01 maio 2017

Maxi estupidez

Evocar que Maxi Pereira já foi expulsado 2 vezes em 2 anos no FC Porto, depois de ter visto um vermelho em 8 anos de Benfica, não desculpa uma entrada brutal que só justifica o vermelho.
Fazer-se expulsar assim é tão parvo e ridículo que só faz pensar no que os jogadores do FC Porto recebem de instruções sobre as arbitragens. Porque imaginar outro desfecho que não este só mesmo de idiota irresponsável, para mais numa jogada sem perigo, a meio do campo e no último minuto com 2-0 e vitória garantida.
Deviam, há muitos anos, não silenciar barbaridades a favor do Benfica.
Usar imagens de jogos e expor a diferença de critérios disciplinares.
O FC Porto soma parvoíces todas as semanas. Até o Filipe Vieira tem razão: demasiado tempo calados. Na Liga, diz ele. No FC Porto, lamentam os portistas.

Nota do jogo: como não gosto de mau futebol, voltei a preferir ver o Barça. Deu para pegar quase toda a 2a parte em Chaves, vi os golos e a autoridade em campo do FC Porto. Mas o Maxi foi tão estúpido que não se aguenta. Não sabe que há muito não está sob a impunidade da Luz e já teve tempo, e devia ter instruções, para perceber as diferenças de tratamento dos árbitros.
Não há pachorra para os Calabotes de turno. Nem os tiros no pé dos jogadores e responsáveis do FC Porto.

28 abril 2017

Conivência dolosa

Não só o silêncio, politicamente mais cobarde do que estrategicamente compreensível, dos últimos anos pelo FC Porto contra as arbitragens dignas de outros tempos nefastos, fez parecer os fraudulentos títulos do Benfica, salvo o de 2014, sem mácula de ilegitimidade, como as repetidas violações do dever de defender o nome do FC Porto e o esforço dos seus profissionais trouxeram estes lamurios de fim de feira por falta de lucros e títulos como dolorosos tiros nos pés.
Escrevi no clássico da Luz que a complacência estúpida e a ignara aceitação das decisões de arbitragem do Xistra y sus muchachos retiraria razão ao treinador medíocre e o decrépito presidente de voltarem a tocar no tema.
Não só voltou a aparecer o Rui irmão do Paulo Costa no Dragão pela 3a vez num ano, como o Xistra reaparece em Chaves, sinal próprio de desígnios de Capela com a memória do jogo da Taça fresca e as sujinhas nomeações a la carte que se têm visto.
Os portistas, incrédulos com a bonomia e pusilanimidade dos seus responsáveis na Luz, sabem o que são as arbitragens nefastas, o medíocre treinador que não precisa pôr-se tardiamente em bicos de pés para os esclarecer e o decrépito presidente que de não ter força para um murro na mesa se fica por larachas de conversas em família para entreter associados pategos que aceitem ainda homilias de vão de escada.
A pobreza franciscana institucional do FC Porto, apesar dos beatos assomos de dignidade em veículo oficial que chega a pouco lado pela via das redes sociais e uma Imprensa acéfala desacreditada, pode encomendar a alma ao criador deste purgatório de pecados não remiveis e tentar um defunto Carpe Diem no único Papa vivo que dia 12 chega ao país do antigamente Fado, Futebol e Fátima, para gáudio dos cristãos únicos da amparada Função Pública que o queiram venerar.
Portistas estão entregues a esta bicharada que vegeta no caixão.

27 abril 2017

Piadas em familia

Depois de uns dichotes com grupo de amigos antes de um jogo de bola como se fosse digno de amadores com umas jantarada pelo meio, e após mais um roubo de igreja na fortaleza de um treinador medíocre na iminência de ficar soterrado sob ela, o decrépito presidente vai a Lisboa falar com o presidente da FPF, de quem se queixa que nada diz ou faz, e sai de lá calado.
Coloquialismo é isto. Parolismo também.
Faz lembrar a indignação tuga sobre copos e gajas de um marmanjo holandês, mas em Bruxelas o governo da treta não pediu a destituição do gajo é ficam uns tristes a brandir serôdias querelas inscrição insistindo que ele deve sair.
Pacóvios de merda, no FC Porto,  no Governo e na República.

24 abril 2017

Pinto da Costa repôs o FC Porto no 24 de Abril

Fica-se pelos dichotes tão de circunstância quanto alguma homenagem ocasional ou acto de corta-fitas ocorre. Já nem reage, a não ser tarde e por a própria ocasião o impor, quanto mais não seja para contentar os basbaques que se prezam pelo dichote mesmo que já batido e até previsível e entreter a plebe.
Não actua na hora, é mesmo capaz de passar ao lado das questões, como a desvalorização dos vouchers aos árbitros, vendo Bruno de Carvalho tomar-lhe o palco e fazer lembrar aos portistas o presidente activo, interventivo e só assim temido que já tiveram e virou canto de museu.
Passa ao lado dos vouchers que era a ponta do icebergue que os bilhetes pedidos por mais um idiota inefável da APAF, agora denunciado pelo FC Porto... Mas fala em assassinatos no futebol para ficar a alertar para violência gratuita de rua entre insurrectos mas, creio, para roubos de catedral que os árbitros perpetram impunemente - e o FC Porto deixou de denunciar na hora, vide o escândalo, mais um, da Luz com Xistra...
E é essa impunidade que ressalta agora, face ao clube cuja história se projectou no pós 25/4/74 mas passa as vicissitudes do 24 de Abril, remetendo o FC Porto à irrelevancia do tempo passado, com o presidente desportivamente morto e politicamente inexistente à luz da recuperação da hegemonia lisboeta, como na época passada, com ênfase num histórico tetra iminente benfiquista que logrou surgir no tempo presente de Pinto da Costa.
Esta herança, indisfarçável apesar do esforço encomiastico do Torto Canal, passa pelos assassinatos de resultados que já não são só longe do Dragão, mas repetem-se em casa e com vários árbitros do Porto, como repetiram esta época os trastes Jorge Sousa, Artur Soares Dias, Manuel Oliveira e agora o reincidente Rui Costa. Árbitros do Porto que há 40 quase nem existiam e os suspeitos do costume iam de Leiria e Santarém ao inefável Calabote de Evora...
Não sou tanto do tempo de se perder um título em casa com Académica e U. Tomar em 1969, em jogos seguidos nas Antas, mas antes de saber quem era Pinto da Costa já via os antigos Arouca, Tondela e Feirense ganharem ou pontuarem no Porto.
Os assaltos repetem-se e um museu de horrores marcará o sucedâneo dos títulos laboriosamente conseguidos, até o decrépito presidente deixar o clube, pela lei natural das coisas e não um impulso racional de gestão que o imponha antes, no estado lastimável financeiro e calamitoso em títulos como o encontrou há 35 anos. E faltam largos dias para 100 anos de solidão, com os novatos a conhecerem os modernos CUF, Tomar ou Académica de outros tempos, já que Setúbal e Belenenses voltaram a ser papões como antigamente.
É isto, é triste mas já há anos denuncio o plano inclinado e ausência de rumo que marca o declínio portista. Fruto de dirigente caduco, incapaz de perceber os tempos, a começar pelo da sua saída que já vai tarde, e em que o toque de Midas antes reconhecido por alarves para escolher treinadores virou apostas no escuro próprias de  nababo indiano soba de um regime caduco virado para feitiçaria e adivinhação próprias de vodu de outros continentes.
Nem de propósito, o Mónaco volta a semifinal da Champions do tempo em que o FC Porto lá passou e lhe ganhou o caneco, sendo Jardim um treinador de sucesso que chegou a ser prometido vir para o FC Porto.

23 abril 2017

O NEScio ainda está lá?

Só não vi no Madrid-Barça um dos melhores jogos da minha vida porque não pode haver bons jogos com péssimas arbitragens. Messi deu recital até ao fim e, apesar de agredido por Casemiro, Marcelo e Sérgio Ramos mas só este foi expulsado, deu a mostrar a camisa do melhor futebol do mundo.
Por cá instalou-se a cultura do pior futebol. Perguntem ao Pinto da Costa que faz 35 anos a festejar o tetra que o seu medíocre treinador oferece ao Benfica.
Boa noite e boa sorte.

22 abril 2017

...

💪 o medíocre disse nim ao NEScio e mostrou-se ao nível do treinador perdedor que é Jesus, como é o do FC Porto.
Bom proveito. Eu iria sempre ver amanhã o clássico Madrid-Barça.

21 abril 2017

O NEScio estava lá...

Hoje o inenarrável treinador do FC Porto veio condoer-se com 6 dias dr atraso sobre o ocorrido com Brahimi em Braga. Está desde logo sujeito a críticas, dizendo que "estava lá"... mas na hora pos-jogo não se pronunciou.
É claramente o pior tipo que passou pelo banco do FC Porto, que eu me lembre.
O gajo inqualificável de 1,90m X 105kg que esteve na Luz já devia ter sido despedido com justa causa.
E suceda o que suceder este fds e até daqui a um mês, não tem condições nenhumas para continuar no cargo.
Está demonstrado por si mesmo: é grande mas não é grande coisa. Antes pelo contrário...

15 abril 2017

O NEScio cá anda para confiar em Jesus

Outra "final" para ganhar marcada pelas indecisões do idiota que julgam poder levar o FC Porto ao título e más opções de jogadores sem categoria que desaparecem nas ocasiões exigentes.
Mas como isto é para confiar que outros resolvam o que o FC Porto não quer, nem pode e não sabe, lá sobra o credo de que o Sporting trave o Benfica.
Assim, mais uma má entrada em campo, um figurino táctico desadequado, jogadores como Oliver e André Silva que não se assumem, dupla de avançados que nem se vêem as caras, jogadores que não aguentam ritmo frenético e outros sem mentalidade para aguentar a pressão. E, não só pelo pacóvio do treinador, o decrépito presidente julga poder haver arbitragens normais que não estorvem, deliberadamente, uma potencial capacidade da equipa de, por si mesma, poder ser campeã.
O pior do FC Porto viu-se, mais uma vez, na hora das decisões. O treinador que retirou André Silva para meter Corona na Luz agora teve que meter Corona depois de julgar que Maxi faria todo o flanco direito como na 1a parte onde ninguém dava apoio para tabela e julgavam que o uruguaio fazia piques como se tivesse 23 anos e alguma vez tivesse tido velocidade de ponta como extremo.
Quando equilibrou na direita, retirando o inexistente Oliver sempre ausente nos grandes jogos, NEScio já vira estourar um sector que actuara em inferioridade numérica no meio-campo. Não era naquela hora que os inadaptados Herrera e Otávio iam trazer pulmão e cérebro onde sempre faltara calma para definir jogadas, cruzamentos quase todos maus como se não houvesse 2 pontas de lança e até remates decentes, como Brahimi, André André e Danilo mostraram frente à baliza.
Mais um fracasso tecnico-tactico que fica à mercê das arbitrariedades várias que uma consistente cartilha arbitral consegue sempre para retirar ainda mais tranquilidade e energia mental a quem não se destaca por esses prismas que definem melhores jogadores e equipas de qualidade superior.
A perspicácia de marcar aquela gp que não se vê marcar frente ao Benfica, negando um toque num pé de Soares que ao Benfica sempre dá jeito; negar amarelo a André Santos com 4 faltas nos primeiros 28 minutos e negar 2x amarelo a jogadores que ostensivamente impediram Casillas de pôr a bola jogável; não expulsar um bracarense com um vermelho directo por entrada de sola sobre Alex Telles e expulsar Brahimi do banco - todo um manancial de arbitragem sujinha que o decrépito presidente julga não ser recorrente em Portugal como se a tendência arbitral pudesse ser diferente.
Mas como é época de acreditar em ressurreição, lá temos de crer  forçosamente que Jesus apareça do além, porque cá o NEScio faz aquilo que o deixam fazer com as limitações que se tornam marca da casa e de uma SAD estupidamente incompetente.
Para rematar, o adversário fica contente por descer ao 5° lugar...

05 abril 2017

Salvo pelo pacóvio Leirós o FCP não evita o ridículo tiro no pé

Demorou menos tempo do que admiti. O FC Porto acaba de criticar a arbitragem de Xistra, algo que não fez no sábado. Percebendo a indignação de portistas nas redes sociais pela pusilanimidade face a mais uma arbitragem tendenciosa? Alguém caiu em si e se deu ao trabalho de perceber a manigancia das decisões do árbitro que só tem histórico prejudicial ao FC Porto?
No sábado, o bacoco NEScio que nos coube em sorte do despassarado decrépito presidente eleger por entre sôfregos e prementes pensamentos de passarinhas, disse que era penalty aquela palhaçada e judiaria do javardo Jonas. Agora, parece que foi "bem engendrado" o lance pelo fiteiro brasileiro, segundo o director de informação e comunicação do FC Porto, numa amálgama institucional de títulos em que, por entre barulho avulso, não se vislumbra razoabilidade, depois de anos no labirinto sem saber se tossir ou escarrar com o Minotauro benfiquista à rédea solta.
Eu bem disse que o FC Porto perdia a razão de voltar a falar de arbitragens daqui para a frente.
Pois depois da sentença do NEScio que os bafientos logo agarraram para benzerem a gp caída mais da estupidez cega do árbitro do que a geringonça criada pelo pantomineiro brasileiro, o decrépito presidente não beliscar a parcialidade do Xistra só podia ser agora ridiculamente alfinetada pela percepção do critério disciplinar e uma tonta avaliação de agressão de Samaris a Alex Telles - algo que o Sporting viu a léguas para despertar da consciência do dragão sempre calaceiro a dormir na forma.
A percepção das imagens pela TV do benfas de que se queixa o FC Porto não impediu a maioria dos adeptos perceberem o que foi, na verdade, uma arbitragem caseira na tónica da protecção do clube do regime.
Volto à apreciação da gp pelo José Leirós no Tribunal de O Jogo, como escrevi ontem, a mostrar como é idiota, como sempre foi fraco como árbitro e mesmo a escrever e descrever lances que eu já criticava da sua coluna do JN. O Leirós viu a anca, caralho!, do Felipe a mexer-se para derrubar o pantomineiro brasileiro. Não fosse isso, repito, e a negação unânime da gp falsa como Judas obrigaria O Jogo a levar a sentença partilhada por Fortunato e Coroado à capa do jornal, como tem sido prática editorial.
Já viram os patetas do Porto acatarem o penalty e um jornal negá-lo baseado em três opiniões insuspeitas?
Mesmo assim, evitado o ridículo da inacção e parcimónia portistas, como se ninguém pelo telefone fosse capaz de informar não ser gp, o FC Porto não deixa de dar tiro no pé e suscitar mais questões do desvario comunicacional que nem o esforço, parece que isolado e inútil, do Francisco Marques, disfarça, com os propósitos de ontem a corrigir os tiros secos de pólvora de sábado.
Não sei se há explicação para estes atrasos num sector relapso que viveu encolhido e temeroso tantos anos com estrelas de TV de trazer por casa a redundarem no vazio editorial do Torto Canal.
Que o Xico Marques era um jornalista de primeira posso garantir e defender. Já o que faz, agora, como camelo no deserto, continua a intrigar-me, não sendo despeciendo o salário...
O Xico Marques, ainda por cima, foi quem, então a chefiar o Desporto da Lusa em Lisboa, denunciou as agressões a Acácio Valentim no túnel da Luz em Agosto de 2008 que o FC Porto cobardemente encobriu e só com a porrada no túnel em 2009 com Hulk e Sapunaru se veio a saber.
Mas se o Xico Marques estava na Luz em serviço no sábado como chefe de imprensa, mesmo podendo ver imagens TV, o que faziam e onde estavam abencerragens como Rui Cerqueira e Júlio Magalhães, respectivamente editor de conteúdos e director de emissão do Torto Canal? Gente que nunca beliscou arbitragem enquanto jornalistas e transportou esse comportamento passivo, porreiro, amistoso mas não consensual e muito menos profissional já demonstrou há muito que não serve o FC Porto e cujos adeptos sempre questionaram para que cerimónias de corta-fitas servem.
O FC Porto é este barco desvairado sem rumo nem timoneiro como há uma década denuncio. E nada do que sucede me surpreende, até antecipo. O FC Porto continua atrasado, como o Sporting expõe também, com meninos de coro e um presidente honorário quase em cadeira de rodas. O Benfica tem mestres de agit-prop, à maneira do KGB que inventou ainda era OGPU nos anos 20 do terrorismo intelectual soviético e trotskismo opinativo de metralhadora na mão. Gente que assessorou Sampaio e Sócrates só pode ser má rés mas sabe a porcaria boa que faz. E o Benfica continua ao ataque aos meninos do coro de Santo António das Antas.
Vir agora engendrar que Carlos Janela é mentor de panfletos para intoxicadores vermelhos munindo-os de dossiés para estilhaçarem a questiúnculas nas tvs como meninos-bomba até cai mal e denúncia o atraso na guerra comunicacional que o FC Porto perdeu há muito.
Eles com as bombas e nós com meninos de coro é pouco abonatório para o FC Porto. Mas também disso não se dão conta de ridículo.
Esta denúncia sobre Janelas terá o efeito que teve a divulgação dos bloggers pagos pelo inefável socretino e de como os "Abrantes" recebiam instruções diárias dos ministérios socraticos. Aliás, muito portista parolo dava crédito à essas patranhas tidas como mantras políticas, pelo que também devem borrifar-se se os benfas seguem a mesma estratégia que só pode ter os mesmos arquitectos de comunicação. O Xico Marques conhece-os até melhor do que eu que manobras vermelhas conheço a léguas no futebol e na política e sempre associei malfeitorias sucias de socialistas de pacotilha e difusores da histrionica herdade desportista...

03 abril 2017

A judiaria do Jonas terá ao menos inquérito? *

* já escrevi isto tarde por falta de tempo, mas o Sporting veio pedir está noite castigo para o Jonas. O decrépito presidente do FC Porto está muito fino para, cobarde, se meter nestas merdas. Ou confia no corpanzil do NEScio

Depois do ruído clássico sobre mérito de arbitragem e domínio ou ocasiões de golo em que só um gr teria brilhado, com o pacóvio staff portista a anuir aquiescente na validade de gp inexistente, a costumeira indignação selectiva teve um oportuno desviar de atenções do pantomineiro Jonas para uma catarse colectiva condenando agressão a árbitro da forma epidérmica que se fala, abismado por ineditismo, de violência doméstica...
O caso do Canelas terá apropriada decisão disciplinar que decerto não espantarà e pouca tinta fará correr como não faz as agressões em jogos de putos cujos papás se abespinham à margem da linha lateral com suspeitos nervos à flor da pele.
O que hoje se espera é se a coragem disciplinar de uma secção avaliadora dos desmandos de profissionais sem vergonha sobre a judiaria de Jonas face a Nuno Espírito Santo virá na lista de castigos do dia...
Não estamos à espera que se condenem as simulações de falta constantes que eram marca perene de Liedson.
Mas se um comportamento arruaceiro, condigno com o clube que o rasca brasileiro representa,  nem sequer é denunciado pelo FC Porto e o treinador atingido desvaloriza com a sua imensa envergadura, como na anedota do rato a penetrar no elefante que geme ai quando um coco cai na sua cabeça e o roedor pergunta lá do fundo se o está a magoar, é de esperar tanto acção preventiva quanto em tempos, de Paulo Fonseca, Pinto da Costa esperava que a Imprensa abordasse lances de gp para o FC Porto que Artur Soares Dias não marcou...
Quando digo acção preventiva falo de um inquérito mínimo, nem que dê em águas de bacalhau de uma repreensão e multa para usar no defeso futebolístico... Uma espécie de sumarissimo, ao menos para a disciplina mostrar que está atenta, sabendo-se da figura, de punição e de retórica mais ainda, como era aplicada ao FC Porto com a mesma selectividade com que Xistra fez a disciplina mas Pinto da Costa nem tugiu nem mugiu...
A indignação selectiva sabemos ter a cobertura me®diática que a presença do primeiro sinistro Costa e do sinistro das Finanças sem tino tem a ladearem o caloteiro Vieira enquanto o Estado, deles os três, se desfaz de um novo banco com dívidas incobráveis ali ao lado deles...
De resto, como o FC Porto nada contesta em Lisboa, a lembrar Américo de Sá que Pinto da Costa criticava, podemos esperar que a inércia faça alguma coisa como presidente e treinador do FC Porto esperam ser campeões dependendo de terceiros e sem milagreiros como Kelvin, despachado de novo esta época, e Vítor Pereira de quem, pequeno mas valente, me lembro cada vez que vejo e ouço um dos pacóvios sucessores e ele sem papas na língua como têm agora os papa-hóstias das Antas numa triste sina que o santo António ali vigia atemorizando os venerandos decrépitos que farão do Museu do FC Porto um clássico da antropologia futebolista.
O FC Porto, aceitando como boas a decisão da gp e da disciplina de Xistra, perdeu a oportunidade de voltar a falar de arbitragens até ao fim do campeonato e de gp como aquela que árbitros tão venerandos como Xistra, Pinheiro e Ferreira ou Almeida continuarão a marcar e a deixar o Benfica confortável no liderança como ficou no jogo de sábado.
O FC Porto fez ao statu quo que diz rejeitar o jeito que o inefável e sempre ridículo José Leirós fez ao Tribunal de O Jogo ao impedir a unanimidade na negação da abstrusa gp inventada por Xistra - onde o serôdio Leirós viu um golpe de anca onde toda a gente supôs rasteira para o fatal penalti...
A unanimidade do trio contra a gp levaria à capa a informação que criaria a discussão que aquela encenação merece e, por arrasto, o teatro de simulação do pantomineiro brasileiro.
O FC Porto, não actuando quiçá sempre à espera que a sua contemporizaçao com as arbitragens de mercado por cá revertam a seu favor por súbita, mas contra-natura, simpatia arbitral, uma classe com o tique corporativo que remonta ao calabotismo do tempo antigo, espera que as arbitragens sejam melhores e daí tire proveito.
Mas a máquina de propaganda do Benfica, montada por ex-assessores de gente da espessura democrática e dinossauros de Jorge Sampaio e José Sócrates, já vai guerreando o golo legal de Maxi, de resto nascido de jogada de bola corrida e não de livres e cantos que fazem a superioridade futebolística na cabeça de uns tontos aduladores bafientos e salazarentos.
Ao jeito de o governo errante de navegação à bolina e na boleia de outros tontos mais à Esquerda culpar os desmandos da Banca com o anterior executivo como se BPN, BES e CGD não sejam joguetes caros nas mãos de meninos birrentos que nem mercearia de bairro administram.

01 abril 2017

Penalty que conta

Graças a uma gp inexistente, mais inventada por Xistra do que vilipendiada por Judas, perdão, Jonas, levando cedo o Benfica à vantagem e, logo, a jogar no contra como lhe convém, o FC Porto teve de recuperar no jogo e na tabela; marcou de bola corrida e sofreu nas bolas despejadas, como sempre, sendo o 1-1 igual ao do Dragão, pelo que gp assim, inventadas ou generosas, vão contar até ao fim e a mama do Benfica continua igual.
No jogo, NEScio quis poupar os centrais do Benfica sem André Silva ao lado do Soares para fazer tremer o mais fraco sector dos encarnados, preferindo Corona a fechar Eliseu mas incapaz de esticar o jogo.
O Benfica vive da velocidade dos seus flanqueadores que sabem jogar por dentro, enquanto Pizzi e Samaris fecham bem o meio e destroem jogo com faltas cirúrgicas.
A isso, o FC Porto quis bola e circulação ao ponto de marcar assim.
Mas como o figurino e o modelo do jogo foram alterados, nenhuma substituição teve efeito pretendido. Diogo J por Corona era para dar velocidade de pernas, na corrida para profundidade. André Silva por Soares foi tiro molhado. Otávio por Brahimi nem carne nem peixe.
Ao menos mentalmente o FC Porto não foi abaixo mas o treinador ajudou pouco. O ponto de desvantagem fica do castigo da jornada passada. E o resto da época terá, de novo, de passar pela arbitrariedade dos tipos que nos últimos anos têm garantido os golos e títulos do Benfica. Porque a diferença de golos, afinal, deve contar pouco.

21 março 2017

O benfas é que se queixa e faz manchetes?

Vi o jogo com a Juve mas não comentei por não ter visto a 1a mão. Mas gostei do comportamento da equipa em Turim. Apesar de tudo, sempre previa a eliminação face a uma equipa mais forte e de qualidade superior.
Já com o Setúbal não vi. Soube do empate do benfas no dia seguinte e confiava na vitória para a subida ao 1° lugar. Fiquei surpreso pelo empate e só ontem, no regresso, vi um curto resumo do jogo, na RTP, e vi as capas dos pasquins. De relance, algumas declarações do NEScio e ainda umas bacoradas sobre antijogo e perdas de tempo num jornal de caserna.
Junto as pontas, soube que mais um árbitro do Porto fodeu a equipa, até o Roubarte Gomes viu uma GP por marcar, o Tribunal do Jogo foi unânime em 3 gp por marcar mas 3 a favor só o Roubarte Gomes na Luz frente ao V. Guimarães... Ou o bruto Paixão até frente à modesta Oliveirense...
Bom, o NEScio não se queixou e o folheto de caserna do FC Porto só lamentou antijogo e apesar dos 5+7 minutos de compensação que pareceram justos. Então, o FCP queixa-se de quê?
Esta manhã lá aparece o benfas a queixar-se não sei de quê porque nem a capa do Rascord o diz - deve ser por isso que em 2016 já só vendeu 38 mil e tal jornais de caserna por dia...

10 março 2017

Regresso para perceber o receio do Benfica com ajudas ao FC Porto

Depois de meia volta ao mundo e imersão numa atmosfera diferente onde a bola pouco conta, as mulheres são deslumbrantes e ainda ocorrem assassinatos de Estado com chancela de sangue e espionagem como nos velhos tempos de Guerra Fria, após um mês sem ver futebol tuga em três semanas ausente, fiquei abismado com o rotundo triunfo portista em Arouca.
Tenho ainda na memória o triunfo extasiante em agonia sobre este adversário no Dragão, agora com Danilo a abrir o marcador que então fechou num disparo de longe. Recordo ainda o incrível jogo tremido e falhado apesar da vitória sobre o Rio Ave. E, depois de tantos sustos e vários roubos, tremi ainda com o futebol de contra-ataque frente à Sporting e V. Guimarães, inserindo o notável Soares que entrou como craque e um peixe na água.
Limitei-me a seguir os resultados ao início das manhãs noutro canto e sem perspectivas. A +10500kms até me assustei, ainda, com o Benfica inquieto a pedir papinhas, as usual, ao Conselho de Arbitragem, mesmo antes do 4-0 ao Tondela que já não vi mas pareceu muito diferente do 4-0 do Tondela na Luz.
Percebo agora, independentemente do jogo fluído portista que esquecerá de ver e de uma autoridade em campo como nos tempos de hegemonia trituradora que os rivais só julgam emular sem o conseguirem e já inseguros quanto a um título dado como garantido sempre sob patrocínio arbitrário, que o Benfica tem razão.
O FC Porto foi beneficiado pela arbitragem e a sorte, factores nem sempre aleatórios nem despiciendos, pois sou do tempo em que o golo de Danilo era anulado a André Silva por Jorge Sousa frente ao V. Guimarães pela mesma sem-razao nem noção de infracção como Artur Soares Dias anulou por sabe-se lá o quê a Felipe frente ao Benfica no Dragão...
De resto, não cabia na cabeça de ninguém que fosse assinalado fora de jogo inexistente ao Arouca como se viu na 1a parte hoje. Ou fosse permitido a Soares isolar-se e atirar ao poste quando ainda há pouco tempo era marcado fora de jogo com a naturalidade com que certos governos pugnar pela supervisão bancária e gritam aqui d'el Rei que fugiram 10 mil milhões do país onde o Banco de Portugal já vigia transferências acima de mil euros e a Geringonça vê falcatruas descomunais em pagamentos de 3000€ em contante.
Não brinquemos, seguindo o rasto da vigarice favorável aos dragões, porque o golo de Soares com o ombro ainda este ano seria anulado como extensão do braço e, daí, só ignorado pelo longo braço da lei que só protegia o Benfica por decreto, como o volume do Vieira no défice do mal parado na CGD tão ciosamente defendida pelos sacripantas da Esquerda histriónica e historicamente benfazeja...
Adiante, que para não variar e eu reviver para viver as emoções do fut tuga que acompanho há mais de 45 anos desde a outra senhora, lá tive de ouvir as variações em dó menor dos pacóvios de aldeia como, na avaliação ainda de braços e suas extensões possíveis, o inefável medíocre calhau com óculos do Rui Orlando duvidar se nasceu primeiro o ovo ou a galinha tal como se Danilo jogou primeiro com a cabeça ou o braço para ser gp contra o FC Porto ; enquanto o bardamerdas do espalhafatoso-palavroso do Lobo das tácticas, que só comenta lances duvidosos contra o FC Porto, esmiúça e garante o contrário da realidade que se vê (cabeça de Danilo e bola no braço) entre cagadelas de 4x4x2 e diatribes diarreicas de pressão ofensiva e basculante defesa com centrais de primeira a destacar enquanto o FC Porto domina o jogo, tem a bola, não permite uma ocasião ao adversário e nem um tiro de longe desviado dá em golo como caiu do céu na 1a volta no Dragão.
Está, por isso, tudo mal, daí o pobre país agitado que muitos na Asia até desconhecem ou se dele sabem é por CR7, quando muito por anterior gesta navegante portuguesa para além da Taprobana.
O mudar aos 2 e acabar aos 4 já é, obviamente, consequência do proteccionismo arbitral que dizem ter mudado de campo.
Eu, só por isto, como Camões naquelas terras distantes onde as musas existem e as sereias serpenteiam pelas ruas onde já se come barato com estrelas Michelin (sim, provei nos dois mas até só um me soube melhor), também só me apetece voltar pra ilha onde fui tão feliz...
Bem, também já esquecia ver o FC Porto marcar mais golos do que o Benfica e até liderar o campeonato mesmo que à condição.
Um monge budista ter-me-á dito que a próxima jornada poderá marcar a reviravolta, com deslize do Benfica tremeliques em P. Ferreira para o FC Porto fazer depois 1-1 na Luz e ganhar o título por diferença de golos.
Graças aos árbitros, claro, não ao Soares que fez o FC Porto trocar o tricotado futebol imberbe do Diogo J pela verticalidade que a mobilidade de André Silva impõe no desbaratar das defesas para sossego do sucessor de Jardel, Lisandro e Falcao...

18 fevereiro 2017

A 10500kms

Percebi, na net, que o FC Porto ganhou 4-0 com os defeitos do costume, mas leio que, até antes de discutir gp e cv que são sempre indiscutíveis a favor do Benfica, já o tricampeão da treta pedia uma reunião, urgente, à comissão de arbitragem...
Como não se lembraram disso em dois dos últimos três anos de vigarice institucionalizada que até ao colorido PM faz pular de alegria, algo deve estar a correr mal para falarem de arbitragem, que tanto os chocava mas nao sabemos se nasceu primeiro o ovo ou a galinha... E a correr tal é publicado na imprensa, com o pormenor delicioso de se juntar o anúncio de antes do jogo do Dragão às polémicas do mesmo jogo - porque a surdez política e institucional tugas nunca percebeu as vigarices amplamente praticadas a favor do Benfica.
Acho que nem a distância tão grande se entende. Ou talvez sim... O q vai dar ao mesmo. Um dia ainda lembrarão que no fortuito 1-1 no Dragão houve um golo anulado sabe-se lá porquê...

11 fevereiro 2017

Um desenho para o NEScio


O FC Porto justificou no fim, em contra-ataque, a vitória num terreno difícil pelo mesmo 2-0 que o Benfica ali obteve (em dose dupla, também na taça da treta) ganhando, então, logo no início do jogo e com muito mais facilidade.
Tudo porque, para começar, NEScio joga para não sofrer golos, porque criar e marcar não pode ser com a dupla HH-AA simultaneamente. O jogo arrastado que está opção, invariavelmente, implica conseguiu forjar um golo fortuito para asseverarem o absurdo êxito da fórmula minimalista e defensiva pouco consentânea num candidato ao título.
Mas o V. Guimarães não criou qualquer oportunidade de golo, amputado dos seus melhores avançados, Marega e Hernâni cedidos pelos Dragões e Soares em boa hora trocando de equipa para, qual raposa de área, aproveitar bola perdida, de novo mal aproveitada, de André Silva.
Um ressalto ou um pontapé feliz poderiam ditar o empate, mas a felicidade agora acompanha o mau futebol portista. A profundidade de Diogo J rendeu um golo à terceira tentativa mas para um tridente para circunstâncias semelhantes eu preferia Rui Pedro a jogar mais por dentro, como J, do que Corona, sempre falho de força, velocidade e inspiração...
Pior do que o NEScio só mesmo esse protótipo de árbitro filho da puta. Xistra tomou em mãos o guião que há um ano destruiu o FC Porto em Braga. Perdoar o vermelho directo por agressão de Bernard, só igual a não ter tomates para um segundo amarelo por criar ainda confusão.
O FC Porto não marcou de início a diferença de qualidade, optando por sujeitar-se a medir forças num corpo a corpo, descendo ao nível do futebol físico, feio, porco e mau do adversário. É como alguém responder, segundo as leis de Cipolla, a um estúpido tendo de baixar ao seu nível. Como do NEScio não espero mais nem melhor e duvido que a forma de jogar feio dê mais resultado do que ter bola em qualidade, como muitos adeptos desejam ganhar de qualquer maneira, continuo a não crer que tal solução ofereça o melhor resultado.
Isto sem pôr em causa, no final, a justeza do triunfo.
Como esta é a marca da cada e agrada a muitos conquanto se ganhe, livro-me por 3 semanas de seguir de perto a odisseia de navegar aflitivo sem ver Porto seguro. Quando voltar lá de além da Taprobana, ao menos que se salve um poema épico do naufrágio. Vou afligir-me menos. Se é para aguentar assim, melhor nem ver. Mas que dê resultado até ao final também desejo, embora descrente.

04 fevereiro 2017

Soares fez jogar o FC Porto e o árbitro obrigou a jogar o Casillas

Soares bisou e fez tudo, sem faltar nada, o que é dele e era expectável. Obrigou o FC Porto a jogar a sério, com menos bola mas não menos letal, melhorando a eficácia na finalização e a eficiência de processos. E até fez o NEScio sair da toca, com 11 arrojado para entrar a vencer e ter o jogo no bolso.
Meter Soares foi retirar trabalho a André Silva que repartiu tarefas de apoio e evasão. Ter Brahimi e Corona nas alas deu profundidade e também protecção aos laterais, nunca apanhados em falso. Oliver pode jogar no meio sem alargar o raio de acção que não é imenso.
O FC Porto conseguiu ser compacto e seguro, ameaçando sem se expor. Nada a ver com o passa e repassar da dupla mastigadora HH-AA, aquele tiro no pé com André André e na cabeça com Hector Herrera. Dois golos e quase um terceiro de uma equipa eficaz e senhora de si a atacar sem deixar de defender. Foi o jogo mais completo no campeonato a par do outro clássico com o Benfica que não merecia a infelicidade final e uma falta de ronha hoje já presente para assegurar o essencial.
Podia ser melhor após o intervalo, mas o árbitro de Lisboa lembrou-se da 1a volta e de como inclinar o campo, poupando Marvin ao 2o amarelo por falta dura evidente logo após dar cartão a Maxi por ter jogado a bola. Jesus tirou o caceteiro e logrou acabar com 11. O árbitro equilibrou o resultado é deu asas ao leão renascido e reconfortado com faltas e faltinhas que procurava.
Tanto que em bolas paradas fez Casillas defender depois de assistir calmamente na 1a parte.
NEScio esteve bem a reforçar o meio campo extraindo os alas e segurando mais a bola, salvo um livre de Alex Telles da direita que a menos de 10' do fim não era necessário despejar na área.
Grande e empolgante estreia de Soares, Diogo J entrou bem para lançar o jogo desde trás a segurar a bola, como João Carlos Teixeira.
E a jogar bem, firme, sem tremer, a liderança fica, mais convictamente, ao alcance. Era preciso está demonstração que até tornou NEScio aventureiro e ambicioso.
Não se percebe, por fim, a perda de Kelvin inscrito na Champions e cedido ao campeonato carioca, com menos um jogador para as alas e diminuindo um plantel ainda sem soluções. Não se percebe mesmo.

02 fevereiro 2017

O ponto de mira, o tiro que importa

Neste Porto-Sporting não quero ser exigente. Não me incomoda, apesar de azia e constrangimento, jogar como com o Benfica é empatar. Jogar assim dar moral. Ou devia dar. Não voltou, porém, o FC Porto a jogar tão bem. Nem perto.
Agora, com o mercado de reparação fechado mas não sem reparos às acções portistas, agora só importa ganhar. E esse é o problema para uma equipa ainda jovem mas que não cresce. O FC Porto não melhorou desde o último clássico.
E está a 1 ponto da liderança, quando já esteve para igualar o Benfica mas foi traído por uma sucessão de infelicidades e de imbecilidades.
Agora é para ganhar, não importa como, nem sequer com alguma benesse de arbitragem, o que não acontece há anos e não é por acaso.
Vencer arruma o Sporting é pressiona o Benfica que nunca jogou melhor do que o FC Porto, de quem levou banho de bola. Mas os seus homens da frente definem melhor as finalizações. E estes deslizes não retiram esses predicados, intactos.
O Benfica, ao contrário do Sporting, é mais do que a soma dos seus titulares e qualidades, que Rui Vitória potenciou. Ao invés, o FC Porto não é mais do que a soma das partes e NEScio tem culpa disso. Já o descrevi abundantemente.
Neste ponto, depois de termos estado tão perto de agarrar o Benfica pelos colarinhos, temo que 1 ponto de diferença seja muito.
Para mais, o depender de si para ser campeão, longe de ser bazófia, tem resultado mal quando o treinador fala, nada motivador. Felizmente, o decrépito presidente não diz nada. Quando o fez, enfim, nunca trouxe resultados. Com o NEScio também não. Porque saber que dependemos de nós todos sabemos, nem é preciso lembrar. Amiúde trouxe nervosismo e o balde de água gelada de Novembro fez pouco para recuperar o orgulho com banho de motivação.
Temos, enfim, um potencial titular em Soares. Se o NEScio perceber o que tem de mexer, sem receio de perder equilíbrio defensivo que tanto o preocupa.
Pelo que já vimos, as preocupações são muitas e basicamente as mesmas. O treinador já espalhou por todos a desconfiança na sua capacidade de gestão, motivação, superação e moralização. Não é pouco. Nem melhora muito.
O estar perto não aproxima o objectivo, mas para isso nem é preciso jogar bem, e nem tem sido...
Sou dos que não acreditam em título a jogar mal. E desta vez não me importava de ganhar com alguma ajuda, seguramente involuntária, de arbitragem, numa altura de contabilidade de erros.
O FC Porto perdeu a última vez na Liga com o campo inclinado em Alvalade mas o Sporting não contabiliza isso a favor... Então, seja como for. Ganhar e ganhar é ganhar.
Agora não se pode pedir mais. Até porque a equipa não dá mais nem creio que passará disto.
Está aí o Kelvin a evocar a ultrapassagem ao Benfica. Mas era uma equipa melhor, a do FC Porto, que não perdia com ninguém cá e dominava todos os jogos. Então, o Benfica ficou no ponto de mira do Dragão. Levou tiro decisivo.
Desta vez pode haver um tiro no pé, com tanta coisa diferente e muita desconfiança evidente. Até por não haver a categoria e capacidade de desequilíbrio de 2013. Kelvin está aí, mas mais no símbolo do Museu.
Cabe à equipa demonstrar a força que não teve em 2015 quando não aproveitava deslizes do Benfica. E numa equipa sem ADN de campeão, nenhum dos que sobram sabem o peso e valia disso.
Este é o problema. Cabe à equipa ver-se ao espelho. As demonstrações de jogo não têm servido para entender o que é essencial melhorar para ser credível. Porque não é só questão de fé.

30 janeiro 2017

NEScio consegue consenso

Bom, há sempre excepções, à medida da estupidez de alguns, mas chegamos a um ponto de uma incontornável realidade: quase toda a gente, uma esmagadora maioria, acha mesmo, com razoável propriedade mesmo que numa base empírica estimulada pela fácil comunicação actual, que o NEScio é ele mesmo néscio!
Podem ter chegado à conclusão tardiamente, mas consola saber que uns poucos ainda nem chegaram a esse patamar, digamos, de nirvana futebol logístico, naquilo que de lógica barata tem a batata chamada bola que é o que está representa para certos jogadores portistas.
Também alguns vislumbram, já em número considerável para justificar uma reconhecida maioria, pelo que leio de comentários mais ou menos Anónimos, que falta um certo tipo de centro-campista ao FC Porto, que pressione alto, passe e desmarcar, chegue à área e remate. Pudera!
São aqueles que, qual tempo octaviano dos três tristes trincos, compunham o meio-campo há 15 anos, lembro os paraguaios Paredes, Quintana e salvo erro Costinha ou até o sueco Frederick Soderstroem... pois ao verem escarradores a pedal - que nem carregadores de piano servem - como Herrera, André André e Oliver só mesmo os distraídos que não lembram o início do campeonato - talvez porque Otávio disfarçava muita coisa.
Pois do NEScio e dos três porquinhos tenho a minha conta por em devido tempo ter apontado tudo o que se constata agora.
Se os jogadores não têm categoria, muito pior é juntar todos os fracos de uma vez. Já nem digo perceber o seu "momento de forma", como é flagrante esse enganador do Oliver que, como disse já, não teve lugar no plantel de Simeone e por duas vezes não ter conseguido manter-se, e não devia ter lugar no FC Porto por ser tudo ao contrário do que o FC Porto precisa, ou seja não ser um 10 a sério que o sistema do NEScio reclama.
Ou chegamos artista do Dugarry constatando que são falsos médios, falsos jogadores e falso treinador, enquanto um departamento de futebol a sério não percebe em muitos anos a peça que tem faltado na equipa, fosse um Moutinho a cujos calcanhares Oliver não chega ou um Hulk faz tudo na frente de ataque até chegar à invenção de ponta de lança que o burro do Vítor Pereira inventou...
Falta esse médio de tal forma que o descrevi abundantemente (tal como sempre defendi um extremo veloz e veio Quaresma já sem velocidade...), como os golos da vitória sobre o Chaves me fizeram pegar no tema - a começar pela falta de cruzamentos de qualidade que só Alex Telles garante enquanto O Jogo apontava Maxi Pereira como exemplo...
Como resumo da coisa é balanço de mais um mercado de Janeiro perdido, é isto. Não se chateiem como se não soubessem e aproveitem o que há mas o NEScio não sabe é assim não vamos lá.

28 janeiro 2017

NEScio arma cagada para dar a volta por cima

Não despedem o medíocre treinador que arriscou outro resultado que seria o habitual e os 0lhes da sua cara de NEScio. Continua a escolher mal o onze, a insistir em jogadores que não rendem, recuperou a infame dupla do início do campeonato (AA-HH) e logrou trocar avançado J por avançado Brahimi por nem ter entrado com extremos de início.
O NEScio já deve fazer de propósito de forma a fazer substituições que resultem. Continua a desprezar quem mais se esforça a mostrar serviço (JCT) e a 1a parte voltou a ser tão medíocre que se atreveu a uma alteração antes do intervalo, mesmo sendo troca directa.
E lá saiu o puto Rui Pedro para desequilibrar no ataque, libertando André Silva porque o J imberbe de sempre dá demasiada imagem de uma equipa cheia de miúdos estúpidos que o parvo treinador não instrui por ser tão imbecil como jogadores que não fazem dois passes seguidos nem sequer ganham um lançamento lateral chutando contra o adversário...
Mesmo com 2-0 e a jogar contra 10 ainda se permitiu um golo sem cobertura em ressalto após livre lateral, porque muitos não recebem instruções de posicionamento e ataque à bola, um Estoril fraquinho e que só tinha chutado uma vez à baliza...
Outro resultado esvaziado de convicção, bom jogo mas cheio de pormenores da mediocridade dos médios, excepto Danilo, com Oliver de novo a comprovar andar aqui a enrolar a manta e a quem a bancada faria bem.
Só que a mediocridade instalada desde a SAD e extensiva ao banco e sem intensidade a não ser no disparate, não fez arranjar médio que desequilibre neste mercado, forçando a assistir ao deprimente jogo empastelado que se tem visto de médios responsáveis pela perda de autoridade dos últimos anos de vacas magras e gado em geral desvalorizado.
Talvez o clássico com o Sporting de sábado, que ditou a única derrota na 1a volta, tire as dúvidas sobre o potencial de ameaça portista à liderança indiscutível do Benfica mesmo longe também de convencer. Ou prossegue a parada de ilusões que acabarão com a eliminação europeia para uma equipa sem estaleca técnica e uma condição física alarmante para fazer dois jogos por semana.
O FC Porto é um balão, ironicamente, a esvaziar com este tipo de vitórias de Pirro.

25 janeiro 2017

...

Então, apanhando Soares, deixa-se andar por aí André Pinto, central com futuro mas que não deveria render a alguém no FC Porto, porventura a caminho do Sporting ; e nem Assis se consegue garantir, divulgando um argumento pifio e que noutros tempos teria um tratamento diplomático diferente mas severo em vez de recambiado?
Um passo em frente e dois atrás.
Por isso o FC Porto regredir não é por acaso nem culpa de... Passos Coelho!...

24 janeiro 2017

Soares é fixe!

Uso o que foi um slogan político mas não por saudosismo pelo destinatário, falecido, nem partilhar das experiências e gostos dos militantes. Mas os problemas do ataque ineficiente do FC Porto são tamanhos que um reforço do V. Guimarães é bem-vindo e mais interessante do que um pinheiro belga que assarapantou o desatento e decrépito presidente.
O golo de domingo ao Braga ilustra a capacidade de Soares na área,  atacando o espaço e ganhando a um defesa posicionado. A genica física e a tomada de decisão, com prontidão, colmatam as características que nem André Silva tem e que o afundam na produção limitando o seu crescimento.
É uma pena que o flaviense Assis não venha também, porque é o meio-campo que precisa do bloco forte para pôr os médios ofensivos pressionantes na área contrária e assíduos das cercanias da baliza adversária.
A agressividade de Soares de pouco valerá se o meio-campo produzir a porcaria que se vê. Porque no FC Porto, Soares verá defesas fechadas e poucas oportunidades para estar 1x1 na área, como no salto vitorioso de Braga.
Já o tinha visto no Bessa para a Taça e gostara. Pois não dera por ele nem sabia que passou incógnito no Nacional.
Parece reforço, sim senhor, mas o futebol sem chama nem presença dos médios na frente podem estrangular a chegada da bola à área, desaproveitado a mossa que este Tiquinho pode fazer, até à libertar André Silva que quer fazer tudo, desesperado e sem orientação, mas não faz nada. No livre que ganhou junto à bandeirola de canto, que deu o 3-2 por Danilo, André Silva viu-se rodeado por três defesas e na linha de fundo tentou furar, incapaz de jogar simples a bola contra um deles para ganhar um canto fácil.
André Silva está extenuado mentalmente com cada vez menos jogo que lhe chega em condições. A parceria com Diogo J não é plena pelo jogo pueril deste que se junta a inexperiência do jovem produto portista.
Resta saber como, num futebol sem rasgos individuais de vulto e padronizado nas velocidades ""devagar-devagarinho", muito seguido pelo livro do NEScio que amarrota o jogo atrás, Soares encaixara. Sendo certo que não se vê o meio-campo capaz de golpe de asa e a necessitar da genica de um Soares, por muito que Danilo a tenha e no sábado demonstrou cabalmente.
Com Assis garantido para a próxima época, o FC Porto mexe, preponderante, no mercado doméstico. Por faltar também dinheiro, certamente, o que faz criar perplexidade por não garantir o central André Pinto rejeitado em Braga.
Não há bela sem senão.

21 janeiro 2017

Bolas paradas em jogo lento

Medonha mediocridade pontilhada com falhas inacreditáveis de jogadores experientes e uma inusitada eficiência nas bolas paradas em que Alex Telles voltou a ser primoroso nos cruzamentos.
Casillas deu um frango monumental um ano depois da barraca de Guimarães e Layun voltou a comprometer dolosamente ao ponto de escapar a justa expulsão e cometendo gp imprópria que devia dar lugar a despedimento com justa causa.
O Rio Ave chegou a 2-1 no início da 2a parte e o empate de há um ano que forçou a saída de Lopetegui fazia sugerir que o NEScio também não poderia escapar agora. Depois de Felipe fazer 1-0 em livre lateral por Alex Telles, Marcano e Danilo deram a volta em pontapés de canto. Mau posicionamento defensivo do visitante, enquanto a bola corrida e o jogo fluido com ideias, velocidade, ganhos nas divididas e dribles a tornar fácil o 1x1, tudo tão estranho ao FC Porto sempre aos repelões e acabando o jogo com menos posse de bola (!), faziam a equipa de Luís Castro passear por todo o relvado do Dragão. De canto o 3-3 esteve iminente por Marcelo e a melhor jogada individual e de bola corrida do FC Porto, por João Carlos Teixeira, teve a cabeça de Rui Pedro para respirar de alívio.
Tal como com o seu golo ao Braga aos 90+6, hoje também ajudou a manter um treinador que atrofia a equipa com futebol lento e improficuo também por teimar em jogadores que são uma lástima e fazer más substituições. Layun é definitivamente um caso perdido e Corona arrasta tanto a sua insignificância que se lesionou sozinho antes do intervalo. Oliver voltou a não existir e nunca um meio-campo assim pode tomar conta de um jogo, com Herrera esforçado mas inconsequente que acabou a lateral-direito com saída de Layun por mais de uma vez com expulsão perdoada.
A tropa fandanga mexicana este ano enterra o sentido colectivo e os espanhóis desta vez ajudaram, à excepção de Marcano. NEScio perdeu (ou beneficiou?) Corona e não lançou outro extremo, como Kelvin, nem para repetir a troca directa do último jogo. Meteu André André para empurrar o jogo lento com Herrera. Só Danilo se salvava no meio-campo e se a lesão de Corona impôs alteração, a burrada de Layun na gp que lhe poupou a expulsão fez entrar Rui Pedro recuando Herrera para defesa. Já não haveria mais futebol, já só miragem antes, e dois cantos mudaram o jogo. Com João Carlos Teixeira que se recusa abater com a indiferença do treinador, foi possível ter bola num corredor e dali cruzou para um quarto golo da tarde de cabeça numa equipa sem pés nem a dita, na iminência de uma derrocada.
Bem lembrou Evandro que jogam sempre os mesmos mas são eles que vão provar ao NEScio que o treinador erra e não aprende. Como se o panorama não seja este há muito visto, com a aflição que se sabe é mesmo em casa os jogos aflitivos que não dão tranquilidade a ninguém é muito menos confiança para o título quando o FC Porto contrata em Janeiro Assis ao Chaves só para evitar reforço do Braga e mantendo o médio no Desportivo até final da época.
Falta qualidade na equipa e temos mais da mesma pasmaceira da SAD, a par da do treinador de trazer por casa. O Sporting, entretanto, ficou mais longe, veremos o Braga amanhã mas 1 pt do Benfica a jogar assim é, de facto, nada, melhor, é ridículo e hoje a arbitragem até ajudou ao não expulsar o estúpido Layun ainda que tenha impedido Rui Pedro de se isolar com mais um criminoso fora de jogo que devia dar irradiação do maldito auxiliar.
Mais uma má arbitragem do Jorge Sousa, incapaz de ser coerente no capítulo disciplinar e mal auxiliado.


15 janeiro 2017

Três pontos apenas

Três golos, mas sem exibição de encher o olho fica só a vitória e outra aproximação à liderança sem que se vislumbre melhor com futebol aos repelões que não fez jus ao resultado.
Kelvin voltou mas ficou perdido no jogo insosso da equipa já contra 10 na 2a parte. Os SuperDragoes cantaram por Pinto da Costa e confirmam o apoio implícito a uma SAD incompetente que desagrada à maioria dos adeptos. Nada de novo, a não ser a crónica incapacidade de Corona cruzar levou ao ineditismo de Alex Telles marcar cantos na direita do ataque.
Foi de Marcano (corrigido), acidentalmente, a assistência para a inauguração de Oliver, capaz de rematar de primeira dentro da área, sem a equipa alguma vez o fazer de fora. O 2-0 também surgiu algo por acaso numa recarga de André Silva após insistência de Corona que fez um mau remate como quase todos de Danilo  Herrera e André Silva.
O 3-0, de Marcano quase a pé fixo, sozinho, frente à baliza, levou a outra anomalia, pois foi de canto que o FC Porto nunca cria perigo. Tudo fora do contexto habitual, após jogos com mais jogo corrido e oportunidades claras que esta noite.
Oliver continua longe da definição na proximidade da área apesar de ter marcado. Corona participou em dois golos não obstante continuar sem velocidade e menos ainda dá finalização capaz demonstrada na época passada. Só Alex Telles cruza em condições e dá profundidade ao ataque. Um 3-0 que acrescenta pouco ao 4-0 da Feira, por exemplo, numa 1a volta que acaba com -2 pontos do que há um ano.

13 janeiro 2017

Sabem como o Santiago Bernabeu acabou?

O trabalho que O Jogo faz hoje sobre a longevidade recorde de Pinto da Costa no FC Porto, quando se acentua a decrepitude do presidente cada vez mais com contras do que prós, não só relembra que o antigo presidente mítico do Real Madrid morreu no cargo - o que se vaticina facilmente no Dragão.
Falta dizer que, já agora, este recorde de Pinto da Costa, por muito que tenha feito, e fez, e ganhado, como ganhou, acompanhará o feito inédito do Benfica tetracampeão, algo que nem eles imaginavam ser possível.
O timing é, finalmente, fatídico para evocar isto, para mais porque falta ainda ser dito o que marcou a despedida de Bernabeu em Chamartin: em 1977 o Real Madrid falhou pela 1a vez a qualificação para as provas da UEFA. Algo que se repetiria em 1997, por exemplo, mas a ausência das competições europeias é um marco.
Com o FC Porto do decrépito presidente nunca se sabe que falsos patamares históricos se atingem. É que as proezas propriamente ditas começam até à ficar arredias da memória. E isso é muito negativo
 E mau mesmo, já não basta outro fiasco pelo 4° ano consecutivo. De recorde em recorde.

12 janeiro 2017

Dragões a parir ratos e a chamar patos aos adeptos

Então foram dois representantes do FC Porto à reunião com os gajos dos árbitros e saíram (João Pinto e Jaime Teixeira) calados depois de entrarem mudos?
É o que reporta O Jogo hoje mas não admira.
Os gabinetes nunca foram para o ex-capitao e o amanuense da escrita, que supinamente ascendeu a representante do FC Porto nos sorteios da UEFA (ao lado de Fernando Gomes) nunca se entendeu o que faz por ali, além de ter um tacho com que nada produziu alguma vez...
Queixar-se que um árbitro marca gp no Guimarães-Benfica em lance igual ao que outro árbitro não marcou num Moreirense-FC Porto, é dar mais trabalho ao Francisco J. Marques do que era suposto...
Então nos lances escalpelizados pelos gajos dos árbitros falam de bola na mão e mão na bola nos jogos do Benfica e não se pergunta porque Jorge Rouba no FC Porto-Guimaraes e o Artur Sonso Dias no Porto-Benfica anularam golos de forma inexplicável?
Quem representa o FC Porto para lá do diário de caserna através das redes sociais que o decrépito presidente desvaloriza, não acompanha e não entende a utilidade?
Andamos, como os parvos americanos das CNN desta vida, atrás de gambuzinos nas trocas com russos e diatribes de fake news com infos supostamente secretas desmentidas no dia seguinte; ou como os pacóvios tugas a discutir posicionamento de Trump face à imprensa em vez dos 4,2% dos juros a 10 anos?
O ridículo está a matar o FC Porto!

11 janeiro 2017

Jesus condenado e o nulo espírito santo

Depois de tantas tropelias no Benfica, algumas até com direito a prisão, como na alteração em Guimarães com força da ordem e interferindo por causa de um adepto, Jesus não só percebeu em Alvalade quem lhe permitiu ganhar algumas coisas na Luz, sob manto protector da arbitragem de que agora se queixa, mas acima de tudo a impunidade de que gozou em termos disciplinares.
Agora leva 15 dias efectivos de suspensão, como se fosse agora agravante todo o período de vício vivido sem ameaça ao serviço do Benfica.
Mas na arbitragem, Jesus ainda enfrenta o "monstro". Foi capaz de dizer, em conferência de imprensa, quanto foi prejudicado no derby da luz, que perdeu com razões de queixa, como a seguir insistiu, como causa para maus resultados mas sem se escudar nas arbitragens europeias numa calamitosa eliminação das provas da UEFA, que a crise de resultados nas provas domésticas "vocês já sabem, a nossa crise chama-se Jorge Sousa" (corrigido), citando directamente a arbitragem do Benfica-Sporting.
Ainda agora, a respeito dos árbitros, que só o manto protector quer manter acima das suspeitas porque as imagens não permitem encobrir mais pouca-vergonha em defesa dos árbitros, Jesus disse com todas as letras, no domingo, "lutar contra tudo e contra todos".
Ora, está expressão foi utilizada pelo inútil e baço, cobarde e medíocre treinador do FC Porto, no treino do clube de boas festas, a 1 de Janeiro, quase a medo, em família, não como um grito de revolta, proclamado aos quatro ventos e perante microfones de múltiplas rádios e tvs, mas como uma homilia familiar reservada, como para entreter e comungar um ecumenismo que o seu perfil de baixa estatura de carácter e reduzido nível técnico, lhe permitiu, quase a contra-gosto, palrar.
Esta diferença vê-se na forma aguerrida como a equipa de cada um se mostra em campo e irá, como na época passada, espalhar-se na classificação.
O FC Porto está entregue a um menino de coro só querendo que não o chateiem e lhe permitindo "levantar a cabeça" a cada confrangedora exibição, como mais uma em P. Ferreira.
Depois andam, como pardalitos, à procura de inimigos internos a safar o tacho de cada um.
O NEScio faz o mesmo, porta-se como um assessor, funcionário de elemento alheio que é Jorge Mendes.
Daí à inacção no mercado de reparação é o reflexo do não me chateiem que eu não posso nem quero ter nada a ver com isto.
Infelizmente, até muitos bloggers já entendem o que há meses ando a dizer: jogadores que não rendem, sistema de jogo improdutivo e treinador que afunila o jogo e não fez nenhum atleta melhorar acima do que vale. O treinador já devia ter sido substituído. Já que a SAD é inamovível e os patetas pagam principescamente a medíocres administradores e portistas agarrados a cargos e salários.

07 janeiro 2017

NEScio até rebentar

Sempre tive noção de aquele golo de Rui Pedro ao Braga prolongou a agonia deste futebol inconsequente que se espelha no apático técnico da treta que arrastou a equipa até aqui.
Só gente muito parva se dispõe a apoiar está miserável tristeza que dá sempre um jogo sem profundidade, sem rasgo, sem médios a chegarem à área, sem novidades, sem chama, sem nada.
O futebol portista vulgarizar como antes com os treinadores da treta que não fazem volume de jogo e deixam a área contrária como parque infantil onde desemboca a puerilidade do Oliver pluma, do Corona que não faz mal a uma mosca, do Herrera que o idiota do treinador aproveita tanto como o João Teixeira.
É tão triste quanto era óbvio que aquele balão cheio de nada ia trazer mais desespero de tanta inoperância que é alarmante.
O clube de boas festas só quer ganhar ao Benfica e ter gente no primeiro treino do ano para os basbaques encherem o peito, mesmo quando o decrépito presidente teima em abandona-los.
A carneirada tem o que merece. O NEScio vai durar até Fevereiro.

03 janeiro 2017

Clube de boas festas

Ninguém se demite; ninguém é demitido. Não há comando. Não há rumo. Não há nada. passa o tempo, devagar.
O decrépito presidente teima em levar para a cova o clube em autodestruição.
O NEScio com discurso redondo, vago, medroso, é o prolongamento sem chama do moribundo ex-líder desta tropa fandanga que uma vez foi o FC Porto.
O estúpido treinador vê a equipa jogar à sua imagem: absurdo, apático, alheado, ausente. Julga, ainda, juntar Herrera e André André para fazer funcionar, qual deles mais arrastadeira, um antiquado escarpado a pedal...
Eis mais um tapete tirado debaixo dos pés deste patarata, mais um da escolha do patético presidente que era suposto saber escolher treinadores.
NEScio dizia ser ridículo temer ter -4 pontos para a liderança do campeonato. Na taça da treta, que ele uma vez fodeu com 2 frangos monumentais numa final no Algarve, só fez 2 pontos contra Belenenses e Feirense - e ainda perdeu 2 jogadores como Danilo e Brahimi.
Mais estúpido não se pode ser, na esteira dos antecessores fracassados e de adeptos de boas festas que vão nas tretas do lirismo bacoco e discursos de vão de escada.
Depois do 2016 com pouco mais de 50% de vitórias. Depoitre mais uma pausa natalícia desgraçada por resultados vergonhosos, em Fevereiro o FC Porto estará acabado pela Juve e sabe-se lá o quê na Liga.
A lavorare, andato a lavorare!