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10 Março 2010

The end

Por Zé Luís
Três anos e três meses depois, à terceira vez com o Arsenal, cumpro o que me tinha proposto há muito: sair do blog. Comecei a 8/12/2006, o primeiro convidado do Zirtaev e depois daquele 0-0 que duas bolas de Quaresma no mesmo poste teimaram em manter inalterado. Chamei-lhe, então, a esse primeiro post meu, "Nação feliz". Talvez não reste alguém desse tempo, que se lembre, do panorama que tracei na primeira época de Jesualdo que deixava os adeptos satisfeitos pelo Natal mas com recriminações posteriores até ao final nervoso da consagração com o Aves. Nem o Menphis, convidado posteriormente, que também tinha pensado sair no final da corrente época mas aceitou e apressou o fim da colaboração quando, há tempos, avisei que ia ser assim. Este título é consequência da coincidência, o fim do blog.


Estive para sair em 2008, na segunda passagem do Arsenal pelo Dragão, dessa vez com o justo 2-0 que deu a primazia do grupo. Acabei por adiar, mas sempre com a ideia de acabar que foi "traída" pela saída, antes, do Zirtaev e a confiança para eu prosseguir a actividade do blog que passou a ser à minha maneira quando já era praticamente só feito por mim.


Quis dar-lhe a dinâmica para além de um texto diário até então, que já levava quotidianamente a minha marca. Fiz dois, três, quatro, até cinco posts num dia, destapei notícias, comentei factos, interpretei o que na maior parte das vezes nem se falava, nem na Imprensa dita Desportiva - e para muitos, desatentos, passou despercebido, razão pela qual muita gente não entende as coisas da bola nem que lhas expliquem de borla. Procurei assuntos de interesse, investiguei alguma coisa, propus reflexões, pedi até colaborações extemporâneas, desafiei outros a escreverem, enumerei factos decorrentes dos desmandos da Liga neste campeonato. Mas não podia resistir à erosão, à falta de tempo e, apesar do volume de visitas, à falta de participação, também, de vocês, que "votam" a triplicar nas estrelinhas mas comentam apenas em um terço o que entendem apreciar sem escreverem algo. Tive de rejeitar muitos estranhos, depois dos episódios do Verão, mantiveram-se intromissões inauditas que não vi em mais lado algum, alguns de vocês desistiram pelo facto de eu, e era sempre eu chamado à pedra, não higienizar a caixa de comentários quando me encontrava de férias. Por fim, ultimamente, por várias ausências, já nem podia postar diariamente, nem sequer alguém havia para colar um texto como o de Costa Andrade do "Sapunarulk", para além de se acumularem comentários a necessitar de visto para entrarem como era devido: custava-me ver 5 e 6 à espera de entrar, quanto mais custaria aos seus autores.


Sem ser um blog meu, passou a ser à minha imagem, mas sem o apoio técnico da retaguarda que deixei de ter e inviabilizava que isto pudesse continuar assim. Por motivos profissionais e/ou pessoais, Menphis e Zirtaev (este só de apoio) estavam limitados e eu não podia suprir as lacunas. Podem não acreditar, mas nunca falei com eles, nem os conheço, trocámos sms e emails, mais nada. Há "tecnicalidades" do blog que não me cabiam nem eu sei ainda fazer e isto foi-me tirando entusiasmo. Como sou empenhado em tudo o que faço, nem acatava de bom modo essas falhas nem quero ter um espaço intermitente, como em muitos blogues que, aliás, deixei de consultar. Já esta semana não poderei estar por aqui e até domingo nada iria entrar, o que não posso aceitar nem para defraudar os muitos que aqui passam diariamente. Sou de acção e ou faço como gosto ou deixo de fazer se não puder. É o que sucede.


Em tempo útil alertei quem devia para este fim. Tinha data marcada, desde o sorteio da Champions: depois do Arsenal. À terceira era de vez. O que me estragou os planos, sem imaginar que reencontraríamos os "gunners" tão cedo, foi a passagem de testemunho do Zirtaev, no Verão, que comunicou a todos e todos recusaram-no, restando eu e, depois, o Menphis só para os jogos como têm visto, e o Soren que até Dezembro não apareceu e bem insistiu para tirar o nome dele da lista de convidados, escrevendo apenas um post, salvo erro. Só muito esporadicamente, quando puder revitalizar isto, cá voltarei, se tiver oportunidade. Propositadamente, até por não estar por cá nestes dias, aboli a caixa de comentários, até por rejeitar despedidas e nem poder verificar os comentários que pudessem querer fazer.


Como o Menphis notou, coincide com um dia mau para o FC Porto. Penoso. O Menphis, o Zirtaev, muitos de vocês não conheceram as épocas das vacas magras, os 5-0 de Eindhoven, os anos sem títulos. Para mim, porém, o sabor mais amargo é perder o Penta, como foi perder o Hexa em 1999 em Barcelos, na última jornada. Mas o show must go on e sempre disse haver vida para além do futebol, apesar de ser afeiçoado desde miúdo, ainda que a vida do País seja muito pior e os farsantes políticos e gestores beneficiam muito da atenção que a bola prende na maioria dos cidadãos, mal formados e desinformados, na vida e no futebol, um drama que vai só num primeiro acto de uma tragédia anunciada e da qual também fui deixando aqui as minhas preocupações com o costumeiro ror de incompreensões de certos marmelos que por aqui andam.


Vou andar por aí a ler blogues, que não são o lixo de que fala Miguel Sousa Tavares tão pouco propenso, até, para ouvir críticas (li no CM) fora da blogosfera ao seu trabalho de volta ao que chama "jornalismo" na SIC, com aquela inenarrável e maltrapilha entrevista a Gonçalo Amaral em que foi tudo menos jornalista, nem sério nem isento, depois de bom comportamento na estreia com o PM Sócrates. Aprendo muito nos blogues, mais de política onde leio de todos os quadrantes menos da cambada de malfeitores que, como avisei, invadiu todo o espaço mediático, incluindo a blogosfera. Não aprendi muito, confesso, sobre futebol, só confirmei o que sabia sobre a "iliteracia" da esmagadora maioria dos adeptos da bola que são o reflexo da péssima Imprensa da especialidade de visão enviesada e partidária do futebol, com incidência na intoxicação televisiva que, não só no futebol, encaixa no nível medíocre da intelectualidade das audiências.


Da blogosfera portista há apenas um ou dois que se aproveita. Não é difícil descobrir. Do resto, os vermelhuscos são os patuscos do regime, autenticamente dos couratos e "Sagres" da moda, de uma boçalidade assustadora do pouco que, por vias travessas, fui vendo sem comentar porque é lixo verdadeiro que só a eles interessa; os esverdeados sabem mais das coisas do seu clube com o defeito congénito do "calimerismo".


Para o resto da época, será sempre decepcionante mas uma ratazana não pode contaminar o salão de festas. Pelo andar da carruagem, já não acredito no título, nem no 2º lugar, porque os jogadores assim o transmitem. Tenho dúvidas quanto à próxima final, mais um jogo crucial depois de uma eliminatória da Liga Europa que não tem sido aproveitada pelo FC Porto e para a qual, hoje, ninguém antevê como a equipa será capaz de arrebitar. Mas o Benfica vai fraquejar e talvez a "bomba" falada por Pinto da Costa em Janeiro venha a favorecer o Braga, ainda que o Benfica, parece-me, já desconfiará do que se passa e não vá arriscar perder o título que lhe estava destinado à partida com a complacência portista da qual jamais compreenderei a "ida ao matadouro" depois do aviso do túnel da Luz da época anterior - o maior mistério que para sempre ficará comigo sobre este comportamento cristão de dar a outra face depois do ocorrido em 2008.


Da Taça de Portugal dependerá o sucesso no Algarve, para relançar a equipa rumo ao Jamor e ali vencer, quiçá superando o Benfica em número total de troféus de primeira categoria. Mas aí só chegarão os verdadeiros adeptos, os que aparecem nas vitórias e nas derrotas. Com esses e com a equipa estarei sempre. Este blog demonstrou isso mesmo e rejeitou quem não presta.

09 Março 2010

Que maneira humilhante de dizer adeus

Por Menphis
ARSENAL 5 - 0 FCPORTO
Marcadores: Bendtner (10, 25 e 90m, g.p.), Nasri (63m) e Eboué (65m) Equipa Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves «cap.» e Alvaro Pereira; Nuno André Coelho, Rúben Micael e Raul Meireles; Varela, Falcao e Hulk
Substituições: Nuno André Coelho por Rodríguez (46m), Rúben Micael por Guarín (75m) e Varela por Mariano González (75m)

Mais uma vez, o FCPorto repetiu o filme de à uns anos atrás, foi vergado frente ao Arsenal com uma derrota pesada, uma enorme humilhação que nos envergonha a todos. Mas, sobretudo, deveria envergonh
ar mais a quem vestiu, nesta partida, uma camisola de um clube com um historial europeu que não merecia que manchasse com esta humilhação que vai custar a esquecer.

O FCPorto não pode continuar a ser a equipa q
ue, ultimamente, tem sido, não poderá continuar a ter falta de atitude, a demonstrar desmotivação, fraqueza psicológica, uma apatia generalizada, e injustificada, que tolda a equipa de dar o seu melhor, oferecendo de barato as vitórias aos seus adversários.

Numa altura onde não se poderá agir com cabeça quente, penso que será necessário reflectir seriamente sobre as últimas exibições e sobre a falta
de atitude, tomando as necessárias medidas para que o nosso Porto não se torne num clube onde as derrotas sejam aceites conformadamente, como se está a tornar perigosamente. Uma renovação de ares, de gente, de ambição é urgentemente necessária nesta equipa, e deverá ser o próximo grande desafio da equipa directiva para os dias mais próximos.

É o fim de ciclo para muitos, começando logo pelo seu treinador.
O FCPorto não é isto o que tem sido até ao momento, este não é o FCPorto que aprendi a amar, nem este é o FCPorto que a Europa aprendeu a respeitar, devolvam depressa a alma vencedora a este clube porque já não se aguenta mais tanta mediocridade.

O jogo até nem começaria mal, a equipa de Jesualdo Ferreira, com a surpresa de Nuno André Coelho na equipa inicial entrou muito bem e pressionante mas apenas duraria um minuto e meio, o Arsenal agigantou-se tomando logo conta do domínio da partida. A equipa portista repetiu to
dos os erros que tem vindo a fazer, se contra o Olhanense esses erros custam, então contra equipas como o Arsenal, com jogadores experientes e de qualidade, pagam-se muito mais caro. E pagou-se com uma humilhação histórica. A equipa de Londres foi um autêntico rolo compressor empurrando os portistas para a defesa, com Nuno André Coelho perdido dando origem a um meio campo confuso, e com uma defesa apática, deixando jogar os ingleses à-vontade, o Arsenal aproveitou para ganhar facilmente vantagem na eliminatória.

Foram dois golos completamente oferecidos pela defesa portista, com todos a preferirem ver jogar, no primeiro golo, o meio parecia uma avenida com uma passadeira estendida para os jogadores do Arsenal, passados uns minutos, Fucile oferece a bola aos jogadores do Arsenal que aproveitam para passearem na defesa portista com facilidade e ga
nhar vantagem maior na eliminatória.

Na segunda parte, Jesualdo tirou Nuno André Coelho para dar lugar a Rodriguez, e o FCPorto melhorou um pouco, conseguiu conquistar o domínio no meio campo, e impôs respeito ao Arsenal, ao ponto de Arsene Wenger ter mexido na sua equipa, ele sentia que o FCPorto estava a crescer no jogo e acreditar que poderia reentrar na discussão da eliminatória.

O FCPorto ainda teve uma enorme oportunidade de golo, num lance de bola parada, mas foi sol de pouca dura, o Arsenal, depois da tal substituição feita, novamente conseguiu o domínio da partida, não sendo com surpresa que Nasri consegue um golo, com a tal facilidade já, por demais, vista, no meio de 3 jogadores que apenas se limitavam a olhar para o que ele fazia.

A partir daí, era só uma questão de tempo, o Arsenal não parou e marcou o quarto golo, num lance que tem origem num canto do FCPorto e onde deixaram o Arsenal contra-atacar facilmente.
Até ao fim, era só uma questão de deixar passar o tempo, assistindo impávidos e serenos, esperando que o Arsenal não tentasse acelerar, mas já mesmo no final da partida, Fucile numa altura onde o discernimento já não era o melhor, aproveita para fazer uma grande penalidade, tendo o Arsenal concretizado, dando a estocada final numa humilhação que não se deverá esquecer tão cedo.

O FCPorto despede-se da maneira mais inglória da Champions League, e onde não deverá regressar na próxima época, ainda tem mais duas competições para vencer, mas o mais importante neste momento, o maior desafio de todos será reencontrar a alma vencedora deste clube porque ainda temos duas competições a vencer.

Se não for nesta época, então, começa-se a lançar, rapidamente, bases para que o futuro seja muito melhor do que este presente. Porque este Porto não mais poderá continuar.


PS: Foram 3 anos e tal a colaborar com este blog, hoje é o meu fim de linha. Também é uma despedida inglória por ter sido neste dia tão triste para todos os Portistas, mas era um desiderato que estava combinado à algum tempo entre todos, sendo uma coincidência infeliz. Primeiro de tudo, um muito obrigado ao Zirtaev e ao Zé Luís por terem depositado toda a sua confiança em mim, esperando que, dentro das minhas possibilidades não vos ter desiludido. Depois pedir desculpa se caso isso tivesse, em qualquer altura, acontecido. Por fim, partilhar um enorme abraço a todos os outros ex-colaboradores do blog e, claro, aos leitores, dizendo que foi um enorme prazer. Por último uma mensagem para todos: não são estas derrotas que nos vão abater, podemos ficar abalados, mas quando nos conseguirmos reerguer, estaremos ainda mais fortes, por isso não podemos deixar de dar o nosso apoio, deixar de ser os verdadeiros portistas de bancada . VIVA O FCPORTO SEMPRE.

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Que Dragão podemos esperar ?

Por Menphis
Quando as coisas às vezes não correm bem, a melhor forma de as alterar é jogar. Este será um jogo que se disputa por diferença de golos. A grande diferença traduz-se no ambiente, que será de grande festa e de grande exaltação. Mas a estrutura da equipa e a forma como encara os adversários não vai mudar muito.

É um jogo que se disputa por diferença de golos e que temos de disputar durante 90 ou 120 minutos. Temos confiança no que somos capazes de fazer.

Com o nosso espírito e com o espírito do Arsenal, será um jogo dividido. Esperamos um Arsenal forte e será um jogo definido por detalhes.

A equipa do Arsenal é muito rica e nós também temos detalhes fortes. Temos consciência da qualidade do adversário, sabemos que é difícil jogar aqui, mas sabemos que temos armas para jogar aqui. Nestes jogos a eliminar há também que ter tacticamente um conjunto de adaptações aos regulamentos da prova.

A nossa posição é clara. Vamos discutir este jogo, pois só assim podemos discutir o resultado. Por essa razão, temos de encarar este desafio como se fosse um novo, com um resultado importante que é a passagem. No ano passado estivemos nos quartos-de-final e o objectivo é repetir este ano. Vamos lutar até aos limites para o conseguir. O FC Porto tem vindo a ser alterado ao longo dos anos. O que se pretende no futebol actual é que se consiga chegar onde se quer com essas mudanças. Esse FC Porto «à Porto» já surgiu em muitas ocasiões e espero que surja novamente amanhã. Mas muito mais do que lutar, também é preciso jogar. - Jesualdo Ferreira


Que FCPorto poderemos encontrar, será a maior dúvida que os adeptos portistas irão ter no inicio da partida. Será aquele que brilhou frente ao Braga, ou aquele que temos visto nas últimas duas partidas ?

O jogo contra o Arsenal acaba por ter uma importância ainda maior, fruto de todas as adversidades que o FCPorto tem vindo a encontrar nas últimas semanas, só uma equipa completamente alheada desses problemas, juntando uma enorme dose de coragem, é que os portistas podem imaginar em ultrapassar esta eliminatória.

A vantagem está do lado de cá, cabe a Jesualdo Ferreira e seus pupilos tentar defendê-la com unhas e dentes, como se a suas vidas dependessem disso, porque um Dragão nunca desiste.

ARSENAL - FCPORTO
Emiratus Stadium
19:45 Horas,RTP1
Árbitro: Frank De Bleeckere ( Bélgica)


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08 Março 2010

Eu não vou aumentar impostos, nem criar dívidas, só emitir títulos...

Por Zé Luís


Em tempo de PEC - Prometo Engronhar as Contas,

depois do Sótraques,

o videirinho



Mas,

não há sol na eira...



Benfica-SAD aprova empréstimo obrigacionista de 40 milhões de euros
(para pagar o outro que emitiu em Março de 2007 de 20ME...


... nem chuva no nabal


Nem sei se haverá título. A crise continua. Promessas para a rua.


(da actividade política por estes dias).


Steward Day, profissão com futuro

Por Zé Luís


Vão começar as captações. Um aliciante para os momentos de crise. Perspectivas de progressão na carreira. "Facilidades" logísticas e administrativas. Compreensão judicial e apoio jurídico. Adere e pode ser que te safes a bater nos outros. Insere-se na reencontrada nomeklatura de valores: antes dar que receber. Exame final daqui a dois meses. O colete, claro, é para disfarçar. A sigla ARD faz jus à heráldica alemã das tv's. O anglicismo "stewart" adoptado é nome para cinema. Um mundo de oportunidades, desde reposicionar câmaras de filmar a fazer cordões humanos sem necessidade. Sem o risco de ser uma "blackwater" no Iraque. Legal, não?


07 Março 2010

Já terminou mesmo?...

Por Zé Luís
Helton tinha dito que não saía a meio de um filme.
Coincidindo com o festival de cinema do Porto, o FC Porto entregou-se desalmadamente em Alvalade. Mantenho o paralelismo. E foco, de novo, a atenção na Metodologia do Treino, em causa por estes tempos e a levantar dúvidas sobre as melhores práticas. Não por ser um expert, mas por não encontrar argumentos válidos e objectivos para o "8 e o 80" das actuações da equipa.



O certame em cartaz terminou este fim-de-semana. Mas, no Dragão, não se sabe se o terror continua.

Jesualdo reconhece que a equipa está cansada. Nota-se. E garante que vai arrebitar. Vamos ver. Ao contrário da época passada, em que fez 52 jogos oficiais, o FC Porto mal passou dos 40. Os principais rivais, à excepção do Braga, contam mais. Fraqueja mais o Sporting, cambaleia o Benfica mas tem-se aguentado bem. O FC Porto é que costuma exibir mais estofo e demonstra pernas e pulmão nesta fase da época. Em vão, desta vez. E tem de haver explicações, para além das lesões, castigos e jogadores fracos na hora de se justificarem como reforços. Deste modo, como pode Miguel Lopes comprovar que merece mais do que jogar no Rio Ave? E porque não evolui Tomás Costa a quem até o presidente, precipitado e extemporâneo, augurou ser um "reforço" de Inverno?

Não é compreensível uma quebra tão abrupta de um momento para o outro. Da mesma forma, não se vislumbra como se vai recuperar fisicamente da noite para o dia. Mas enquanto os do costume insistem na saída de Jesualdo que tem ganho muito com um bólide em trepidação constante por alteração das peças da engrenagem, o facto de aqui levantar questões sobre algum do trabalho pressupõe um respeito que o treinador merece. Ninguém acima das críticas, mas há tempo e especialmente modos para tudo e aqui não cabe a ingratidão. De resto, é cedo para balanços, ainda que o andar do que é agora uma carruagem não seja muito animador.

Além das pernas, falta motivação, o que é ainda mais inaudito no tetracampeão e que podia aproveitar deslizes alheios, como o do Braga, mas os adversários comprazem-se com os pontos perdidos pelo FC Porto. A Champions não ficou mais longe, pela via do 2º lugar, o tempo é que está mais curto com uma jornada a menos.

Passar o Arsenal pode dar um ânimo e levantar as pernas que têm andado pesadas, porque há duas taças para ganhar, uma Europa para convencer e um lugar de Champions para resgatar.

Aí, sim, seria Fantástico Porto. Findo o cinema, retomando o futebol. Não se vai lá com profissão de fé, é preciso mais convicção para retomar o caminho das vitórias. E honrar os títulos recentes, um estatuto ímpar e a perseverança de lutar até ao fim como tem sido hábito, à falta de acabar no primeiro lugar mas nunca cedendo antes de o filme acabar.


Quem não desiste e merece os parabéns é a claque (só se nota uma, a outra continua distante num canto superior do estádio, estrategica e logisticamente distante da zona de pressão junto à linha ou à baliza, e apesar de muito menos notam-se muito mais as ausências nos seus apaniguados), apoiou do princípio ao fim e desdiz os que, mais comodamente, só se lembram dela para dizer mal, como muitos aparecem só nas horas más e dizem-se grandes adeptos, como por aqui teimam alguns em aparecer. Os outros, ouvi-os propagandear que "a minha cadeira está à venda". Às pipocas, desta vez, estes juntaram mulheres e criancinhas à borla, o que inibeos adultos de protestar, bem comportados, e relega para as piadinhas fáceis com argumentos de ocasião. É o que há.



em tempo - Vivemos quatro anos de conquistas. Não do passado, desse tempo há muitas mais, mas actuais. Quem passou o tempo a invejar os títulos portistas ainda nada ganhou e esquece que o 2-2 com o Olhanense faz lembrar o 2-2 de há menos de um ano do Trofense na Luz, onde também ganharam Guimarães e Académica, esta por duas vezes (3-0 e 1-0) em épocas consecutivas. A glória é efémera, no futebol, mas nuns perdura mais do que noutros e, nestes, uma campanha ocasional não pode disfarçar as decepções costumeiras. Como não dar crédito a quem incorre num ano mau como excepção a épocas tão boas?

06 Março 2010

Empate não esconde exibição paupérrima

Por Menphis
FCPORTO 2 - 2 OLHANENSE
Marcadores:Falcao ( 81´) e Guarin ( 94´): Djalmir ( 13´e 16´)


Equipa
: Helton; Miguel Lopes, Maicon, Bruno Alves e Alvaro Pereira; Tomás Costa, Ruben Micael e Belluschi; Mariano, Falcao e Rodriguez
Substituições: Tomás Costa por Varela (39m), Miguel Lopes por Valeri (64m) e Ruben Micael por Guarín (78m)

Se caso houvessem dúvidas, o resultado frente ao Olhanense, tratou de as dissipar: o FCPorto está fora da rota do título. E o plantel já tem a noção disso, embora não queiram transparecer cá para fora, quando são abordados pela comunicação social. A atitude demasiada desmotivada de alguns jogadores só leva a concluir que eles já deitaram a toalha ao chão, e que a derrota em Alvalade deixou bastantes mossas no balneário portista.

Com destaque para o capitão, uma figura que, neste clube e noutros tempos, sempre foi o último a abandonar o barco e o primeiro da dar o peito às balas, ora Bruno Alves nunca foi ao árbitro protestar pelas suas decisões, até pela decisão de ter levado um cartão amarelo num lance onde ele próprio é carregado, sendo a imagem de quase toda uma equipa que não tem forças para erguer a cabeça e para lutar contra as adversidades que os jogos lhes colocam, além de ter tido sempre uma atitude demasiada passiva com os seus colegas.

A equipa técnica, conjuntamente com a direcção, algo terá que fazer porque, apesar do campeonato estar completamente perdido, o FCPorto ainda está envolvido em 3 competições e ainda está a tempo de ter uma época aceitável, sendo necessário evitar o descalabro e acabar o resto do campeonato que falta com dignidade.

O golo de empate, marcado por Guarin, aos 94 minutos não apaga a paupérrima exibição, mais uma num espaço de uma semana, e naquilo que o FCPorto não fez durante toda a partida.

Apesar de ter começado com uma oportunidade de golo falhado por Falcao, quando o FCPorto se apercebeu já tinham dois golos de desvantagem, a partir daí a equipa sentiu-se completamente perdida em campo, a bola queimava nos pés de alguns jogadores e a equipa também começava a desperdiçar alguns golos.

Na segunda parte, a imagem dada pela equipa foi a mesma, passes completamente disparatados, jogadores que não eram agressivos, o Olhanense limitava-se a defender mas não era necessário correr muito, a equipa portista não punha velocidade nas suas acções ofensivas, por isso os homens de Olhão limitavam-se a tapar os caminhos da sua baliza sem necessário andar atrás da bola.

O FCPorto consegue nos últimos 10 minutos, dois golos fruto da insistência dos seus jogadores, Falcao mais uma vez demonstrou que é das contratações mais certeiras desta época, o colombiano até quase na defesa veio recuperar bolas, mas apesar dessa recuperação não se pode esconder o mau momento que a equipa continua a estar.

Agora segue-se o Arsenal, com esta atitude e motivação perdedora o FCPorto não vai a lado nenhum, por isso é necessário que isto mude, e o mais depressa possível porque a honra e o nome europeu do FCPorto vale mais do aquilo que nos últimos dois jogos a equipa mostrou.




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Vencer para amenizar derrota amarga

Por Menphis
Foi Heltón quem falou em representação do plantel portista :


«Foi apenas uma derrota [referindo-se ao jogo frente ao Sporting], nada mais do que isso. No dia seguinte, já estávamos a pensar positivo e a trabalhar forte.

Para nós, o campeonato não termina amanhã. Ainda temos 27 pontos para disputar e vamos continuar a trabalhar. Essa é sempre a melhor resposta.

A percentagem que temos, neste momento, de obter sucesso é a mesma que tínhamos no início da época: cem por cento. É como ver um filme: não saímos 10 minutos antes dele terminar. No campeonato, é igual: vamos trabalhar até ao fim.


Nem todos os que participam no campeonato podem sentir a alegria que eu particularmente sinto, por ter sido Campeão nestes últimos quatro anos. Sabemos que não somos invencíveis, mas, repito, o campeonato ainda não acabou. Estamos a trabalhar para conseguirmos ocupar o lugar que nos é habitual.

A nossa expectativa para o jogo frente à Olhanense é a de poder fazer um bom trabalho e lograr os três pontos.

O futebol é mesmo assim [referindo-se ao jogo em Alvalade]: há dias em que, mesmo não fazendo o que é correcto, os resultados são favoráveis, e outros em que, mesmo procurando ao máximo fazer o que está correcto, as coisas não saem bem. Foi um dia mau, pois não conseguimos o nosso objectivo maior, mas também há que realçar a atitude do adversário, que esteve bem. Nas poucas oportunidades de que dispôs, conseguiu concluir.

Desde que comecei a trabalhar com o Ventura, sempre o elogiei e acho que ainda tem muito para dar ao futebol português. Duelo não é a palavra mais correcta; chamar-lhe-ia mais um reencontro. Independentemente de quem vá jogar, é sempre bom rever os bons amigos.

Agora que o sonho do Penta está quase arredado, os objectivos portistas para o resto da época terão de ser terminar o campeonato com dignidade de campeão, além de tentar conseguir ir o mais longe nas outras competições em que está inserido.

Com o pensamento na partida frente ao Arsenal, Jesualdo Ferreira optou por fazer descansar alguns jogadores mais utilizados, o maior destaque acaba por ser a chamada de Sérgio Oliveira, um júnior que demonstrou ser uma opção mais válida do que outros jogadores seniores, coragem precisa-se para que, particularmente, este jovem seja lançado na equipa principal.

Contra a partida, frente ao Olhanense, num dia onde o estádio estará mais bonito do que nunca pela presença de muitas mulheres (a propósito, vou levar ao Estádio uma menina de 7 anos, porque raio ela tem de pagar e mulheres acima dos 16 anos já não?), espera-se uma vitória e uma imagem diferente daquela que o FCPorto se apresentou em Alvalade.

Por último, regista-se positivamente as horas em que esta partida se irá realizar, pena que o tempo não seja o melhor, mas já tinha imensas saudades em assistir ao vivo a uma partida ás 17 horas.

FCPORTO - OLHANENSE
Estádio do Dragão
17 horas, Sportv
Árbitro: Cosme Machado ( AF Braga)



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04 Março 2010

Professor volta a arrasar o assistente de Direito em Coimbra

Por Zé Luís


Não resisto a copiar integralmente, em vez de remeter para um link, este texto creio que de hoje no Público e que acabei de ler na net ao pôr a leitura em dia. O professor Costa Andrade, depois do caso das escutas no Apito Dourado em que foi secundado por outros catedráticos e a opção da Liga apenas foi defendida por Vital Moreira e mais ninguém, volta a arrasar o assistente Ricardo Costa. Apesar de alguma escrita prolixa, a clareza da ideia e o primado do Direito saem reforçados na interpretação jurídica do caso do túnel da Luz e o abominável castigo a Hulk e Sapunaru.


Lamento só agora, de resto, poder fazê-lo, porque estive fora e, pelo visto, não há mesmo mais alguém para postar nem que seja algo como isto, razão pela qual, não podendo dar a assistência, atenção e cuidado que o blog sempre me mereceu, em breve este blog deixará de ter vida, pelo menos a própria que, desinteressadamente, lhe dou.


Quando fico longe da internet, jornais e tv não deixo de pensar no que encontrarei no regresso à terra e à actualidade. Julgava que a única coisa decente, corajosa e digna dos mais fortes elogios (e por isso registei) fosse a intrépida presença e denúncia de Manuela Moura Guedes na Comissão de Ética (que merda é essa?, já aqui a questionei) da AR. E se MMG disse tudo sem papas na língua, as papas que têm impedido muito boa gente deste País de se desintoxicar como se tivesse desaprendido de viver, pensar e falar livremente - há tantos ignaros que não se dão conta disso e um dia ruminarão noutra ditadura que se vão foder! -, já Manuel da Costa Andrade assume as suas afeições clubísticas e espera, porventura, que com outras cores ou outros entendimentos alguém ouse desafiar o que aí escreve e cujos destaques são, obviamente, da minha responsabilidade. De uma frontalidade sem par, resta questionarem-no sobre o que defende, sem pareceres encomendados e talvez por apenas uns centos de euros da colaboração regular neste jornal.


Opinião
"Sapunarulk", elegia pela justiça e proporcionalidade perdidas

Por Manuel da Costa Andrade



1. Positivamente, Hamlet tinha razão: há mesmo mais coisas, muito mais coisas, no céu e na terra do que nós podemos sonhar na nossa filosofia. Quem poderia ter antecipado nas suas locubrações filosóficas a possibilidade de ver um dia o que, entre o espanto e a galhofa, a generosa prodigalidade da Comissão Disciplinar (CD) da Liga Portuguesa de Futebol acaba de nos oferecer? O espectáculo de um Julgador que vem anunciar a sentença, proclamando que a profere e subscreve, embora consciente da sua injustiça e desproporcionalidade. E, por causa disso, inconstitucional, certo como é que o princípio de proporcionalidade configura, por imperativo constitucional, um axioma irredutível de toda a lei, ergo de toda a sentença. Dito noutros termos, a proporcionalidade configura uma dimensão ou categoria transcendental de todo o direito, maxime do direito sancionatório, punitivo e repressivo, que, de forma mais drástica, se projecta em compressão dos direitos fundamentais. Manifestamente, não é fácil descortinar o que mais admirar nesta CD: se a monstruosidade - por injustiça e desproporcionalidade - da decisão; se o quadro cénico com que foi servida. Com o seu criador a desdobrar-se num arremedo de Jano. Com um rosto banhado de narcisismo e inebriado pela felicidade de mais um momentoso momento de "justiça desportiva"; e, com outro rosto, vestido de amofinada carpideira a riscar o ar com os gritos de quem sente na alma os golpes da injustiça e desproporcionalidade.

Numa primeira observação, importa sublinhar que a injustiça e a desproporcionalidade não decorrem da lei - concretamente do Regulamento Disciplinar da Liga -, devendo levar-se exclusivamente à conta do seu intérprete. Não estão na law in book, resultam da law in action, isto é, são obra do arbítrio de quem lê, treslê e aplica a lei. Em boa verdade, a lei não impõe, sequer sugere, que seguranças privados sejam "intervenientes no jogo": nem faria sentido que o dissesse, já que eles não intervêm no jogo, na diversidade de planos, funções e papéis em que este se desdobra. Os seguranças privados não integram o universo daqueles que contribuem para a densidade agónica própria da competição desportiva no contexto da sociedade moderna, em relação à qual cumpre insupríveis e relevantes funções e serviços: desde uma função de catarse e evasão, até uma função de identidade, coesão e memória comuns. O "interveniente no jogo" mantém uma relação dinâmica de interacção, física ou simbólica, de cumplicidade ou de conflitualidade, com os "outros significantes" do jogo: companheiros de equipa, adversários, árbitro, treinador, banco, etc. No mais generoso dos limites, pode falar-se de interacção simbólica com o público e, sobretudo, com as "claques". O catálogo poderia alongar-se. Mas será forçoso parar. E parar a partir do momento em que, à margem de toda a dúvida, deixa de subsistir aquela teia de relação e interacção. Como sucede com os seguranças privados de um clube. Que, no contexto do jogo, não interagem nem física nem simbolicamente com os outros "intervenientes". Em definitivo, eles não pertencem - nem como protagonistas, nem como actores secundários, nem sequer como figurantes anónimos - ao drama do jogo, a que são inteiramente alheios. Pela mesma razão que os seguranças do hospital não são "intervenientes no acto médico"; como os seguranças da CD (se os há) não são - sorte a deles! - "intervenientes nos seus desvarios justiceiros".

Sendo claro que a lei não impõe a classificação dos seguranças como "intervenientes no jogo", quid inde se, apesar de tudo, a mesma lei deixasse subsistir alguma sombra de dúvida? Ela só poderia ser superada a favor da interpretação mais restritiva, a única consonante com a justiça e a proporcionalidade. Isto, em consonância com os desígnios de fundo da própria Constituição em matéria de processos sancionatórios. Mesmo que para tanto fosse indispensável lançar mão de mecanismos de interpretação e aplicação restritivas da lei. Para lograr uma interpretação consonante com as exigências de proporcionalidade. Não é no quadro normativo, global e sistematicamente considerado, ao dispor da CD, que radicam as razões da injustiça e da desproporcionalidade. Também não podem buscar-se em limitações ou deficiências de cariz intelectual da mesma CD, certo como é que ela não deixa de representar, anunciar e denunciar a injustiça e a desproporcionalidade. Só podem imputar-se a deficiências ou vícios da vontade. A CD decidiu assim porque quis. Sabia que proferia uma decisão injusta e desproporcionada, e foi isso que dolosamente fez.Podia ao menos poupar a cena lastimável daquele espectáculo de derramar lágrimas de proporcionalidade sobre a desproporcionalidade da sua criatura.
Depois de tripudiar sobre a lei e as virtualidades de justiça e de proporcionalidade que a mesma lei alberga na sua letra, no seu espírito, no seu sistema e no seu horizonte constitucional, restava o gesto digno de ser autêntica e crescidinha. E querer o que verdadeiramente queria. Silenciando os indecorosos clamores de carpideira menor. Um silêncio que teria uma vantagem inestimável. Não acordaria o panglóssico presidente da Liga do seu sonho de acreditar que deixa atrás de si um futebol credibilizado. Um dia esse sonho há-de converter-se em pesadelo. Será no dia em que as intempéries vindas dos tribunais desabarem sobre as primícias acrisoladas da credibilização devidas à sua CD. Até lá, há direito ao sonho. De mais a mais, quando o pesadelo chegar, já lá estarão outros a enfrentá-lo.


Professor da Fac. de Direito de Coimbra, sócio da Académica e simpatizante do FC Porto

03 Março 2010

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Por Zé Luís


Do nosso atento adepto Armindo (mais uma vez), a seguinte perplexidade e de novo no âmbito do que é a comunicação do FC Porto, uma alegada progressão na forma e meios de divulgação da actividade do clube e SAD e a constatação de que tudo continua na mesma, com director de comunicação ou sem director de comunicação, com mais ou menos funcionários, etc., etc., etc.

"E os visitantes perderam por 3...
Definição de visitantes, segundo alguém da SAD do F.C. PORTO:
Em relação à questão dos «visitantes»… Como é evidente, não tem qualquer tipo de tom negativo. É apenas uma forma de, muitas vezes, evitar repetições de termos como «a equipa do FC Porto», «a formação azul e branca» ou os «Dragões».
Resposta aqui do "Ge":
O site do F.C.Porto não é um órgão de informação qualquer, ou seja: não tem de obedecer às regras de isenção jornalísticas. Assim, toda a adjectivação é permitida e aconselhável. Nós (F.C. Porto) nunca somos “a equipa”, “os Jogadores”, “a equipa da casa” ou a “equipa visitante”.Somos “Porto”, Portistas”, “Azuis e Brancos” “campeões”, “dragões”, equipa de Jesualdo Ferreira ( Rui Barros, João Pinto, Patrick Greveraars, etc).
As notícias são do Porto para o Porto, de portista para portista. Da essência do jornalismo, convém apenas que a notícia seja verdade e gramaticalmente bem construída.Ou seja, é esta distância entre a SAD e os PORTISTAS que realmente me anda a preocupar!!!
Resumindo, acho que "andamos" a ficar muito queques!!!
NOTA: o termo visitantes na página do meu clube, não foi utilizado no jogo deplorável que fizemos e infelizmente assisti ao vivo frente aos queques de alvalade. Mas sim, num jogo da intercalar!"