05 fevereiro 2020

20 anos de Campo Maior e um epitáfio da Revolução Francesa

Vai fazer dia 19 próximo 20 anos do inominável roubo de Campo Maior, perpetrado por Bruno Paixão, que custaria o Hexa campeonato ao FC Porto - foi o Sporting beneficiado - e que nos sugeriu ter a arbitragem tuga batido no fundo. 

Então, tal como hoje, a Comunicação Social aquiesceu, o Record chegou a dar nota positiva, 3 em 5 pontos, o FCP voltou a ser Tri e Tetra, já não o deixaram ser Penta outra vez (2010), podia ser Octocampeão (2006 a 2013) apesar dos vários João Ferreira, Elmano Santos, Duarte Gomes e tutti quanti.

Evoco isto numa rara incursão no blog - uso o Twitter na hora, diariamente - porque na próxima semana vou pôr-me a leste de tudo.

Quanto mais longe melhor, até porque, com outro campeonato em curso manobrado pelas arbitragens mafiosas e malévolas, acabámos de vivenciar mais um dia de jogos com FC Porto e Benfica em que as Leis do Jogo foram vilipendiadas. Mas não só, pois o VAR consegue levar a incompetência e a ordem mafiosa ao rubro. Mais uma vez, como sucedeu na época passada, o FCP devia ter ganhado um jogo mas acabou empatado e o Benfica devia ter empatado ou até perdido, como com o Aves e nos Açores com o Santa Clara na Liga, com o Rio Ave e o Famalicão, estes para a Taça, mas acabou a ganhar jogando com 11 até ao fim com a benevolência dos árbitros tecnicamente incompetentes e moralmente corruptos.

Neste particular, recorro a uma citação histórica (imagem) com que o conde Chateaubriand mimoseou Talleyrand, um bispo promíscuo com volúpia por dinheiro e mulheres no tempo da Monarquia derrubada pela Revolução Francesa que conseguiu atravessar com êxito e mais opróbrio até chegar a ministro de Napoleão com quem acabou incompatibilizado e afastado do poder ao sugerir não atacar a Inglaterra...

Não só a repugnância do dichote do político verrinoso e literário também nos remete para o nojo perante a incontrolável roda-viva da miserável arbitragem tuga, mas Chateaubriand foi mais longe: "como os cadáveres das prostitutas incapazes para dissecação tais os vícios da sua vida de depravação", mais ou menos assim.
Já agora, para memória portista, convém salientar, até pelo silêncio sepulcral do decrépito presidente, que Pinto da Costa elogiou a Liga de Pedro Proença e afirmou publicamente que o presidente dos árbitros, Fontela Gomes é honesto...
Chega de misérias, né? O tempo das revoluções realmente acabou, ainda que nem as mais célebres o tenham sido pelos melhores motivos e só com heróis.

Basta ver a choldra em que se tornou Portugal, 130 anos após o epíteto do grande Eça, na Justiça totalmente manietada e na política descida ao msis nauseabundo chiqueiro socialista!

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