16 janeiro 2018

Nostradamus previu congestionamento portista

Depois da vergonha terceiro-mundista da fragilidade da bancada do Estoril, perante um Pinto da Costa ensonado e a morrer de tédio enquanto dirigentes locais se riam da tragédia que esteve iminente, custa-me aceitar que o FC Porto aceite jogar a 2a parte de um jogo que tem tudo para desrespeitar a verdade desportiva. É que, entre o congestionamento do calendário portista, o Estoril vai jogar uma 2a parte sem desgaste físico algum para defender uma vantagem de 1-0 que ser lhe caiu com um bamburrio para além da ineficácia de Marega e Aboubakar que podiam ter invertido o resultado antes do intervalo.
Se o FC Porto aceita jogar 45 minutos em desvantagem depois do sucedido, sem defender a sua equipa e sem uma palavra para os seus adeptos sacrificados, para gáudio dos responsáveis estorilistas que passam impunes na iminência de uma tragédia, com uma remarcação do que falta jogar para 21 de Fevereiro, então aceita parte do regulamento de competições e não usa o argumento do art. 94° que prevê derrota para o clube visitado nas condições de insegurança e ameaça para a vida humana, como deve ser imputado ao Estoril, cujos dirigentes gozavam o caos instalado e transferido para o relvado.
Estranhamente, só se viam jogadores do FC Porto a preparar-se para o regresso ao campo, nenhuns do Estoril, mas as condições em volta dos seus adeptos também ficam fora dos cuidados da SAD portista.
E, em vez da greve de árbitros que aqui o Nostradamus previu para atrapalhar o FC Porto, além do estorvo da taça da treta, temos mesmo o sobrecarregar de jogos já com o Liverpool no calendário próximo.
Como sou do tempo dos campos escabrosos nos anos 70, ainda com pelados, e 80 sem o mínimo de segurança, lembro ainda quando Pinto da Costa garantia ir o FC Porto faltar a uma final da Taça se o palco fosse mudado das Antas, em 1984...
Pinto da Costa morreu há uns bons 10 anos como denunciei desde então, enquanto presidente do FC Porto que uns parolos ainda vêem vivo mesmo que embalsamado.
Podia ter corrido o risco de ser sepultado debaixo de uma bancada em ruínas numa qualquer costa dos naufrágios em inóspita paragem africana.
Além do Nostradamus, aqui há muito se escreve como o futebol tuga, dito do campeão da Europa, ser mal administrado, mal propagandeado, mal jogado, mal arbitrado, mal comentado e mal filmado.
O crime antijornalistico da SportTv em directo, pelas intervenções informativas que não teve e os dislates idiotas do comentador Pedro Henriques confirmam o cancro instalado.
Do very-light que, de uma bancada a outra, matou um adepto, às mortes de adeptos na rua em rixas de gangues, continuamos a vaguear entre o banditismo latino-americano e o africanismo amador. Com adeptos, eles a essência económica do negócio, deixando-se encurralar qual carne para abater.
Há mais de 40 anos que espero que um dia a casa venha abaixo.
E sei que há 40 anos Pinto da Costa clamava contra Américo de Sá se deixar enlear pelos interesses da capital.
O que me vale é dentro em breve, como há um ano, ir ficar bem distante desta estrumeira. Saberei dos resultados, fora de horas, e pouco mais. Porque há muito, não conivente com estes pequenos triunfos dos porcos, deixei de dar para este peditório franciscano.
No campeonato que destrói urbi et orbi a verdade desportiva, o FC Porto que tem mostrado raça em campo, já nem um aí suspira fora dele.
Very SAD...

11 janeiro 2018

Assimilado

O 2-1 que leva o FC Porto a outro confronto, este duplo, com o Sporting nas meias da Taça a duas mãos, não espelha o domínio do jogo no Moreirense. Soares foi infeliz na finalização, sendo um dos muitos postos a rodar num onze que manteve só Marcano, A. Telles, Danilo e Brahimi dos titulares no último jogo com o V. Guimarães de domingo último.
Herera e Layun marcaram com golos a superioridade na 1a parte, quase decidindo a eliminatória. A gestão do plantel tem sido óptima mas as primeiras finais vão chegar em 4 jogos para as 3 provas domésticas frente ao 2° classificado do campeonato.
Siga, que vai bem...

07 janeiro 2018

Liderança firme vale por dois

Dois pontos de vantagem a fechar a 1a volta, dois golos de diferença sobre um V. Guimarães tacticamente muito acertado, dois penalties por marcar pelo Artur sonso Dias do costume desta arbitragem prostituida, dois golos de Marca, um de Aboubakar e outro, de bandeira, de Brahimi. Pareceu um festival de futebol mas só pelos 4 golos em meia hora endiabrada na 2a parte, pois o FC Porto também experimentou a desvantagem de 0-1 numa rara ida à baliza dos minhotos que beneficiaram dia bondade do VAR numa situação de milimetrico fora-de-jogo.
Mas o VAR voltou a ser inadmissível em duas situações de gp claras a favor do FC Porto, uma ainda com 0-0, tornando-se óbvio o défice de entendimento das Leis do Jogo mesmo para árbitros com recurso a vídeo.
O FC Porto confirmou a liderança com uma autoridade que merecia maior avanço na tabela
Os árbitros tugas confirmam-se uma merda de trazer por casa.
Segue-se Taça de Portugal no Moreirense na 5a feira, defesa da liderança depois de os adversários jogarem no próximo fim de semana, com jogo à 2a feira no Estoril, e outra jornada antes das decisões da taça da treta. Era em Janeiro que o FC Porto timorato claudicava. Pode ser que ganhe embalo com o elevado ritmo a que joga e nenhuma equipa logrou acompanhar.
Oliver jogou a titular pelo castigo de Herrera e, tal como Corona, voltou a não me agradar. Infelizmente, não é só com o Artur sonso Dias que tenho de lamentar perder tempo e palavras...

04 janeiro 2018

FC Porto afina, árbitros refinam

O FC Porto está, mentalmente e no plano internacional físico-tactico, mais forte, a equipa joga com harmonia e assimilou bem o que o treinador deseja. Chegados ao início do ano e a uma jornada do termo da 1a volta, não tenho o pessimismo realista das épocas anteriores, onde facilmente espezinhei ilusões de conquistas.
Mas o que se viu na Feira, além de um golo sofrido escusado e até estúpido, foi uma equipa capaz de reagir a muitas adversidades e vicissitudes do jogo. Daí a vitória que nos anos recentes quase ou nunca acontecia.
O FC Porto, enfim, afina o seu futebol num contexto difícil, ambientes marotos e jogos descaradamente viciados. A fraude tomou proporções gigantescas e não há tapete para onde esconder o lixo.
A arbitragem tuga, escumalha humana e própria de uma sociedade podre, vendida e sem valores, tem refinado o cinismo com que sempre acompanhou os jogos do FC Porto.
Há coisas que nunca se vêem noutros campos com outras equipas.
Daí que, apesar da liderança firme e do futebol convincente, os desmandos da arbitragem tuga não auguram que o melhor chegue ao fim em 1°.
Os 3 clássicos saldaram-se por empates mas só o FC Porto mereceu ganhar os seus. O Sporting, em 2°, a 2 pontos, podia perfeitamente ter perdido ambos.
Já nos últimos anos o FC Porto impunha-se aos rivais e tropeçava onde era menos verosímil deixar pontos.
À excepção das Aves, a equipa tem ganho, em Braga, no Bessa, por exemplo, é demonstra força e finalização onde dantes comprometia as suas aspirações, com demérito seu e desmandos da arbitragem.
Não sou, no momento, capaz de julgar tudo isto poder vencer o monstro tenebroso dos apitos vendidos nem se o FC Porto superarà jogos com arbitragem tendenciosa, ontem na Feira como antes em tantos pequenos campos.
O título é um grande desafio, mas só superado se for possível bater o Adamastor que ensombra nas esquinas a vontade de ir além. Este é o maior obstáculo, pois adversários à altura no campo ainda não se viram.
Com ou sem reforços, que parecem necessários, é só um meio de ganhar a primeira batalha. Há muitas competições pela frente, mas só o campeonato importa.