11 janeiro 2018

Assimilado

O 2-1 que leva o FC Porto a outro confronto, este duplo, com o Sporting nas meias da Taça a duas mãos, não espelha o domínio do jogo no Moreirense. Soares foi infeliz na finalização, sendo um dos muitos postos a rodar num onze que manteve só Marcano, A. Telles, Danilo e Brahimi dos titulares no último jogo com o V. Guimarães de domingo último.
Herera e Layun marcaram com golos a superioridade na 1a parte, quase decidindo a eliminatória. A gestão do plantel tem sido óptima mas as primeiras finais vão chegar em 4 jogos para as 3 provas domésticas frente ao 2° classificado do campeonato.
Siga, que vai bem...

07 janeiro 2018

Liderança firme vale por dois

Dois pontos de vantagem a fechar a 1a volta, dois golos de diferença sobre um V. Guimarães tacticamente muito acertado, dois penalties por marcar pelo Artur sonso Dias do costume desta arbitragem prostituida, dois golos de Marca, um de Aboubakar e outro, de bandeira, de Brahimi. Pareceu um festival de futebol mas só pelos 4 golos em meia hora endiabrada na 2a parte, pois o FC Porto também experimentou a desvantagem de 0-1 numa rara ida à baliza dos minhotos que beneficiaram dia bondade do VAR numa situação de milimetrico fora-de-jogo.
Mas o VAR voltou a ser inadmissível em duas situações de gp claras a favor do FC Porto, uma ainda com 0-0, tornando-se óbvio o défice de entendimento das Leis do Jogo mesmo para árbitros com recurso a vídeo.
O FC Porto confirmou a liderança com uma autoridade que merecia maior avanço na tabela
Os árbitros tugas confirmam-se uma merda de trazer por casa.
Segue-se Taça de Portugal no Moreirense na 5a feira, defesa da liderança depois de os adversários jogarem no próximo fim de semana, com jogo à 2a feira no Estoril, e outra jornada antes das decisões da taça da treta. Era em Janeiro que o FC Porto timorato claudicava. Pode ser que ganhe embalo com o elevado ritmo a que joga e nenhuma equipa logrou acompanhar.
Oliver jogou a titular pelo castigo de Herrera e, tal como Corona, voltou a não me agradar. Infelizmente, não é só com o Artur sonso Dias que tenho de lamentar perder tempo e palavras...

04 janeiro 2018

FC Porto afina, árbitros refinam

O FC Porto está, mentalmente e no plano internacional físico-tactico, mais forte, a equipa joga com harmonia e assimilou bem o que o treinador deseja. Chegados ao início do ano e a uma jornada do termo da 1a volta, não tenho o pessimismo realista das épocas anteriores, onde facilmente espezinhei ilusões de conquistas.
Mas o que se viu na Feira, além de um golo sofrido escusado e até estúpido, foi uma equipa capaz de reagir a muitas adversidades e vicissitudes do jogo. Daí a vitória que nos anos recentes quase ou nunca acontecia.
O FC Porto, enfim, afina o seu futebol num contexto difícil, ambientes marotos e jogos descaradamente viciados. A fraude tomou proporções gigantescas e não há tapete para onde esconder o lixo.
A arbitragem tuga, escumalha humana e própria de uma sociedade podre, vendida e sem valores, tem refinado o cinismo com que sempre acompanhou os jogos do FC Porto.
Há coisas que nunca se vêem noutros campos com outras equipas.
Daí que, apesar da liderança firme e do futebol convincente, os desmandos da arbitragem tuga não auguram que o melhor chegue ao fim em 1°.
Os 3 clássicos saldaram-se por empates mas só o FC Porto mereceu ganhar os seus. O Sporting, em 2°, a 2 pontos, podia perfeitamente ter perdido ambos.
Já nos últimos anos o FC Porto impunha-se aos rivais e tropeçava onde era menos verosímil deixar pontos.
À excepção das Aves, a equipa tem ganho, em Braga, no Bessa, por exemplo, é demonstra força e finalização onde dantes comprometia as suas aspirações, com demérito seu e desmandos da arbitragem.
Não sou, no momento, capaz de julgar tudo isto poder vencer o monstro tenebroso dos apitos vendidos nem se o FC Porto superarà jogos com arbitragem tendenciosa, ontem na Feira como antes em tantos pequenos campos.
O título é um grande desafio, mas só superado se for possível bater o Adamastor que ensombra nas esquinas a vontade de ir além. Este é o maior obstáculo, pois adversários à altura no campo ainda não se viram.
Com ou sem reforços, que parecem necessários, é só um meio de ganhar a primeira batalha. Há muitas competições pela frente, mas só o campeonato importa.

30 dezembro 2017

Taça da treta só atrapalha

Herrera, depois de Danilo, também expulso, com vermelho directo é pior, mas merecido. Três jogos e duas expulsões em duas vitórias. Meia-idade com Sporting em Braga, mais chatices, campeonato vai apertar e temos disto.
O melhor está para vir?
Oliver não pega, Felipe no banco a criar bolor, Reyes marca de novo e volta a comprometer...
Vale que dianteiros africanos facturam.
Feliz 2018, FC Porto! 🐉🐉🐉

21 dezembro 2017

A besta do burro Almeida 14 anos depois...

Com árbitros tugas piores do que burros, com uma cretinice criteriosa inigualável, a expulsão anedótica de Danilo esta noite não deixou sequer passar um ano sobre a sua expulsão inaceitável de Moreira de Cónegos...
É fácil recordar o caricato daquele árbitro a deixar-se atropelar acidentalmente para ditar um segundo amarelo ao médio portista no início deste ano, salvo erro. Serve de epitáfio para o nível abaixo de lixo dos apitadores tugas que nunca desceram tão baixo, logo quando Portugal recupera credibilidade económica saindo do nível lixo das agências de rating.
Mas eu sou do tempo em que, a 17/12/2003, num 3-0 ao Maia, esta abencerragem algarvia se fazia notar pelo repetido sobe-e-desce no ranking dos árbitros como nesse jogo, ainda nas Antas, expulsou McCarthy com duplo amarelo, alegadamente por uma tentativa de ameaça de agressão a um jogador maiatos com quem o sul-africano se envolverá já para lá da linha de fundo... Só tive de ir confirmar a data, porque tenho o lance de memória...
Ou seja, o FC Porto reencontrou este burro Almeida já não na forma titubeante da época passada nem a salvo daquele palerma minúsculo, Jacinto Godinho salvo erro, que apitou no Moreirense onde o FC Porto perdeu e os minhotos haveriam de ganhar está taça da treta no Algarve superando lá Benfica e Braga...
O FC Porto fecha este ano de forma sólida em todas as competições, batendo o Rio Ave com 3-0 e outros tantos golos perdidos por Marega, inspirando confiança e com permanentes upgrades no seu jogo que ontem dinamitaram a dinâmica da bola nos pés dos vila-condenses, agora remetidos à esterilidade de ter bola e não ver a baliza que era a marca do abulico FC Porto do NEScio...
Não sei o que Sérgio Conceição terá dito sobre esta expulsão ou sequer se se lembrará do episódio de há 14 anos. SC ainda jogava no FC Porto, por sinal não entrou nesse jogo e até marcaria na ronda seguinte ao Vilafranquense o seu único golo oficial nessa época portista que marcou o seu adeus ao clube. O FC Porto haveria de bater também o Rio Ave nessa edição da Taça de Portugal para perder a final com o Benfica onde Jorge Costa também foi expulsado numa arbitragem digna do SLB, o infame senhor Lucílio Baptista...
Fica a memória o aviso, o FC Porto até chegou a campeão europeu eliminando o M. United na fase em que agora vai defrontar o Liverpool depois da fase de grupos da Champions... Foi campeão por larga margem e até pode repetir o feito esta época. Mas teremos sempre, como Tóquio ou Viena ou Gelsenkirchen um caso raro de estupidez a arbitrar como está besta do burro Almeida.
Mesmo assim, o motivo que me levou a perder tempo com um jogo da taça da treta onde por sinal o FC Porto não vencia uma partida há uns dois ou três anos... Isso eu já esqueci...

18 dezembro 2017

Até ganhar ao mau futebol custa

O Marítimo joga há 3 anos de forma horrível, amiúde com antídoto ou mesmo jogo físico roça a violência. De alguma forma, a passividade portista dos últimos anos contribuía para fracos resultados com este adversário rude e bruto. Com outra mentalidade e verticalidade no actual jogo portista, que justifica a liderança invicta após confirmação da superioridade sobre todos os adversários até à data, desta vez tivemos o cínico Marítimo mais na retransmissão que nunca, defendendo nos primeiros 30 metros e mesmo a perder sem sair da toca.
Mesmo com 9 jogadores na pequena área foi possível a Reyes marcar de cabeça num canto primoroso de Alex Telles, mas uma rara descida à área portista deu um empate improvável com dois ressaltos...
Parecia destinado a correr mal, com o jogo de 5a feira a refrear um pouco a velocidade de ponta, nomeadamente Brahimi. De igual modo, adivinhava-se a entrada de Corona para dar fantasia e ruptura pela direita onde a rara velocidade de Maxi não ajudava Ricardo.
Brahimi esteve lento e previsível nos dribles mas deu duas assistências para Marega bisar, primeiro com tirado em cima do intervalo onde a agressividade maritimista já tinha válido uma justa expulsão em poucos minutos a Gamboa.
O 3-1 tranquilizador surgiu com naturalidade mas devagar, salvo a segunda desmarcação veloz de Marega, de novo em reencontro feliz com a baliza num remate acertado.
O ano terminará com a liderança partilhada com o Sporting mas mais credível e sólida do que há dois anos com Lopetegui e só por uma jornada até ir perder a Alvalade.
A equipa continua focada na Liga e 5a feira tem um teste duro com o bom futebol que, felizmente, joga o Rio Ave. A gestão de esforços acompanha o máximo de expectativas criadas por esta solidária e determinada equipa com vontade de vencer.

15 dezembro 2017

Greve de árbitros daria boleia a mais um título fraudulento

No estado em que estão as coisas, sem se saber tudo mas com consciência de muita coisa revelada que esmaga a credibilidade da bola tuga, uma greve de árbitros,  agora que o incómodo é indisfarçável mas sobre os seus dirigentes implicados em mafiosos encobrimento, pode estar mesmo no horizonte. E ajudaria o benfas atingir mais um título fraudulento.
Os árbitros pedem para falar sobre "os emails". Para dizer o quê? É fulano ou beltrano? Não! São os dirigentes anterior, Fontela Gomes, e o actual da APAF, um Gonçalves qualquer como peão num jogo de damas desonestas, que estão acossados.
Como um gabarolas Galamba a safar um ministro conivente com vigarices a desviar atenções para o tesoureiro da "Raríssimas" e a putativa presidente com lama acima do nariz acusando a senhora da limpeza de desvio de fundos, o Gonçalves não sai a defender os seus árbitros que era suposto proteger, mas sente-se atingido por revelações de conluio dele com o Benfica e sem ser capaz de minimamente, por paradoxo, sentir desconforto com a situação em que os filiados da sua associação são expostos pelas manigancias do Benfica.
Ora, se com mais dados públicos sobre a podridão da arbitragem os árbitros punham a hipótese de greve, então em 2018 têm tudo a favor para ajudarem, de outra forma, o Benfica, já afastado da Taça, sem Europa e até com a taça da treta em risco.
Uma greve que pare o campeonato uma jornada pode atrapalhar um calendário em que os outros 3 dos 4 primeiros têm Europa pela Primavera e só o Braga está fora da Taça de Portugal, discutindo com o Benfica a continuidade na taça da treta.
Com o campeonato a terminar mais cedo por causa do Mundial, atafulhar o calendário com uma, ou até duas jornadas de Liga é condicionar FC Porto e Sporting com calendários mais preenchidos.
Isto pode parecer teoria de conspiração, ou cabala como baptizou o crápula Sócrates e agora a infame Paula Brito. Mas é exequível, porque os animais desta pocilga onde se puseram em defesa do triunfo dos porcos estão por tudo. Os tambores rufam, os árbitros não escondem como isto dói e como estão expostos na sua mediocridade e parcialidade patentes dos últimos anos e sabemos como animais encurralados reagem.
Nos bastidores, o benfas mexe os cordelinhos e marionetas como o Gonçalves, calado como ratos do calibre do Adão Mendes, fomentam a revolta numa indignação forçada para tentar tudo. E o impossível, agora mais ainda do que nos últimos anos, é fazer deste benfas miserável um renovado campeão da treta.
Contudo, o nojo que esta Associação Portuguesa de Árbitros Fraudulentos causa nunca deixará de acentuar a sua marca.
É categórico que até pelo VAR esta classe de pouca vergonha se demonstra ruinosa em competências e honorabilidade. Por isso, destacados, vexados, encurralados, os árbitros vão fazer birrinhas e queixinhas para chegarem à greve. A fraudulenta APAF fará de marioneta como a CGTP para agitar as hostes em favor do patrão ou poder político que a comanda.
A seguir...

11 dezembro 2017

Putedo do mais rasca já há, faltam nomes

Com a bola de neve criada pelo polvo encarnado, com todo o pior putedo escancarado sob encarnados nomes artísticos e até criativos, depois do sucedido nos jogos recentes com galináceos e árbitros do Porto, quando vão ser desmascarados os farsantes com amantes?
Até quando vai o FC Porto escarrapachar nomes até aqui encobertos? Agora que há Gigas de informação que nenhum gorila do Uganda seria capaz de pôr no correio da manha, fica o quê por saber-se? Quando o FC Porto for espoliado outra vez?



10 dezembro 2017

Arrumado ao intervalo sem o VAR deixar de se mostrar patético outra vez

Mais uma cena incrível do VAR, com a incapacidade de julgar em vídeo falta tão clara, para gp, que o árbitro viu pertinho, assinalou sem reduções mas foi instado a ir ver o vídeo...
Com 3-0 ao intervalo a carimbar a atitude certa de mandar no jogo e não tremelicar como nas Aves, o FC Porto prolonga uma série de imbatibilidade no Bonfim que tem sido bom prenúncio, a vencer desde 1990.
Firmeza num jogo em que Sérgio Conceição pôs Maxi a lateral, adiantou Ricardo para a media direita e sentou Felipe para rodar Reyes.
Liderança confirmada contra vento e marés do VAR...

09 dezembro 2017

Mais do mesmo

Também teria renovado em Janeiro 2013 com Paulo Fonseca, depois de perder na Luz e estar à espera que os dois penalties sonegados pelo Artur sonso Dias fossem alvo de tema na conferência de imprensa...
Temo o pior, portanto...

08 dezembro 2017

Presidente, fia-te no Bagulho e não corras a denunciar o VAR..

Pinto da Costa primeiro falou e o FC Porto empatou duas vezes no campeonato, mais o empate em Istambul de permeio. O treinador é do melhor, futebol de ataque e assim é que é... Até os relógios parados acertam nas horas duas vezes e o presidente do FC Porto parou no tempo, esquecendo o resto...
Elogiou Sérgio Conceição como fizera com Paulo Fonseca,  Lopetegui e ainda há um ano com NES. Sim, este FC Porto é melhor, joga mais, aproveitou até refugo que dantes não serviu e jogadores de estúpidos €20M, como Oliver, nem no banco sentam e mesmo Casillas perdeu a titularidade.
Na semana em que o FC Porto foi escandalosamente roubado na própria casa do Dragão, como um freak reality show live on TV, nem um grito de fora o árbitro e pedido de banir o infame Hugo Miguel se fez. Como tantas vezes este século, desde o crime de Campo Maior, vai para 18 anos a 19 de Fevereiro de 2018, o presidente do FC Porto não pior.
Agora, dá uma entrevista a beliscar também no Governo, socialista, centralista e lisboeta como manda a tradição e a filosofia dos que se apoderaram do Estado usando-o em seu proveito. E fala, como falou à confiança do treinador, da PJ no caso dos emails, algo a que eu continuo a não ver o fim ou objectivo a alcançar, descrente precisamente no alcance da Lei e na reposição da Ordem.
Ora, de um indivíduo tarimbado e com obrigação de saber coisas e conhecer o País elitista, centralista, lisboeta mas nada liberal como evoca a liberdade da muy nobre, leal e invicta cidade do Porto, Pinto da Costa acredita na Virgem, como se sabe, mas ainda crê mais nos homens.
Sou do tempo em que era conhecida a composição da Guarda de honra da PJ nas recandidaturas do vigarista Vieira. Quando, decerto para desviar as atenções do crápula Sócrates igualmente a fazer as coisas por outro lado, o Sérgio Bagulho e a PJ, com a zorro Mize Morgado a comandar folhetim de cordel ditado por livro de alternadeira, o pifio dourado serviu a toda a canalha deste país de feios, porcos e maus como Visconti não desdenharia num filme de série B... E nem isso evitou que o presidente do FC Porto fosse ao EP Evora visitar o imundo 44, acreditando piamente que era um injustiçado... Vir agora zurzir no Governo socialista, com a tralha socrática que não faz por menos do que se habituou com o maior crápula desde o 25/4, além de confiar na PJ onde ainda deve estar o tal Bagulho e sua máfia encarnada, parece pouco avisado, ao mesmo tempo que pede o fim do VAR sem ter saído a terreiro há uma semana a denunciar o criminoso.
Com tantos emails e muitos nomes, já sabemos dos falsarios mas ainda não se quis tramar os árbitros e suas aventuras extra conjugais. Muitos pruridos que Rui Bosta e Jorge Rouba não tiveram em espoliados o FC Porto para lhe tirar a liderança destacada e descansada.
Já frisei ser incompreensível que o FC Porto fale das coisas à volta de Rui Bosta e não o desmascara com imagens das suas decisões em lances similares nos jogos que dirigiu de FC Porto e Benfica. O Torto Canal não tem imagens nem memória. O presidente continua a ser a cara de um projecto falhado, um clube à deriva e um rumo sempre errático.
Da entrevista de hoje quase nenhuma novidade.
Veremos amanhã a 2a parte. Eu também vou especular como o Benfica pode ser campeão outra vez no colinho dos árbitros e, sim, do Governo, porque dá jeito a este é até o safado Sócrates dizia que o Benfica a ganhar fazia o PIB disparar. O Costa de turno também continua a mentir no "creximento" como um dos mais elevados da Europa quando é precisamente um dos mais fracos...
Para mim, tudo deja vu...



06 dezembro 2017

O pior é com o diabo/polvo da paróquia

O campeão inglês Leicester foi despachado há um ano com 5-0, hoje 5-2 ao campeão francês. FC Porto 14 vezes na fase seguinte em 22 possíveis. Mas cá dentro é o diabo dentro de portas.
A reflectir

01 dezembro 2017

Rouba, Jorge, que vais ao Mundial com o Miguel

Um penalty monstruoso por marcar e um golo anulado de forma infame. Comentem o futebol que quiserem e o Pinto da Costa junte a enciclopédia da guerra civil espanhola enquanto poupa a invasão da corrupção lisboeta.
Amanhã nenhum pasquim de merda do portugalório falará sequer em ESCÂNDALO.
Mundial arranca com sorteio e sem árbitros tugas mas a POUCA VERGONHA correrá mundo certamente.
Arbitragem tuga é ESCUMALHA HUMANA. Guterres tem de mandar uma missão da ONU ao pântano.

25 novembro 2017

Sem força nem convicção

O pior jogo da época, suplantado em velocidade e vontade pelo adversário, ainda obrigou apenas o FC Porto a puxar do brio quando reduzido a 10, por estúpida expulsão de Corona que o treinador devia ter tirado ao intervalo, e após um infantil golo concedido ao Aves que fez perder dois pontos de forma miserável, a lembrar os anos recentes de exibições frouxas e resultados desastrosos.
Com jogadores alheados do jogo, como Felipe, Corona e Aboubakar, alguns sem se aguentarem de pé pelas botas inadequadas ou falta de pernas, a vantagem portista nem ao intervalo se justificava. Se Sérgio Conceição optasse por um onze de recurso dificilmente jogaria pior, sem ligação nem apoio na frente apesar de Soares reaparecer, e assistir para um golo madrugador que mais afrouxou a equipa. Só com Marega a render Aboubakar a equipa este mais agressiva, quase "cheirando" a vitória no forcing final. O regresso dos dois lesionados foi a única boa notícia da noite, atirando Oliver e Hernâni para a bancada.
Foi muito mau e não se justificava mais.

17 novembro 2017

1, 2, 3!

Um grande jogo de Taça
Duas belas confirmações.
Três flagrantes constatações em consequência.
Vibrante, bem jogado, emocionante até ao fim, com vitória da melhor equipa sobre uma equipa adversária que repete boa actuação no Dragão.
FC Porto com jogo ao arrepio do futebol produzido, alvo da maior eficácia contrária coroada com um golo soberbo que enganava o resultado mas não impedia a fluidez do melhor futebol que precisava afinar a pontaria.
O FC Porto devia ter ampliado a vantagem antes de sofrer. Não evitou sofrer com as adversidades que ajudaram o Portimonense a ganhar confiança.
O banco portista foi decisivo e a persistência em não se deixar abater com factos do jogo a funcionarem como maré imprevista contrária foi determinante para uma vitória como antigamente, arrancada a ferros por nunca desistir de vencer.
No bom comportamento do Portimonense foi pena alguma dureza excessiva e excessos também a queimar tempo. Resultou numa expulsão inatacável e nuns minutos suplementares que evitaram o prolongamento. Prémio para as crença de um enorme coração portista e castigo para o adversário que se acomodou a uma vantagem injusta e usou antifutebol a ver se colava uma qualificação que seria de todo muito feliz, mas há que entender essa estratégia final dos algarvios, bem como regozijarmo-nos de não ter sido bem sucedida, graças a uma arbitragem correcta, o que só valorizou o epílogo dramático e empolgante de um jogo a sério de Taça.

04 novembro 2017

Herrera Herrera

O Ferrari utilitário de Sérgio Conceição começa a sentir dificuldades com o andar das competições. O pior jogo da época, a vitória menos expressiva em casa no campeonato e só ampliada no fim, em contra-ataque, depois de golo saído de um canto.
Com lesões e castigos, a pouca amplitude de opções e talentos vai estreitando o canal de exibições vistosas. Chegou a arrepiar os cabelos a falta de qualidade no último terço do campo. Porque, sabedor, Domingos fez bloco baixo e tapou espaços entre linhas. E André André jogar atrás do Aboubakar só acentua as dificuldades de fazer a diferença que um fatigado Brahimi e um trapalhão Hernâni agudizaram.
Teve de ser o pulmão e a confiança renascida de Hector Herrera a mexer com tudo. Com Reyes bem na posição de Danilo, a cumprir castigo, o mexicano até distribuiu com mais acerto passes de médio alcance. Mas a locomotiva não tinha maquinista a não ser Herrera, a marcar sem cerimónias antes do intervalo e a conduzir a vitória a fechar a partida numa assistência para Aboubakar finalizar com classe.
Um oásis de categoria, clarividência e tranquilidade graças ao duplo Herrera que teve se impor o seu ritmo sempre forte numa equipa em desaceleração da Europa. Mais do que o cansaço, a falta de lucidez e desembaraço de André André restringiu muito o volume ofensivo que esmorecia de forma exasperante com o desacerto no remate: apenas um terço dos muitos tiros foram enquadrados, mesmo com muitas situações de remate dentro da área. Aboubakar e André André não obrigaram o gr do Belenenses a qualquer defesa e isso espelha a falta de decisão ou resolução na área que fez o resultado ficar em dúvida até ao fim de uma actuação globalmente em decrescendo, de pujança física, futebol vistoso e finalização ao nível arrasador que se via.
Vai-se espremedor o que há é nem assim, note-se, Oliver chega a ser solução...

01 novembro 2017

Na manta curta, enrolar o adversário

Jogo nervoso, ríspido, combatido mais do que jogado, com nervos porque as falhas seriam fatais e muito nervoso metido em cada lance. Percebido o adversário na partida da Alemanha, que fez precipitar muitos erros individuais e do plano de jogo, mudou-se o figurino, valeu a estratégia, raça, manha e valentia que faltaram nos últimos anos em equipas portistas tecnicamente melhores. E foi em esforço de superação que o FC Porto chegou aos 6 pontos, devolvendo ao RB os 3 golos de Leipzig.
Muito destapado e desccoordenado há 15 dias, o FC Porto tinha de cortar linhas de passe com o meio-campo mais perto da defesa, evitando jogo entre linhas dos versáteis alemães em toda a frente de ataque.
Depois era aproveitar os erros contrários como eles aproveitaram os do FC Porto antes. Bolas paradas não costumam ser pontos fracos de alemães, mas esta equipa de publicidade e marketing não é de figurino alemão tout court, pelo que houve que descer um nível no espectáculo do jogo para o FC Porto recusar o jogo de nível que o RB preferiria.
Houve só uma distracção no regresso do intervalo quando mal se percebia o novo Werner em campo. Mas a equipa reabilitou-se e feriu de novo em bola parada onde a insistência de Danilo e Herrera foram preponderantes nos dois golos.
Era óbvio que ao plano inicial faltava já Marega, que dava a profundidade necessária ao futebol mais esticado em passes longos e menos de apoio, com Brahimi e Corona retidos nas linhas. Aguentar firme e punir forte foi o remédio, com a manta curta mais ainda por falta de opções ofensivas. Enveredou-se por enrolar o adversário num jogo de luta, sem espaços, amiúde com faltas em função do jogo físico, que fez ressaltar algum nervoso miudinho, porque só a vitória importava. E o mais improvável golo de Maxi rematou a contenda difícil em que a estratégia prevaleceu, a mesma que era descurada nos anos anteriores em que jogadores como Oliver ou Otávio não encaixaram, mas André André serve perfeitamente. Fez-se mais das fraquezas forças, diminuindo o potencial do adversário e protegendo as fragilidades e falta de opções do FC Porto, sempre notórias nestes jogos de alto gabarito que mais exigem. Recusar um passo na sua forma de jogar serviu para dar dois em frente, sendo que o opositor também denota a sua inexperiência internacional.
Aproveitar os factores de jogo que nos podem ajudar é prova de inteligência mesmo que se perca nota artística, salvando-se o essencial, sem que algo esteja decidido no grupo.
Um alívio e uma libertação.

29 outubro 2017

Três pontos ganhos!

O FC Porto venceu por 3-0 no Bessa e, por isso, não precisou de recuperar de desvantagem. Quer dizer, quem ouvisse o treinador e o seu adjunto a comentarem, em directo, o jogo na SportTV, em vez de estarem no banco a testemunharem a derrota da sua equipa, poderia pensar que o Boavista estaria a ganhar por 3-0 e ainda na 1ª parte; faroleiro da sua estirpe, bajulado ainda tão novo, Jorge Simão, desta vez, com a lógica da batata comum a Jorge Jesus e uma ameba em vez de massa cinzenta a partilhar também entre eles, foi capaz de dizer que podiam ter ido para o intervalo a vencer - lógica que não colheria na partida com o Benfica, quando não dava jeito dizer que quem começou a vencer é que deveria vencer no final.
 
Treinadores da treta são assim e Sérgio Conceição confirma ser diferente - e por isso vai à frente. É difícil enfrentar um dia como o de hoje, com 25 horas e o FC Porto ter dormido mais 1h na liderança, embora os 28 pontos em 30 possíveis sejam ainda mais difíceis de engolir...
 
Mas convém, e deixar assentar. Foi o que o FC Porto fez: deixou o Boavista empolgar-se, como era previsto numa batalha, física, que se previa também com o moral dos últimos resultados, o Boavista duro e truculento, a jogar muito na barafunda e pouco no jogo em que raras ou até inexistentes foram as ocasiões de golo até ao descanso. Era preciso descanso, porque estes jogos de trepidação constante e nenhum esclarecimento servem a quem deixa o adversário esgotar energias, à falta de lucidez, para desferir golpes definitivos. Estão a ver um a pavonear-se à volta do ringue no 1º assalto e depois levar KO?. Foi o que se viu e o possível 3-0 para os visitados que se anteviam nos comentários parciais e nada parcimoniosos na televisão foi uma treta difícil de engolir ante o resultado final.
 
De repente, sem o FC Porto mudar muito a não ser subir um pouco a agressividade para se equivaler nas disputas de bola, o Boavista recomeçou lânguido e tosco e viu-se a perder 1-0. É difícil, para mais, ver isto assim, porque Aboubakar começou com um túnel e em lançar Corona na direita e este cruzar para Brahimi na esquerda, parecia uma autoestrada desconhecida o caminho do goleador portista até uma baliza... deserta!
 
Mas não foi o pior, porque nos comentários o Boavista era uma máquina. Estava a perder 1-0 e até devia logo começar a ficar com -1, porque aquele irrequieto pretinho na esquerda, já com um ca, barafustou o suficiente com o árbitro e pediu um ca para Felipe que, num tipo decente e fazendo jus a insígnias da FIFA, devia levar um segundo ca. Pior ainda, aquela entrada sem poder nem em sonhos jogar à bola e indo direitinho aos pés do Corona era para vermelho directo, mas não para um árbitro dos padres que não só ajoelham nas missas encomendadas como escreve no Facebook e esconde a mão e a mensagem.
 
A equipa que quase estava a vencer por 3-0, se considerarmos só as ocasiões dela e não o remate do Corona antes do intervalo e a perdida de Herrera logo após o 1-0, continuou a merecer os favores dos comentadores que se ausentaram do banco boavisteiro. Foi chato que a realidade do jogo tivesse virado o tabuleiro ao contrário, porque os golos escorriam noutro fluxo e com limpidez desarmante. Tanto que Marega, solto por Herrera, também voltou a fazer o gosto ao pé, tosco que seja, em mais uma autoestrada aberta quando o FC Porto, depois de deixar o adversário saltar e esbaforir-se, tocou a bola, subiu no campo, fez uns movimentos simples e mostrou que jogar é assim.
 
O comentador, com o seu adjunto, baixou do camarote da SportTV para o banco e foi substituir jogadores. Contentara-se, babara-se, com a táctica e o frenesim danado mas inóquo. Falou para as televisões, pródigas em acolher fala-baratos... Ao fazer as substituições, foi como se não as tivesse feito, porque autoestradas continuaram abertas e Brahimi, lançado por André André, foi assinar o ponto também, sem portageiro a barrar-lhe o caminho. Estava o Boavista a jogar com -1, com -2 como deveria? Não, gozou da bazófia costumeira, do parlapiú para as televisões, encantou parolos e deslumbrou basbaques. No fim, do 3-0 virtual, viu-se ante o 0-3 real. É do caralho, senhores ouvintes, diria o outro...
 
Então, depois das exibições de sonho do Benfica e do Sporting na véspera, uma semana depois do 5-1 do Sporting ao Chaves (um dia depois do 6-1 portista ao PF) que exaltou o pé-de-microfone da SportTV, extasiado e reverente perante Jesus no fim da partida, ao ponto de o menino do coro dizer que o Sporting assustava os adversários, temos visto quem anda assustado, quem faz pantomina e quem joga à bola. Jesus, livre do banho de humildade no confronto directo de Alvalade, julga fazer parte do lote. E o FC Porto ganhou 3 pontos mesmo, porque o Benfica os perdeu no Bessa, mantendo o 11 da goleada ao Paços e o passo certo que ninguém, até agora, acompanha. Nem os alambuzados das tv´s da parvalheira que julgam ser o trólóró capaz de vingar nas pantalhas onde a bola pincha...
 
E é isto que faz a diferença! O resto, é deixá-los pousar. 
 
nota: hoje escrevi num PC, o que faz também muita diferença...

24 outubro 2017

Greve à taça da treta

Aproveitando o golpe saloio dos árbitros tugas, grupo organizado de mafiosos que não gostam de ver revelados os seus conluios com outras associações de malfeitores, reforço a minha aversão a esta competição ridícula que esta época logrou retirar a única coisa positiva que lhe reconhecia: fazer os jogos de grupos em Janeiro, um período competitivo mortiço,  na sua maioria...
Assim, voto pela greve da esperteza saloia, ditada pelo órgão de classe de um grupelho com benefícios acima até das mordomias com que o governo serve os votos da Função Pública e mantém o cidadão, mais de 50% da populaça dependente directa ou indirectamente do Estado, acorrentado a quem lhe serve as migalhas levando o bolo todo.
Para mais padronizada por esse líder de indelével lambe-botismo que é o próprio presidente da APAF sem vergonha de mendigar uns bilhetezinhos e direito a entrar pela porta 18, a greve corajosa dos associados malfeitores do futebol mentiroso é digna de gente sem classe para o proverbial murro na mesa a dirigir aos jogos do campeonato.
Isto na altura em que se chateiam por lhes chamarem padres e devotos de missais vários só mesmo por paródia de não ser a Justiça a impedir a divulgação de informações que os incriminam dolosamente, enquanto atalhos bíblicos são versados contra dupla decisão da mesma Justiça em tema  de faca e alguidar, como se relatar a delapidação que o Corão impõe ao adultério fosse melhor solução.
Esse moço de recados Gonçalves, se não erro o nome, é tão digno de dirigir a classe de árbitros sem classe como o criminoso Costa manter o Governo sob o ladrar furioso da Esquerda acéfala para quem tragédias são manancial de História.
Num aparte, ter André André, Otávio e Oliver juntos é lembrar, fora os episódios dos árbitros mancomunados com o adultério da verdade desportiva, uma outra das razões de o FC Porto não ter sido campeão nos últimos anos.
Havia ladrões a roubar pobre futebol. Como há no Governo de cortes e cativações o crime de deixar morte e miséria à sorte.