17 setembro 2017

Falta eficácia ao carrinho utilitário

Desfeitas as ilusões europeias, ainda que de pouca monta, o FC Porto mostrou a pequena versão utilitária para consumo doméstico que marcará a temporada.
Mas a trabalhosa vitória em Vila do Conde, com 1a parte de susto e 2a de sonho só manchada por um idiota golo sofrido digno de amadores, comprovou a falta de qualidade agudizar por ausência de reforços que trouxessem coisas diferentes. E quando continua a ser Marega a puxar pela locomotiva ainda que Brahimi seja um dinamizador, parece tudo dito, e pior será se for assim tudo espremido.
Na versão Marega+10, com defesa sólida mas infantil no 1° golo sofrido nas lides domésticas, não abona em favor da valia do plantel, ainda à procura do novo modelo de bola mais rápida a circular em busca do espaço que poucos procuram.
Ao sentar Oliver e Corona, inexistentes e substituídos cedo nos últimos dois jogos, Sérgio Conceição mostra empatia pelos que dão tudo e não está para cobtemporizar para quem dá pouco. Mas sendo dois potenciais titulares de caras a sofrerem esta lição de gestão competente sem olhar a nomes, resta a preocupação: ou o sinal e lido e sentido por todos, onde nomes não contam, ou um plantel sem novidades ficará ainda mais curto para as encomendas, mesmo de trazer por cada.
Herrera entrou para o meio e Otávio para a direita. O mexicano com a pecha do costume mas um coração enorme que compensa falhas nas expectativas de boa e rápida entrega da bola, que já não melhorará. O brasileiro é que nem entrega da bola (só um bom passe) nem genica. Não justifica a titularidade.
Onde o aporte colectivo vai dando resultados, a inconstância individual de quem mais se espera não augura nada de muito bom. E essas pecas são fatais na Europa, vamos ver se servem por cá. Até porque, apesar do golo em canto ao 1° poste, Danilo teima na lentidão e multiplica maus passes. Com Otávio complicativo e lento, incapaz de se chegar aos avançados mesmo sem actuar a 10 como gostaria, percebe-se como o patinho feio Herrera ajudou ascensão do miolo e um salto de qualidade na frente após o intervalo. E com Aboubakar lento e sem graça ou ritmo como no Instagram, foi mesmo Marega decisivo no 2-0 e nos desequilíbrios da 2a parte onde o triunfo foi mais que justificado.
Num jogo com menos posse de bola (55-45%), mas quase todos os 12 ou 14 remates dentro da área e metade enquadrados na baliza, o carro utilitário portista tem de melhorar a eficácia que também foi perdida numa desatenção defensiva de palmatória.
Vai-se salvando o salvavel enquanto uns ainda se admiram de Oliver ser preterido a Herrera e terem de levar com o tosco Marega em vez do criativo Corona.
Sérgio vai conduzindo, em busca da vertigem do espaço e com menos manobras artísticas inúteis. É bom que se habituem, mesmo que há muito tenha desaparecido do painel portista a rubrica de arte de outros tempos.
Isto é o campeonato e a bitola muito alta, inalcançavel para quem julga ver e ter ainda jogadores de primeira qualidade.

13 setembro 2017

Cativações no Dragão também empobrecem sem serem assumidas

Duas novidades mas sem novidades. Porém, um desastre histórico e por mais de uma razão. O resultado é conhecido e era previsível. Vai custar a digerir, mais uma vez, mas este fracasso é o reflexo do declínio inevitável do FC Porto.
Escusam de discutir tácticas e estratégias, porque nem se lembram do que comeram ontem e olham para o prato vazio à sua frente. Não se preocupem: gente supostamente especialista não soube que o FC Porto perdeu pela 1a vez em casa o 1° jogo na CL. E creio que nunca sofreu 3 golos, nem do Real Madrid (cprrigido: 1-3 em 2003, a caminho de Gelsenkirchen, may no for em estreia, apps 1-1 em Belgrado), do Liverpool, do M. United, do Barcelona, tinha de ser o Besiktas com quem o FC Porto nunca perdera!
Sérgio Conceição já entrou na história pela negativa. E assumiu a falha estratégica muito bem, pela abordagem táctica errada ao jogo. Más opções e leituras que já condenaram Lopetegui ainda há dois anos com o D. Kiev.
A SAD nunca assumirá a sua culpa. Isto não tem a ver? Tem!
Há um ano prenunciava-se o desastre, sobrou o surpreendente 3-0 em Roma sem evitar 1-1 na abertura da Champions com o modesto Copenhaga.
Ninguém se lembra, como talvez tenha agora passado ao lado. Mas há um ano não houve patrocinador nas camisolas, salvo erro, na Europa. O administrador Fernando Gomes desvalorizou, em nome de negócio futuro maior. Agora, em vez da Meo que por um tempo não existiu, surgiu a Altice e o novo símbolo, derivado do negócio do século.
E se foi tragicomédia a igualdade com os dinamarqueses, a falta de qualidade vista está noite deve pregar a última tacha no caixão, fixando o FC Porto no último lugar do grupo.
Com novo patrocinador assente num supercontrato milionário, o FC Porto entrou na Champions sem reforços! Nem vale a pena lembrar que Soares e Marega há um ano estavam em Guimarães, onde também estiveram Otávio e Hernâni lançados hoje na 2a parte, até Ricardo andou pelo Berço...
É assim que se enfrenta a Champions, sem reforços e com patrocínio badalado que deu nisto: 1-3 com Besiktas, que compra forte e ganha sem escândalo no Dragão...
Não, isto não foi falta de eficácia. Foi falta de qualidade, falta de opções e falta de génio que, nestas circunstâncias, fica limitado, se não mesmo improvável!
O treinador assumiu as suas falhas. Mas tem razão em aludir a falta de opções. Já tem é de perceber que Oliver é só meio jogador e como 10, na camisola e no campo, pode confiar tanto nele como Corona a extremo, tendo de substituir os dois ao intervalo... Já no domingo o mexicano foi inútil, já hoje Danilo foi lento e também acabou, como os outros, substituído.
Quando, em dois jogos consecutivos tens de meter um tosco como flanqueador, tecnicamente, como Marega, sem poder exigir mais dele todo esforço e alma e pouco mais, está tudo dito. Se Sérgio começou com um 11 fraco no meio mas sem explodir nos flancos onde o Besiktas é muito fraco, o treinador corrigiu ao intervalo, com André André e Otávio no meio, mas corrigiu a correcçao voltando ao início com Hernâni na direita, quando mais valia manter a opção é fazer troca directa com Corona...
O FC Porto esteve melhor na 2a parte mas ter Soares e Marega na frente numa Champions... Nem no Guimarães chega para a Liga Europa... Sem beliscar o esforço dos jogadores, mas tido espremido, um Soares falhando na cara de Fabri, é ao que se resume o melhor futebol portista após o descanso.
Apesar de andar a "navegar" na táctica durante o jogo, o treinador só se viu limitado pelas opções. Tem essa atenuante, mas os dados para a história ficam, indeléveis: o FC voltou a ter patrocínio para mostrar à Europa, mas os alegados milhões não cobriram as activações, jargão económico da moda, que uma gestão há anos desastrada conduziram. E nunca significaram crescimento, ao ponto de o recorde de 22 presenças na CL não dar para reforçar a equipa. E tantos anos fazerem esquecer a histórica 1a derrota em casa no 1° jogo na prova. O desastre que se anunciava só tem previsão igual na colocação, muito provável, em último lugar num grupo que não se pode considerar difícil.
É só fazer as contas, como dizia o outro.

10 setembro 2017

VARredela!

Num jogo sem gp a reclamar, com o Chaves, Sérgio Conceição veio falar das 4 jornadas anteriores onde em cada uma houve gp por marcar a favor do FC Porto sem que o VAR interviesse. Fez bem. Mas, lá está, já entrou a desoras. Porque já se percebeu a utilidade do VAR. E o FC Porto tem de actuar na hora, nem deve distrair-se do seu foco, como fez de Xistra atirando-se a Hugo Miguel
Presumo que esta iniciativa é do Sérgio. Porque o FC Porto, apesar do que se julga, continua a querer caçar elefantes com ratinhos, nem que seja um ao lado do teclado enquanto navega na internet.
Isto depois de o Benfica ter escapado de Vila do Conde sem perder com uma gp oferecida. E ter virado o jogo com o Portimonense com uma gp inexistente a dar o seu empate e a ver os algarvios sem um golo do empate 2-2 por suposto fora-de-jogo que o VAR não dissipa nem serve, mesmo como ferramenta útil, para discernir coisas de centímetros que deturpe uma noção fundamental que acompanha as Regras do Jogo e todos têm esquecido: mesmo com o VAR, em caso de dúvida deve-se favorecer a acção atacante e não é por um jogador ter um pé mais adiantado a uma linha patusca na televisão, tanto omitida como ao Braga na Luz como inserida como agora se fez na 6ª feira também na Luz, que se deve subverter a essência do jogo.
Mas agora temos o Xico Marques, esperto da Geometria Descritiva, a recriar as linhas imaginárias de uma bancada para o campo de jogo, como o saloio do Rui Prantos fez uma fez para explicar um golo indevidamente anulado ao Rio Ave na Luz...
O FC Porto, de uma vez por todas, tem de saber como se joga esta partida cheia de truques. Continuo a achar que não sabe. E o uso do Torto Canal comprova a inaptidão na função. 
Desonestidade campeia. Isto já soa tudo a falso, como era de prever. Não se podem esperar efeitos diferentes com as mesmas causas. E os árbitros tugas são ordinários de horror. Mas o FC Porto veio condenar um eventual assalto a casa de um dos mais fracos do Xistrema, a cavalgadua do Vasco Santos. Porquê?...
Não sejam NEScios. Até o Sérgio já percebeu! O regime alimenta-se disto, pula e avança. Quando o VAR salvar mesmo o FC Porto de uma desgraça a gritaria vai ser pior do que os pacóvios em romagem à prisão do 44 em Évora, onde até Pinto da Costa se deslocou e António Costa também fez a mise en scène.


09 setembro 2017

Vai formoso mas não muito seguro

O primeiro jogo após paragem pelas selecções e o pior jogo a iniciar a primeira série de partidas consecutivas para marcar a fase da época em que muitas coisas começam a definir-se, até pelo fecho do mercado.
O 3-0 final ao Chaves é lisonjeiro para o FC Porto, depois de 1a parte sem nervo nem rasgo, com Layun, Coronária, Danilo e Brahimi mal no passe e prejudicando a construção, quase se lances de perigo. Jogo colectivo frouxo, pressão ofensiva timorata e desordenada, 0-0 desolador ao intervalo a recordar épocas recentes. Há atenuantes pelas viagens e as selecções que até levaram Layun a sair do limbo da indiferença, mas ainda na tónica da insuficiência. Soares acabou de voltar a jogo, mas o ataque funcionou mal e ainda pior com a vantagem.
Sérgio Conceição deixou a equipa estender-se no campo conforme o Chaves se espraiou com substituições ofensivas de Luís Castro. Faltava unir, esconder a bola, dividir o adversário, mas em vez disso houve bola longa e jogo desligado quando havia espaço para jogar. Fez lembrar a derrota inacreditável do Braga na final com o Sporting, pela incapacidade de gerir a bola, o jogo, a vantagem e os nervos do adversário.
O Chaves acreditou e teve duas ocasiões na cara de Iker, para empatar, com o FC Porto partido e tolhido, à mercê de uma estocada fatal. Havia o velho 4x3x3 com a entrada de Soares e Marega na direita em vez de Corona para a 2a parte. Mas o espaço cresceu e a vontade encolheu. Houve que meter Otávio, a entrar mal no jogo, depois André André para voltar ao 4x4x2 retirando Brahimi do meio e Marega da direita... Coincidentemente com a equipa mais unida, surgiram dois golos, um por gp inatacável mas cuida do céu, ainda que golo só de recarga, e já em contra-ataque mas com bola no pé, acabando Aboubakar, Soares e Marega por se associarem na expressão do resultado, melhor do que a exibição que foi a mais periclitante até à data.
A Champions vai exigir mais, o Besiktas já não é fraquinho como dantes e outro jogo de susto se prevê para 4a feira, para mais com vitória na estreia em casa na competição a manter a tradição mas que pode atraiçoar Conceição...

30 agosto 2017

Xistra e o FCP? O Torto Canal atira-se ao Hugo Miguel

Não vi uns 10 minutos iniciais do programa de ontem do Universo da Bancada, mas se porventura foi escalpelizada a arbitragem mafiosa do Xistra, mais uma vez e em Braga de novo também, decerto não teve atenção e exposição como o que vi longamente sobre Hugo Miguel em Vila do Conde.
Acredito mesmo que o "jogo" completo do Xistra nem tenha subido à pantalha. Num programa onde, também aqui, se usa mais a palavra do que a imagem, um contrasenso em televisão, a defesa do FC Porto passou para segundo plano face ao ataque ao Benfica. Outra coisa sem nexo, como é a infantilizaçao do argumento já expendido de o árbitro de campo ter desculpa e poderá não ver isto ou séquito, mas o VAR não tem perdão...
Esta tese, peregrina como angelical a ausência de "processos de intenções" e "confiar na honorabilidade" dos árbitros de campo que se revelam nos erros premeditados, de tão fastidiodamente repetidos e "inclinados", já cansa tanto como a futilidade de algumas conversas cheias de miminhos e salamaleques.
Porque a honestidade do árbitro está em causa quando, no campo ou no estúdio da "cidade do futebol", como se fosse cidade de Deus de Sto. Agostinho ou a idílica República de Platão, revezando-se nas funções os mesmos mafiosos, os erros e a tendência se repetem até à náusea.
Quando se metem no ar nomes como Bruno Paixão e se procura não beliscar a pessoa, como se a mesma fosse distinta do árbitro e da idiossincrasia com que apita mas vai procurar via alternativa às instâncias desportivas um ajuste na nota, não se pode aplicar bálsamo e rezinhas que isto não passa.
Se é ridículo não dissecar, com o cinismo malévolo e frio como deve ser e se retrata no trabalhinho em campo, o que Xistra voltou a fazer, num jogo do FC Porto, o Torto Canal continua a fazer um mau trabalho, evocando apenas um episódio ou outro comparativo e no passado recente. Quando o melhor para Bruno Paixão é lembrar só Campo Maior, apesar de ter sido a pior arbitragem da história moderna e televisiva do futebol, por sinal quando foi o Sporting favorecido e, graças a isso, campeão, pouco mais se pode esperar dali. O contexto e a biblioteca são pavios curtos que as palavras não estendem.
E continua a fazer-me confusão um tal Pedro Bragança aludir a informação deturpada no futebol, imprensa conivente, veneranda e silenciosa com o poder instalado, uma máfia com todo o poder e a viver acima da lei referindo-se ao Benfica, vindo de alguém já identificado como apoiante socialista de algumas figuras de relevo do PS, é caso para perguntar se destrinça o desporto da política e lançar o repto de integrar um programa que desnude a geringonça e o PM vendedor de banha de cobra...
Porque se o Benfica se lança, sem pudor nem vergonha e muito menos poupando nas palavras sem demorar a emitir um comunicado após um jogo que só empatou com ajuda do árbitro, o Costa é igualmente maquiavélico e suportado por campanha propagandista de cariz similar, ou não fosse a máquina de comunicação da mesma origem sucia lista.
Há dias, sobre o já famoso, João Pinheiro de Braga, o melhor que arranjaram foi uma foto desse árbitro cartilheiro do qual não arranjaram imagens do Setúbal-FC Porto da época passada, quando eu passei a conhecê-lo sem lhe saber o nome à primeira aparição no Bonfim.
Agora, para destratar o Vasco Santos como VAR, desculpando um traste como Rui Costa malfeitor inveterado, nem uma imagem do novo padreco da paróquia saloia, sendo que eu lembro a primeira aparição dele num FC Porto -Leixões que neste blogue deixei como testemunho: era para futuro um árbitro de merda e nunca me enganou. Mas o Torto Canal não tem imagens, não tem arquivo e não tem emenda.
Continuo a não vislumbrar o que vai dar isto dos emails porque me parece mal explorado e mal divulgado, por falta de imagens. Por falta de memória, um erro grave no jornalismo e imperdoável em televisão.

27 agosto 2017

Nota do Xistra vai justificar email?

Voltar a levar porrada, ter menos faltas e mais amarelos. Um agarrar adversário em 3 ocasiões não deu amarelo, só a Danilo. Uma obstrução junto à linha lateral de Goiano a Brahimi não deu amarelo, só obstrução de Marcano a um bracarense. Mais uma gp por marcar, não do fileira Jonas com Felipe que Xistos sancionou na Luz, mas um claro derrube a Aboubakar na área bracarense. Como é possível o Braga acabar com 11 jogadores? E o FC Porto perder sete claras ocasiões de golo?
Isto não vai durar sempre, até porque o VAR não está para verificar prejuízos do FC Porto.
Sérgio, não sejas NEScio.

21 agosto 2017

Sérgio, não sejas NEScio!

Um fds desligado de tudo, nem futebol nem noticias em geral. Pegando agora nalguns jornais, vistos os 3 golos de Aboubakar de relance, algumas preciosidades do tuga way of living...
Directo ao FC Porto, constato a média de uma gp por marcar até agora. VAR só serve mesmo para não deixar dúvidas da autenticidade e legitimidade de golos portistas.
Já na área da disciplina, um escandaloso cartão vermelho por mostrar a Eliseu. VAR para o benfas nem de lambreta e a merda da acção disciplinar é o que eu supunha em lances a meio campo onde árbitros tugas nunca vêem nada. O portuense Rui Costa, de resto, é useiro e não isento, o irmão de Paulo Costa que Luís Filipe Vieira trazia amiúde à colação...
Sérgio Conceição passa por cima dos penalties por marcar para o FC Porto. O portuense Manuel Oliveira é useiro e não isento. Toda a arbitragem portuense repete a cartilha dos últimos anos e na época passada Rui Costa e Manuel Oliveira já eram relapsos nestas matérias...
Vejo que em Inglaterra, logo em Inglaterra..., o NEScio veio falar de arbitragens à 4a jornada, na II liga... O NEScio que no FC Porto só a 4 jornadas do fim resolveu falar de árbitros. Há gente sempre no local errado à hora errada e Sérgio Conceição tem de evitar o silenciamento tão penalizador para o FC Porto nos últimos anos.
Apesar de muitas loas, com os interessados e até directamente envolvidos a quererem divinizar a bondade da coisa, o VAR tem sido a merda que eu perspectivava...
De igual modo, o esgoto-executivo das 2as feiras no JN lá fez uma crítica suave ao Governo mal-parido desta paróquia e até meteu em baixo o ministro da Saúde porque a DECO diz que os centros funcionam mal...
Já a paródia em que regularmente se comprazem PR e PM passou ao lado na cerimónia da Sagrada Família. Lá foram, de Falcon, a exéquias em Barcelona, depois de trocarem as de Pedrogão Grande por beijos, abraços e uns envelopes de dinheiro oferecido por particulares.
Como um par de jarras para embelezar qualquer merda, PR e PM estiveram na famosa igreja de Barcelona mas os seus narizes empinados para o intrincado trabalho que torna deslumbrante a obra sempre inacabada de Gaudi impediu-os de tecerem loas ao chão de toda a nave magnifica atapetado com cortiça portuguesa...
Nada de novo, nem o calor, dizem, infernal, como se fossem, quais fogos descontrolados e comando sem rei nem roque, novidade.

13 agosto 2017

Descoberta a utilidade do VAR

Nesta altura da época é quando jogos à 4a feira e domingo ainda pesam nas pernas, como se viu na pouca exuberância de Corona, Brahimi e Oliver, para mais com um Tondela característico no uso do corpo-a-corpo que é a marca do seu jogo de contacto, atrapalhando mais do que joga.
Foi o que custou mais ao FC Porto, com Sérgio Conceição a perceber que meter o pé continua a não ser muito aceitável para muitos jogadores, pelo que teve de acabar com a inefável dupla Herrera-Andre André sem a equipa ligar muito o jogo à frente, também com Layun por fim e tudo a fazer lembrar as tremideiras das últimas épocas, não certamente más por acaso ou só por causa dos árbitros...
Por sinal, o Fábio Veríssimo VAR no já famigerado Benfica-Braga onde foi cegueta em dois golos minhotos válidos mas sem contarem, agora teve de recorrer ao VAR para algo que não deixou dúvidas algumas: o golo de Aboubakar que deu 3 pontos e podia ter dado mais golos mas os postes não deixaram tudo tão André Claro como o resultado merecia em vez do 1-0 final.
Depois da 1a jornada, com o golo de Marcado sem suspeita sequer de mácula, está descoberta a utilidade do VAR, que é mesmo sem dúvida ir verificar se os golos portistas são válidos, não vá o FC Porto ganhar como o Benfica é o Sporting...
E, assim, enquanto o VAR é visto pelo olho cego dos árbitros que também vão para o campo carregados de preconceitos face ao FC Porto, a utilização do VAR vai perdendo o sentido. À boa maneira tuga, de resto, onde um regabofe de leis vão perdendo nexo e razão de ser com regras em cima delas até desvirtuarem o sentido da própria lei.
No fim, ganhou o FC Porto e alguns muito estúpidos vão afirmar o óbvio do recurso ao VAR nesta vitória mais suada que sofrida pois o Tondela pouco pôs em perigo a baliza portista, discutindo o jogo aos repelões mas não a essência do resultado, justo, certo sem ser brilhante mas são estes que vinham faltando nas últimas épocas.

11 agosto 2017

VAR: Vitórias Aldrabadas do Regime

Balanço do VAR inovador na Tugalandia: triunfos fraudulentos na Luz e em Alvalade, mal acabou a 1a jornada e começou a 2a jornada.
Fernando Gomes merece louvor 💩

09 agosto 2017

Boa tendência é má tendência

A maior goleada neste século a abrir o campeonato deu expressão a um jogo competente e contundente de um FC Porto que parece finalmente renovado. Três golos bem anulados e o desencontro de Aboubakar em três flagrantes ocasiões não esmoreceram uma equipa mantida sob pressão por um treinador atento ao afrouxar do ritmo. Não houve baldas, Oliver solta-se, não há torques e lateralizaçao em excess, os laterais dão fluidez, largura e profundidade, o jogo tem sentido de baliza e servido aos pontas-de-lança em acção como nunca - e se Soares saiu por lesão à meia hora, Marega não tardou a marcar mal entrou.
Um ritmo forte, um sufoco duradouro num adversário que não se sentiu desafogado a sair a jogar, como era hábito o manso FC Porto deixar.
Passa a ser mais que uma promessa que, por exemplo, há um ano não se confirmou apesar de algo se ver. Foi ilusão, treinadores passivos, equipa acomodada...
Um onze já rotinado e apostado num objectivo de marcar e incomodar seriamente o adversário. Nem lesão, nem golos anulados, nem ocasiões falhadas perturbaram. No fim, mesmo com 3-0, com ameaça de mais, até uma barbaridade de arbitragem, corrigida pelo VAR que vai denunciar isto muitas vezes, até um erro flagrante e premeditado de um auxiliar assassino foi elevado a 4-0.
Ficou exposta a tendência de prejudicar dolosamente e sem necessidade no que foi, tantas vezes nos últimos anos, uma invulgar sucessão de golos mal anulados no Dragão.
Ao invés, por sinal, vimos na Luz a tendência de com muitas dúvidas e por milímetros de diferença ser cerce assinalado um fora-de-jogo que podia dar 2-2 ao Braga frente ao Benfica.
A cartilha está aí ainda e só um FC Porto fortíssimo pode superar a pouca-vergonha que não cederá facilmente.
A toada de conquista, vista nos triunfos dos duelos individuais, nas bolas ganhas nas divididas e na apetência pelo remate e por colocar a bola na área diante de avançados sedentos e impetuosos, a verificar se se confirmará nos jogos fora, como em Tondela já no domingo, onde o FC Porto se descaracterizava e até dissolvida facilmente.
A seguir.