseia, der resultado, finalmente, e pudermos festejar mais um título à frente do Benfica. Mais do que a situação de Portugal que se diz ser "insustentável" pelos fanáticos da Oposição até em contraciclo com a retoma que os sinais evidenciam, os sinais do FC Porto visualizam um cataclismo se a situação não for invertida, aproveitando a "perda de pontos" do Benfica e do Sporting, mesmo que tenham aumentado a diferença para o FC Porto. Sim, é possível, mas não com o Produções Fictícias e o mercado já não traz mais Sebastião Quaresma que este só deixa saudades dos tempos antes de emigrar.
 
O Museu franquearia as portas a uma visão única  num meio algo irracional mas que requer gestão e decisão. Parafraseando, extraído do livro para dar-lhe lustro nos seus ensinamentos, alguém só um pouco mais velho do que Pinto da Costa e é bem mais guru moderno do que eu imaginaria, para mais maltês...

"As pessoas detestam ter de pensar e tomar decisões, porque isso é mentalmente cansativo. Existe uma preferência fundamental por processos decisórias automáticos, baseados em padrões - Edward de Bono
 
Não foi a pensar como a manada que o FC Porto, com Pinto da Costa, cresceu e se emancipou. Nem pode ficar refém do humor do presidente. Saiba ser líder ou esgotará o seu tempo, provavelmente sem aparecer na Rolling Stone, tempo que abunda tanto quanto a sua energia claramente em queda, apesar dos mais fiéis exemplos de cega crendice mundana de gente desmiolada à espera que as coisas mudem aplicando a mesma solução.

 

El español es muy dificil...

Esta é uma das verdades inconvenientes que Mourinho nunca apreciou enquanto esteve no Bernabéu.
Aos tugas estúpidos, bombardeados nas tv's estúpidas tugas, levam com o Madrid de Ronaldo como levavam com o Madrid de Mourinho.
Em Portugal, no futebol, há tanta dificuldade em ver o futebol lá de fora, especialmente se envolver tugas que impliquem manipular informação, como ver o futebol cá dentro.
De facto, é até difícil perceber o espanhol mais simples e, de novo, o mito do Madrid é um complexo em Lisboa. Não será por acaso, mas é estranho que não percebam a diferença mais básica entre "melhor" e "maior"


Na Marca, a peça online nem referia a lotação do Bernabéu renvoado, mas na Bola já deviam ter ampliado por 150 mil de "aforo", fora o desaforo.
Porque é que há gente tão estúpida? E com licença para isto?
Digo, si no lo veo, no lo creo - como um título garrafal, a duas páginas, na Marca a propósito de um 0-0, na Luz, do Barcelona, de Rijkaard, com Ronaldinho e Eto'o, depois de o Barça ter falhado 10 claras ocasiões de golo para um resultado que faria história.

02 fevereiro 2014

Líder a sério em homenagem a Luís

O Atlético de Madrid ascendeu à liderança em Espanha com uma goleada a uma equipa que jogou a Champions: 4-0 à Real Sociedad. A melhor forma de homenagear Luís Aragonês, ex-jogador e treinador dos rojiblancos e que, há quase 40 anos, lembro de ver marcar um golo de livre, soberbo, impossível para o grande Sepp Maier, sem lograr a Taça dos Campeões para o Atléti porque um "beque" central empatou aos 120 minutos no Heysel e o Bayern lá iniciou a sua Tripla em 1974 com 4-0 na repetição com os imperdíveis Mueller (2) e Hoeness (2).

E as capas dos jornais de Madrid não pouparam nos elogios e na amplitude das memórias do homem que criou a Espanha vencedora em 2008 e uma aura que a tornou na melhor selecção de sempre no mundo do futebol.

O Eintrada de Francos parece canja mas é para o «feiern» Bayern

 
Parece fácil mas para quem joga bem. O Bayern é só e sempre a festejar ("feiern").
 
Se há equipas que dá gosto ver jogar são o Bayern Munique e o Manchester City.

Nem foi suspeito...

Podia recuar um ano, ao Marítimo, 1 - Porto, 1, para lembrar que, a 4 pontos da liderança do Benfica, apenas achei que a renovação do título "é mais difícil". O FC Porto tinha jogadores, tinha comando, tinha treinador, tinha futebol e tinha coragem, tudo o que fez somar vitórias até ao fim e resgatar um campeonato que parecia perdido menos para os que viam haver matéria-prima para dar a volta.
 
Mas não, recuo dois anos, quase dois anos, a 29/1/2012, quando o mesmo treinador portista, o já lendário Vítor Pereira, assumiu o mau jogo da sua equipa numa derrota inenarrável em Barcelos sem deixar de dizer o suficiente sobre arbitragem:
"Nós não estivemos bem, mas esta arbitragem foi uma vergonha".
 
Pois, comparar os dois penáltis que a arbitragem de Bruno Paixão sonegou ao FC Porto em Barcelos e verificar os dois penáltis que, dois anos depois, no mesmo palco, o árbitro do Caixão marcou a favor do Benfica é algo digno de qualquer manual de jornalismo, já não digo de investigação, mas de memória mínima, o mínimo divisor comum num profissional que se preze e tenha honra, ou vergonha, do que faz. Só hoje vi as imagens do 2º penálti de Barcelos e fiquei convencido, tal como convencido ando do naufrágio absoluto do futebol portista.
 
É claro que há penálti sobre Gaitan, atingido nas costas por um defesa gilista. Como houve de um gilista a esmurrar a cara de Defour, que ficou a sangrar.
 
Agora, o penálti marcado aos 90+5 e que Cardozo desperdiçou, com dois gilistas a protegerem a bola e um benfiquista a atirar-se para o chão, é um penálti que nada tem a ver com a carga do g.r. gilista sem tocar a bola mas derrubando Kléber, num segundo penálti por marcar para o FC Porto nessa infame derrota de Barcelos que A Bola titulou, apenas, cinicamente, como "Galo deu azar ao Dragão".
 
Para o Rascoird, nem o tempo de jogo nem um penálti inexistente foi suspeito. Ainda bem, tudo segue na santa paz do senhor e o andor vai rodeado de flores do jornalismo tuga que vive horas de amargura pelas denúncias não feitas e aviltando a Herdade Desportiva.
 
O FC Porto, depois de Barcelos-2012, ficou a 5 pontos do Benfica, numa jornada em que o FC Porto perdeu em Barcelos e o Benfica ganhou, à custa da arbitragem de Rui Costa, em Santa Maria da Feira, no dia anterior. Foram cinco pontos mal ganhos, mas que depois se tornaram para os do costume como mal perdidos.
 
O FC Porto de hoje é uma anedota tão grande que só por imposição das mentiras alheias se torna "desculpável" como Pinto da Costa fez, como a avestruz, há dias no canal da casa que não serve nem para assoar o nariz. Hoje, o FC Porto está borrado de medo na atitude cobarde do presidente que não despede o treinador. Os outros pasquins do regime, com os quais o FC Porto esperava contar para denunciarem as tropelias da arbitragem, seguem apenas a sua marca histórica indelével, ao contrário do timorato timoneiro portista que permite a nau azul-e-branca ir ao fundo com toda a banda a tocar, dissimulada...

Calma, treinador pronto a renovar com suficiente 3º lugar...

Quando removem este galheiteiro do Dragão? Janeiro já passou para Pinto da Costa se mexer, deve andar deslumbrado com o museu e a nova peça dourada que arranjaram, inamovível...

Penálti falhado aos 90+5' (e só fui ver quem era o árbitro)

Acho que a Liga não vai homologar o resultado.

01 fevereiro 2014

«Partanto», é tudo coincidências

Foi o árbitro em Coimbra, hoje repetiu-se como 4º árbitro depois da Luz. É curioso e deve ter a ver com isso. Mas convém perguntar a quem sabe, porque na Liga o FC Porto perde por culpa dos árbitros, na Europa é só por azar. Acho que o Entrada de Francos fortes, se correr e saltar, vai ser um trambolhão, mas deve ser azar outra vez.
 

 
O FC Porto está condenado a perder jogos com equipas que mal sabem jogar à bola, porque joga muito pior do que elas e é difícil, mas deve ser coincidência. Ainda não é desta que me atrevo a uma crónica que falseie tudo o que se vê em campo.
 
Mas depois do que já escrevi, há meses, ver uma equipa com um ex-P. Ferreira, um ex-Estoril, um ex-suplente no meio-campo, depois um ponta-de-lança ex-Moreirense e, por fim, um extremo que não existe ex-Estoril, para deixar Kelvin no banco, é só coincidências.
 
Culpas próprias não há, mas se quiserem perguntar algo mais concreto esperem pela próxima entrevista no Torto Canal que saem "sastifeitos"...

Os «ata(s)cados» das promoções

Não, não foi a dupla Mangala-Fernando, antes uma dupla, essa sim, improvável... mas até acredito que não foram, não por serem "apenas" alegados 56ME, ou resistência heróica aos cantos das sereias do mercado que uns bonzos já elogiaram ("não vendemos ao desbarato"), mas porque não lhes foi permitido ficarem até final da época. A crueldade é que, se no caso de Mangala o City tem problemas centrais e percebe-se, já quanto a Fernando não era para destronar Fernandinho, muito bom, de resto num duplo pivot que Fernando estranhou do Preocupações Fonseca e que o ex-Shakhtar faz bem com Yaya Touré, mas Fernando era, suprema ironia, para despachar o porteiro de discoteca Javi Garcia que alguém confundiu vagamente por um jogador de bola e por cá era muito considerado além de notado pelas patadas e cotoveladas a esmo.
 
Quer dizer que, agora, as coisas são tão más que se vendem aos pares. Aliás, ainda bem que o Porto não repetiu a saga «Falcao-R. Micael» que foi um deboche. E não "acardito" que o Benfica se limite a imitar o Porto, vendendo um Rodrigo (45ME) como um Falcao e dando de brinde um André Gomes que não vale um corno e não joga na equipa A ("diziam" valer 15ME...), como o Porto despachou por atacado Rúben Micael (alegadamente por 5ME). Não, o Benfica está mesmo de calças na mão, o comprador é que ajudou a montar uns suspensórios, já que parece o cinto não ter mais furos para se apertar a coisa...
 
Parece uma perversão mas os tempos mostram-nos diariamente uma série delas que nem os "não fazem puto" da RTP; segundo o ex-cervejeiro da Ponte, representam melhor..
 
A perversão é que, de facto, os "fundos" (investimento) ou os "mundos" (empresários) destroem mesmo o futebol, desvirtuam a competição, vandalizam o negócio lícito: se isto não é a escravatura moderna, em tempos glosada, não sei o que será, para além de a visão orwelliana da sociedade "capturada" pelos interesses e limitada por lideranças corruptas e escolhidas a dedo para resumir os cidadãos-operários a meras figuras decorativas numa existência assaz frugal.
E os pacóvios que não entendem a razão de a UEFA querer reduzir esta actividade paralela que penaliza os clubes e distribui cartas por baralhos mafiosos não vêem o âmago só por pensarem que, assim, a UEFA não deixa os pequenos clubes, como os tugas, safarem-se e levarem a sua vidinha, como sabemos da vida real, como se fossem ricos, da elite, quando recorrem, o tempore, o mores, ao crédito e, pior, talvez lavagem de dinheiro.
 
Ata(s)cado parece ser o treinador do Estoril, a perder a paciência com as arbitragens, decerto porque um homem não é de ferro e Marco Silva foi notado a insultar o banco do FC Porto indiferente, o estorilista, ao favorecimento do árbitro Rui Silva no infame jogo da Amoreira. É curioso que Evandro foi expulso agora, mas com o FC Porto não chegou a ser, apesar das muitas faltas cometidas e, ironia, agora não defronta o FC Porto para a Taça...
 
Sobre isto, nem vale a pena falar, a tasca da Liga está ata(s)cada sempre, sem rei nem roque, manipulada desde Lisboa, entregue à bicharada de advogados, como Pinto da Costa bem caracterizou. Siga a palhaçada, sem conseguirem descobrir a pólvora... só folclore.

Ah, já esquecia esta página online associada à chegada de mais um craque pó Zbordem:
é a forma como A Bola mostra a chegada de um craque a Alvalade...