13 maio 2015

Senhora de Fátima

 
Escreverei sempre em Português como aprendi e como deve ser mesmo. Como diz o paralamentar que se cagava para o segredo de Justiça, cago-me para os académicos da língua de pau. Esta de impor, parece que de lei, a novilíngua a uma 4ª feira deve fazer parar as rotativas até do Diário da República que tanto já levou tratos de polé por já os tontos não saberem como escrever bem a mal...
 
Estas merdas até me fazem dizer palavrões, WTF!
 
Já quanto ao corrupio das peregrinações, que respeito pela fé que as pessoas entendem demonstrar à sua maneira, já há muito deixei de ver telejornais. Já bastava os erros de ortografia dos pasquins que não têm vergonha das porcarias expostas. Nas pantalhas pode ser efémero, ainda que as net as reserve eternamente, mas a idioticie é a mesma e só atrasados mentais adeririam a esta treta. Mais uma com a bênção paralamentar.
 
Quer esta gente levar-se a sério, ahahah!...

12 maio 2015

Afinal Pinto da Costa era colaborador do JN e o Pedro Pinto um «porco»

Agora se percebe tanto por que "incensava" o JN e, enfim, como entende, desde sempre, a liberdade de informação. Medidas drásticas com outros títulos não costuma tomar, só aos jornais geograficamente mais próximos. Deve ser isso a coerência, o respeito e a convivência que tem marcado a relação do FC Porto com os OCS. Foi sempre assim, de resto, pelo menos para quem tiver memória e já nem digo quem viveu muitos momentos de tensão censória que não é só apanágio dos pasquins lisbonenses no difícil equilíbrio entre o "desportivo" e o "recreativo".
 
Já quanto à azia de Fabiano: se existir será normal; se a "comunicou" de algum modo também não vem mal ao mundo; se o jogo de Munique pesou, tem de ser verdade. Mas Há muito que apontei as falhas de Fabiano.
 
E como o algodão não engana, veja-se a forma confiante, decidida e diligente com que Helton é o primeiro armador de jogo do FC Porto, procurando rapidamente pôr a bola jogável e empurrar a equipa para a frente. Esta é que não se mostra tanto desembaraçada quanto o g.r., mas talvez seja porque Fabiano nunca solicitou jogo mais rápido a partir de fora da área.
 
Da mesma forma, como fiz no Twitter antes do jogo da Luz, só os pacóvios não perceberam a razão da entrada de Helton na baliza. Os bem-intencionados diziam que era para proteger Fabiano, depois dos 6-1 do Bayern. Esses são os idiotas que gostam de falar de bola mas não acertam uma. E criticam quem chama a atenção antes, julgando que se fez depois. O portismo e a bluegosfera tem tantos patetas quanto os outros campos.
 
Mas deve ser por isso que se falo sobre futebol não há polémica mas multiplicam as visitas se enveredo por coisas à margem, tipo Pinto da Costa e a sua idiossincrasia. Um Mário Chulares no Desporto tuga, sem dúvida. A paixão pelo socialismo é tramada. Coarcta até a Liberdade de Expressão.

Por falar na treta que entretem os charlies de vez em quando escapando da vidinha de charlots que gostam de levar bovinamente, voltei a ouvir falar disto e do distintivo «porco» com que brindam o mocito da TVI.

Como sempre, não se conta a história toda. Agora, que até devolvem o "porco" ao escarafunchoso que simplesmente debita, como todos os outros e outras, a merda do teleponto sem saber o que está por ali, se pensarem bem, da primeira vez, dizem que em 2013, quem era o responsável editorial da TVI? Alguém sabe?

E, ainda, quem era o director de Informação da TVI quando os jogos do campeonato eram relatados (hábitos da rádio não se perdem, ouvem-se todos os jogos nas televisões porque põem os radialistas deformados a fazê-lo e não se pode ter resultados diferentes, não é?) pelo Balde Mar Duarte?

O Balde Mar que até levou nas trombas no Dragão, ao que consta, queixou-se em tribunal, teve defensores testemunhais mas parece que teve de ficar com elas? (tudo depois de um Porto-Paços F. com 5-0)...

Se pensarem bem até vão ter vergonha, não é?

O mesmo do que há tempos era dito de director de comunicação do FC Porto. O lambebotismo ainda garante a vidinha. É como nos jornais e nas televisões ou nas rádios. Tal qual nos clubes.

É isto.

10 maio 2015

Vale a pena esperar por Jackson

Acabar de bicicleta um jogo a passo sem intensidade. Médios só alumiam nos flancos. E cruzamentos são deficientes. Brahimi tornou-se peso morto. Oliver só prende jogo.
Mas a luta de levar isto até ao fim continua.

09 maio 2015

Olhem quem está no JN de cuja isenção gosta o Pinto da Costa

 
Aliás, dois deles, precisamente, já passaram pelo Torto Canal. E estão de volta ao JN, aliás o cabotino director tem estágio de Macau também, que está como está. Pinto da Costa, de resto, podia aprender alguma coisa, pelo menos a não fazer dos outros leitores parvos como ele é.
 
Vejam se adivinham. Eles andem aí... Nem de propósito, ontem lá apareceu mais um colunista da pág. 2: Francisco Seixas da Costa, o ex-embaixador em Paris que entreabriu as portas da Sciences Po para o mestrado da treta do escrevinhador 44. Tá bonito, pá!...

08 maio 2015

«Instituições políticas (e económicas) extractivas»



 
Leiam o livro. Eu só repesquei por causa do honorável destemido juiz Carlos Alexandre e uma plêiade de juízes capazes de dar o safanão que só a Justiça pode garantir. Sem Mizés Morgados armadas em revolucionárias de pacotilha ou inspectores como Bagulho (lembram-se?) e Paulo Pereira Cristóvão na Judiciária. Ou os que abafaram a Casa Pia. E o Fripór. A Face Oculta do regime não mais pode ser escondida. Mas a máquina mexe e decerto não é propriamente um autómato, tem motivações e inspirações várias, reflectindo a instrução que vem de trás.

Por que afundou Portugal e o que foi?


Olha, Macau e o seu "casino socialista" que fizeram proibir um livro "Memórias de um PS desconhecido" e cujo autor não tem paradeiro e duvida-se que o próprio Mário Chulares saiba...
 

07 maio 2015

O futebol pode ser muito cruel: Boateng vs. David Luiz e Messi=Madjer+Futre

Ainda foi só na eliminatória anterior (1/4) da Champions que Luiz Suarez marcou dois golos em Paris ao PSG com dois túneis a David Luiz antes da finalização. Mas parece que dois lances foram já esquecidos, como evoquei ontem no Twitter, face à desfaçatez com que Messi, qual Maradona a serpentear entre ingleses no México, desbaratou Boateng, ontem, no Barça implacável ante um Bayern impecável a defender... até ao 0-1.











 
Só realço isto, como fiz no Twitter ainda com 0-0 e não ligando ao resultado: nunca vi uma equipa bloquear o Barça como fez Guardiola, sem autocarro (como alguns patetas julgaram ver) mas um campo curto em todo o campo, especialmente atrás mas também assumindo o jogo à frente e sempre com mais homens à frente da bola quando se acercava da área do Barça. Estava tudo bem, parecia ir ficar 0-0 mas eu imaginava que em Munique o Barça marcaria e se não ganhasse iria passar. É muito melhor, é a melhor equipa do continente, de novo. Mas houve uma perda de bola, Dani Alves fez das poucas coisas boas ofensivas dos últimos tempos. Messi marcou de bomba. Depois estragou tudo em Boateng e com finesse mágica ampliou. Ainda serviu a vingança pessoal a Neymar e os derrotados da Alemanha no Mundial tiveram o seu dia de glória. O Barça será o primeiro finalista em Berlim, jogando primeiro a 2ª mão (3ª feira). Grandioso futebol.


 
Não faltaram, porém, as análises humorísticas. À parte os palermas da SportTV, excepto o Luís Freitas Lobo que não actuou sobre o resultado e elogiou sempre o Bayern e o espartilho táctico engendrado por Guardiola que nunca Mourinho fez, por exemplo, enquanto o Madrid de Ancelotti o faz com contundência (vide jogo em Camp Nou que podia ter ganho) mas sem tanta consistência, não faltaram piadas só por causa de Boateng. Decerto que muitos portistas exultaram com a humilhação do Bayern, mas também não é por aí que eu sigo.
 
De resto, a "novidade" ganha sempre, pela actualidade, ao dejá vu, daí a maldade feita a Boateng ter feito esquecer o ridículo duplo com que se cobriu David Luiz e nem foi ante Messi, foi só com Luis Suarez.
 
E até ganha a "novidade", atendendo a que Messi podia perfeitamente ter vencido o Mundial no Brasil pois teve jogo e oportunidades para tal no Maracanã com a Alemanha. Mas vingou-se agora, servindo uma doce vingança também a Neymar que até acabou agora a marcar. Afinal, a estrutura do Bayern era a do campeão mundial de 2014 que humilhou o Brasil (7-1) e lá se safou com a Argentina (1-0 no prolongamento) - como então escrevi, não estivesse di Maria lesionado e quase decerto ganhariam os argentinos, achei-os capazes disso.
 
O Barça desforrou-se, enfim, do 0-3 (e 0-4 da 2ª mão em Munique), aplicado pela equipa então de Heynckes quando Messi e Piquet eram uns aselhas a criarem os seus primeiros primogénitos. Como então escrevi, a felicidade de serem pais interferiu nas suas carreiras futebolísticas. Não tenho dúvidas disso. Agora que já sabem a experiência e Piqué já tem um segundo e Messi está a caminho, ambos parecem relaxados e iguais a si próprios. Parabéns.
 
O Bayern dá-se mal com o Camp Nou. Dois golos em três minutos: pior só dois em um minuto na final de 1999 com o M. United. Também o Bayern teve bola e 1-0 de avanço, mas perdeu no final com golos de Sheringham e Solskjaer.
 
Golos de rajada já em 1987 sofria o Bayern, em Viena, ante o FC Porto. Dois em dois minutos.
 
Ao rever ontem os golos de Messi, as fintas e o salto sobre os defesas, lembrei-me primeiro do arranque de Futre, ainda com 0-1,  rompendo pela direita, semeando o terror na área de Pfaff para atirar cruzado ao lado. Foi o alarme que, do outro lado do campo, soaria para o 2-1: Madjer a driblar Pfluegler na esquerda e a cruzar para Juary encostar. Pelo meio, arrancada de Futre, ainda na direita a flectir para o centro, tabela com Frasco, entrada de Futre na área, passe a Juary que cruzou curto para o calcanhar de Madjer.
 
Houvesse jornalismo a sério em Portugal, em especial na bacoquice parola das pantalhas tugas, e os lances seriam revisitados e levados à semelhança da genialidade de Messi. O Torto Canal, já agora, seria capaz de fazer um bom trabalho? 
 
Ficou a assinatura de Messi, a tortura dos adversários e a certeza de termos o único Melhor Jogador do Mundo de volta ao seu nível incomparável. E, para a série dos "recordes de Ronaldo", de novo máximo goleador da Champions, com 78 golos vs. 76. Os 78 golos são a UEFA e a CL que os conferem.

06 maio 2015

É tutto qui



Deve ser o único (ou dos poucos) português válido neste País

 
Eu já tinha lido no início do século "A riqueza e a pobreza das nações", do economista David S. Landes.
Agora complementei com "Por que falham as nações", de Daren Acemoglu e P. Robinson.
 
É só juntar os pontos, compreender os conceitos de "instituições políticas e económicas inclusivas ou extractivas" e perceber o esgoto a céu aberto que corre em Portugal.
 
O socialismo nunca se enxergou. Nunca. Nem ditatorial comunista nem moderado, aká social-democrata inspirado na engenharia social soviética e afins com "rosto alegadamente humano" mas sempre a torpedear a iniciativa individual e a criar o "igualitarismo social".
 
O tempo é alarmante, porque os países pobres, subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento raramente saem da cepa torta.
 
Já tivemos até o Otelo a ressuscitar as virtudes de Salazar, cujo hombridade e honestidade intelectual e erudita foram sempre renegadas pelos factótuns bem-pensantes cá da paróquia. À falta de convencerem as gentes rurais, radicadas na confissão católica, os pretensos revolucionários de pacotilha limitaram-se a "inducar as massas" (agit-prop criada pelo comunismo) e a decalcar muito do que era o Portugal do 24/4. Basicamente, decalcaram as instituições extractivas do Ancién Régime, sejam as corporações (médicos, enfermeiros, FP em geral, profs, agora pilotos da TAP! ou os privilégios de quem era já dono disto tudo. Não mudou muito, foi possível resmungar e barafustar um bocado. No resto a cloaca continua aberta. E as evidências continuam aí.
 
Li que do sms do Costa para o director-adjunto do Espesso nem comoveu o Espesso dirigido pelo irmão do grunho preto nem as tv's, ao que consta, pegaram no assunto. Fosse para malhar na Direita e aí abriam-se telejornais aos que me cago para os quais... E tudo passa assim.
 
Agora são as ameaças e as cartas anónimas. Há tempos eram "cabalas", "campanhas negras" e "infâmias", mas esses há muito "estou-me cagando para o segredo de Justiça".
 
Finalmente, a Justiça deixou de estar manietada. O sonso beirão Monteiro, que lia livros e falava de viagens com personagens adultas desta choldra, tinha a Cândida geral do encobrimento a negar haver corrupção em Portugal.
 
Tentaram enterrar coelhos, matar galinhas, silenciar incómodos vários num País que, finalmente, parece querer ser livre e ver-se livre dos atavios de sempre.
 
Leiam o que devem ser instituições políticas inclusivas ou instituições económicas extractivas, associem Mário Chulares ao sacripanta salafrário Sócrates, unam os pontos, metam os patetas Alegre e os sem paio da névoa, a politiqueice mais rasteira que faz o prime-time da estação SICK (doentia) e a dos verbetes SICKh N, o silenciamento da Imprensa escrita em geral depois estremunhada como charlot feito charlie e têm o quadro regulatório do Portugalório que fala, fala mas não faz nada e isto, como pão e circo, ajuda a distrair.
 
Esta situação de Carlos Alexandre, depois dos episódios com os procuradores do Fripór, o juiz do Eurojust que amenizava sócretinos, a Casa Pia que levou ao estrangulamento de um PGR e ao circo paralamentar do Pedroso y sus muchachos que nem no PREC há 40 anos, é reveladora de como a Justiça é o bem comum mais precioso.
 
Só damos pela falta dela, tal como a luz, quando se apaga.
 
Só quero incentivar a denúncia disto tudo. E que acabe o socialismo, sob qualquer forma, que atrasou Portugal mais do que o Antigo Regime, comparativamente aos meios disponibilizados por uma união europeia que favoreceu o eclodir de novos compadrios a repisarem antigos caminhos que, a nível doméstico, eram muito mais controlados.
 
E é por isso que, sim, o único site de jornal que consulto é o Correio da Manhã. Onde fui chegar, mas onde chego como homem livre que recusa qualquer pata tentacular e sabe distinguir o trigo do joio. Algo que a Imprensa estupidificante não faz mais e daí ter-se enterrado como a merda política em que se deixou envolver.
 
De resto, a pouca-vergonha desta época no campeonato, com o cobarde silenciamento do FC Porto mudo e quedo como no antes de 25/4, só reflete o estado geral das coisas. Não há mais.
 
Veja-se Pinto da Costa: nenhum portista o reconhece mais, duvido que algum esteja disposto a segui-lo e a maioria não confia mais nele. Onde chegamos? Faz-se notar mais em matérias fora do âmbito do FC Porto do que no FC Porto, um clube à deriva, uma SAD ao deus-dará.
 
Sintomático o elogio à "isenção" do JN (há dias evoquei isso), quando o JN dá espaço a um sem paio nem névoa e omite candidatos como outros já perfilados e até mais conhecidos do público em geral, como Henrique Neto e Paulo Morais.
 
Pinto da Costa acaba como Mário Chulares: sem princípios, sem ética, sem verdade, um charlatão. Imagens da decadência e reveladoras das instituições extractivas que marcaram as suas vidas pelos cargos ocupados.
 
Não são de confiança. Anzi...
ACT.:
Do CM, precisamente, leio, entretanto, que faleceu um jornalista a quem, em tempo de "off the Record", o "Independente" consagrou um´Óscar com o seu nome, Óscar Mascarenhas".

À volta deste tipo, como de outros que "andem aí", pode-se resumir o bricabraque do jornalismo tuga, ou do jornalista tuga servil e adamado. A ironia disto tudo é que, depois de assumir uma posição de não defesa do jornalismo e de um jornal, tornou-se Provador dos Leitores no DN sob a direcção de Marcelino que era responsável do Record ao tempo que Óscar Mascarenhas assumia atitudes de confronto com jornal e jornalistas. Melhor do que isto só o Marcelino a trabalhar para o Joaquim Oliveira, dois inimigos fidagais dos bons velhos tempos em que não se suspeitava de jornalistas comprados, embora alguns já tivessem cartão de crédito e carro da empresa.

03 maio 2015

Pressão sobre a pouca-vergonha

Jogando a passo de lesma e pouco mais que um caracol o FC Porto manteve a sequencia de (15) vitorias no Bonfim e a pressão que obriga o Benfica a jogar até ao fim deste viciado campeonato quele estava entregue por decreto.