18 novembro 2016

Depois do Benfica, o Chaves: FC Porto não ganha a futebol de II liga

Foi a penalties depois do cavernoso Capela ter negado 2 gp ao FC Porto e permitido que o jogo faltoso, além de antifutebol, do Chaves não tivesse expulsos.
Uma equipa de II divisão que esteve para ganhar ao Benfica e um árbitro viciado em defraudar resultados foi o espelho do futebol medíocre em Portugal onde a manha e passar muito tempo no chão torna o futebol um consumo de massas com pobre alimentação e deficiente saúde reputacional.
Está 2-2 em gp quando escrevi isto a finalizar.

07 novembro 2016

Pedroto e os árbitros

José Maria Pedroto via mal, aqueles óculos de elevada graduação não impediram que a degradação visual fosse agravada, mas a sua intuição fora do comum assente numa experiência ímpar reforçada por um nível académico invejável e capacidade intelectual acima da média, tornaram-no no mito, real, que se sabe. Por isso foi o que foi e, ao repto do Colectivo no Dragão a pedir a raça à equipa do FC Porto, esta correspondeu mas o jogo deu o que deu numa arbitragem cobarde, mais uma vez, de Artur Soares Dias que me fez lembrar, precisamente, o Zé do Boné cujo tempo acompanhei e com quem ainda privei um pouco, não havia sequer SuperDragoes.
Porquê? Porque a bola vinha no ar e o árbitro já assinalava falta, veja-se o golo anulado ao FC Porto sem se vislumbrar porquê...
"Uma arbitragem à antiga portuguesa, o sr. António Garrido ainda a bola vem no ar e já está a apitar falta", sentenciou um dia O Mestre, após um clássico entre Porto e Benfica.
Mas não é tão simples como isto, é mesmo muito complicado, veja-se também a curiosidade à volta da nomeação para este jogo em que, à partida, o FC Porto denunciava Fábio Veríssimo e sobravam os portuenses ASD e Jorge Sousa.
Ora, não pode ser coincidência que, como numa arbitragem à antiga portuguesa, ASD tenha feito no Dragão o que JS fez à 4a jornada, anulando, sem ver, sem falta, um golo a André Silva por alegada mão na bola que não se registou, tal como não houve falta alguma sobre jogadores do V. Guimarães.
A sério que ASD e JS são as reservas morais, do Porto, na arbitragem tuga virada, como antigamente, a sul?
Na memória recente sabe-se como no clássico de Alvalade houve um golo com a bola ajeitada com a mão e outro de livre por falta inexistente, tudo com o beneplácito do lisboeta Tiago Martins.
Os árbitros do Porto, já dos mais credenciados e antigos no rol da FPF, fazem isto e não podem surpreender-me.
Continuo a considerar que a carga, fora de tempo e sem a bola jogável, de Lisandro nas costas de André Silva era falta e gp e em 3 situações de fora de jogo assinalados ao FC Porto, dois deles pelo também conhecido Rui Licínio e um com Corona bem em jogo, foram assinalados na linha da dúvida que às equipas de Lisboa são concessões e ao FC Porto são transgressões. Para o Benfica tudo, para o FC Porto nada e aos outros cumpra-se a lei, incluindo o Sporting que tem tirado benefícios deste estado bafiento de coisas, o das arbitragens que Pedroto condenava, as claques actuais nem sonhavam e na velha SAD ninguém mais barafusta. Esse legado, astúcia e visão com intuição e profundo conhecimento de Pedroto é que se perdeu. E ninguém praticamente percebe isso, que não é só correr em campo mais do que os adversários...
Entretanto, para um bando de idiotas o episódio de um canto mal cedido é que é importante.
Com a imbecilidade possuindo o portugalório das redes sociais e o politicamente correcto na imprensa de sarjeta, com o JN a sentenciar uma arbitragem sem erros de ASD, temos a pasmaceira do pensamento único em que nenhuma voz destoa, não vá perder-se o emprego, enquanto O Jogo releva o Herrera de palmatória e são os desportivos de Lisboa,  afinal, a reconhecerem a sorte que o Benfica teve e a crueldade para o que o FC Porto produziu, à imagem de Pedroto.
No pouco que ainda me dá para ler da pasquinagem, a última pérola foi do meu conhecido Manuel Queirós a apelidar o FC Porto de equipa à moda do Benfica de Mortimore, um que me lembro, há 40 anos feitos em Janeiro, de ter ganhado nas Antas com um só remate de Chalana aos 11'... como se o FC Porto fosse isto e este Benfica mais digno, superando até o recorde de ganhar fora, do que o de Hagan, uma vez travado nas Antas com 2-2 a poucas jornadas do fim de uma caminhada só vitoriosa.
Podiam falar do péssimo passe de Layun pouco antes do "erro" de Herrera, não oferecendo o 2-0 facil a André Silva. Como se no canto não houvesse gente na área para o defender. E, além das ocasiões falhadas num grande jogo portista que teria orgulhado Pedroto, a equipa não pecasse, depois de falhar "matar" o resultado, por gerir mal a bola e o tempo final, perdendo-a com facilidade até em seus lançamentos laterais.
Eu que tanto já escrevi do Herrera mas que me recuso condenar nesta ocasião, aproveito até para pegar numa frase antiga de um rival de Pedroto é que há pouco faleceu. Mário Wilson disse um dia, no Benfica na mó de baixo, que os jogadores precisam de amor. Depois da demonstração de querer e força do FC Porto, diria que esta equipa merece a simpatia dos adeptos e não que a sua frustração, como a que eu tive e me fez dar uma volta de carro a ouvir música romântica para descontrair,  precisa da compreensão dos adeptos e não de uma fúria por um acaso em que o futebol é fértil.
Quem não viu tantos craques fazerem asneiras piores atire a primeira pedra. E todos continuaram melhores do que Herrera, de quem eu poderia dizer duas piadas também se quiser marcar este ponto como o essencial de um jogo de supremacia portista sobre o Benfica à moda antiga que nem com Pedroto às vezes chegava.

06 novembro 2016

Não há muito a dizer

Soube o 1-1 tão mal, independente de 92° minuto, como o 0-2 de há duas épocas. Uma equipa a jogar mas não a ganhar, num grande jogo do FC Porto que a sorte não acompanhou. Nem um favorzinho do árbitro, que não o daria se não interrompendo uma jogada sem falta de Felipe que levou a bola ao fundo da baliza do Benfica e numa carga de Lisandro nas costas de André Silva que dava gp.
O servicinho foi feito em Setúbal e com a sorte que tem acompanhado o o Benfica a merecida vitória escapou num canto cedido por azelhice de Herrera em que à segunda bola Lisandro marcou.
FC Porto em 4x3x3 e um golo a sair da intromissão de Corona na zona onde digo que tem faltado mais FC Porto, entre linhas, na zona do 10, como referi está semana. Houvesse mais presença ali como houve hoje, com a intensidade máxima e raça a condizer, como hoje, outros resultados surgiriam. E pudesse ser melhorada a finalização para  eficácia crescer ao tamanho da equipa.
O árbitro Bonfim teve continuidade hoje no cobarde ASD e a sorte ou falta dela fez o resto.
O erro involuntário a ceder canto por Herrera poderá produzir análises intoxicativas que só distrairao do essencial. Antevendo empate caído do céu para uma equipa com mais sorte que juízo e mais juízo que futebol, Layun teve um péssimo passe quando podia melhor servir o aniversariante André Silva para acabar com o jogo.
O resto é conversa da treta e a temporada dará mais para a equipa portista tão jovem crescer.
Para o Benfica os danos estavam limitados e a providência encarregou-se do resto.

03 novembro 2016

O que inquieta e NES não arrebita

No jogo com o Setúbal, ver em baixo, fiz uma nota que já é marca da inoperancia ofensiva do FC Porto.
A posição 10 não está defendida, melhor, preenchida, mesmo em 44x4x2 que a favorecerá, apesar do número de Oliver mas que não corresponde às necessidades da equipa. Não se joga entre linhas, forçando a recuar os médios contrários e afligir os centrais também. A inoperância nessa zona do campo, como venho notando e ontem se confirmou, tem a ver com um vazio que se cava quando um dos avançados, normalmente Diogo J, descai para jogar lateralmente, ou alternando o movimento com André Silva. Como os médios sobem pouco à área e chutam ainda menos, é um descanso para o eixo defensivo adversário e um cansaço redobrado para André Silva forçado a sair amiúde de posição de ponta de lança em que amarra os centrais à sua área.
O FC Porto tem largura e profundidade no jogo, ate em excesso pelo contributo dos laterais, muito jogo exterior e menos interior rumo à baliza, mas sem consistência na área de tiro frontal. Lances confusos entre defesas apinhadas tornam-se norma e dificultam marcar golos.
Não sei se consigo resumir o problema n. 1 do momento do FC Porto em vésperas do clássico que tem de vencer ante uma equipa fechada e matreira, mais madura e coesa defensivamente.
Mas este Oliver que não sobe e não remata é o problema. o esforço de Herrera, Danilo e Otávio acaba amiúde traduzido em passes e movimentos erráticos ou isolados sem aparente ligação com o resto da equipa.
Se não é isto, anda lá perto. E faz confundir volume de jogo com o "jogar bem ou mal" e correr como deve ser necessário. o FC Porto trabalha muito, produz pouco e arrecada menos do que devia. Não esquecendo ser de novo uma equipa, além de jovem, em reconstrução, mas aí a culpa não é de NES.

02 novembro 2016

Depressa e bem há pouco quem

Um aforismo que se aplica ao FC Porto a parecer querer sempre provar aquilo que é ou quer ser mas no qual, o seu jogo corrido, nem sempre muito é bom. E sabemos que o bom é inimigo do óptimo.
Sem dúvida que a equipa agarrou o jogo e retirou ao adversário a iniciativa, amiúde asfixiou o Brugge e o magro resultado final é escasso para tanto domínio e muitas ocasiões de golo onde faltou clarividência, normal num ataque jovem e quase sempre precipitado, numa certa falta de estrelinha sobrante no cabeceamento feliz, desviado, de André Silva no 1-0. Mas a equipa obrigou-se a correr mais do que o necessário, desgastando-se inutilmente ao jogar a um ritmo e num estilo directo propício ao opositor, belgas com um futebol duro e extenuante pela juventude aguerrida dos seus jogadores.  E depois de várias ocasiões falhadas foi Casillas a evitar o empate na única defesa a que foi obrigado, porque a equipa geriu mal a bola e o tempo - e o último canto foi exemplo triste desta constatação com perda de bola infantil que permitiu um derradeiro ataque belga.
A vitória é inquestionável e a superioridade foi flagrante ao contrário do jogo de lá. Mas há momentos em que ingenuidade e infantilidades se juntam para desagradar quem vê e intranquilidade a própria equipa na sua fase de se constituir como tal e tornar-se credível e sustentável enquanto desafiante de equipas com outros argumentos de plantel e experiência.
Basta ganhar agora em Copenhaga para selar a qualificação e corrigir  o mau jogo de abertura com os dinamarqueses para ainda disputar o 1° lugar no último jogo com o Leicester com quem também há contas a ajustar.
No jogo de hoje, realce para o regresso de Maxi em bom plano, descansando Layun, o habitual jogo intermitente de Herrera com entrega total e absoluta falta de qualidade no passe que faz até questionar se é possível jogar-se bem assim, enquanto NES insiste no mesmo tipo de substituições, com trocas directas e sempre os mesmos substituídos e quase os mesmos suplentes utilizados, de novo Corona e Rúben Neves além de Layun que até entrou mal.
Calendário cumprido e equipa de boa saúde antes de receber domingo o Benfica com quem decerto o jogo não será tão partido e de parada e resposta como obrigou o Brugge mas com "culpas" do FC Porto.
E domingo a gestão da bola, em menor espaço, e do tempo, sob maior pressão de vencer, constituirão um verdadeiro teste à capacidade de superação desta equipa em crescimento mas cuja maturidade não se compra - adquire-se com o tempo.

29 outubro 2016

João "Pode ser o João" Pinheiro

Ferreira.   Era assim, não era? pois, plantaram outro internacional de aviário e outro artista emerge da estrumeira do futebol tuga. Pinto da Costa pode andar aos beijos e abraços com Pedro Proença mas a arbitragem continua igual à porcaria de muitos anos e me faz ter saudades dos vários artistas das últimas décadas, de Duarte Gomes a João Ferreira, porque desses sabíamos o que esperar mas dos novos mandatários da campanha tetrica do Benfica é cada surpresa que arrepia.
Soube do nome do gajo que foi aldrabar mais um jogo, agora no Bonfim, só muito depois da partida, via Twitter. O homenzinho só não permitiu que o FC Porto perdesse em Setúbal pela 1a vez em 33 anos, porque o seu auxiliar viu bem um fora de jogo claro quando os sadinos marcaram após livre lateral que o mesmo auxiliar marcou sem razão. Mas o cão de fila fez serviço digno do Tiago Martins em Alvalade em que voltou a valer bater em tudo o que Mexia no FC Porto - até ao desplante de transformar um derrube a Otávio em simulação na área, negando gp e mostrando o amarelo fácil com que mimoseava alarvemente os portistas.
E bem se mexeu o FC Porto mas falhar ocasiões claras frente à baliza acontece mais vezes aos mais novos e André Silva é Diogo J falharam muito e até escandalosamente.
Com má pontaria, e alguma inoperância na posição 10 com Oliver muito recuado e ninguém a jogar entre  linhas junto aos centrais sadinos, a arbitragem inenarrável que se viu conseguiu que o FC Porto interrompendo 18 anos de vitórias consecutivas no Bonfim.
O FC Porto ficou mais longe do Benfica em vésperas de receber o rival que chega, confortado, ao clássico sabendo que continuará líder. Arbitragens amigas são assim é nem é quando é de quem menos se espera. Mas não há ruído na Herdade Desportiva, como não se denunciam as manigancias da geringonça onde também vale tudo e até se passou de diplomas ao domingo para duplos diplomas inexistentes.
Portugal é isto, também no país campeão europeu de futebol, para brincar com coisas sérias e onde os jogadores passam mais tempo no chão do que em qualquer campeonato decente.
Tarde que os jogadores tenham pedido satisfações ao árbitro, falta saber a SAD...

22 outubro 2016

Sem Maicon e sem morcão

O que marcou o Porto-Arouca da época passada, e arruinou a campanha de toda a época, não se repetiu. Foi, aquele, um jogo de golo mal anulado a Brahimi e, acima de tudo, o jogo do Maicon e só pelas piores razões no que era o FCP morcão que qualquer badameco desrespeitava.
Com um rotundo 3-0 que podia estar no marcador ao intervalo, não só a defesa portista não deu as baldas da época passada como Brahimi marcou e contou depois de um bis fácil de André Silva servido nas duas vezes por Diogo Jota. O Arouca nem teve veleidades, porque o meio-campo portista marcou bem e só Herrera pecou na melhor entrega da bola. Salvo Otávio, lesionado, com Corona bem no seu lugar e perto de um golo de eleição, jogou o 11 da CL em Brugge e a equipa actuou, desta vez, em alta rotação desde o início. A movimentação e a ocupação dos espaços pelos médios foi do melhor que o sector serviu está época. Cabia aos avançados decidiram. E decidiram.
Um bom jogo, envolvente e convincente, para subir ao 2° lugar após o empate do Sporting com o Tondela, outro nome que na época passada causou calafrios e este ano já tirou pontos ao FC Porto.
O Sporting cede a cada jogo da CL, o FCP vai mantendo o nível e até melhorando. Sinal de crescimento da equipa, que amiúde transmite sinais contraditórios. Mas a manter esta firmeza, apesar de alguma imaturidade e desleixo nas acções ofensivas, a equipa pode acertar o passo é ameaçar o Benfica, próximo visitante do Dragão depois da saída ao Bonfim no próximo sábado. Seria um Bonfim para esta fase que pode cimentar-se também na Europa.

18 outubro 2016

Terror com final feliz

Pior do que roçar o ridículo perdendo com uma equipa medíocre daquelas que nada fazem na Champions além de número, o FC Porto arriscou um filme de terror já visto esta época. Virou o 1-0 em Brugge mas chegou a ser confrangedor e o golo madrugador de Jelle Vossen voltou a não chegar, como em 2010 quando pelo Gent abriu o activo no Dragão para perder 4-2 assinando um bis no fim. O fim feliz sorriu a André Silva é até à Nuno Espírito Santo.
NES voltou a escolher mal os 11 e teve de fazer substituições à força e à bruta, tal a mediocridade de Herrera que conseguiu voltar ao intervalo para o campo; o miolo portista foi de uma insuficiência técnica assustadora. De novo, ainda, numa reprise dos jogos anteriores, um golo praticamente oferecido, agora numa dupla cortesia de Layun, primeiro a ver mal o espaço e depois incapaz de sacudir.
Com novas alas, novas asas para Corona e Brahimi na meia hora final. Saíram Diogo jota desta vez com letra pequena e o inenarrável Herrera que continua a funcionar a caroços de azeitona. Já André André voltou a não acrescentar nada à equipa, saindo Otávio que dá sempre tudo mas não dura o jogo todo. Os laterais fabricaram o empate quando Alex serviu Layun no outro flanco para um golo poderoso e Corona arrancou um penalty indiscutível que André Silva converteu nos descontos e com esse final feliz salvou um filme de terror que decerto terá mais episódios na 2a parte do grupo, mesmo com o FC Porto posicionando-se para o apuramento ainda que nunca disfarçando maleitas horrorosas de capacidade técnica e desenvolvimento de jogo a que não são alheias as continuas más escolhas do seu treinador.
O alívio final não disfarça uma noite de incapacidade gritante de o FC Porto se impor desde o início a um opositor abaixo de cão e a um nível que os portistas se exibiram penosamente na 1a parte.
A obrigação foi cumprida, o sofrimento foi comprido e não se sabe ainda até onde o FC Porto pode chegar ou ficar.

12 outubro 2016

Descalabro socialista

O FC Porto acaba de anunciar o pior resultado financeiro de sempre, ao ponto de incorrer em sanção da UEFA por quebra do Fair-play financeiro.
Não é preciso entender de contas e conhecer os meandros de balanços e DR para nos espantarmos com aumento de 14M€ nos custos com o plantel numa das piores épocas de sempre do clube em termos desportivos, que já vai no 3° ano sem troféus... E nós sem vermos aumento de qualidade correspondente...
Imagine-se se não fosse tão evidente a queda no plano inclinado e se não tivesse sido despachado Tello a meio da temporada.
Onde caíriam os +58M€ de prejuízo como se o FC Porto, além do plano desportivo, não continuasse a cavar o buraco financeiro?...
A política de destruição de valor continua em passo acelerado até por os sócios, depois dos accionistas, terem reconduzido as incompetentes SAD e Direcção em Abril.
Só faltava mesmo o administrador do pelouro financeiro Fernando Gomes vir anunciar corte de 20M€ em 100, são 20% a menos projectados nos custos do plantel na próxima época. Um socialista a debruar de negro as contas dos Dragões nos últimos anos de fracassos, como se gente deste calibre profissional e ideológico soubesse cortar despesa.
O trilho socialista de gestão do FC Porto estava vincado e, se desiludiu, pelo menos não surpreendeu. É o caminho para a bancarrota. Sem geringonça pantomineira para disfarçar mesmo com pedidos de aumentos da FP e de pensões... Vai lá vai...

01 outubro 2016

Triogo Janota

Devolvendo um 4-0 fora ao Nacional de há uns anos (12, creio), o FC Porto passeou na Choupana com a introdução de uma nova dinâmica graças à titularidade de Diogo J cujo hat-trick o elevou logo a Triogo Janota numa exibição de mão cheia a que mais um tento de André Silva após o intervalo não chegou a subir ao marcador.
Como apoio de André Silva, em vez do sempre tristonho Adrian Lopez que tarda em confirmar-se, Diogo J quis revelar-se após algumas entradas igualmente tristonhos e envergonhadas nos últimos jogos.
Dando mais linhas de passe, a receber e a fornecer também, o jovem emprestado pelo Atl Madrid faz o apoio para os médios subirem mais, com Herrera bem no lugar de André André e viu-se sempre mais gente à frente da linha da bola, criando volume de jogo, pressão ofensiva partindo o adversário e uma codicia pelo golo que ainda não se tinha visto nesta dimensão e podia ter duplicado, facilmente, o 4-0 final. De resto, Casillas não fez uma defesa apertada, aferindo que a melhor defesa é o ataque e saber ter a bola. Apesar de uns 15 minutos de desnorte colectivo após o 1o  golo, no que se temia ser uma recidiva grave de jogos anteriores.
Bom jogo, 4 murros na mesa e decerto muito vernáculo no balneário para espicaçar a malta. Carago...