15 dezembro 2017

Greve de árbitros daria boleia a mais um título fraudulento

No estado em que estão as coisas, sem se saber tudo mas com consciência de muita coisa revelada que esmaga a credibilidade da bola tuga, uma greve de árbitros,  agora que o incómodo é indisfarçável mas sobre os seus dirigentes implicados em mafiosos encobrimento, pode estar mesmo no horizonte. E ajudaria o benfas atingir mais um título fraudulento.
Os árbitros pedem para falar sobre "os emails". Para dizer o quê? É fulano ou beltrano? Não! São os dirigentes anterior, Fontela Gomes, e o actual da APAF, um Gonçalves qualquer como peão num jogo de damas desonestas, que estão acossados.
Como um gabarolas Galamba a safar um ministro conivente com vigarices a desviar atenções para o tesoureiro da "Raríssimas" e a putativa presidente com lama acima do nariz acusando a senhora da limpeza de desvio de fundos, o Gonçalves não sai a defender os seus árbitros que era suposto proteger, mas sente-se atingido por revelações de conluio dele com o Benfica e sem ser capaz de minimamente, por paradoxo, sentir desconforto com a situação em que os filiados da sua associação são expostos pelas manigancias do Benfica.
Ora, se com mais dados públicos sobre a podridão da arbitragem os árbitros punham a hipótese de greve, então em 2018 têm tudo a favor para ajudarem, de outra forma, o Benfica, já afastado da Taça, sem Europa e até com a taça da treta em risco.
Uma greve que pare o campeonato uma jornada pode atrapalhar um calendário em que os outros 3 dos 4 primeiros têm Europa pela Primavera e só o Braga está fora da Taça de Portugal, discutindo com o Benfica a continuidade na taça da treta.
Com o campeonato a terminar mais cedo por causa do Mundial, atafulhar o calendário com uma, ou até duas jornadas de Liga é condicionar FC Porto e Sporting com calendários mais preenchidos.
Isto pode parecer teoria de conspiração, ou cabala como baptizou o crápula Sócrates e agora a infame Paula Brito. Mas é exequível, porque os animais desta pocilga onde se puseram em defesa do triunfo dos porcos estão por tudo. Os tambores rufam, os árbitros não escondem como isto dói e como estão expostos na sua mediocridade e parcialidade patentes dos últimos anos e sabemos como animais encurralados reagem.
Nos bastidores, o benfas mexe os cordelinhos e marionetas como o Gonçalves, calado como ratos do calibre do Adão Mendes, fomentam a revolta numa indignação forçada para tentar tudo. E o impossível, agora mais ainda do que nos últimos anos, é fazer deste benfas miserável um renovado campeão da treta.
Contudo, o nojo que esta Associação Portuguesa de Árbitros Fraudulentos causa nunca deixará de acentuar a sua marca.
É categórico que até pelo VAR esta classe de pouca vergonha se demonstra ruinosa em competências e honorabilidade. Por isso, destacados, vexados, encurralados, os árbitros vão fazer birrinhas e queixinhas para chegarem à greve. A fraudulenta APAF fará de marioneta como a CGTP para agitar as hostes em favor do patrão ou poder político que a comanda.
A seguir...

11 dezembro 2017

Putedo do mais rasca já há, faltam nomes

Com a bola de neve criada pelo polvo encarnado, com todo o pior putedo escancarado sob encarnados nomes artísticos e até criativos, depois do sucedido nos jogos recentes com galináceos e árbitros do Porto, quando vão ser desmascarados os farsantes com amantes?
Até quando vai o FC Porto escarrapachar nomes até aqui encobertos? Agora que há Gigas de informação que nenhum gorila do Uganda seria capaz de pôr no correio da manha, fica o quê por saber-se? Quando o FC Porto for espoliado outra vez?



10 dezembro 2017

Arrumado ao intervalo sem o VAR deixar de se mostrar patético outra vez

Mais uma cena incrível do VAR, com a incapacidade de julgar em vídeo falta tão clara, para gp, que o árbitro viu pertinho, assinalou sem reduções mas foi instado a ir ver o vídeo...
Com 3-0 ao intervalo a carimbar a atitude certa de mandar no jogo e não tremelicar como nas Aves, o FC Porto prolonga uma série de imbatibilidade no Bonfim que tem sido bom prenúncio, a vencer desde 1990.
Firmeza num jogo em que Sérgio Conceição pôs Maxi a lateral, adiantou Ricardo para a media direita e sentou Felipe para rodar Reyes.
Liderança confirmada contra vento e marés do VAR...

09 dezembro 2017

Mais do mesmo

Também teria renovado em Janeiro 2013 com Paulo Fonseca, depois de perder na Luz e estar à espera que os dois penalties sonegados pelo Artur sonso Dias fossem alvo de tema na conferência de imprensa...
Temo o pior, portanto...

08 dezembro 2017

Presidente, fia-te no Bagulho e não corras a denunciar o VAR..

Pinto da Costa primeiro falou e o FC Porto empatou duas vezes no campeonato, mais o empate em Istambul de permeio. O treinador é do melhor, futebol de ataque e assim é que é... Até os relógios parados acertam nas horas duas vezes e o presidente do FC Porto parou no tempo, esquecendo o resto...
Elogiou Sérgio Conceição como fizera com Paulo Fonseca,  Lopetegui e ainda há um ano com NES. Sim, este FC Porto é melhor, joga mais, aproveitou até refugo que dantes não serviu e jogadores de estúpidos €20M, como Oliver, nem no banco sentam e mesmo Casillas perdeu a titularidade.
Na semana em que o FC Porto foi escandalosamente roubado na própria casa do Dragão, como um freak reality show live on TV, nem um grito de fora o árbitro e pedido de banir o infame Hugo Miguel se fez. Como tantas vezes este século, desde o crime de Campo Maior, vai para 18 anos a 19 de Fevereiro de 2018, o presidente do FC Porto não pior.
Agora, dá uma entrevista a beliscar também no Governo, socialista, centralista e lisboeta como manda a tradição e a filosofia dos que se apoderaram do Estado usando-o em seu proveito. E fala, como falou à confiança do treinador, da PJ no caso dos emails, algo a que eu continuo a não ver o fim ou objectivo a alcançar, descrente precisamente no alcance da Lei e na reposição da Ordem.
Ora, de um indivíduo tarimbado e com obrigação de saber coisas e conhecer o País elitista, centralista, lisboeta mas nada liberal como evoca a liberdade da muy nobre, leal e invicta cidade do Porto, Pinto da Costa acredita na Virgem, como se sabe, mas ainda crê mais nos homens.
Sou do tempo em que era conhecida a composição da Guarda de honra da PJ nas recandidaturas do vigarista Vieira. Quando, decerto para desviar as atenções do crápula Sócrates igualmente a fazer as coisas por outro lado, o Sérgio Bagulho e a PJ, com a zorro Mize Morgado a comandar folhetim de cordel ditado por livro de alternadeira, o pifio dourado serviu a toda a canalha deste país de feios, porcos e maus como Visconti não desdenharia num filme de série B... E nem isso evitou que o presidente do FC Porto fosse ao EP Evora visitar o imundo 44, acreditando piamente que era um injustiçado... Vir agora zurzir no Governo socialista, com a tralha socrática que não faz por menos do que se habituou com o maior crápula desde o 25/4, além de confiar na PJ onde ainda deve estar o tal Bagulho e sua máfia encarnada, parece pouco avisado, ao mesmo tempo que pede o fim do VAR sem ter saído a terreiro há uma semana a denunciar o criminoso.
Com tantos emails e muitos nomes, já sabemos dos falsarios mas ainda não se quis tramar os árbitros e suas aventuras extra conjugais. Muitos pruridos que Rui Bosta e Jorge Rouba não tiveram em espoliados o FC Porto para lhe tirar a liderança destacada e descansada.
Já frisei ser incompreensível que o FC Porto fale das coisas à volta de Rui Bosta e não o desmascara com imagens das suas decisões em lances similares nos jogos que dirigiu de FC Porto e Benfica. O Torto Canal não tem imagens nem memória. O presidente continua a ser a cara de um projecto falhado, um clube à deriva e um rumo sempre errático.
Da entrevista de hoje quase nenhuma novidade.
Veremos amanhã a 2a parte. Eu também vou especular como o Benfica pode ser campeão outra vez no colinho dos árbitros e, sim, do Governo, porque dá jeito a este é até o safado Sócrates dizia que o Benfica a ganhar fazia o PIB disparar. O Costa de turno também continua a mentir no "creximento" como um dos mais elevados da Europa quando é precisamente um dos mais fracos...
Para mim, tudo deja vu...



06 dezembro 2017

O pior é com o diabo/polvo da paróquia

O campeão inglês Leicester foi despachado há um ano com 5-0, hoje 5-2 ao campeão francês. FC Porto 14 vezes na fase seguinte em 22 possíveis. Mas cá dentro é o diabo dentro de portas.
A reflectir

01 dezembro 2017

Rouba, Jorge, que vais ao Mundial com o Miguel

Um penalty monstruoso por marcar e um golo anulado de forma infame. Comentem o futebol que quiserem e o Pinto da Costa junte a enciclopédia da guerra civil espanhola enquanto poupa a invasão da corrupção lisboeta.
Amanhã nenhum pasquim de merda do portugalório falará sequer em ESCÂNDALO.
Mundial arranca com sorteio e sem árbitros tugas mas a POUCA VERGONHA correrá mundo certamente.
Arbitragem tuga é ESCUMALHA HUMANA. Guterres tem de mandar uma missão da ONU ao pântano.

25 novembro 2017

Sem força nem convicção

O pior jogo da época, suplantado em velocidade e vontade pelo adversário, ainda obrigou apenas o FC Porto a puxar do brio quando reduzido a 10, por estúpida expulsão de Corona que o treinador devia ter tirado ao intervalo, e após um infantil golo concedido ao Aves que fez perder dois pontos de forma miserável, a lembrar os anos recentes de exibições frouxas e resultados desastrosos.
Com jogadores alheados do jogo, como Felipe, Corona e Aboubakar, alguns sem se aguentarem de pé pelas botas inadequadas ou falta de pernas, a vantagem portista nem ao intervalo se justificava. Se Sérgio Conceição optasse por um onze de recurso dificilmente jogaria pior, sem ligação nem apoio na frente apesar de Soares reaparecer, e assistir para um golo madrugador que mais afrouxou a equipa. Só com Marega a render Aboubakar a equipa este mais agressiva, quase "cheirando" a vitória no forcing final. O regresso dos dois lesionados foi a única boa notícia da noite, atirando Oliver e Hernâni para a bancada.
Foi muito mau e não se justificava mais.

17 novembro 2017

1, 2, 3!

Um grande jogo de Taça
Duas belas confirmações.
Três flagrantes constatações em consequência.
Vibrante, bem jogado, emocionante até ao fim, com vitória da melhor equipa sobre uma equipa adversária que repete boa actuação no Dragão.
FC Porto com jogo ao arrepio do futebol produzido, alvo da maior eficácia contrária coroada com um golo soberbo que enganava o resultado mas não impedia a fluidez do melhor futebol que precisava afinar a pontaria.
O FC Porto devia ter ampliado a vantagem antes de sofrer. Não evitou sofrer com as adversidades que ajudaram o Portimonense a ganhar confiança.
O banco portista foi decisivo e a persistência em não se deixar abater com factos do jogo a funcionarem como maré imprevista contrária foi determinante para uma vitória como antigamente, arrancada a ferros por nunca desistir de vencer.
No bom comportamento do Portimonense foi pena alguma dureza excessiva e excessos também a queimar tempo. Resultou numa expulsão inatacável e nuns minutos suplementares que evitaram o prolongamento. Prémio para as crença de um enorme coração portista e castigo para o adversário que se acomodou a uma vantagem injusta e usou antifutebol a ver se colava uma qualificação que seria de todo muito feliz, mas há que entender essa estratégia final dos algarvios, bem como regozijarmo-nos de não ter sido bem sucedida, graças a uma arbitragem correcta, o que só valorizou o epílogo dramático e empolgante de um jogo a sério de Taça.

04 novembro 2017

Herrera Herrera

O Ferrari utilitário de Sérgio Conceição começa a sentir dificuldades com o andar das competições. O pior jogo da época, a vitória menos expressiva em casa no campeonato e só ampliada no fim, em contra-ataque, depois de golo saído de um canto.
Com lesões e castigos, a pouca amplitude de opções e talentos vai estreitando o canal de exibições vistosas. Chegou a arrepiar os cabelos a falta de qualidade no último terço do campo. Porque, sabedor, Domingos fez bloco baixo e tapou espaços entre linhas. E André André jogar atrás do Aboubakar só acentua as dificuldades de fazer a diferença que um fatigado Brahimi e um trapalhão Hernâni agudizaram.
Teve de ser o pulmão e a confiança renascida de Hector Herrera a mexer com tudo. Com Reyes bem na posição de Danilo, a cumprir castigo, o mexicano até distribuiu com mais acerto passes de médio alcance. Mas a locomotiva não tinha maquinista a não ser Herrera, a marcar sem cerimónias antes do intervalo e a conduzir a vitória a fechar a partida numa assistência para Aboubakar finalizar com classe.
Um oásis de categoria, clarividência e tranquilidade graças ao duplo Herrera que teve se impor o seu ritmo sempre forte numa equipa em desaceleração da Europa. Mais do que o cansaço, a falta de lucidez e desembaraço de André André restringiu muito o volume ofensivo que esmorecia de forma exasperante com o desacerto no remate: apenas um terço dos muitos tiros foram enquadrados, mesmo com muitas situações de remate dentro da área. Aboubakar e André André não obrigaram o gr do Belenenses a qualquer defesa e isso espelha a falta de decisão ou resolução na área que fez o resultado ficar em dúvida até ao fim de uma actuação globalmente em decrescendo, de pujança física, futebol vistoso e finalização ao nível arrasador que se via.
Vai-se espremedor o que há é nem assim, note-se, Oliver chega a ser solução...

01 novembro 2017

Na manta curta, enrolar o adversário

Jogo nervoso, ríspido, combatido mais do que jogado, com nervos porque as falhas seriam fatais e muito nervoso metido em cada lance. Percebido o adversário na partida da Alemanha, que fez precipitar muitos erros individuais e do plano de jogo, mudou-se o figurino, valeu a estratégia, raça, manha e valentia que faltaram nos últimos anos em equipas portistas tecnicamente melhores. E foi em esforço de superação que o FC Porto chegou aos 6 pontos, devolvendo ao RB os 3 golos de Leipzig.
Muito destapado e desccoordenado há 15 dias, o FC Porto tinha de cortar linhas de passe com o meio-campo mais perto da defesa, evitando jogo entre linhas dos versáteis alemães em toda a frente de ataque.
Depois era aproveitar os erros contrários como eles aproveitaram os do FC Porto antes. Bolas paradas não costumam ser pontos fracos de alemães, mas esta equipa de publicidade e marketing não é de figurino alemão tout court, pelo que houve que descer um nível no espectáculo do jogo para o FC Porto recusar o jogo de nível que o RB preferiria.
Houve só uma distracção no regresso do intervalo quando mal se percebia o novo Werner em campo. Mas a equipa reabilitou-se e feriu de novo em bola parada onde a insistência de Danilo e Herrera foram preponderantes nos dois golos.
Era óbvio que ao plano inicial faltava já Marega, que dava a profundidade necessária ao futebol mais esticado em passes longos e menos de apoio, com Brahimi e Corona retidos nas linhas. Aguentar firme e punir forte foi o remédio, com a manta curta mais ainda por falta de opções ofensivas. Enveredou-se por enrolar o adversário num jogo de luta, sem espaços, amiúde com faltas em função do jogo físico, que fez ressaltar algum nervoso miudinho, porque só a vitória importava. E o mais improvável golo de Maxi rematou a contenda difícil em que a estratégia prevaleceu, a mesma que era descurada nos anos anteriores em que jogadores como Oliver ou Otávio não encaixaram, mas André André serve perfeitamente. Fez-se mais das fraquezas forças, diminuindo o potencial do adversário e protegendo as fragilidades e falta de opções do FC Porto, sempre notórias nestes jogos de alto gabarito que mais exigem. Recusar um passo na sua forma de jogar serviu para dar dois em frente, sendo que o opositor também denota a sua inexperiência internacional.
Aproveitar os factores de jogo que nos podem ajudar é prova de inteligência mesmo que se perca nota artística, salvando-se o essencial, sem que algo esteja decidido no grupo.
Um alívio e uma libertação.

29 outubro 2017

Três pontos ganhos!

O FC Porto venceu por 3-0 no Bessa e, por isso, não precisou de recuperar de desvantagem. Quer dizer, quem ouvisse o treinador e o seu adjunto a comentarem, em directo, o jogo na SportTV, em vez de estarem no banco a testemunharem a derrota da sua equipa, poderia pensar que o Boavista estaria a ganhar por 3-0 e ainda na 1ª parte; faroleiro da sua estirpe, bajulado ainda tão novo, Jorge Simão, desta vez, com a lógica da batata comum a Jorge Jesus e uma ameba em vez de massa cinzenta a partilhar também entre eles, foi capaz de dizer que podiam ter ido para o intervalo a vencer - lógica que não colheria na partida com o Benfica, quando não dava jeito dizer que quem começou a vencer é que deveria vencer no final.
 
Treinadores da treta são assim e Sérgio Conceição confirma ser diferente - e por isso vai à frente. É difícil enfrentar um dia como o de hoje, com 25 horas e o FC Porto ter dormido mais 1h na liderança, embora os 28 pontos em 30 possíveis sejam ainda mais difíceis de engolir...
 
Mas convém, e deixar assentar. Foi o que o FC Porto fez: deixou o Boavista empolgar-se, como era previsto numa batalha, física, que se previa também com o moral dos últimos resultados, o Boavista duro e truculento, a jogar muito na barafunda e pouco no jogo em que raras ou até inexistentes foram as ocasiões de golo até ao descanso. Era preciso descanso, porque estes jogos de trepidação constante e nenhum esclarecimento servem a quem deixa o adversário esgotar energias, à falta de lucidez, para desferir golpes definitivos. Estão a ver um a pavonear-se à volta do ringue no 1º assalto e depois levar KO?. Foi o que se viu e o possível 3-0 para os visitados que se anteviam nos comentários parciais e nada parcimoniosos na televisão foi uma treta difícil de engolir ante o resultado final.
 
De repente, sem o FC Porto mudar muito a não ser subir um pouco a agressividade para se equivaler nas disputas de bola, o Boavista recomeçou lânguido e tosco e viu-se a perder 1-0. É difícil, para mais, ver isto assim, porque Aboubakar começou com um túnel e em lançar Corona na direita e este cruzar para Brahimi na esquerda, parecia uma autoestrada desconhecida o caminho do goleador portista até uma baliza... deserta!
 
Mas não foi o pior, porque nos comentários o Boavista era uma máquina. Estava a perder 1-0 e até devia logo começar a ficar com -1, porque aquele irrequieto pretinho na esquerda, já com um ca, barafustou o suficiente com o árbitro e pediu um ca para Felipe que, num tipo decente e fazendo jus a insígnias da FIFA, devia levar um segundo ca. Pior ainda, aquela entrada sem poder nem em sonhos jogar à bola e indo direitinho aos pés do Corona era para vermelho directo, mas não para um árbitro dos padres que não só ajoelham nas missas encomendadas como escreve no Facebook e esconde a mão e a mensagem.
 
A equipa que quase estava a vencer por 3-0, se considerarmos só as ocasiões dela e não o remate do Corona antes do intervalo e a perdida de Herrera logo após o 1-0, continuou a merecer os favores dos comentadores que se ausentaram do banco boavisteiro. Foi chato que a realidade do jogo tivesse virado o tabuleiro ao contrário, porque os golos escorriam noutro fluxo e com limpidez desarmante. Tanto que Marega, solto por Herrera, também voltou a fazer o gosto ao pé, tosco que seja, em mais uma autoestrada aberta quando o FC Porto, depois de deixar o adversário saltar e esbaforir-se, tocou a bola, subiu no campo, fez uns movimentos simples e mostrou que jogar é assim.
 
O comentador, com o seu adjunto, baixou do camarote da SportTV para o banco e foi substituir jogadores. Contentara-se, babara-se, com a táctica e o frenesim danado mas inóquo. Falou para as televisões, pródigas em acolher fala-baratos... Ao fazer as substituições, foi como se não as tivesse feito, porque autoestradas continuaram abertas e Brahimi, lançado por André André, foi assinar o ponto também, sem portageiro a barrar-lhe o caminho. Estava o Boavista a jogar com -1, com -2 como deveria? Não, gozou da bazófia costumeira, do parlapiú para as televisões, encantou parolos e deslumbrou basbaques. No fim, do 3-0 virtual, viu-se ante o 0-3 real. É do caralho, senhores ouvintes, diria o outro...
 
Então, depois das exibições de sonho do Benfica e do Sporting na véspera, uma semana depois do 5-1 do Sporting ao Chaves (um dia depois do 6-1 portista ao PF) que exaltou o pé-de-microfone da SportTV, extasiado e reverente perante Jesus no fim da partida, ao ponto de o menino do coro dizer que o Sporting assustava os adversários, temos visto quem anda assustado, quem faz pantomina e quem joga à bola. Jesus, livre do banho de humildade no confronto directo de Alvalade, julga fazer parte do lote. E o FC Porto ganhou 3 pontos mesmo, porque o Benfica os perdeu no Bessa, mantendo o 11 da goleada ao Paços e o passo certo que ninguém, até agora, acompanha. Nem os alambuzados das tv´s da parvalheira que julgam ser o trólóró capaz de vingar nas pantalhas onde a bola pincha...
 
E é isto que faz a diferença! O resto, é deixá-los pousar. 
 
nota: hoje escrevi num PC, o que faz também muita diferença...

24 outubro 2017

Greve à taça da treta

Aproveitando o golpe saloio dos árbitros tugas, grupo organizado de mafiosos que não gostam de ver revelados os seus conluios com outras associações de malfeitores, reforço a minha aversão a esta competição ridícula que esta época logrou retirar a única coisa positiva que lhe reconhecia: fazer os jogos de grupos em Janeiro, um período competitivo mortiço,  na sua maioria...
Assim, voto pela greve da esperteza saloia, ditada pelo órgão de classe de um grupelho com benefícios acima até das mordomias com que o governo serve os votos da Função Pública e mantém o cidadão, mais de 50% da populaça dependente directa ou indirectamente do Estado, acorrentado a quem lhe serve as migalhas levando o bolo todo.
Para mais padronizada por esse líder de indelével lambe-botismo que é o próprio presidente da APAF sem vergonha de mendigar uns bilhetezinhos e direito a entrar pela porta 18, a greve corajosa dos associados malfeitores do futebol mentiroso é digna de gente sem classe para o proverbial murro na mesa a dirigir aos jogos do campeonato.
Isto na altura em que se chateiam por lhes chamarem padres e devotos de missais vários só mesmo por paródia de não ser a Justiça a impedir a divulgação de informações que os incriminam dolosamente, enquanto atalhos bíblicos são versados contra dupla decisão da mesma Justiça em tema  de faca e alguidar, como se relatar a delapidação que o Corão impõe ao adultério fosse melhor solução.
Esse moço de recados Gonçalves, se não erro o nome, é tão digno de dirigir a classe de árbitros sem classe como o criminoso Costa manter o Governo sob o ladrar furioso da Esquerda acéfala para quem tragédias são manancial de História.
Num aparte, ter André André, Otávio e Oliver juntos é lembrar, fora os episódios dos árbitros mancomunados com o adultério da verdade desportiva, uma outra das razões de o FC Porto não ter sido campeão nos últimos anos.
Havia ladrões a roubar pobre futebol. Como há no Governo de cortes e cativações o crime de deixar morte e miséria à sorte.

21 outubro 2017

Nova vida

Não há qualidade suficiente para a Europa, mas dentro de casa o FC Porto arrasa. Depois de 5-2 ao Portimonense, 6-1 ao P. Ferreira, muito futebol, ataque incessante, espectáculo garantido a prender o adepto até ao fim, mesmo um aficionado simples da bola ficará entusiasmado. E Sérgio Conceição só meteu Corona em vez de Sérgio Oliveira, mudando o chip da equipa, além de Ricardo Pereira mostrar que Layun não tem dimensão para a lateral-direita, sendo até difícil perceber se o figurino é 4x3x3 não geométrico ou puro, se 4x4x2 amiúde ou mesmo 4x2x4 na fase avassaladora.
Significa que a equipa assimilou o pretendido pelo treinador. A equipa parece empenhada em assustar a concorrência doméstica, mesmo sem que pacenses, tal como antes os algarvios, tenham receado enfrentar o jogo com tremeliques.
Muita pressão, velocidade, trocas posicionais, verticalidade, bola tão solta quanto jogadores confiantes nos movimentos e no toque.
Pena Brahimi não ter marcado para todo o ataque ficar registado nos marcadores, mas aquele lance aberto ao findar da 1a parte pedia lucidez no remate para o canto deserto da baliza.

17 outubro 2017

Falharam todos!

Derrota inapelavel na Alemanha num jogo mal gerido desde a montagem do 11: começou no treinador com opções muito inconsistentes, mais do que discutíveis, passando pelos jogadores sem algum se destacar pela positiva, salvo o golo de quem também não o iliba de outras falhas.
De repente, uma mudança na baliza, de súbito a falta de intensidade nas disputas, de repente um frágil Castelo que deu cartas no Mónaco mas foi sem trunfos à Alemanha.
Não cito nomes propositadamente e coincidiu, no intervalo com a comunicação do PR que visou o Governo duramente sem citar nomes, de forma a só Marcelo criticar a Geringonça justamente no seu todo, ia o jogo a meio, respeitou o intervalo da bola, mas justificava a crítica ao FC Porto também.
Fica assim. E o FC Porto obrigado a bater o RB no próximo jogo ou hipoteca logo hipóteses de apuramento.

14 outubro 2017

Bom jogo

O FC Porto defrontou o Lusitano de Evora de forma muito séria e a jogar a sério. Valoriza a competição, respeita o adversário que fica com uma ideia do que é o nível mais alto e estimula os adeptos, que vêem não se tratar de uma brincadeira e que não se joga com o seu espírito desprezando a sua Carteira. Parabéns. Do 6-0 e das incidências pouca relevância terá o que se disser, a não ser que o desfecho é corolário da atitude!

01 outubro 2017

Uma equipa ganha, dois pontos perdidos

O FC Porto perdeu a oportunidade de distanciar-se com autoridade inquestionável na liderança que soube manter firme, sem conseguir ganhar em Alvalade pela primeira vez desde 2008, fruto de muito bom jogo, equipa sólida e competente mas incapaz de finalizar muitas ocasiões de golo.
Na cara de Patrício por 3 vezes, Aboubakar falhou. Fora o resto, de outras falhas em cima, mais uma bola na barra. Desta vez, com o Sporting a fazer o 1° remate aos 44 minutos sem perigo, nem em recargas a bola entrou.
A equipa foi brava e boa, agarrando a partida desde o início e deixando Casillas com o clássico mais sossegado da sua carreira.
Certo que as duas defesas estiveram muito bem, mas perdulário foi o ataque portista numa equipa ciente de todas as tarefas a fazer mas sem golos não se ganham jogos.
Quando, a essa falta de qualidade finalizadora, há que substituir Herrrera por Otávio e Aboubakar por Soares, percebe-se as limitações actuais do FC Porto, mesmo superior em todos os aspectos do jogo.
Soube a pouco e, de resto, numa partida com o árbitro Xistra a roçar a excelência, o que não é só merecedor de destaque, como a única vez em que não apitou para prejudicar o FC Porto.
Liderança firme, equipa ganha e processos consolidados aos quais outra qualidade de definição daria outra dimensão ao seu futebol maduro, sereno e consciente de todos os detalhes que definem as grandes equipas.
Atendendo às limitações conhecidas, o nível vai subindo e a confiança crescendo. Não parece mais a equipa infantil e desatenta dos últimos anos, mas quando jogadores como Corona e Oliver são suplentes não faz propriamente bem esse destaque, antes acentua o défice de reforço que se sabe para esta epoca
Sérgio Conceição meteu mesmo Sérgio Oliveira e só não repetiu a equipa do Mónaco porque Layun, em nível alto e atento, teve de render Ricardo. O treinador repetiu e ganhou. Tem a equipa na mão, o balneário solidário, um campeonato para ganhar a manter esta competência, não aquela do bacoco Jesus que começou a partida em casa em modo defensivo expectante à altura da sua bazófia.
Dois pontos perdidos com alguma frustração, mas muitas coisas ganhas ou pelo menos consolidadas, com créditos e confiança. Foi de líder que merecia mais: o comandante incontestado do campeonato e o treinador que demonstra saber o que fazer. Aplausos na amargura, por fim.

26 setembro 2017

Sérgio&Sérgio: podem repetir, sff?

Da pobreza franciscana do Dragão à opulência arrebatadora no Principado: o FC Porto reeditou o 3-0 ao Mónaco em Gelsenkirchen, Didier Deschamps reviu tudo agora na bancada e como treinador só dá França, mas este 3-0 principesco dos dragões não vale a final de 2004 mas foi uma primeira pequena final ganha pelo novo técnico portista pouco preocupado por entrar na milionária Champions sem trunfos na manga e muito dado a fazer render as pratas de uma casa remediada.
A entrada de Sérgio Oliveira, que eu e muitos nem saberíamos que ainda estava, regressado como outros, no plantel remendado não foi ao género do Costa lançado uma noite por António Oliveira em Old Trafford para ser queimado vivo pelos diabos. O médio portista mais dado a destaques pela negativa nas redes sociais por "socializar" em demasia para um profissional de futebol foi um sócio importante para o ressurgimento portista na Champions, depois da histórica derrota caseira de entrada há 15 dias.
Reforçou o meio-campo numa estratégia agora bem delineada por Sérgio Conceição, sem as avenidas oferecidas aos turcos para passearem no Dragão e até, com Marega descaído na direita, a barrar os corredores laterais aos da casa. Sérgio Oliveira, de quem mal se deu conta na meia hora inicial, fechava na esquerda, enquanto protegia e apoiava Brahimi.
Num terreno escasso onde o preço por metro quadrado é quase proibitivo e os bólides locais têm de refrear os cavalos de potência em ruas estreitas e quase sem rectas, apesar do circuito citadino da F1, o FC Porto vendeu de forma exorbitante o seu espaço de forma que nem os abastados monegascos puderam comprar.
Senhor absoluto do jogo, dominador estratégico e conquistador onde nunca vencera alguma equipa portuguesa e onde mora o campeão francês, o FC Porto não só fez esquecer a derrota caseira como lançou as bases de um projecto sério que tem de ser olhado pela óptica de Sérgio, o Conceição.
Tá visto que não olha a nomes e, confirmados os fiascos de Oliver e Corona, lança mão de alternativas até aqui imprevistas, para não dizer pior. Já tinha sido Layun, o patinho feio Herrera volta a fazer o seu caminho, o desengonçado Marega lá destrói o que não é para ficar em pé e o FC Porto descobre-se em fortuna e bonança.
Danilo sente dificuldades em jogar mais adiantado e perde posicionamento e bola muito mais à frente do que estava habituado. Mas a equipa ganhou agressividade táctica, posicional e quer nas divididas quer nas bolas paradas deixou de parecer infantil.
Eis que, repetindo nomes de Sérgio protagonistas, com Herrera a subir e Marega impetuoso, vê-se que não dá para emendar aquele tremendo fiasco de entrada, mas o outro ar que a equipa respira, fugindo ao trivial adivinhamento do onze - tão difícil de calcular como era com António Oliveira que lançou Sérgio Conceição no onze portista há 20 anos -, o painel de jogo é por todos partilhado e a míngua de opções uma oportunidade para todos.
Pode não ter o fito de repetir táctica e trunfos, mas se Mónaco e Sporting eram dois testes cruciais para a definição desta fase da temporada, este foi passado com excelência e em Alvalade dá mesmo para reeditar: o Sporting de Jesus joga basicamente com mo o Mónaco de Jardim, a quem o FC Porto fechou as avenidas centrais e limitou corredores laterais. A chave táctica da vitória teve um desempenho competente como há um ano se viu em Roma - foi 3-0 inédito em Itália que poucos já recordam - precisamente antes de uma visita à Alvalade onde então faltou golpe de asa e o modelo de jogo com tracção atrás não convencia...
Sérgio Oliveira compôs bem a manta e Sérgio Conceição, que não deixa correr o marfim desde o banco, ralhando aos jogadores e corrigindo como nenhum dos 5 antecessores fazia, mostra saber que o carrinho utilitário pode ir longe, quiçá fazer um jackpot no Casino em Montecarlo.
Um cheque farto em Alvalade, para deixar rivais a 5 pontos em Setembro, seria um seguro contra todos os riscos. E ricos.
Há gente feliz com o suficiente para viver bem.
Ora, seja com Sérgio&Sérgio ou de outra forma, não se importem de repetir domingo.
Para já, barriga cheia com jogo em cheio a que o rotundo resultado fez justiça. E que bem sentir a fuga ao vaticinio de último do grupo. A dupla jornada com o estreante de Leipzig que tem também um Dragão como estádio será precioso.
Foi assim, em 2008, com duas vitórias sobre o Hamburgo, que o FC Porto arrancou para uma bela época embora Jesualdo tivesse um plantel rico e farto, além de campeão.
A corrida de Conceição é outra. Etapa a definir: Alvalade.

23 setembro 2017

A facilidade de criar e marcar

Fácil 3-0 com Herrera confirmado titular em detrimento de Oliver e Corona de volta à direita porque Otávio não justificou a titularidade em Vila do Conde.
Movimentos tipo dos anos 90, mais gente à frente da bola, 3 defesas no começo da jogada desde trás porque um lateral fica logo subido, um trinco só sem estar preso, Herrera mais solto e mais gente entre linhas do adversário. Boa exibição coroada com 5° golo muito bonito e Herrera inteligente na subida à área. Portimonense marcou dois golos também bem engendrados e podia ter marcado no fim, provando o seu espírito construtivo que não perdeu mesmo com 3-0 antes da meia hora.
Mónaco e Alvalade como testes à evolução da equipa e confirmação das opções firmes de Sérgio Conceição.

17 setembro 2017

Falta eficácia ao carrinho utilitário

Desfeitas as ilusões europeias, ainda que de pouca monta, o FC Porto mostrou a pequena versão utilitária para consumo doméstico que marcará a temporada.
Mas a trabalhosa vitória em Vila do Conde, com 1a parte de susto e 2a de sonho só manchada por um idiota golo sofrido digno de amadores, comprovou a falta de qualidade agudizar por ausência de reforços que trouxessem coisas diferentes. E quando continua a ser Marega a puxar pela locomotiva ainda que Brahimi seja um dinamizador, parece tudo dito, e pior será se for assim tudo espremido.
Na versão Marega+10, com defesa sólida mas infantil no 1° golo sofrido nas lides domésticas, não abona em favor da valia do plantel, ainda à procura do novo modelo de bola mais rápida a circular em busca do espaço que poucos procuram.
Ao sentar Oliver e Corona, inexistentes e substituídos cedo nos últimos dois jogos, Sérgio Conceição mostra empatia pelos que dão tudo e não está para cobtemporizar para quem dá pouco. Mas sendo dois potenciais titulares de caras a sofrerem esta lição de gestão competente sem olhar a nomes, resta a preocupação: ou o sinal e lido e sentido por todos, onde nomes não contam, ou um plantel sem novidades ficará ainda mais curto para as encomendas, mesmo de trazer por cada.
Herrera entrou para o meio e Otávio para a direita. O mexicano com a pecha do costume mas um coração enorme que compensa falhas nas expectativas de boa e rápida entrega da bola, que já não melhorará. O brasileiro é que nem entrega da bola (só um bom passe) nem genica. Não justifica a titularidade.
Onde o aporte colectivo vai dando resultados, a inconstância individual de quem mais se espera não augura nada de muito bom. E essas pecas são fatais na Europa, vamos ver se servem por cá. Até porque, apesar do golo em canto ao 1° poste, Danilo teima na lentidão e multiplica maus passes. Com Otávio complicativo e lento, incapaz de se chegar aos avançados mesmo sem actuar a 10 como gostaria, percebe-se como o patinho feio Herrera ajudou ascensão do miolo e um salto de qualidade na frente após o intervalo. E com Aboubakar lento e sem graça ou ritmo como no Instagram, foi mesmo Marega decisivo no 2-0 e nos desequilíbrios da 2a parte onde o triunfo foi mais que justificado.
Num jogo com menos posse de bola (55-45%), mas quase todos os 12 ou 14 remates dentro da área e metade enquadrados na baliza, o carro utilitário portista tem de melhorar a eficácia que também foi perdida numa desatenção defensiva de palmatória.
Vai-se salvando o salvavel enquanto uns ainda se admiram de Oliver ser preterido a Herrera e terem de levar com o tosco Marega em vez do criativo Corona.
Sérgio vai conduzindo, em busca da vertigem do espaço e com menos manobras artísticas inúteis. É bom que se habituem, mesmo que há muito tenha desaparecido do painel portista a rubrica de arte de outros tempos.
Isto é o campeonato e a bitola muito alta, inalcançavel para quem julga ver e ter ainda jogadores de primeira qualidade.

13 setembro 2017

Cativações no Dragão também empobrecem sem serem assumidas

Duas novidades mas sem novidades. Porém, um desastre histórico e por mais de uma razão. O resultado é conhecido e era previsível. Vai custar a digerir, mais uma vez, mas este fracasso é o reflexo do declínio inevitável do FC Porto.
Escusam de discutir tácticas e estratégias, porque nem se lembram do que comeram ontem e olham para o prato vazio à sua frente. Não se preocupem: gente supostamente especialista não soube que o FC Porto perdeu pela 1a vez em casa o 1° jogo na CL. E creio que nunca sofreu 3 golos, nem do Real Madrid (cprrigido: 1-3 em 2003, a caminho de Gelsenkirchen, may no for em estreia, apps 1-1 em Belgrado), do Liverpool, do M. United, do Barcelona, tinha de ser o Besiktas com quem o FC Porto nunca perdera!
Sérgio Conceição já entrou na história pela negativa. E assumiu a falha estratégica muito bem, pela abordagem táctica errada ao jogo. Más opções e leituras que já condenaram Lopetegui ainda há dois anos com o D. Kiev.
A SAD nunca assumirá a sua culpa. Isto não tem a ver? Tem!
Há um ano prenunciava-se o desastre, sobrou o surpreendente 3-0 em Roma sem evitar 1-1 na abertura da Champions com o modesto Copenhaga.
Ninguém se lembra, como talvez tenha agora passado ao lado. Mas há um ano não houve patrocinador nas camisolas, salvo erro, na Europa. O administrador Fernando Gomes desvalorizou, em nome de negócio futuro maior. Agora, em vez da Meo que por um tempo não existiu, surgiu a Altice e o novo símbolo, derivado do negócio do século.
E se foi tragicomédia a igualdade com os dinamarqueses, a falta de qualidade vista está noite deve pregar a última tacha no caixão, fixando o FC Porto no último lugar do grupo.
Com novo patrocinador assente num supercontrato milionário, o FC Porto entrou na Champions sem reforços! Nem vale a pena lembrar que Soares e Marega há um ano estavam em Guimarães, onde também estiveram Otávio e Hernâni lançados hoje na 2a parte, até Ricardo andou pelo Berço...
É assim que se enfrenta a Champions, sem reforços e com patrocínio badalado que deu nisto: 1-3 com Besiktas, que compra forte e ganha sem escândalo no Dragão...
Não, isto não foi falta de eficácia. Foi falta de qualidade, falta de opções e falta de génio que, nestas circunstâncias, fica limitado, se não mesmo improvável!
O treinador assumiu as suas falhas. Mas tem razão em aludir a falta de opções. Já tem é de perceber que Oliver é só meio jogador e como 10, na camisola e no campo, pode confiar tanto nele como Corona a extremo, tendo de substituir os dois ao intervalo... Já no domingo o mexicano foi inútil, já hoje Danilo foi lento e também acabou, como os outros, substituído.
Quando, em dois jogos consecutivos tens de meter um tosco como flanqueador, tecnicamente, como Marega, sem poder exigir mais dele todo esforço e alma e pouco mais, está tudo dito. Se Sérgio começou com um 11 fraco no meio mas sem explodir nos flancos onde o Besiktas é muito fraco, o treinador corrigiu ao intervalo, com André André e Otávio no meio, mas corrigiu a correcçao voltando ao início com Hernâni na direita, quando mais valia manter a opção é fazer troca directa com Corona...
O FC Porto esteve melhor na 2a parte mas ter Soares e Marega na frente numa Champions... Nem no Guimarães chega para a Liga Europa... Sem beliscar o esforço dos jogadores, mas tido espremido, um Soares falhando na cara de Fabri, é ao que se resume o melhor futebol portista após o descanso.
Apesar de andar a "navegar" na táctica durante o jogo, o treinador só se viu limitado pelas opções. Tem essa atenuante, mas os dados para a história ficam, indeléveis: o FC voltou a ter patrocínio para mostrar à Europa, mas os alegados milhões não cobriram as activações, jargão económico da moda, que uma gestão há anos desastrada conduziram. E nunca significaram crescimento, ao ponto de o recorde de 22 presenças na CL não dar para reforçar a equipa. E tantos anos fazerem esquecer a histórica 1a derrota em casa no 1° jogo na prova. O desastre que se anunciava só tem previsão igual na colocação, muito provável, em último lugar num grupo que não se pode considerar difícil.
É só fazer as contas, como dizia o outro.

10 setembro 2017

VARredela!

Num jogo sem gp a reclamar, com o Chaves, Sérgio Conceição veio falar das 4 jornadas anteriores onde em cada uma houve gp por marcar a favor do FC Porto sem que o VAR interviesse. Fez bem. Mas, lá está, já entrou a desoras. Porque já se percebeu a utilidade do VAR. E o FC Porto tem de actuar na hora, nem deve distrair-se do seu foco, como fez de Xistra atirando-se a Hugo Miguel
Presumo que esta iniciativa é do Sérgio. Porque o FC Porto, apesar do que se julga, continua a querer caçar elefantes com ratinhos, nem que seja um ao lado do teclado enquanto navega na internet.
Isto depois de o Benfica ter escapado de Vila do Conde sem perder com uma gp oferecida. E ter virado o jogo com o Portimonense com uma gp inexistente a dar o seu empate e a ver os algarvios sem um golo do empate 2-2 por suposto fora-de-jogo que o VAR não dissipa nem serve, mesmo como ferramenta útil, para discernir coisas de centímetros que deturpe uma noção fundamental que acompanha as Regras do Jogo e todos têm esquecido: mesmo com o VAR, em caso de dúvida deve-se favorecer a acção atacante e não é por um jogador ter um pé mais adiantado a uma linha patusca na televisão, tanto omitida como ao Braga na Luz como inserida como agora se fez na 6ª feira também na Luz, que se deve subverter a essência do jogo.
Mas agora temos o Xico Marques, esperto da Geometria Descritiva, a recriar as linhas imaginárias de uma bancada para o campo de jogo, como o saloio do Rui Prantos fez uma fez para explicar um golo indevidamente anulado ao Rio Ave na Luz...
O FC Porto, de uma vez por todas, tem de saber como se joga esta partida cheia de truques. Continuo a achar que não sabe. E o uso do Torto Canal comprova a inaptidão na função. 
Desonestidade campeia. Isto já soa tudo a falso, como era de prever. Não se podem esperar efeitos diferentes com as mesmas causas. E os árbitros tugas são ordinários de horror. Mas o FC Porto veio condenar um eventual assalto a casa de um dos mais fracos do Xistrema, a cavalgadua do Vasco Santos. Porquê?...
Não sejam NEScios. Até o Sérgio já percebeu! O regime alimenta-se disto, pula e avança. Quando o VAR salvar mesmo o FC Porto de uma desgraça a gritaria vai ser pior do que os pacóvios em romagem à prisão do 44 em Évora, onde até Pinto da Costa se deslocou e António Costa também fez a mise en scène.


09 setembro 2017

Vai formoso mas não muito seguro

O primeiro jogo após paragem pelas selecções e o pior jogo a iniciar a primeira série de partidas consecutivas para marcar a fase da época em que muitas coisas começam a definir-se, até pelo fecho do mercado.
O 3-0 final ao Chaves é lisonjeiro para o FC Porto, depois de 1a parte sem nervo nem rasgo, com Layun, Coronária, Danilo e Brahimi mal no passe e prejudicando a construção, quase se lances de perigo. Jogo colectivo frouxo, pressão ofensiva timorata e desordenada, 0-0 desolador ao intervalo a recordar épocas recentes. Há atenuantes pelas viagens e as selecções que até levaram Layun a sair do limbo da indiferença, mas ainda na tónica da insuficiência. Soares acabou de voltar a jogo, mas o ataque funcionou mal e ainda pior com a vantagem.
Sérgio Conceição deixou a equipa estender-se no campo conforme o Chaves se espraiou com substituições ofensivas de Luís Castro. Faltava unir, esconder a bola, dividir o adversário, mas em vez disso houve bola longa e jogo desligado quando havia espaço para jogar. Fez lembrar a derrota inacreditável do Braga na final com o Sporting, pela incapacidade de gerir a bola, o jogo, a vantagem e os nervos do adversário.
O Chaves acreditou e teve duas ocasiões na cara de Iker, para empatar, com o FC Porto partido e tolhido, à mercê de uma estocada fatal. Havia o velho 4x3x3 com a entrada de Soares e Marega na direita em vez de Corona para a 2a parte. Mas o espaço cresceu e a vontade encolheu. Houve que meter Otávio, a entrar mal no jogo, depois André André para voltar ao 4x4x2 retirando Brahimi do meio e Marega da direita... Coincidentemente com a equipa mais unida, surgiram dois golos, um por gp inatacável mas cuida do céu, ainda que golo só de recarga, e já em contra-ataque mas com bola no pé, acabando Aboubakar, Soares e Marega por se associarem na expressão do resultado, melhor do que a exibição que foi a mais periclitante até à data.
A Champions vai exigir mais, o Besiktas já não é fraquinho como dantes e outro jogo de susto se prevê para 4a feira, para mais com vitória na estreia em casa na competição a manter a tradição mas que pode atraiçoar Conceição...

30 agosto 2017

Xistra e o FCP? O Torto Canal atira-se ao Hugo Miguel

Não vi uns 10 minutos iniciais do programa de ontem do Universo da Bancada, mas se porventura foi escalpelizada a arbitragem mafiosa do Xistra, mais uma vez e em Braga de novo também, decerto não teve atenção e exposição como o que vi longamente sobre Hugo Miguel em Vila do Conde.
Acredito mesmo que o "jogo" completo do Xistra nem tenha subido à pantalha. Num programa onde, também aqui, se usa mais a palavra do que a imagem, um contrasenso em televisão, a defesa do FC Porto passou para segundo plano face ao ataque ao Benfica. Outra coisa sem nexo, como é a infantilizaçao do argumento já expendido de o árbitro de campo ter desculpa e poderá não ver isto ou séquito, mas o VAR não tem perdão...
Esta tese, peregrina como angelical a ausência de "processos de intenções" e "confiar na honorabilidade" dos árbitros de campo que se revelam nos erros premeditados, de tão fastidiodamente repetidos e "inclinados", já cansa tanto como a futilidade de algumas conversas cheias de miminhos e salamaleques.
Porque a honestidade do árbitro está em causa quando, no campo ou no estúdio da "cidade do futebol", como se fosse cidade de Deus de Sto. Agostinho ou a idílica República de Platão, revezando-se nas funções os mesmos mafiosos, os erros e a tendência se repetem até à náusea.
Quando se metem no ar nomes como Bruno Paixão e se procura não beliscar a pessoa, como se a mesma fosse distinta do árbitro e da idiossincrasia com que apita mas vai procurar via alternativa às instâncias desportivas um ajuste na nota, não se pode aplicar bálsamo e rezinhas que isto não passa.
Se é ridículo não dissecar, com o cinismo malévolo e frio como deve ser e se retrata no trabalhinho em campo, o que Xistra voltou a fazer, num jogo do FC Porto, o Torto Canal continua a fazer um mau trabalho, evocando apenas um episódio ou outro comparativo e no passado recente. Quando o melhor para Bruno Paixão é lembrar só Campo Maior, apesar de ter sido a pior arbitragem da história moderna e televisiva do futebol, por sinal quando foi o Sporting favorecido e, graças a isso, campeão, pouco mais se pode esperar dali. O contexto e a biblioteca são pavios curtos que as palavras não estendem.
E continua a fazer-me confusão um tal Pedro Bragança aludir a informação deturpada no futebol, imprensa conivente, veneranda e silenciosa com o poder instalado, uma máfia com todo o poder e a viver acima da lei referindo-se ao Benfica, vindo de alguém já identificado como apoiante socialista de algumas figuras de relevo do PS, é caso para perguntar se destrinça o desporto da política e lançar o repto de integrar um programa que desnude a geringonça e o PM vendedor de banha de cobra...
Porque se o Benfica se lança, sem pudor nem vergonha e muito menos poupando nas palavras sem demorar a emitir um comunicado após um jogo que só empatou com ajuda do árbitro, o Costa é igualmente maquiavélico e suportado por campanha propagandista de cariz similar, ou não fosse a máquina de comunicação da mesma origem sucia lista.
Há dias, sobre o já famoso, João Pinheiro de Braga, o melhor que arranjaram foi uma foto desse árbitro cartilheiro do qual não arranjaram imagens do Setúbal-FC Porto da época passada, quando eu passei a conhecê-lo sem lhe saber o nome à primeira aparição no Bonfim.
Agora, para destratar o Vasco Santos como VAR, desculpando um traste como Rui Costa malfeitor inveterado, nem uma imagem do novo padreco da paróquia saloia, sendo que eu lembro a primeira aparição dele num FC Porto -Leixões que neste blogue deixei como testemunho: era para futuro um árbitro de merda e nunca me enganou. Mas o Torto Canal não tem imagens, não tem arquivo e não tem emenda.
Continuo a não vislumbrar o que vai dar isto dos emails porque me parece mal explorado e mal divulgado, por falta de imagens. Por falta de memória, um erro grave no jornalismo e imperdoável em televisão.

27 agosto 2017

Nota do Xistra vai justificar email?

Voltar a levar porrada, ter menos faltas e mais amarelos. Um agarrar adversário em 3 ocasiões não deu amarelo, só a Danilo. Uma obstrução junto à linha lateral de Goiano a Brahimi não deu amarelo, só obstrução de Marcano a um bracarense. Mais uma gp por marcar, não do fileira Jonas com Felipe que Xistos sancionou na Luz, mas um claro derrube a Aboubakar na área bracarense. Como é possível o Braga acabar com 11 jogadores? E o FC Porto perder sete claras ocasiões de golo?
Isto não vai durar sempre, até porque o VAR não está para verificar prejuízos do FC Porto.
Sérgio, não sejas NEScio.

21 agosto 2017

Sérgio, não sejas NEScio!

Um fds desligado de tudo, nem futebol nem noticias em geral. Pegando agora nalguns jornais, vistos os 3 golos de Aboubakar de relance, algumas preciosidades do tuga way of living...
Directo ao FC Porto, constato a média de uma gp por marcar até agora. VAR só serve mesmo para não deixar dúvidas da autenticidade e legitimidade de golos portistas.
Já na área da disciplina, um escandaloso cartão vermelho por mostrar a Eliseu. VAR para o benfas nem de lambreta e a merda da acção disciplinar é o que eu supunha em lances a meio campo onde árbitros tugas nunca vêem nada. O portuense Rui Costa, de resto, é useiro e não isento, o irmão de Paulo Costa que Luís Filipe Vieira trazia amiúde à colação...
Sérgio Conceição passa por cima dos penalties por marcar para o FC Porto. O portuense Manuel Oliveira é useiro e não isento. Toda a arbitragem portuense repete a cartilha dos últimos anos e na época passada Rui Costa e Manuel Oliveira já eram relapsos nestas matérias...
Vejo que em Inglaterra, logo em Inglaterra..., o NEScio veio falar de arbitragens à 4a jornada, na II liga... O NEScio que no FC Porto só a 4 jornadas do fim resolveu falar de árbitros. Há gente sempre no local errado à hora errada e Sérgio Conceição tem de evitar o silenciamento tão penalizador para o FC Porto nos últimos anos.
Apesar de muitas loas, com os interessados e até directamente envolvidos a quererem divinizar a bondade da coisa, o VAR tem sido a merda que eu perspectivava...
De igual modo, o esgoto-executivo das 2as feiras no JN lá fez uma crítica suave ao Governo mal-parido desta paróquia e até meteu em baixo o ministro da Saúde porque a DECO diz que os centros funcionam mal...
Já a paródia em que regularmente se comprazem PR e PM passou ao lado na cerimónia da Sagrada Família. Lá foram, de Falcon, a exéquias em Barcelona, depois de trocarem as de Pedrogão Grande por beijos, abraços e uns envelopes de dinheiro oferecido por particulares.
Como um par de jarras para embelezar qualquer merda, PR e PM estiveram na famosa igreja de Barcelona mas os seus narizes empinados para o intrincado trabalho que torna deslumbrante a obra sempre inacabada de Gaudi impediu-os de tecerem loas ao chão de toda a nave magnifica atapetado com cortiça portuguesa...
Nada de novo, nem o calor, dizem, infernal, como se fossem, quais fogos descontrolados e comando sem rei nem roque, novidade.

13 agosto 2017

Descoberta a utilidade do VAR

Nesta altura da época é quando jogos à 4a feira e domingo ainda pesam nas pernas, como se viu na pouca exuberância de Corona, Brahimi e Oliver, para mais com um Tondela característico no uso do corpo-a-corpo que é a marca do seu jogo de contacto, atrapalhando mais do que joga.
Foi o que custou mais ao FC Porto, com Sérgio Conceição a perceber que meter o pé continua a não ser muito aceitável para muitos jogadores, pelo que teve de acabar com a inefável dupla Herrera-Andre André sem a equipa ligar muito o jogo à frente, também com Layun por fim e tudo a fazer lembrar as tremideiras das últimas épocas, não certamente más por acaso ou só por causa dos árbitros...
Por sinal, o Fábio Veríssimo VAR no já famigerado Benfica-Braga onde foi cegueta em dois golos minhotos válidos mas sem contarem, agora teve de recorrer ao VAR para algo que não deixou dúvidas algumas: o golo de Aboubakar que deu 3 pontos e podia ter dado mais golos mas os postes não deixaram tudo tão André Claro como o resultado merecia em vez do 1-0 final.
Depois da 1a jornada, com o golo de Marcado sem suspeita sequer de mácula, está descoberta a utilidade do VAR, que é mesmo sem dúvida ir verificar se os golos portistas são válidos, não vá o FC Porto ganhar como o Benfica é o Sporting...
E, assim, enquanto o VAR é visto pelo olho cego dos árbitros que também vão para o campo carregados de preconceitos face ao FC Porto, a utilização do VAR vai perdendo o sentido. À boa maneira tuga, de resto, onde um regabofe de leis vão perdendo nexo e razão de ser com regras em cima delas até desvirtuarem o sentido da própria lei.
No fim, ganhou o FC Porto e alguns muito estúpidos vão afirmar o óbvio do recurso ao VAR nesta vitória mais suada que sofrida pois o Tondela pouco pôs em perigo a baliza portista, discutindo o jogo aos repelões mas não a essência do resultado, justo, certo sem ser brilhante mas são estes que vinham faltando nas últimas épocas.

11 agosto 2017

VAR: Vitórias Aldrabadas do Regime

Balanço do VAR inovador na Tugalandia: triunfos fraudulentos na Luz e em Alvalade, mal acabou a 1a jornada e começou a 2a jornada.
Fernando Gomes merece louvor 💩

09 agosto 2017

Boa tendência é má tendência

A maior goleada neste século a abrir o campeonato deu expressão a um jogo competente e contundente de um FC Porto que parece finalmente renovado. Três golos bem anulados e o desencontro de Aboubakar em três flagrantes ocasiões não esmoreceram uma equipa mantida sob pressão por um treinador atento ao afrouxar do ritmo. Não houve baldas, Oliver solta-se, não há torques e lateralizaçao em excess, os laterais dão fluidez, largura e profundidade, o jogo tem sentido de baliza e servido aos pontas-de-lança em acção como nunca - e se Soares saiu por lesão à meia hora, Marega não tardou a marcar mal entrou.
Um ritmo forte, um sufoco duradouro num adversário que não se sentiu desafogado a sair a jogar, como era hábito o manso FC Porto deixar.
Passa a ser mais que uma promessa que, por exemplo, há um ano não se confirmou apesar de algo se ver. Foi ilusão, treinadores passivos, equipa acomodada...
Um onze já rotinado e apostado num objectivo de marcar e incomodar seriamente o adversário. Nem lesão, nem golos anulados, nem ocasiões falhadas perturbaram. No fim, mesmo com 3-0, com ameaça de mais, até uma barbaridade de arbitragem, corrigida pelo VAR que vai denunciar isto muitas vezes, até um erro flagrante e premeditado de um auxiliar assassino foi elevado a 4-0.
Ficou exposta a tendência de prejudicar dolosamente e sem necessidade no que foi, tantas vezes nos últimos anos, uma invulgar sucessão de golos mal anulados no Dragão.
Ao invés, por sinal, vimos na Luz a tendência de com muitas dúvidas e por milímetros de diferença ser cerce assinalado um fora-de-jogo que podia dar 2-2 ao Braga frente ao Benfica.
A cartilha está aí ainda e só um FC Porto fortíssimo pode superar a pouca-vergonha que não cederá facilmente.
A toada de conquista, vista nos triunfos dos duelos individuais, nas bolas ganhas nas divididas e na apetência pelo remate e por colocar a bola na área diante de avançados sedentos e impetuosos, a verificar se se confirmará nos jogos fora, como em Tondela já no domingo, onde o FC Porto se descaracterizava e até dissolvida facilmente.
A seguir.

21 junho 2017

Nem impugnação nem imagens de Rui Costa

O Torto Canal volta a não existir como programa televisivo, que tem de valer por imagens.
Passou um mês do fim do campeonato e, creio, o tempo para impugnar a competição ferida de legalidade.
Dedicar-se a desfigurar o Pedro Guerra, por muito ou pouco que represente o Benfica; ou deixar em dúvida a honorabilidade do presidente Luís Filipe Vieira não adianta muito. Os portistas ou não sabem ou não querem saber. Os benfiquistas idem.
Pior, do consulado de Mário Figueiredo na Liga, e com outro trafulha como o então presidente da AG da Liga, Carlos Deus Pereira, são peaners.
Há claro nexo de causalidade entre emails com ameaças aos árbitros, mais o caso de Rui Costa revelado no Expresso, mas não se metem nem imagens nem do jogo em que se mudou a nota do árbitro, com efeitos sobre a acção dos árbitros. Nem imagens de outros jogos. Que porra de jornalismo televisivo é este?
Então, o Xico Marques põe em causa os campeonatos passados e não há impugnação do campeonato? O FC Porto continua, institucionalmente, sem dar um passo formal? E pede-se que o CD actue? E se não chegar queixa formal? E se recusarem, convenientemente, acudir a noticias de jornais ou programas televisivos que podiam ser radiofónicos?
Não sei o que o FC Porto pretende obter SÓ com isto.
Percebi quem é um Pedro Bragança no programa designado como Twitter do Baluarte Dragão mas que se preocupa muito com benfiquistas e menos com portistas - aliás, a nota dominante de todo o programa.
Outro assim é deixo de ver! Este foi apenas o segundo que vi...

17 junho 2017

A sério que o Benfica queixou-se do Rui Costa?

Na notícia de hoje do Espesso, que não li para lá do título, o tráfico de influências benfiquista volta, uma vez mais, a superar o surreal, com queixas de Rui Costa e ordem para abater à nota, descida de 3,5 para 2 pontos.
Se prova fosse precisa do condicionamento dos árbitros, por ameaças mais ou menos explícitas como bastam via as pontuações e classificações no final da época, como prova o caso do árbitro madeirense despromovido depois de apitar a final da Taça normalmente atribuída ao melhor da temporada, por ironia, basta ver a súmula de erros em favor dos encarnados para perceber a mudança de rumo, se existiu, nas arbitragens daquele árbitro portuense.
De memória citânia meia dúzia de jogos de Rui Costa e uma dúzia de motivos para perceber como era beneficiar o Benfica é prejudicar o FC Porto.
Nas últimas aparições deste fantasma no Dragão, então, foram só empates com penaltis por marcar para o FC Porto.
Ter o Benfica queixas de Rui Costa, como de Jorge Ferreira do Funchal, é de rir, mas o assunto é mais que sério e percebe-se tanto o Benfica estar seriamente entalado como loucamente obcecado com o controlo absoluto dos jogos via árbitros - e não faltam resultados escandalosamente preparados em favor do Benfica, algo que se via nas transmissões televisivas mesmo que silenciadas na comentadeirice de cartilha e sonhadas nos títulos de imprensa.
Que seja, ainda, Rui Costa, que sempre foi medíocre, um alvo do Benfica, mas cedo manietado e domesticado, remete para a sibilina pergunta que um dia fez Luís Filipe Vieira, nunca respondida, dirigida a Vítor Pereira: "Perguntem a Vítor Pereira porque não nomeia Paulo Costa para os jogos do Benfica"...
Uma pergunta que os pés de microfone, sempre agachados ante estes ídolos de pés de barro, nunca fizeram, nem ao presidente do Benfica, nem ao dos árbitros nem a eles mesmos, tristes figuras decorativas que nada decoram de útil para a dignificação da sua profissão.
Já sabem, porque parece que estes nomes são todos desconhecidos, que Rui Costa e Paulo Costa são irmãos e este é, agora, dirigente da comissão de arbitragem que o Benfica deixou, subitamente, de estranhar, porque rapidamente entranhou o procedimento para viciar os jogos.
Como se nunca se tivesse visto nos títulos encarnados neste século...
Agora, o Torto Canal precisaria do arquivo do dr. Poncio para um vídeo ao árbitro como Rui Costa de quem, mais do que o Benfica, mais se queixou?
Já para não falar dos outros "nomeados" pelo sindicalista da CGTP em Braga.
É preciso fazer um desenho para juntar pressões sobre árbitros e benefícios ao Benfica?
Por muito menos, e por pressão do Benfica, o Boavista foi despromovido...
Capito? Falamos de famiglia mafiosa da Luz e ramificações do poder difuso mas concentrado em Lisboa!

14 junho 2017

Amadorismo de uma SAD

Honra e mérito ao trabalho do Chico Marques na divulgação dos email que transpiram a fraudes acumuladas do Benfica.
Ele insiste no "trabalho" do Torto canal, uma espécie de coisa nenhuma que me voltou a decepcionar ao assistir ontem, pela 1a vez, a  um programa completo, salvo uma entrevista benfazeja a Pinto da Costa pelos 30 ou 31 anos de presidência - o canto do cisne.
E além da entaladela ao Benfica, com evidente tráfico de influências que é punido com descida de divisão pelo artigo. 65° do regulamento de competições, quem sai mal é o palhaço do Vítor Pereira, porque do excremento Mário Figueiredo já se tinha dado conta.
Não vou esmiuçar os pormenores, até porque os árbitros da corja foram sendo vistos ano a ano, jogo a jogo, do sobe-e-desce do Nuno Almeida que de tão medíocre chegou a internacional, salvo erro, ao novato João Pinheiro que notei logo à 1a aparição em Setúbal...
Ao longo dos anos, além de apontar sempre prejuízos de arbitragem ao FC Porto mesmo nos anos do Tetra, mais a particularizaçao de alguns nomes como Vasco Santos e Manuel Mota, também associei o vermelho desportivo ao aparelho político, dois cancros que minam Portugal. Um comentador, bom rapaz e cheio de Salamaleques para não acirrar os mouros, repisou o argumento mais de uma vez... Adiante.
Das muitas críticas que sempre fiz ao FC c Porto foi negligenciar a Liga de Clubes, onde por muitos anos os principais dirigentes portistas primaram pela ausência. Esse amadorismo de gente bem paga para defender o clube mas não cumpriu a obrigação, está a ver-se no que deu.
O amadorismo do FC Porto na sua estrutura profissional de gestão reflectiu-se na criação dessa aberração inútil que foi o Torto Canal.
Pois bem, este trabalho de fundo dos email devia ter imagens de lances, dúzias delas, e árbitros, montes deles, a ilustrar cada nome, cada acção, cada benefício ao Benfica e prejuízo ao FC Porto.
Dar só dois lances, avulso e caídos do nada, revela o amadorismo de quem fãz televisão no FC Porto.
Falar de Paulo Costa e não associar Filipe Vieira e Vítor Pereira, muito menos o irmão Rui Costa, ou não mostrar o que era Paulo Baptista ou como se moldou Nuno Almeida deixa só os emails como palavras no ar.
Como o decrépito presidente esperou, um dia, que jornalistas perguntassem pela arbitragem num jogo na Luz, em que Soares Dias negou 2gp ao FC Porto, no FC Porto devem estar à espera que as tvs do regime mostrem o que foram dezenas de arbitragens destruidoras da credibilidade do campeonato e da legitimidade dos últimos 3 títulos fraudulentos do Benfica. Porque apesar do começo do proteccionismo pelo manto vermelho em 2013-14, nesse ano o Benfica foi mesmo muito superior à concorrência.
O FC Porto continua sem fazer trabalho constante e assíduo que uns fogachos não completam.
A não ser, como preconizei mal a época acabou e face ao acordo com o Sporting, que se parta mesmo para a impugnação do campeonato e obrigar o corta-fitas do Fernando Gomes na FPF a tratar de limpar a porcaria na federação e no seu futebol de campeões da treta.
Porque só denúncias e avisos não fazem mossa real. Há que pôr o país a fogo como há 10 anos.
Do amadorismo portista ao amadorismo benfiquista.
Na Luz podiam dizer que o pessoal recrutado na Invicta faz o que fez nas Antas, mas isso seria machucar o Paulo Gonçalves e desmascarar o Jorge Gomes alegado scouter na América do Sul...
Ao Benfica não serve ainda trazer à colação o pifio dourado, pois hoje tratá-lo de documentos com gente, nomes e cargos, com palavras reais e posições oficiais dissimuladas mas mafiosas, contra alegadas revelações de uma alternativa vingativo e ressentida manipulada por um escritor de segunda com nome feminino e apelido de fruta seca.
Não se pode confundir os dois casos, como o FC Porto não pode deixar esvaziar o "momentum", sendo que a SAD ainda não tomou posição - e o director de comunicação insiste em falar de trabalho jornalístico de uma redacção sem chefia nem editorial - para não falar do director geral mestre de cerimónias que a entrevistar o decrépito presidente defendeu que no se devia falar dos árbitros...
O amadorismo do FC Porto também é um poço sem fundo. Bateu nisto.

07 junho 2017

Apito silenciado, um fait-divers para o decrépito presidente

O FC Porto devia estar ao ataque a sustentar a denúncia de cambalachos com os árbitros em favor do Benfica, o que se comprova no proteccionismo arbitral já conhecido ainda que os emails revelados sejam da época em que o Benfica menos precisou das ajudas do costume - o título e êxitos de 2013-14 foram mais por essa equipa de Jorge Jesus ser claramente mais forte e outras muito fracas, como o FC Porto incapaz de ganhar a eliminatória da Taça de Portugal em que teve resultados a favor (1-0 no dragão e 1-1 na Luz, depois 1-2 que servia a poucos minutos do fim).
O que, no entanto, acabou por suceder durante o day-after foi o habitual silêncio institucional... Aliás, na altura em que se prepara a chegada do novo treinador, está denúncia contra a máfia do Benfica cai mal. Não suscitou noticias nos suspeitas do costume, como o pasquim da Bolha e o canal TVIrgonha. Conveio a ambos falar só de Sérgio Conceição e chegou. O FC Porto não tem agenda, ou tem-nas sobrepostas?
Certo é que de Pinto da Costa nem pio, agora limitado a arrastados discursos gastos junto de quem o atura e para quem, pelo que diz o patético presidente portista, ele trabalha - os críticos não estão com ele e ca ça fodam, portanto...
Ainda bem que, entretanto, se urdiu um pequena aliança com o Sporting, esse inimigo fidagal. Não fosse isso, e havia o risco de Bruno de Carvalho dizer que isto era fait-divers e assunto para vender jornais - como o decrépito presidente do FC Porto catalogou os vouchers do Benfica aos árbitros denunciados pelo Sporting.
Com o Chico Marques a ln éter a carne toda no assador, parece haver comunicação, interesse mediático e estímulo aos desencorajar adeptos portistas a duas velocidades.
A de devagar e parado foi no tempo recente em que nada bulia no FC Porto morto institucional e desportivamente.
Claro que assim dão-se justificações para alguns meios de comunicação social nada noticiaram. A RTP ao almoço fez uma peça minimalista. A SICK, mesmo que já pelas 14.20h de ontem, conseguiu meter um trecho da leitura dos emails bem mais interessante é abrangente.
Apetece mesmo dizer que dava jeito ter Rui Cerqueira no telejornal do almoço na RTP igualmente emitido desde o Monte da Virgem. Semanas a fio, aquele que até há pouco tempo foi, cof cof, director de comunicação do FC Porto, passava todas as notícias do Correio da Manhã sobre o que Carolina Salgado dizia dos árbitros num pifio dourado.
Baço como figura no FC Porto e Yen man para servir o decrépito presidente desde que chegou ao FC Porto, Rui Cerqueira na RTP faria um vistaço para estas notícias. Ou talvez não. Não estranhem o que se passa, portanto, porque surpresas nos nomes dos "amigos" do Benfica não há nenhumas.

04 junho 2017

Em nome do pai e do filho, depois do Espírito Santo

NEScio foi sem deixar saudades nem suscitar, salvo aos louvaminheiros da paróquia, atestados de boa fé se abdicou de salários ou não. Vem Sérgio Conceição, ex-jogador da casa, como o anterior, mas um perfil quase nos antípodas de quem o precedeu. Um tiro, mais um, no escuro. Mas não só...
Depois da entrega ao Jorge Mendes, com a sodomia já conhecida e que até obrigou a um acto de contrição do decrépito presidente, temos um treinador Doyen, pelo menos à primeira vista.
À segunda vista, até pela ligação comercial não despicienda do passado recente, Sérgio Conceição não deixa de estar ligado a Alexandre Pinto da Costa. Não bastava a caterva de jogadores via filho pródigo do decrépito presidente que tanta celeuma já deu. Quando se pensava que o saldo estaria consumado em equilíbrio por via de prejuízos passados, este Sérgio Conceição treinador vem embrulhado pelo serviço Doyen, mas nunca se sabe...
Sou do tempo de Pinto da Costa ter entregue ao legítimo representante do jogador Sérgio Conceição vendido à Lazio em 1997 ou 98, salvo erro, a comissão pelo negócio. O bem de Luciano d'Onofrio foi cerca de 200 mil contos em comissões de perda de Alexandre PdC que apresentou ao FC Porto a transferência como consumada... Era tempo da zanga de pai e filho, com Alexandre nos braços de José Veiga e volta e meia cicerone de Luís Filipe Vieira no Porto, quem não se lembra de uma chegada ao Bessa de braço dado...
Pois por tralhas e por malhas lá chega, agora, Sérgio Conceição ao Dragão que não conheceu como jogador, tal como era do tempo do FC Porto hegemónico rumo ao Penta de 1999 que ele não viveu, mas triunfou na Lazio na Europa (Taça das Taças de 1999, a última disputada na sua história em Birmingham) e na Série A campeão em 2000.
Estes cruzamentos tão medidos nos bastidores como eram os da linha de fundo do ex-extremo direito portista, remete ainda para a atàvica inoperância da SAD, que se entrega aos amigos de Peniche do costume. É que tal solução, seja a primeira ou a quinta opção, significa que o NEScio esteve para ficar até ao fim. Prova de que o mau trabalho patente praticamente em toda a época, salvando-se o apuramento com a Roma, não era assim avaliado pelos incompetentes dirigentes!
Não admira que os treinadores falhem, com dirigentes da treta. Esgotada a proverbial sagacidade de o agora decrépito presidente escolher treinadores, o que se vê nunca ter sido verdade, não sabem avaliar o que passa aos olhos de todos! NEScio, que nem se fosse campeão tinha condições para ficar, como eu disse depois do clássico da Luz, esteve mesmo para ficar; afinal, teve mais vergonha do seu desempenho que a vergonhosa incapacidade de a gestão desportiva de avaliar o seu desempenho como prova da inaptidão da estúpida, pacóvia e falhada administração que nunca paga pelos seus erros, que é um Deus nos acuda, com ou sem Espírito Santo.
Ainda mandam o pai e o filho. Um dia, esperemos que os mandem borda fora. Já chega!

21 maio 2017

NEScio superou dois testes: princípio de Peter e lei de Murphy

Nem sequer chegou às 23 vitórias da malfadada época passada em que a misericórdia em que se tornou o FC Porto dos inválidos a começar pelo decrépito presidente levou a consumir três treinadores...
Também acaba sem os registos de melhor ataque e melhor defesa...
Termina a 6 pontos do 1° classificado que queria e podia e devia ter ultrapassado há 6 jornadas atrás mas só somou 2 vitórias e nem um empate conseguiu para se despedir, apático e estúpido na sua inoperante empatia e desesperante falta de energia e liderança, o NEScio conseguiu, esperando a justa indemnização por um ano de trabalhos a que nos poupa a todos.
O FC Porto era muito acima das capacidades, como impõem os limites do princípio de Peter, deste treinador medíocre que o decrépito presidente tentou por arrasto de convencer o empresário Jorge Mendes com jogadores a la carte baralho viciado fértil de segundas escolhas e más opções.
E para cumprir o que de negativo atrai um fraco astral para a lei de Murphy, se tudo tinha de correr mal até correu pior para este NEScio que nem inventado e nem inventando voltar a jogar com as libelinhas todas da caderneta que desde o início da época me irritaram profundamente e me fizeram, cedo, antever este fracasso rotundo: jogar com Danilo (vindo de lesão e claramente sem forma), Herrera, André André e Otávio recuperou o ramerrame de Agosto e Setembro, agora com Soares a servir de meco isolado como foi André Silva no começo da época.
Absolutamente deplorável este fim de curto ciclo da mediocridade repetida em que se vulgarizou o FC Porto, que fez apenas mais 3 pontos do que na época passada em que, ao contrário da tonta e fictícia verdade oficial, foi bem mais prejudicada pelas arbitragens nos 15 pontos a que ficou do vencedor da liga viciada e nojenta que se serve em Portugal.
A equipa acaba sem ter a noção de como jogava, com "10" ou só a metade, como é Otávio a fazer lembrar Carlos Eduardo, ou se deve ter um ou dois pontas de lança.
Numa desastrosa política desportiva caótica nos últimos 5/6 anos, temos jogadores comprados em definitivo esta época na porta de saída, como Layun; um poste para os jogos caseiros complicados que mostrou utilidade com o Chaves já que a Champions lhe estava regulamentarmente vedada no play-off, como Depoitre contratado pelo treinador que o ostracizou depois; um médio banal e sem corrida nem remate que custou 20M€ mas desapareceu no banco, como Oliver jogador das eirinhas; e uns 20M€ que não se podem gastar num valor nacional com mais margem e potencial de progressão, como Diogo J, mas que por razões óbvias não tem condições para ficar com ou sem NEScio que tanto o usou, o queimou e o esqueceu.
A época do FC Porto foi ganha pela entrada na Champions, face à inesperada eliminação da Roma mais atrasada na preparação, e foi o que escrevi então.
Com Felipe a oferecer dois golos hoje e Marcano mal posicionado no 1° do Moreirense até tivemos o reeditar dos erros primários defensivos que serviram a manutenção dos minhotos.
Se é a única coisa positiva, com confirmação do horrível Corona incapaz de ser extremo numa equipa sem saber ser forte por aí e marcando muito menos, eis o leigo nefasto de péssima gestão técnica e administrativa que, obviamente, começa numa SAD incompetente e arrepiantemente amadora e atàvica, em que se insere a escolha do que pode ser descrito, resumidamente, como o diário de um banana.

17 maio 2017

A guerra do Solnado chegou ao FC Porto

Não pára o ridículo da comunicação do FC Porto. Enquanto faz e desfaz e diz que diz em mais um vergonhoso caso de silenciamento de adeptos, pelas tarjas censuradas de domingo, agora entramos no domínio do onde fomos mais prejudicados por arbitragens nefastas. Brincadeira de crianças ou o retomar daquelas guerras do Solnado com alternância de dias de peleja, de descanso e um sobrante para quiçá ir à missa dominical?
Não se riam, mas com as mesmas pessoas em funções há já alguns apitos, temos que se criou, agora, o axioma, ou fatwa qual sentença islâmica, sobre o maior prejuízo desta época.
O Solnado pactuar com o inimigo para alternarem os dias de ataque ao inimigo: terças, quintas e sábados para uns, segundas, quartas e sextas para outros...
As muro de silêncio dos últimos anos, que ensurdeceu adeptos de indignação, temos agora uma espécie de Marcelo Rebelo de Sousa picareta falante no Dragão. O muro virou um biombo para ocultar responsabilidade superior. Os departamentos de comunicação dos clubes servem para isso. Eu já adivinhava, porque a vitimizaçao subitamente descoberta iria servir para a desresponsabilização dos dirigentes.
E quando tanto há para discutir na área desportiva, do incompetente treinador ao Oliver que custou 20M€ a meio da época para acabar no banco e quase incógnito no último mês, eis que o antes inexistente departamento de comunicação agora demandado em roda livre, é quem faz falar de si.
O tetra bafiento do clube da APAF e do regime tout court está assente em 3 épocas de benefício arbitrário sem comparação, salvando-se 2013-14 onde o Benfica foi claramente melhor, ressuscitado do desastre de 2013 enquanto o golpe de Kevin despenhou o FC Porto....
Pois as mesmas pessoas que deixaram Lopetegui falar sozinho contra a roubalheira querem convencer-nos que há dois anos o colinho não foi nada, comparado com esta época...
São os mesmos que nada comunicaram, não protegeram a equipa e o treinador e não teceram um murmúrio contra o colinho que se abespinham, desde Abril, contra a designada Liga Salazar. A clique comunicativa chamada a proteger a claque presidencial só agora reparou no que era público e notório. E, como Solnado, achou ser o dia da semana para entrar na guerra que há anos sepultou o FC Porto no seu incompreensível silêncio.
Eu sei que o FC Porto foi roubado dos títulos em 2015 e este ano. Mas sei mais do que contabilizar erros de um ano ou outro. Porque não admiti a bonomia com que o FC Porto aceitou ser roubado pelo Xistra na Luz, pela gp engendrada pelo Jonas que não causou mossa ao parvo do treinador, ajoelhado ante os infiéis, e aceite pelo decrépito presidente.
Ora, fora muita coisa mais, como as premonições do que seria cada época, eu estou à vontade para voltar a perguntar se os ex-jornalistas que passaram a encher os corredores do poder no Dragão seriam capazes de subscrever, enquanto tais, o que assalariados portistas agora asseveram...
Mais: um destes há uns anitos quis fazer-me acreditar que o FC Porto ia denunciar não sei o quê do Benfica e lhe tiraria pontos na secretaria - ora, o mínimo que espero deste pindérico acordo com o Sporting, tipo cartas de amor, quem as não tem, é impugnarem o campeonato logo após o fds!
Eu posso garantir que não, os jornalistas que conheci não se atreveriam a nada que fugisse ao politicamente correcto que domina a bovina comunicação social, até porque ao vivo e de viva voz ouvi e senti vários destes protagonistas, quase todos na sombra do eucalipto presidencial, asseverarem o contrário...
Das críticas aos adeptos, que se repetem, à reviravolta de costumes no tratamento dos casos de arbitragem, é tudo tão triste no FC Porto que só falta o corta-fitas mestre de cerimónias director do Torto Canal entrevistar, como há dois anos com o colinho, o decrépito presidente no pressuposto de que não devemos falar de arbitragens quando a equipa falhou por mais de uma vez o assalto à liderança.
Até o Solnado se riria e ele era mesmo e só do Belenenses...

15 maio 2017

Video-arbitro em acção...

Pronto, confirmando as credenciais marcantes em mais uma época vergonhosa, os 3 estarolas do Porto chamados aos jogos dos grandes usaram as suas idiossincrasias de cinismo incompetente numa fama de já os precede.
Jorge Rouba ofereceu mais uma GP invisível ao Benfica ou ia ficar mal na festa. Uma falta não detectada para haver um golito na 2a parte, tão inefável como uma falta descortinada só por ele a anular um golo a André Silva frente ao V. Guimarães...
(V)Aasco Santos conseguiu a proeza de marcar um penalty pelo último defesa do Sporting sem expulsar Artur Semedo nem por ser ocasião gritante de golo com avançado na cara de Rui Patrício...
Artur sonso Dias já não marca só 2 gp contra o FC Porto no Dragão. Ah, já não se lembram... O borra-botas que já experimentou ser Video-arbitro devia ver em vídeo o 1° penalty assinalado frente ao PF: sem falta do defesa pacense, a não ser falta de força de Brahimi no desarme limpo com opositor fisicamente mais forte.
Como estes lances seriam, serão, porque se repetirão sempre, ajuizado com recurso a vídeo?
Já no indiscutível 2° penalty, o agarrao a Diogo J é igual a muitos não marcados ao longo da época e que o FC Porto tanto reclamou. Tanto, não, porque o silêncio estúpido foi ensurdecedor, só quebrado de forma idiota e desesperada após uma inenarrável defesa da arbitragem do Xistra na Luz.
Depois esta gente quer ser levada a sério e queixa-se ser alvo do gozo dos árbitros...

12 maio 2017

Os árbitros do Porto e as queixas do FC Porto

O FC Porto voltou a ser muito prejudicado pelas arbitragens e há anos que é assim, com ênfase nos últimos campeonatos. Não invalida a falta de estofo de campeão que minimiza a equipa em cada ano. E os descarados benefícios ao Benfica nem lhe reforçam esse estofo nem legitimam títulos garantidos, diria alguém com arrufo de profeta ou arcanjo-proveta, serem tributos dos árbitros ao Benfica.
E se o FC Porto já era mais prejudicado antes, passou a sê-lo depois. A passividade e bonomia com que mais uma arbitragem pró Benfica com que responsáveis portistas, como treinador e presidente, brindaram Xistra na Luz foi desadequada, irresponsável e, escrevi eu logo, retirava qualquer crítica aos árbitros dali para a frente.
Houve um devaneio singular quando foi assinalado um penalty frente ao Belenenses com 2-0 e que fixou o 3-0 final. Disse a quem me rodeava que tal não seria marcado se estivesse 0-0. O que sucedeu depois, em lances similares, voltou a dar-me razão, da mesma forma que confirmava a leviandade e inusitada confiança nos árbitros com que no Dragão confiavam chegar ao título sem interferências indevidas, aqueles "factos estranhos que não deveriam acontecer"...
Subitamente, o FC Porto silencioso ante os roubos escandalosos dos últimos anos falou de arbitragem todas as semanas, incluindo Xistra em Braga pelo seu critério disciplinar que não destoou do observado na Luz... E, claro, penalties descarados voltaram a ser negados por Rui Costa, frente ao Feirense, como no início do ano passado com o Rio Ave...
Agora que a cada dia vem à baila os erros dos árbitros que o FC Porto nunca denunciou para estupefacção dos seus apoiantes que também se escandalizaram com Xistra na Luz, são árbitros do Porto nomeados para jogos dos 3 grandes na semana que pode decidir o título de campeão que a arbitragem tuga tem como missão indeclinável entregar ao Benfica.
O parolo sonso do treinador que, natural do paralelo 0 em S. Tomé, nem é carne nem peixe, antes pelo contrário, também passou a valorizar o que penalizou o seu penoso e desvalorizado trabalho.
A Comissão de arbitragem nomeou árbitros do Porto para os jogos dos 3 grandes na semana que pode decidir o título atribuído pela arbitragem tuga ao Benfica como missão indeclinavel cumprida à risca, como num guião conhecido de filme repetido de série B num campeonato miserável.
Isto quando aparece André Silva a reforçar críticas às arbitragens, mencionando até 2 golos seus mal anulados - não só mal anulados, mas sem nunca se vislumbrar razões técnicas para serem invalidados.
Mas tudo isto é tão frouxo e amador que o puto não concretizou. Ora, foi na fortaleza do Dragão que piores atentados aconteceram. E, precisamente, Jorge Sousa negou um golo frente ao V. Guimarães e outro foi por Artur Soares Dias frente ao Benfica.
Sublinhe-se, dois árbitros alegadamente alvo de ameaças por uns arruaceiros, nunca confirmadas, e não por acaso, nem por mão invisível, designados agora para a Luz e o Dragão!
Assim brincam com a dignidade portista, confirmam a máfia das designações em nomeações a la carte e com desígnio superior estudado maleficamente.
Mas, entretanto, deslocando do foco essencial, sai um improvável acordo com o Sporting num manifesto pindérico que contempla sanear um avaliador de... observadores de árbitros.
Si non é vero é ben trovato e o assalto da famiglia mafiosa continua até ao banquete final com ar zombeteiro a gozar com a cara de Sporting e FC Porto.
Um final adequado para uma peça em reposição sem dignidade de conteúdo ou valorização dos actores secundários em tragicomédia pifia.
Um descaramento assombroso a derradeira cuspidela na cara de agentes desportivos e adeptos em geral.
Convinha frisar isto e não crer em coincidências.

04 maio 2017

Video-arbitro estrangeiro ou da BTV?

O futebol português é mau. Mal jogado, mau exemplo onde se aplaude o espírito rasteiro e a sucia esperteza do encosto, empurrão e queima de tempo até com hossanas ao jogo defensivo no alto de autocarros de dois andares. É mal apitado, mal filmado e mal comentado.
Penso ser consensual esta genérica mas abrangente avaliação. É até mal dirigido, apesar dos auto-elogios frequentes culminado agora no Fernando Gomes da FPF que se põe em bicos de pés para uma comenda do Marcelo, pelo Euro-2016, permitindo-se continuar depois do fiasco Mundial-2014 onde, na sua versão, "não fomos competentes".
Agora, depois de tanto tempo calado conivente com a pouca-vergonha que se tem passado, diria o magnânimo presidente do Benfica à espera de beatificação súbita no dia 12 com o Papá certo, proclama-se o video-arbitro.
Em principio, devia ser a Liga a anunciar, ou não seja o campeonato da Liga, Salazar ou Calabote à discrição, mas o ex-arbitro que a dirige continua em silêncio, como diz o outro, salvo pedir tréguas no jornal do regime por um ecumenismo falso e impraticável em terra de infiéis e maltrapilhos.
Esta é, FPF ou Liga, a organização que permite a um clube filmar, sob alegada isenção jornalística ainda mais tortuosa de definir que um cardápio de boas maneiras de seguidores do EI, os jogos do campeonato em sua casa...
Estão a ver as imagens de lances discutíveis na Luz, serem disponibilizadas para comentário de alguém imparcial como o António Rola que uma vez o Jaime Pacheco, ainda no V. Guimarães, disse ir recomendar aos "columbófilos da minha terra"... ainda esse árbitro rasteirinho de tamanho e honestidade apitava...
A SporTv não consegue, nem nos jogos mais importantes onde multiplica meios técnicos e humanos, ter câmaras que dissipem sequer a dúvida básica mas objectiva da bola e da linha de baliza, para não falar de estádios provincianos onde há mais zonas não filmadas do que vacas nas hortas das redondezas... E é nesta base que se acredita haver imagens para boas avaliações...
Eu começo por aqui, porque sem elas não há boas decisões.
Agora, com elas olhemos para quem pode avalia-las. Ex-arbitros que nunca foram honestos no campo e prosseguem nas colunas de jornais a sua cegueira clubística? Um Duarte Gomes? O Lucílio vigarista? O João "pode vir o João" Ferreira?...
Um Pedro Henriques cujas frequentes dissonâncias com o painel levou à saída do Tribunal de O Jogo? Que dizer de painel raramente unânime na avaliação dos mesmos lances, e só sob essa unanimidade o próprio jornal leva tal julgamento à capa como notícia?
E quererem reduzir isto a mera economia e custos de implantação dos meios necessários é ridículo, lendo que o sistema custaria 28 mil euros por jogo contra os 30 mil por jogo que leva a tecnologia de linha de baliza em Inglaterra onde as imagens são absolutamente claras e sem margens para dúvidas, com decisões de valide inabalável!
Por fim, iriam retirar vida e extras financeiros a essa parolada do comentadeirismo televisivo, parte integrante da falsidade e desonestidade da bola tuga a que não são alheios os responsáveis editoriais moralmente culpados do deboche a que se chegou!
Mas se for implementado o video-arbitro e confiando no juiz de serviço, será o reconhecimento da luta de Bruno de Carvalho neste campo. Ou seja, aquele em quem, pelas reivindicações e intervenções mesmo que pouco razoáveis, os portistas devem olhar com saudades para o Pinto da Costa que já tiveram.
De qualquer modo, como não confio em ninguém, reclamo o que há mais de uma década passei a defender, sim, mesmo quando era o FC Porto tetracampeão... Que seja estrangeiro o avaliador, tal como preconizo para os jogos dos grandes!
Tudo o resto é conversa para boi dormir. O jornalismo panfletário e de caserna pode sossegar tanto quanto aquiesce na penalização serôdia por pontos devido a críticas aos árbitros... Olha, uma parvoíce, essa, saída da pacovia Liga, precisamente.
Isto é, sem a intromissão da APAF e nunca mais se ter ouvido o Evangelista dos salários em atraso ou o Rui Prantos da Verdade Desportiva levada à AR que é outro antro de deputado, o exemplo da manta de retalhos e da gestão sem rei nem roque.
Tudo mal, na mesma. Já Paulo Bento dizia, até depois de um Benfica-Sporting com o inefável Pedro Henriques, sobre os árbitros profissionais: são maus árbitros, passam a ser maus profissionais.
Foi das raras vezes que UE concordei com Paulo Bento. E ele é eu tínhamos razão.

01 maio 2017

Maxi estupidez

Evocar que Maxi Pereira já foi expulsado 2 vezes em 2 anos no FC Porto, depois de ter visto um vermelho em 8 anos de Benfica, não desculpa uma entrada brutal que só justifica o vermelho.
Fazer-se expulsar assim é tão parvo e ridículo que só faz pensar no que os jogadores do FC Porto recebem de instruções sobre as arbitragens. Porque imaginar outro desfecho que não este só mesmo de idiota irresponsável, para mais numa jogada sem perigo, a meio do campo e no último minuto com 2-0 e vitória garantida.
Deviam, há muitos anos, não silenciar barbaridades a favor do Benfica.
Usar imagens de jogos e expor a diferença de critérios disciplinares.
O FC Porto soma parvoíces todas as semanas. Até o Filipe Vieira tem razão: demasiado tempo calados. Na Liga, diz ele. No FC Porto, lamentam os portistas.

Nota do jogo: como não gosto de mau futebol, voltei a preferir ver o Barça. Deu para pegar quase toda a 2a parte em Chaves, vi os golos e a autoridade em campo do FC Porto. Mas o Maxi foi tão estúpido que não se aguenta. Não sabe que há muito não está sob a impunidade da Luz e já teve tempo, e devia ter instruções, para perceber as diferenças de tratamento dos árbitros.
Não há pachorra para os Calabotes de turno. Nem os tiros no pé dos jogadores e responsáveis do FC Porto.

28 abril 2017

Conivência dolosa

Não só o silêncio, politicamente mais cobarde do que estrategicamente compreensível, dos últimos anos pelo FC Porto contra as arbitragens dignas de outros tempos nefastos, fez parecer os fraudulentos títulos do Benfica, salvo o de 2014, sem mácula de ilegitimidade, como as repetidas violações do dever de defender o nome do FC Porto e o esforço dos seus profissionais trouxeram estes lamurios de fim de feira por falta de lucros e títulos como dolorosos tiros nos pés.
Escrevi no clássico da Luz que a complacência estúpida e a ignara aceitação das decisões de arbitragem do Xistra y sus muchachos retiraria razão ao treinador medíocre e o decrépito presidente de voltarem a tocar no tema.
Não só voltou a aparecer o Rui irmão do Paulo Costa no Dragão pela 3a vez num ano, como o Xistra reaparece em Chaves, sinal próprio de desígnios de Capela com a memória do jogo da Taça fresca e as sujinhas nomeações a la carte que se têm visto.
Os portistas, incrédulos com a bonomia e pusilanimidade dos seus responsáveis na Luz, sabem o que são as arbitragens nefastas, o medíocre treinador que não precisa pôr-se tardiamente em bicos de pés para os esclarecer e o decrépito presidente que de não ter força para um murro na mesa se fica por larachas de conversas em família para entreter associados pategos que aceitem ainda homilias de vão de escada.
A pobreza franciscana institucional do FC Porto, apesar dos beatos assomos de dignidade em veículo oficial que chega a pouco lado pela via das redes sociais e uma Imprensa acéfala desacreditada, pode encomendar a alma ao criador deste purgatório de pecados não remiveis e tentar um defunto Carpe Diem no único Papa vivo que dia 12 chega ao país do antigamente Fado, Futebol e Fátima, para gáudio dos cristãos únicos da amparada Função Pública que o queiram venerar.
Portistas estão entregues a esta bicharada que vegeta no caixão.

27 abril 2017

Piadas em familia

Depois de uns dichotes com grupo de amigos antes de um jogo de bola como se fosse digno de amadores com umas jantarada pelo meio, e após mais um roubo de igreja na fortaleza de um treinador medíocre na iminência de ficar soterrado sob ela, o decrépito presidente vai a Lisboa falar com o presidente da FPF, de quem se queixa que nada diz ou faz, e sai de lá calado.
Coloquialismo é isto. Parolismo também.
Faz lembrar a indignação tuga sobre copos e gajas de um marmanjo holandês, mas em Bruxelas o governo da treta não pediu a destituição do gajo é ficam uns tristes a brandir serôdias querelas inscrição insistindo que ele deve sair.
Pacóvios de merda, no FC Porto,  no Governo e na República.

24 abril 2017

Pinto da Costa repôs o FC Porto no 24 de Abril

Fica-se pelos dichotes tão de circunstância quanto alguma homenagem ocasional ou acto de corta-fitas ocorre. Já nem reage, a não ser tarde e por a própria ocasião o impor, quanto mais não seja para contentar os basbaques que se prezam pelo dichote mesmo que já batido e até previsível e entreter a plebe.
Não actua na hora, é mesmo capaz de passar ao lado das questões, como a desvalorização dos vouchers aos árbitros, vendo Bruno de Carvalho tomar-lhe o palco e fazer lembrar aos portistas o presidente activo, interventivo e só assim temido que já tiveram e virou canto de museu.
Passa ao lado dos vouchers que era a ponta do icebergue que os bilhetes pedidos por mais um idiota inefável da APAF, agora denunciado pelo FC Porto... Mas fala em assassinatos no futebol para ficar a alertar para violência gratuita de rua entre insurrectos mas, creio, para roubos de catedral que os árbitros perpetram impunemente - e o FC Porto deixou de denunciar na hora, vide o escândalo, mais um, da Luz com Xistra...
E é essa impunidade que ressalta agora, face ao clube cuja história se projectou no pós 25/4/74 mas passa as vicissitudes do 24 de Abril, remetendo o FC Porto à irrelevancia do tempo passado, com o presidente desportivamente morto e politicamente inexistente à luz da recuperação da hegemonia lisboeta, como na época passada, com ênfase num histórico tetra iminente benfiquista que logrou surgir no tempo presente de Pinto da Costa.
Esta herança, indisfarçável apesar do esforço encomiastico do Torto Canal, passa pelos assassinatos de resultados que já não são só longe do Dragão, mas repetem-se em casa e com vários árbitros do Porto, como repetiram esta época os trastes Jorge Sousa, Artur Soares Dias, Manuel Oliveira e agora o reincidente Rui Costa. Árbitros do Porto que há 40 quase nem existiam e os suspeitos do costume iam de Leiria e Santarém ao inefável Calabote de Evora...
Não sou tanto do tempo de se perder um título em casa com Académica e U. Tomar em 1969, em jogos seguidos nas Antas, mas antes de saber quem era Pinto da Costa já via os antigos Arouca, Tondela e Feirense ganharem ou pontuarem no Porto.
Os assaltos repetem-se e um museu de horrores marcará o sucedâneo dos títulos laboriosamente conseguidos, até o decrépito presidente deixar o clube, pela lei natural das coisas e não um impulso racional de gestão que o imponha antes, no estado lastimável financeiro e calamitoso em títulos como o encontrou há 35 anos. E faltam largos dias para 100 anos de solidão, com os novatos a conhecerem os modernos CUF, Tomar ou Académica de outros tempos, já que Setúbal e Belenenses voltaram a ser papões como antigamente.
É isto, é triste mas já há anos denuncio o plano inclinado e ausência de rumo que marca o declínio portista. Fruto de dirigente caduco, incapaz de perceber os tempos, a começar pelo da sua saída que já vai tarde, e em que o toque de Midas antes reconhecido por alarves para escolher treinadores virou apostas no escuro próprias de  nababo indiano soba de um regime caduco virado para feitiçaria e adivinhação próprias de vodu de outros continentes.
Nem de propósito, o Mónaco volta a semifinal da Champions do tempo em que o FC Porto lá passou e lhe ganhou o caneco, sendo Jardim um treinador de sucesso que chegou a ser prometido vir para o FC Porto.