21 outubro 2017

Nova vida

Não há qualidade suficiente para a Europa, mas dentro de casa o FC Porto arrasa. Depois de 5-2 ao Portimonense, 6-1 ao P. Ferreira, muito futebol, ataque incessante, espectáculo garantido a prender o adepto até ao fim, mesmo um aficionado simples da bola ficará entusiasmado. E Sérgio Conceição só meteu Corona em vez de Sérgio Oliveira, mudando o chip da equipa, além de Ricardo Pereira mostrar que Layun não tem dimensão para a lateral-direita, sendo até difícil perceber se o figurino é 4x3x3 não geométrico ou puro, se 4x4x2 amiúde ou mesmo 4x2x4 na fase avassaladora.
Significa que a equipa assimilou o pretendido pelo treinador. A equipa parece empenhada em assustar a concorrência doméstica, mesmo sem que pacenses, tal como antes os algarvios, tenham receado enfrentar o jogo com tremeliques.
Muita pressão, velocidade, trocas posicionais, verticalidade, bola tão solta quanto jogadores confiantes nos movimentos e no toque.
Pena Brahimi não ter marcado para todo o ataque ficar registado nos marcadores, mas aquele lance aberto ao findar da 1a parte pedia lucidez no remate para o canto deserto da baliza.

17 outubro 2017

Falharam todos!

Derrota inapelavel na Alemanha num jogo mal gerido desde a montagem do 11: começou no treinador com opções muito inconsistentes, mais do que discutíveis, passando pelos jogadores sem algum se destacar pela positiva, salvo o golo de quem também não o iliba de outras falhas.
De repente, uma mudança na baliza, de súbito a falta de intensidade nas disputas, de repente um frágil Castelo que deu cartas no Mónaco mas foi sem trunfos à Alemanha.
Não cito nomes propositadamente e coincidiu, no intervalo com a comunicação do PR que visou o Governo duramente sem citar nomes, de forma a só Marcelo criticar a Geringonça justamente no seu todo, ia o jogo a meio, respeitou o intervalo da bola, mas justificava a crítica ao FC Porto também.
Fica assim. E o FC Porto obrigado a bater o RB no próximo jogo ou hipoteca logo hipóteses de apuramento.

14 outubro 2017

Bom jogo

O FC Porto defrontou o Lusitano de Evora de forma muito séria e a jogar a sério. Valoriza a competição, respeita o adversário que fica com uma ideia do que é o nível mais alto e estimula os adeptos, que vêem não se tratar de uma brincadeira e que não se joga com o seu espírito desprezando a sua Carteira. Parabéns. Do 6-0 e das incidências pouca relevância terá o que se disser, a não ser que o desfecho é corolário da atitude!

01 outubro 2017

Uma equipa ganha, dois pontos perdidos

O FC Porto perdeu a oportunidade de distanciar-se com autoridade inquestionável na liderança que soube manter firme, sem conseguir ganhar em Alvalade pela primeira vez desde 2008, fruto de muito bom jogo, equipa sólida e competente mas incapaz de finalizar muitas ocasiões de golo.
Na cara de Patrício por 3 vezes, Aboubakar falhou. Fora o resto, de outras falhas em cima, mais uma bola na barra. Desta vez, com o Sporting a fazer o 1° remate aos 44 minutos sem perigo, nem em recargas a bola entrou.
A equipa foi brava e boa, agarrando a partida desde o início e deixando Casillas com o clássico mais sossegado da sua carreira.
Certo que as duas defesas estiveram muito bem, mas perdulário foi o ataque portista numa equipa ciente de todas as tarefas a fazer mas sem golos não se ganham jogos.
Quando, a essa falta de qualidade finalizadora, há que substituir Herrrera por Otávio e Aboubakar por Soares, percebe-se as limitações actuais do FC Porto, mesmo superior em todos os aspectos do jogo.
Soube a pouco e, de resto, numa partida com o árbitro Xistra a roçar a excelência, o que não é só merecedor de destaque, como a única vez em que não apitou para prejudicar o FC Porto.
Liderança firme, equipa ganha e processos consolidados aos quais outra qualidade de definição daria outra dimensão ao seu futebol maduro, sereno e consciente de todos os detalhes que definem as grandes equipas.
Atendendo às limitações conhecidas, o nível vai subindo e a confiança crescendo. Não parece mais a equipa infantil e desatenta dos últimos anos, mas quando jogadores como Corona e Oliver são suplentes não faz propriamente bem esse destaque, antes acentua o défice de reforço que se sabe para esta epoca
Sérgio Conceição meteu mesmo Sérgio Oliveira e só não repetiu a equipa do Mónaco porque Layun, em nível alto e atento, teve de render Ricardo. O treinador repetiu e ganhou. Tem a equipa na mão, o balneário solidário, um campeonato para ganhar a manter esta competência, não aquela do bacoco Jesus que começou a partida em casa em modo defensivo expectante à altura da sua bazófia.
Dois pontos perdidos com alguma frustração, mas muitas coisas ganhas ou pelo menos consolidadas, com créditos e confiança. Foi de líder que merecia mais: o comandante incontestado do campeonato e o treinador que demonstra saber o que fazer. Aplausos na amargura, por fim.

26 setembro 2017

Sérgio&Sérgio: podem repetir, sff?

Da pobreza franciscana do Dragão à opulência arrebatadora no Principado: o FC Porto reeditou o 3-0 ao Mónaco em Gelsenkirchen, Didier Deschamps reviu tudo agora na bancada e como treinador só dá França, mas este 3-0 principesco dos dragões não vale a final de 2004 mas foi uma primeira pequena final ganha pelo novo técnico portista pouco preocupado por entrar na milionária Champions sem trunfos na manga e muito dado a fazer render as pratas de uma casa remediada.
A entrada de Sérgio Oliveira, que eu e muitos nem saberíamos que ainda estava, regressado como outros, no plantel remendado não foi ao género do Costa lançado uma noite por António Oliveira em Old Trafford para ser queimado vivo pelos diabos. O médio portista mais dado a destaques pela negativa nas redes sociais por "socializar" em demasia para um profissional de futebol foi um sócio importante para o ressurgimento portista na Champions, depois da histórica derrota caseira de entrada há 15 dias.
Reforçou o meio-campo numa estratégia agora bem delineada por Sérgio Conceição, sem as avenidas oferecidas aos turcos para passearem no Dragão e até, com Marega descaído na direita, a barrar os corredores laterais aos da casa. Sérgio Oliveira, de quem mal se deu conta na meia hora inicial, fechava na esquerda, enquanto protegia e apoiava Brahimi.
Num terreno escasso onde o preço por metro quadrado é quase proibitivo e os bólides locais têm de refrear os cavalos de potência em ruas estreitas e quase sem rectas, apesar do circuito citadino da F1, o FC Porto vendeu de forma exorbitante o seu espaço de forma que nem os abastados monegascos puderam comprar.
Senhor absoluto do jogo, dominador estratégico e conquistador onde nunca vencera alguma equipa portuguesa e onde mora o campeão francês, o FC Porto não só fez esquecer a derrota caseira como lançou as bases de um projecto sério que tem de ser olhado pela óptica de Sérgio, o Conceição.
Tá visto que não olha a nomes e, confirmados os fiascos de Oliver e Corona, lança mão de alternativas até aqui imprevistas, para não dizer pior. Já tinha sido Layun, o patinho feio Herrera volta a fazer o seu caminho, o desengonçado Marega lá destrói o que não é para ficar em pé e o FC Porto descobre-se em fortuna e bonança.
Danilo sente dificuldades em jogar mais adiantado e perde posicionamento e bola muito mais à frente do que estava habituado. Mas a equipa ganhou agressividade táctica, posicional e quer nas divididas quer nas bolas paradas deixou de parecer infantil.
Eis que, repetindo nomes de Sérgio protagonistas, com Herrera a subir e Marega impetuoso, vê-se que não dá para emendar aquele tremendo fiasco de entrada, mas o outro ar que a equipa respira, fugindo ao trivial adivinhamento do onze - tão difícil de calcular como era com António Oliveira que lançou Sérgio Conceição no onze portista há 20 anos -, o painel de jogo é por todos partilhado e a míngua de opções uma oportunidade para todos.
Pode não ter o fito de repetir táctica e trunfos, mas se Mónaco e Sporting eram dois testes cruciais para a definição desta fase da temporada, este foi passado com excelência e em Alvalade dá mesmo para reeditar: o Sporting de Jesus joga basicamente com mo o Mónaco de Jardim, a quem o FC Porto fechou as avenidas centrais e limitou corredores laterais. A chave táctica da vitória teve um desempenho competente como há um ano se viu em Roma - foi 3-0 inédito em Itália que poucos já recordam - precisamente antes de uma visita à Alvalade onde então faltou golpe de asa e o modelo de jogo com tracção atrás não convencia...
Sérgio Oliveira compôs bem a manta e Sérgio Conceição, que não deixa correr o marfim desde o banco, ralhando aos jogadores e corrigindo como nenhum dos 5 antecessores fazia, mostra saber que o carrinho utilitário pode ir longe, quiçá fazer um jackpot no Casino em Montecarlo.
Um cheque farto em Alvalade, para deixar rivais a 5 pontos em Setembro, seria um seguro contra todos os riscos. E ricos.
Há gente feliz com o suficiente para viver bem.
Ora, seja com Sérgio&Sérgio ou de outra forma, não se importem de repetir domingo.
Para já, barriga cheia com jogo em cheio a que o rotundo resultado fez justiça. E que bem sentir a fuga ao vaticinio de último do grupo. A dupla jornada com o estreante de Leipzig que tem também um Dragão como estádio será precioso.
Foi assim, em 2008, com duas vitórias sobre o Hamburgo, que o FC Porto arrancou para uma bela época embora Jesualdo tivesse um plantel rico e farto, além de campeão.
A corrida de Conceição é outra. Etapa a definir: Alvalade.

23 setembro 2017

A facilidade de criar e marcar

Fácil 3-0 com Herrera confirmado titular em detrimento de Oliver e Corona de volta à direita porque Otávio não justificou a titularidade em Vila do Conde.
Movimentos tipo dos anos 90, mais gente à frente da bola, 3 defesas no começo da jogada desde trás porque um lateral fica logo subido, um trinco só sem estar preso, Herrera mais solto e mais gente entre linhas do adversário. Boa exibição coroada com 5° golo muito bonito e Herrera inteligente na subida à área. Portimonense marcou dois golos também bem engendrados e podia ter marcado no fim, provando o seu espírito construtivo que não perdeu mesmo com 3-0 antes da meia hora.
Mónaco e Alvalade como testes à evolução da equipa e confirmação das opções firmes de Sérgio Conceição.

17 setembro 2017

Falta eficácia ao carrinho utilitário

Desfeitas as ilusões europeias, ainda que de pouca monta, o FC Porto mostrou a pequena versão utilitária para consumo doméstico que marcará a temporada.
Mas a trabalhosa vitória em Vila do Conde, com 1a parte de susto e 2a de sonho só manchada por um idiota golo sofrido digno de amadores, comprovou a falta de qualidade agudizar por ausência de reforços que trouxessem coisas diferentes. E quando continua a ser Marega a puxar pela locomotiva ainda que Brahimi seja um dinamizador, parece tudo dito, e pior será se for assim tudo espremido.
Na versão Marega+10, com defesa sólida mas infantil no 1° golo sofrido nas lides domésticas, não abona em favor da valia do plantel, ainda à procura do novo modelo de bola mais rápida a circular em busca do espaço que poucos procuram.
Ao sentar Oliver e Corona, inexistentes e substituídos cedo nos últimos dois jogos, Sérgio Conceição mostra empatia pelos que dão tudo e não está para cobtemporizar para quem dá pouco. Mas sendo dois potenciais titulares de caras a sofrerem esta lição de gestão competente sem olhar a nomes, resta a preocupação: ou o sinal e lido e sentido por todos, onde nomes não contam, ou um plantel sem novidades ficará ainda mais curto para as encomendas, mesmo de trazer por cada.
Herrera entrou para o meio e Otávio para a direita. O mexicano com a pecha do costume mas um coração enorme que compensa falhas nas expectativas de boa e rápida entrega da bola, que já não melhorará. O brasileiro é que nem entrega da bola (só um bom passe) nem genica. Não justifica a titularidade.
Onde o aporte colectivo vai dando resultados, a inconstância individual de quem mais se espera não augura nada de muito bom. E essas pecas são fatais na Europa, vamos ver se servem por cá. Até porque, apesar do golo em canto ao 1° poste, Danilo teima na lentidão e multiplica maus passes. Com Otávio complicativo e lento, incapaz de se chegar aos avançados mesmo sem actuar a 10 como gostaria, percebe-se como o patinho feio Herrera ajudou ascensão do miolo e um salto de qualidade na frente após o intervalo. E com Aboubakar lento e sem graça ou ritmo como no Instagram, foi mesmo Marega decisivo no 2-0 e nos desequilíbrios da 2a parte onde o triunfo foi mais que justificado.
Num jogo com menos posse de bola (55-45%), mas quase todos os 12 ou 14 remates dentro da área e metade enquadrados na baliza, o carro utilitário portista tem de melhorar a eficácia que também foi perdida numa desatenção defensiva de palmatória.
Vai-se salvando o salvavel enquanto uns ainda se admiram de Oliver ser preterido a Herrera e terem de levar com o tosco Marega em vez do criativo Corona.
Sérgio vai conduzindo, em busca da vertigem do espaço e com menos manobras artísticas inúteis. É bom que se habituem, mesmo que há muito tenha desaparecido do painel portista a rubrica de arte de outros tempos.
Isto é o campeonato e a bitola muito alta, inalcançavel para quem julga ver e ter ainda jogadores de primeira qualidade.

13 setembro 2017

Cativações no Dragão também empobrecem sem serem assumidas

Duas novidades mas sem novidades. Porém, um desastre histórico e por mais de uma razão. O resultado é conhecido e era previsível. Vai custar a digerir, mais uma vez, mas este fracasso é o reflexo do declínio inevitável do FC Porto.
Escusam de discutir tácticas e estratégias, porque nem se lembram do que comeram ontem e olham para o prato vazio à sua frente. Não se preocupem: gente supostamente especialista não soube que o FC Porto perdeu pela 1a vez em casa o 1° jogo na CL. E creio que nunca sofreu 3 golos, nem do Real Madrid (cprrigido: 1-3 em 2003, a caminho de Gelsenkirchen, may no for em estreia, apps 1-1 em Belgrado), do Liverpool, do M. United, do Barcelona, tinha de ser o Besiktas com quem o FC Porto nunca perdera!
Sérgio Conceição já entrou na história pela negativa. E assumiu a falha estratégica muito bem, pela abordagem táctica errada ao jogo. Más opções e leituras que já condenaram Lopetegui ainda há dois anos com o D. Kiev.
A SAD nunca assumirá a sua culpa. Isto não tem a ver? Tem!
Há um ano prenunciava-se o desastre, sobrou o surpreendente 3-0 em Roma sem evitar 1-1 na abertura da Champions com o modesto Copenhaga.
Ninguém se lembra, como talvez tenha agora passado ao lado. Mas há um ano não houve patrocinador nas camisolas, salvo erro, na Europa. O administrador Fernando Gomes desvalorizou, em nome de negócio futuro maior. Agora, em vez da Meo que por um tempo não existiu, surgiu a Altice e o novo símbolo, derivado do negócio do século.
E se foi tragicomédia a igualdade com os dinamarqueses, a falta de qualidade vista está noite deve pregar a última tacha no caixão, fixando o FC Porto no último lugar do grupo.
Com novo patrocinador assente num supercontrato milionário, o FC Porto entrou na Champions sem reforços! Nem vale a pena lembrar que Soares e Marega há um ano estavam em Guimarães, onde também estiveram Otávio e Hernâni lançados hoje na 2a parte, até Ricardo andou pelo Berço...
É assim que se enfrenta a Champions, sem reforços e com patrocínio badalado que deu nisto: 1-3 com Besiktas, que compra forte e ganha sem escândalo no Dragão...
Não, isto não foi falta de eficácia. Foi falta de qualidade, falta de opções e falta de génio que, nestas circunstâncias, fica limitado, se não mesmo improvável!
O treinador assumiu as suas falhas. Mas tem razão em aludir a falta de opções. Já tem é de perceber que Oliver é só meio jogador e como 10, na camisola e no campo, pode confiar tanto nele como Corona a extremo, tendo de substituir os dois ao intervalo... Já no domingo o mexicano foi inútil, já hoje Danilo foi lento e também acabou, como os outros, substituído.
Quando, em dois jogos consecutivos tens de meter um tosco como flanqueador, tecnicamente, como Marega, sem poder exigir mais dele todo esforço e alma e pouco mais, está tudo dito. Se Sérgio começou com um 11 fraco no meio mas sem explodir nos flancos onde o Besiktas é muito fraco, o treinador corrigiu ao intervalo, com André André e Otávio no meio, mas corrigiu a correcçao voltando ao início com Hernâni na direita, quando mais valia manter a opção é fazer troca directa com Corona...
O FC Porto esteve melhor na 2a parte mas ter Soares e Marega na frente numa Champions... Nem no Guimarães chega para a Liga Europa... Sem beliscar o esforço dos jogadores, mas tido espremido, um Soares falhando na cara de Fabri, é ao que se resume o melhor futebol portista após o descanso.
Apesar de andar a "navegar" na táctica durante o jogo, o treinador só se viu limitado pelas opções. Tem essa atenuante, mas os dados para a história ficam, indeléveis: o FC voltou a ter patrocínio para mostrar à Europa, mas os alegados milhões não cobriram as activações, jargão económico da moda, que uma gestão há anos desastrada conduziram. E nunca significaram crescimento, ao ponto de o recorde de 22 presenças na CL não dar para reforçar a equipa. E tantos anos fazerem esquecer a histórica 1a derrota em casa no 1° jogo na prova. O desastre que se anunciava só tem previsão igual na colocação, muito provável, em último lugar num grupo que não se pode considerar difícil.
É só fazer as contas, como dizia o outro.

10 setembro 2017

VARredela!

Num jogo sem gp a reclamar, com o Chaves, Sérgio Conceição veio falar das 4 jornadas anteriores onde em cada uma houve gp por marcar a favor do FC Porto sem que o VAR interviesse. Fez bem. Mas, lá está, já entrou a desoras. Porque já se percebeu a utilidade do VAR. E o FC Porto tem de actuar na hora, nem deve distrair-se do seu foco, como fez de Xistra atirando-se a Hugo Miguel
Presumo que esta iniciativa é do Sérgio. Porque o FC Porto, apesar do que se julga, continua a querer caçar elefantes com ratinhos, nem que seja um ao lado do teclado enquanto navega na internet.
Isto depois de o Benfica ter escapado de Vila do Conde sem perder com uma gp oferecida. E ter virado o jogo com o Portimonense com uma gp inexistente a dar o seu empate e a ver os algarvios sem um golo do empate 2-2 por suposto fora-de-jogo que o VAR não dissipa nem serve, mesmo como ferramenta útil, para discernir coisas de centímetros que deturpe uma noção fundamental que acompanha as Regras do Jogo e todos têm esquecido: mesmo com o VAR, em caso de dúvida deve-se favorecer a acção atacante e não é por um jogador ter um pé mais adiantado a uma linha patusca na televisão, tanto omitida como ao Braga na Luz como inserida como agora se fez na 6ª feira também na Luz, que se deve subverter a essência do jogo.
Mas agora temos o Xico Marques, esperto da Geometria Descritiva, a recriar as linhas imaginárias de uma bancada para o campo de jogo, como o saloio do Rui Prantos fez uma fez para explicar um golo indevidamente anulado ao Rio Ave na Luz...
O FC Porto, de uma vez por todas, tem de saber como se joga esta partida cheia de truques. Continuo a achar que não sabe. E o uso do Torto Canal comprova a inaptidão na função. 
Desonestidade campeia. Isto já soa tudo a falso, como era de prever. Não se podem esperar efeitos diferentes com as mesmas causas. E os árbitros tugas são ordinários de horror. Mas o FC Porto veio condenar um eventual assalto a casa de um dos mais fracos do Xistrema, a cavalgadua do Vasco Santos. Porquê?...
Não sejam NEScios. Até o Sérgio já percebeu! O regime alimenta-se disto, pula e avança. Quando o VAR salvar mesmo o FC Porto de uma desgraça a gritaria vai ser pior do que os pacóvios em romagem à prisão do 44 em Évora, onde até Pinto da Costa se deslocou e António Costa também fez a mise en scène.


09 setembro 2017

Vai formoso mas não muito seguro

O primeiro jogo após paragem pelas selecções e o pior jogo a iniciar a primeira série de partidas consecutivas para marcar a fase da época em que muitas coisas começam a definir-se, até pelo fecho do mercado.
O 3-0 final ao Chaves é lisonjeiro para o FC Porto, depois de 1a parte sem nervo nem rasgo, com Layun, Coronária, Danilo e Brahimi mal no passe e prejudicando a construção, quase se lances de perigo. Jogo colectivo frouxo, pressão ofensiva timorata e desordenada, 0-0 desolador ao intervalo a recordar épocas recentes. Há atenuantes pelas viagens e as selecções que até levaram Layun a sair do limbo da indiferença, mas ainda na tónica da insuficiência. Soares acabou de voltar a jogo, mas o ataque funcionou mal e ainda pior com a vantagem.
Sérgio Conceição deixou a equipa estender-se no campo conforme o Chaves se espraiou com substituições ofensivas de Luís Castro. Faltava unir, esconder a bola, dividir o adversário, mas em vez disso houve bola longa e jogo desligado quando havia espaço para jogar. Fez lembrar a derrota inacreditável do Braga na final com o Sporting, pela incapacidade de gerir a bola, o jogo, a vantagem e os nervos do adversário.
O Chaves acreditou e teve duas ocasiões na cara de Iker, para empatar, com o FC Porto partido e tolhido, à mercê de uma estocada fatal. Havia o velho 4x3x3 com a entrada de Soares e Marega na direita em vez de Corona para a 2a parte. Mas o espaço cresceu e a vontade encolheu. Houve que meter Otávio, a entrar mal no jogo, depois André André para voltar ao 4x4x2 retirando Brahimi do meio e Marega da direita... Coincidentemente com a equipa mais unida, surgiram dois golos, um por gp inatacável mas cuida do céu, ainda que golo só de recarga, e já em contra-ataque mas com bola no pé, acabando Aboubakar, Soares e Marega por se associarem na expressão do resultado, melhor do que a exibição que foi a mais periclitante até à data.
A Champions vai exigir mais, o Besiktas já não é fraquinho como dantes e outro jogo de susto se prevê para 4a feira, para mais com vitória na estreia em casa na competição a manter a tradição mas que pode atraiçoar Conceição...

30 agosto 2017

Xistra e o FCP? O Torto Canal atira-se ao Hugo Miguel

Não vi uns 10 minutos iniciais do programa de ontem do Universo da Bancada, mas se porventura foi escalpelizada a arbitragem mafiosa do Xistra, mais uma vez e em Braga de novo também, decerto não teve atenção e exposição como o que vi longamente sobre Hugo Miguel em Vila do Conde.
Acredito mesmo que o "jogo" completo do Xistra nem tenha subido à pantalha. Num programa onde, também aqui, se usa mais a palavra do que a imagem, um contrasenso em televisão, a defesa do FC Porto passou para segundo plano face ao ataque ao Benfica. Outra coisa sem nexo, como é a infantilizaçao do argumento já expendido de o árbitro de campo ter desculpa e poderá não ver isto ou séquito, mas o VAR não tem perdão...
Esta tese, peregrina como angelical a ausência de "processos de intenções" e "confiar na honorabilidade" dos árbitros de campo que se revelam nos erros premeditados, de tão fastidiodamente repetidos e "inclinados", já cansa tanto como a futilidade de algumas conversas cheias de miminhos e salamaleques.
Porque a honestidade do árbitro está em causa quando, no campo ou no estúdio da "cidade do futebol", como se fosse cidade de Deus de Sto. Agostinho ou a idílica República de Platão, revezando-se nas funções os mesmos mafiosos, os erros e a tendência se repetem até à náusea.
Quando se metem no ar nomes como Bruno Paixão e se procura não beliscar a pessoa, como se a mesma fosse distinta do árbitro e da idiossincrasia com que apita mas vai procurar via alternativa às instâncias desportivas um ajuste na nota, não se pode aplicar bálsamo e rezinhas que isto não passa.
Se é ridículo não dissecar, com o cinismo malévolo e frio como deve ser e se retrata no trabalhinho em campo, o que Xistra voltou a fazer, num jogo do FC Porto, o Torto Canal continua a fazer um mau trabalho, evocando apenas um episódio ou outro comparativo e no passado recente. Quando o melhor para Bruno Paixão é lembrar só Campo Maior, apesar de ter sido a pior arbitragem da história moderna e televisiva do futebol, por sinal quando foi o Sporting favorecido e, graças a isso, campeão, pouco mais se pode esperar dali. O contexto e a biblioteca são pavios curtos que as palavras não estendem.
E continua a fazer-me confusão um tal Pedro Bragança aludir a informação deturpada no futebol, imprensa conivente, veneranda e silenciosa com o poder instalado, uma máfia com todo o poder e a viver acima da lei referindo-se ao Benfica, vindo de alguém já identificado como apoiante socialista de algumas figuras de relevo do PS, é caso para perguntar se destrinça o desporto da política e lançar o repto de integrar um programa que desnude a geringonça e o PM vendedor de banha de cobra...
Porque se o Benfica se lança, sem pudor nem vergonha e muito menos poupando nas palavras sem demorar a emitir um comunicado após um jogo que só empatou com ajuda do árbitro, o Costa é igualmente maquiavélico e suportado por campanha propagandista de cariz similar, ou não fosse a máquina de comunicação da mesma origem sucia lista.
Há dias, sobre o já famoso, João Pinheiro de Braga, o melhor que arranjaram foi uma foto desse árbitro cartilheiro do qual não arranjaram imagens do Setúbal-FC Porto da época passada, quando eu passei a conhecê-lo sem lhe saber o nome à primeira aparição no Bonfim.
Agora, para destratar o Vasco Santos como VAR, desculpando um traste como Rui Costa malfeitor inveterado, nem uma imagem do novo padreco da paróquia saloia, sendo que eu lembro a primeira aparição dele num FC Porto -Leixões que neste blogue deixei como testemunho: era para futuro um árbitro de merda e nunca me enganou. Mas o Torto Canal não tem imagens, não tem arquivo e não tem emenda.
Continuo a não vislumbrar o que vai dar isto dos emails porque me parece mal explorado e mal divulgado, por falta de imagens. Por falta de memória, um erro grave no jornalismo e imperdoável em televisão.

27 agosto 2017

Nota do Xistra vai justificar email?

Voltar a levar porrada, ter menos faltas e mais amarelos. Um agarrar adversário em 3 ocasiões não deu amarelo, só a Danilo. Uma obstrução junto à linha lateral de Goiano a Brahimi não deu amarelo, só obstrução de Marcano a um bracarense. Mais uma gp por marcar, não do fileira Jonas com Felipe que Xistos sancionou na Luz, mas um claro derrube a Aboubakar na área bracarense. Como é possível o Braga acabar com 11 jogadores? E o FC Porto perder sete claras ocasiões de golo?
Isto não vai durar sempre, até porque o VAR não está para verificar prejuízos do FC Porto.
Sérgio, não sejas NEScio.

21 agosto 2017

Sérgio, não sejas NEScio!

Um fds desligado de tudo, nem futebol nem noticias em geral. Pegando agora nalguns jornais, vistos os 3 golos de Aboubakar de relance, algumas preciosidades do tuga way of living...
Directo ao FC Porto, constato a média de uma gp por marcar até agora. VAR só serve mesmo para não deixar dúvidas da autenticidade e legitimidade de golos portistas.
Já na área da disciplina, um escandaloso cartão vermelho por mostrar a Eliseu. VAR para o benfas nem de lambreta e a merda da acção disciplinar é o que eu supunha em lances a meio campo onde árbitros tugas nunca vêem nada. O portuense Rui Costa, de resto, é useiro e não isento, o irmão de Paulo Costa que Luís Filipe Vieira trazia amiúde à colação...
Sérgio Conceição passa por cima dos penalties por marcar para o FC Porto. O portuense Manuel Oliveira é useiro e não isento. Toda a arbitragem portuense repete a cartilha dos últimos anos e na época passada Rui Costa e Manuel Oliveira já eram relapsos nestas matérias...
Vejo que em Inglaterra, logo em Inglaterra..., o NEScio veio falar de arbitragens à 4a jornada, na II liga... O NEScio que no FC Porto só a 4 jornadas do fim resolveu falar de árbitros. Há gente sempre no local errado à hora errada e Sérgio Conceição tem de evitar o silenciamento tão penalizador para o FC Porto nos últimos anos.
Apesar de muitas loas, com os interessados e até directamente envolvidos a quererem divinizar a bondade da coisa, o VAR tem sido a merda que eu perspectivava...
De igual modo, o esgoto-executivo das 2as feiras no JN lá fez uma crítica suave ao Governo mal-parido desta paróquia e até meteu em baixo o ministro da Saúde porque a DECO diz que os centros funcionam mal...
Já a paródia em que regularmente se comprazem PR e PM passou ao lado na cerimónia da Sagrada Família. Lá foram, de Falcon, a exéquias em Barcelona, depois de trocarem as de Pedrogão Grande por beijos, abraços e uns envelopes de dinheiro oferecido por particulares.
Como um par de jarras para embelezar qualquer merda, PR e PM estiveram na famosa igreja de Barcelona mas os seus narizes empinados para o intrincado trabalho que torna deslumbrante a obra sempre inacabada de Gaudi impediu-os de tecerem loas ao chão de toda a nave magnifica atapetado com cortiça portuguesa...
Nada de novo, nem o calor, dizem, infernal, como se fossem, quais fogos descontrolados e comando sem rei nem roque, novidade.

13 agosto 2017

Descoberta a utilidade do VAR

Nesta altura da época é quando jogos à 4a feira e domingo ainda pesam nas pernas, como se viu na pouca exuberância de Corona, Brahimi e Oliver, para mais com um Tondela característico no uso do corpo-a-corpo que é a marca do seu jogo de contacto, atrapalhando mais do que joga.
Foi o que custou mais ao FC Porto, com Sérgio Conceição a perceber que meter o pé continua a não ser muito aceitável para muitos jogadores, pelo que teve de acabar com a inefável dupla Herrera-Andre André sem a equipa ligar muito o jogo à frente, também com Layun por fim e tudo a fazer lembrar as tremideiras das últimas épocas, não certamente más por acaso ou só por causa dos árbitros...
Por sinal, o Fábio Veríssimo VAR no já famigerado Benfica-Braga onde foi cegueta em dois golos minhotos válidos mas sem contarem, agora teve de recorrer ao VAR para algo que não deixou dúvidas algumas: o golo de Aboubakar que deu 3 pontos e podia ter dado mais golos mas os postes não deixaram tudo tão André Claro como o resultado merecia em vez do 1-0 final.
Depois da 1a jornada, com o golo de Marcado sem suspeita sequer de mácula, está descoberta a utilidade do VAR, que é mesmo sem dúvida ir verificar se os golos portistas são válidos, não vá o FC Porto ganhar como o Benfica é o Sporting...
E, assim, enquanto o VAR é visto pelo olho cego dos árbitros que também vão para o campo carregados de preconceitos face ao FC Porto, a utilização do VAR vai perdendo o sentido. À boa maneira tuga, de resto, onde um regabofe de leis vão perdendo nexo e razão de ser com regras em cima delas até desvirtuarem o sentido da própria lei.
No fim, ganhou o FC Porto e alguns muito estúpidos vão afirmar o óbvio do recurso ao VAR nesta vitória mais suada que sofrida pois o Tondela pouco pôs em perigo a baliza portista, discutindo o jogo aos repelões mas não a essência do resultado, justo, certo sem ser brilhante mas são estes que vinham faltando nas últimas épocas.

11 agosto 2017

VAR: Vitórias Aldrabadas do Regime

Balanço do VAR inovador na Tugalandia: triunfos fraudulentos na Luz e em Alvalade, mal acabou a 1a jornada e começou a 2a jornada.
Fernando Gomes merece louvor 💩

09 agosto 2017

Boa tendência é má tendência

A maior goleada neste século a abrir o campeonato deu expressão a um jogo competente e contundente de um FC Porto que parece finalmente renovado. Três golos bem anulados e o desencontro de Aboubakar em três flagrantes ocasiões não esmoreceram uma equipa mantida sob pressão por um treinador atento ao afrouxar do ritmo. Não houve baldas, Oliver solta-se, não há torques e lateralizaçao em excess, os laterais dão fluidez, largura e profundidade, o jogo tem sentido de baliza e servido aos pontas-de-lança em acção como nunca - e se Soares saiu por lesão à meia hora, Marega não tardou a marcar mal entrou.
Um ritmo forte, um sufoco duradouro num adversário que não se sentiu desafogado a sair a jogar, como era hábito o manso FC Porto deixar.
Passa a ser mais que uma promessa que, por exemplo, há um ano não se confirmou apesar de algo se ver. Foi ilusão, treinadores passivos, equipa acomodada...
Um onze já rotinado e apostado num objectivo de marcar e incomodar seriamente o adversário. Nem lesão, nem golos anulados, nem ocasiões falhadas perturbaram. No fim, mesmo com 3-0, com ameaça de mais, até uma barbaridade de arbitragem, corrigida pelo VAR que vai denunciar isto muitas vezes, até um erro flagrante e premeditado de um auxiliar assassino foi elevado a 4-0.
Ficou exposta a tendência de prejudicar dolosamente e sem necessidade no que foi, tantas vezes nos últimos anos, uma invulgar sucessão de golos mal anulados no Dragão.
Ao invés, por sinal, vimos na Luz a tendência de com muitas dúvidas e por milímetros de diferença ser cerce assinalado um fora-de-jogo que podia dar 2-2 ao Braga frente ao Benfica.
A cartilha está aí ainda e só um FC Porto fortíssimo pode superar a pouca-vergonha que não cederá facilmente.
A toada de conquista, vista nos triunfos dos duelos individuais, nas bolas ganhas nas divididas e na apetência pelo remate e por colocar a bola na área diante de avançados sedentos e impetuosos, a verificar se se confirmará nos jogos fora, como em Tondela já no domingo, onde o FC Porto se descaracterizava e até dissolvida facilmente.
A seguir.

21 junho 2017

Nem impugnação nem imagens de Rui Costa

O Torto Canal volta a não existir como programa televisivo, que tem de valer por imagens.
Passou um mês do fim do campeonato e, creio, o tempo para impugnar a competição ferida de legalidade.
Dedicar-se a desfigurar o Pedro Guerra, por muito ou pouco que represente o Benfica; ou deixar em dúvida a honorabilidade do presidente Luís Filipe Vieira não adianta muito. Os portistas ou não sabem ou não querem saber. Os benfiquistas idem.
Pior, do consulado de Mário Figueiredo na Liga, e com outro trafulha como o então presidente da AG da Liga, Carlos Deus Pereira, são peaners.
Há claro nexo de causalidade entre emails com ameaças aos árbitros, mais o caso de Rui Costa revelado no Expresso, mas não se metem nem imagens nem do jogo em que se mudou a nota do árbitro, com efeitos sobre a acção dos árbitros. Nem imagens de outros jogos. Que porra de jornalismo televisivo é este?
Então, o Xico Marques põe em causa os campeonatos passados e não há impugnação do campeonato? O FC Porto continua, institucionalmente, sem dar um passo formal? E pede-se que o CD actue? E se não chegar queixa formal? E se recusarem, convenientemente, acudir a noticias de jornais ou programas televisivos que podiam ser radiofónicos?
Não sei o que o FC Porto pretende obter SÓ com isto.
Percebi quem é um Pedro Bragança no programa designado como Twitter do Baluarte Dragão mas que se preocupa muito com benfiquistas e menos com portistas - aliás, a nota dominante de todo o programa.
Outro assim é deixo de ver! Este foi apenas o segundo que vi...

17 junho 2017

A sério que o Benfica queixou-se do Rui Costa?

Na notícia de hoje do Espesso, que não li para lá do título, o tráfico de influências benfiquista volta, uma vez mais, a superar o surreal, com queixas de Rui Costa e ordem para abater à nota, descida de 3,5 para 2 pontos.
Se prova fosse precisa do condicionamento dos árbitros, por ameaças mais ou menos explícitas como bastam via as pontuações e classificações no final da época, como prova o caso do árbitro madeirense despromovido depois de apitar a final da Taça normalmente atribuída ao melhor da temporada, por ironia, basta ver a súmula de erros em favor dos encarnados para perceber a mudança de rumo, se existiu, nas arbitragens daquele árbitro portuense.
De memória citânia meia dúzia de jogos de Rui Costa e uma dúzia de motivos para perceber como era beneficiar o Benfica é prejudicar o FC Porto.
Nas últimas aparições deste fantasma no Dragão, então, foram só empates com penaltis por marcar para o FC Porto.
Ter o Benfica queixas de Rui Costa, como de Jorge Ferreira do Funchal, é de rir, mas o assunto é mais que sério e percebe-se tanto o Benfica estar seriamente entalado como loucamente obcecado com o controlo absoluto dos jogos via árbitros - e não faltam resultados escandalosamente preparados em favor do Benfica, algo que se via nas transmissões televisivas mesmo que silenciadas na comentadeirice de cartilha e sonhadas nos títulos de imprensa.
Que seja, ainda, Rui Costa, que sempre foi medíocre, um alvo do Benfica, mas cedo manietado e domesticado, remete para a sibilina pergunta que um dia fez Luís Filipe Vieira, nunca respondida, dirigida a Vítor Pereira: "Perguntem a Vítor Pereira porque não nomeia Paulo Costa para os jogos do Benfica"...
Uma pergunta que os pés de microfone, sempre agachados ante estes ídolos de pés de barro, nunca fizeram, nem ao presidente do Benfica, nem ao dos árbitros nem a eles mesmos, tristes figuras decorativas que nada decoram de útil para a dignificação da sua profissão.
Já sabem, porque parece que estes nomes são todos desconhecidos, que Rui Costa e Paulo Costa são irmãos e este é, agora, dirigente da comissão de arbitragem que o Benfica deixou, subitamente, de estranhar, porque rapidamente entranhou o procedimento para viciar os jogos.
Como se nunca se tivesse visto nos títulos encarnados neste século...
Agora, o Torto Canal precisaria do arquivo do dr. Poncio para um vídeo ao árbitro como Rui Costa de quem, mais do que o Benfica, mais se queixou?
Já para não falar dos outros "nomeados" pelo sindicalista da CGTP em Braga.
É preciso fazer um desenho para juntar pressões sobre árbitros e benefícios ao Benfica?
Por muito menos, e por pressão do Benfica, o Boavista foi despromovido...
Capito? Falamos de famiglia mafiosa da Luz e ramificações do poder difuso mas concentrado em Lisboa!

14 junho 2017

Amadorismo de uma SAD

Honra e mérito ao trabalho do Chico Marques na divulgação dos email que transpiram a fraudes acumuladas do Benfica.
Ele insiste no "trabalho" do Torto canal, uma espécie de coisa nenhuma que me voltou a decepcionar ao assistir ontem, pela 1a vez, a  um programa completo, salvo uma entrevista benfazeja a Pinto da Costa pelos 30 ou 31 anos de presidência - o canto do cisne.
E além da entaladela ao Benfica, com evidente tráfico de influências que é punido com descida de divisão pelo artigo. 65° do regulamento de competições, quem sai mal é o palhaço do Vítor Pereira, porque do excremento Mário Figueiredo já se tinha dado conta.
Não vou esmiuçar os pormenores, até porque os árbitros da corja foram sendo vistos ano a ano, jogo a jogo, do sobe-e-desce do Nuno Almeida que de tão medíocre chegou a internacional, salvo erro, ao novato João Pinheiro que notei logo à 1a aparição em Setúbal...
Ao longo dos anos, além de apontar sempre prejuízos de arbitragem ao FC Porto mesmo nos anos do Tetra, mais a particularizaçao de alguns nomes como Vasco Santos e Manuel Mota, também associei o vermelho desportivo ao aparelho político, dois cancros que minam Portugal. Um comentador, bom rapaz e cheio de Salamaleques para não acirrar os mouros, repisou o argumento mais de uma vez... Adiante.
Das muitas críticas que sempre fiz ao FC c Porto foi negligenciar a Liga de Clubes, onde por muitos anos os principais dirigentes portistas primaram pela ausência. Esse amadorismo de gente bem paga para defender o clube mas não cumpriu a obrigação, está a ver-se no que deu.
O amadorismo do FC Porto na sua estrutura profissional de gestão reflectiu-se na criação dessa aberração inútil que foi o Torto Canal.
Pois bem, este trabalho de fundo dos email devia ter imagens de lances, dúzias delas, e árbitros, montes deles, a ilustrar cada nome, cada acção, cada benefício ao Benfica e prejuízo ao FC Porto.
Dar só dois lances, avulso e caídos do nada, revela o amadorismo de quem fãz televisão no FC Porto.
Falar de Paulo Costa e não associar Filipe Vieira e Vítor Pereira, muito menos o irmão Rui Costa, ou não mostrar o que era Paulo Baptista ou como se moldou Nuno Almeida deixa só os emails como palavras no ar.
Como o decrépito presidente esperou, um dia, que jornalistas perguntassem pela arbitragem num jogo na Luz, em que Soares Dias negou 2gp ao FC Porto, no FC Porto devem estar à espera que as tvs do regime mostrem o que foram dezenas de arbitragens destruidoras da credibilidade do campeonato e da legitimidade dos últimos 3 títulos fraudulentos do Benfica. Porque apesar do começo do proteccionismo pelo manto vermelho em 2013-14, nesse ano o Benfica foi mesmo muito superior à concorrência.
O FC Porto continua sem fazer trabalho constante e assíduo que uns fogachos não completam.
A não ser, como preconizei mal a época acabou e face ao acordo com o Sporting, que se parta mesmo para a impugnação do campeonato e obrigar o corta-fitas do Fernando Gomes na FPF a tratar de limpar a porcaria na federação e no seu futebol de campeões da treta.
Porque só denúncias e avisos não fazem mossa real. Há que pôr o país a fogo como há 10 anos.
Do amadorismo portista ao amadorismo benfiquista.
Na Luz podiam dizer que o pessoal recrutado na Invicta faz o que fez nas Antas, mas isso seria machucar o Paulo Gonçalves e desmascarar o Jorge Gomes alegado scouter na América do Sul...
Ao Benfica não serve ainda trazer à colação o pifio dourado, pois hoje tratá-lo de documentos com gente, nomes e cargos, com palavras reais e posições oficiais dissimuladas mas mafiosas, contra alegadas revelações de uma alternativa vingativo e ressentida manipulada por um escritor de segunda com nome feminino e apelido de fruta seca.
Não se pode confundir os dois casos, como o FC Porto não pode deixar esvaziar o "momentum", sendo que a SAD ainda não tomou posição - e o director de comunicação insiste em falar de trabalho jornalístico de uma redacção sem chefia nem editorial - para não falar do director geral mestre de cerimónias que a entrevistar o decrépito presidente defendeu que no se devia falar dos árbitros...
O amadorismo do FC Porto também é um poço sem fundo. Bateu nisto.

07 junho 2017

Apito silenciado, um fait-divers para o decrépito presidente

O FC Porto devia estar ao ataque a sustentar a denúncia de cambalachos com os árbitros em favor do Benfica, o que se comprova no proteccionismo arbitral já conhecido ainda que os emails revelados sejam da época em que o Benfica menos precisou das ajudas do costume - o título e êxitos de 2013-14 foram mais por essa equipa de Jorge Jesus ser claramente mais forte e outras muito fracas, como o FC Porto incapaz de ganhar a eliminatória da Taça de Portugal em que teve resultados a favor (1-0 no dragão e 1-1 na Luz, depois 1-2 que servia a poucos minutos do fim).
O que, no entanto, acabou por suceder durante o day-after foi o habitual silêncio institucional... Aliás, na altura em que se prepara a chegada do novo treinador, está denúncia contra a máfia do Benfica cai mal. Não suscitou noticias nos suspeitas do costume, como o pasquim da Bolha e o canal TVIrgonha. Conveio a ambos falar só de Sérgio Conceição e chegou. O FC Porto não tem agenda, ou tem-nas sobrepostas?
Certo é que de Pinto da Costa nem pio, agora limitado a arrastados discursos gastos junto de quem o atura e para quem, pelo que diz o patético presidente portista, ele trabalha - os críticos não estão com ele e ca ça fodam, portanto...
Ainda bem que, entretanto, se urdiu um pequena aliança com o Sporting, esse inimigo fidagal. Não fosse isso, e havia o risco de Bruno de Carvalho dizer que isto era fait-divers e assunto para vender jornais - como o decrépito presidente do FC Porto catalogou os vouchers do Benfica aos árbitros denunciados pelo Sporting.
Com o Chico Marques a ln éter a carne toda no assador, parece haver comunicação, interesse mediático e estímulo aos desencorajar adeptos portistas a duas velocidades.
A de devagar e parado foi no tempo recente em que nada bulia no FC Porto morto institucional e desportivamente.
Claro que assim dão-se justificações para alguns meios de comunicação social nada noticiaram. A RTP ao almoço fez uma peça minimalista. A SICK, mesmo que já pelas 14.20h de ontem, conseguiu meter um trecho da leitura dos emails bem mais interessante é abrangente.
Apetece mesmo dizer que dava jeito ter Rui Cerqueira no telejornal do almoço na RTP igualmente emitido desde o Monte da Virgem. Semanas a fio, aquele que até há pouco tempo foi, cof cof, director de comunicação do FC Porto, passava todas as notícias do Correio da Manhã sobre o que Carolina Salgado dizia dos árbitros num pifio dourado.
Baço como figura no FC Porto e Yen man para servir o decrépito presidente desde que chegou ao FC Porto, Rui Cerqueira na RTP faria um vistaço para estas notícias. Ou talvez não. Não estranhem o que se passa, portanto, porque surpresas nos nomes dos "amigos" do Benfica não há nenhumas.

04 junho 2017

Em nome do pai e do filho, depois do Espírito Santo

NEScio foi sem deixar saudades nem suscitar, salvo aos louvaminheiros da paróquia, atestados de boa fé se abdicou de salários ou não. Vem Sérgio Conceição, ex-jogador da casa, como o anterior, mas um perfil quase nos antípodas de quem o precedeu. Um tiro, mais um, no escuro. Mas não só...
Depois da entrega ao Jorge Mendes, com a sodomia já conhecida e que até obrigou a um acto de contrição do decrépito presidente, temos um treinador Doyen, pelo menos à primeira vista.
À segunda vista, até pela ligação comercial não despicienda do passado recente, Sérgio Conceição não deixa de estar ligado a Alexandre Pinto da Costa. Não bastava a caterva de jogadores via filho pródigo do decrépito presidente que tanta celeuma já deu. Quando se pensava que o saldo estaria consumado em equilíbrio por via de prejuízos passados, este Sérgio Conceição treinador vem embrulhado pelo serviço Doyen, mas nunca se sabe...
Sou do tempo de Pinto da Costa ter entregue ao legítimo representante do jogador Sérgio Conceição vendido à Lazio em 1997 ou 98, salvo erro, a comissão pelo negócio. O bem de Luciano d'Onofrio foi cerca de 200 mil contos em comissões de perda de Alexandre PdC que apresentou ao FC Porto a transferência como consumada... Era tempo da zanga de pai e filho, com Alexandre nos braços de José Veiga e volta e meia cicerone de Luís Filipe Vieira no Porto, quem não se lembra de uma chegada ao Bessa de braço dado...
Pois por tralhas e por malhas lá chega, agora, Sérgio Conceição ao Dragão que não conheceu como jogador, tal como era do tempo do FC Porto hegemónico rumo ao Penta de 1999 que ele não viveu, mas triunfou na Lazio na Europa (Taça das Taças de 1999, a última disputada na sua história em Birmingham) e na Série A campeão em 2000.
Estes cruzamentos tão medidos nos bastidores como eram os da linha de fundo do ex-extremo direito portista, remete ainda para a atàvica inoperância da SAD, que se entrega aos amigos de Peniche do costume. É que tal solução, seja a primeira ou a quinta opção, significa que o NEScio esteve para ficar até ao fim. Prova de que o mau trabalho patente praticamente em toda a época, salvando-se o apuramento com a Roma, não era assim avaliado pelos incompetentes dirigentes!
Não admira que os treinadores falhem, com dirigentes da treta. Esgotada a proverbial sagacidade de o agora decrépito presidente escolher treinadores, o que se vê nunca ter sido verdade, não sabem avaliar o que passa aos olhos de todos! NEScio, que nem se fosse campeão tinha condições para ficar, como eu disse depois do clássico da Luz, esteve mesmo para ficar; afinal, teve mais vergonha do seu desempenho que a vergonhosa incapacidade de a gestão desportiva de avaliar o seu desempenho como prova da inaptidão da estúpida, pacóvia e falhada administração que nunca paga pelos seus erros, que é um Deus nos acuda, com ou sem Espírito Santo.
Ainda mandam o pai e o filho. Um dia, esperemos que os mandem borda fora. Já chega!

21 maio 2017

NEScio superou dois testes: princípio de Peter e lei de Murphy

Nem sequer chegou às 23 vitórias da malfadada época passada em que a misericórdia em que se tornou o FC Porto dos inválidos a começar pelo decrépito presidente levou a consumir três treinadores...
Também acaba sem os registos de melhor ataque e melhor defesa...
Termina a 6 pontos do 1° classificado que queria e podia e devia ter ultrapassado há 6 jornadas atrás mas só somou 2 vitórias e nem um empate conseguiu para se despedir, apático e estúpido na sua inoperante empatia e desesperante falta de energia e liderança, o NEScio conseguiu, esperando a justa indemnização por um ano de trabalhos a que nos poupa a todos.
O FC Porto era muito acima das capacidades, como impõem os limites do princípio de Peter, deste treinador medíocre que o decrépito presidente tentou por arrasto de convencer o empresário Jorge Mendes com jogadores a la carte baralho viciado fértil de segundas escolhas e más opções.
E para cumprir o que de negativo atrai um fraco astral para a lei de Murphy, se tudo tinha de correr mal até correu pior para este NEScio que nem inventado e nem inventando voltar a jogar com as libelinhas todas da caderneta que desde o início da época me irritaram profundamente e me fizeram, cedo, antever este fracasso rotundo: jogar com Danilo (vindo de lesão e claramente sem forma), Herrera, André André e Otávio recuperou o ramerrame de Agosto e Setembro, agora com Soares a servir de meco isolado como foi André Silva no começo da época.
Absolutamente deplorável este fim de curto ciclo da mediocridade repetida em que se vulgarizou o FC Porto, que fez apenas mais 3 pontos do que na época passada em que, ao contrário da tonta e fictícia verdade oficial, foi bem mais prejudicada pelas arbitragens nos 15 pontos a que ficou do vencedor da liga viciada e nojenta que se serve em Portugal.
A equipa acaba sem ter a noção de como jogava, com "10" ou só a metade, como é Otávio a fazer lembrar Carlos Eduardo, ou se deve ter um ou dois pontas de lança.
Numa desastrosa política desportiva caótica nos últimos 5/6 anos, temos jogadores comprados em definitivo esta época na porta de saída, como Layun; um poste para os jogos caseiros complicados que mostrou utilidade com o Chaves já que a Champions lhe estava regulamentarmente vedada no play-off, como Depoitre contratado pelo treinador que o ostracizou depois; um médio banal e sem corrida nem remate que custou 20M€ mas desapareceu no banco, como Oliver jogador das eirinhas; e uns 20M€ que não se podem gastar num valor nacional com mais margem e potencial de progressão, como Diogo J, mas que por razões óbvias não tem condições para ficar com ou sem NEScio que tanto o usou, o queimou e o esqueceu.
A época do FC Porto foi ganha pela entrada na Champions, face à inesperada eliminação da Roma mais atrasada na preparação, e foi o que escrevi então.
Com Felipe a oferecer dois golos hoje e Marcano mal posicionado no 1° do Moreirense até tivemos o reeditar dos erros primários defensivos que serviram a manutenção dos minhotos.
Se é a única coisa positiva, com confirmação do horrível Corona incapaz de ser extremo numa equipa sem saber ser forte por aí e marcando muito menos, eis o leigo nefasto de péssima gestão técnica e administrativa que, obviamente, começa numa SAD incompetente e arrepiantemente amadora e atàvica, em que se insere a escolha do que pode ser descrito, resumidamente, como o diário de um banana.

17 maio 2017

A guerra do Solnado chegou ao FC Porto

Não pára o ridículo da comunicação do FC Porto. Enquanto faz e desfaz e diz que diz em mais um vergonhoso caso de silenciamento de adeptos, pelas tarjas censuradas de domingo, agora entramos no domínio do onde fomos mais prejudicados por arbitragens nefastas. Brincadeira de crianças ou o retomar daquelas guerras do Solnado com alternância de dias de peleja, de descanso e um sobrante para quiçá ir à missa dominical?
Não se riam, mas com as mesmas pessoas em funções há já alguns apitos, temos que se criou, agora, o axioma, ou fatwa qual sentença islâmica, sobre o maior prejuízo desta época.
O Solnado pactuar com o inimigo para alternarem os dias de ataque ao inimigo: terças, quintas e sábados para uns, segundas, quartas e sextas para outros...
As muro de silêncio dos últimos anos, que ensurdeceu adeptos de indignação, temos agora uma espécie de Marcelo Rebelo de Sousa picareta falante no Dragão. O muro virou um biombo para ocultar responsabilidade superior. Os departamentos de comunicação dos clubes servem para isso. Eu já adivinhava, porque a vitimizaçao subitamente descoberta iria servir para a desresponsabilização dos dirigentes.
E quando tanto há para discutir na área desportiva, do incompetente treinador ao Oliver que custou 20M€ a meio da época para acabar no banco e quase incógnito no último mês, eis que o antes inexistente departamento de comunicação agora demandado em roda livre, é quem faz falar de si.
O tetra bafiento do clube da APAF e do regime tout court está assente em 3 épocas de benefício arbitrário sem comparação, salvando-se 2013-14 onde o Benfica foi claramente melhor, ressuscitado do desastre de 2013 enquanto o golpe de Kevin despenhou o FC Porto....
Pois as mesmas pessoas que deixaram Lopetegui falar sozinho contra a roubalheira querem convencer-nos que há dois anos o colinho não foi nada, comparado com esta época...
São os mesmos que nada comunicaram, não protegeram a equipa e o treinador e não teceram um murmúrio contra o colinho que se abespinham, desde Abril, contra a designada Liga Salazar. A clique comunicativa chamada a proteger a claque presidencial só agora reparou no que era público e notório. E, como Solnado, achou ser o dia da semana para entrar na guerra que há anos sepultou o FC Porto no seu incompreensível silêncio.
Eu sei que o FC Porto foi roubado dos títulos em 2015 e este ano. Mas sei mais do que contabilizar erros de um ano ou outro. Porque não admiti a bonomia com que o FC Porto aceitou ser roubado pelo Xistra na Luz, pela gp engendrada pelo Jonas que não causou mossa ao parvo do treinador, ajoelhado ante os infiéis, e aceite pelo decrépito presidente.
Ora, fora muita coisa mais, como as premonições do que seria cada época, eu estou à vontade para voltar a perguntar se os ex-jornalistas que passaram a encher os corredores do poder no Dragão seriam capazes de subscrever, enquanto tais, o que assalariados portistas agora asseveram...
Mais: um destes há uns anitos quis fazer-me acreditar que o FC Porto ia denunciar não sei o quê do Benfica e lhe tiraria pontos na secretaria - ora, o mínimo que espero deste pindérico acordo com o Sporting, tipo cartas de amor, quem as não tem, é impugnarem o campeonato logo após o fds!
Eu posso garantir que não, os jornalistas que conheci não se atreveriam a nada que fugisse ao politicamente correcto que domina a bovina comunicação social, até porque ao vivo e de viva voz ouvi e senti vários destes protagonistas, quase todos na sombra do eucalipto presidencial, asseverarem o contrário...
Das críticas aos adeptos, que se repetem, à reviravolta de costumes no tratamento dos casos de arbitragem, é tudo tão triste no FC Porto que só falta o corta-fitas mestre de cerimónias director do Torto Canal entrevistar, como há dois anos com o colinho, o decrépito presidente no pressuposto de que não devemos falar de arbitragens quando a equipa falhou por mais de uma vez o assalto à liderança.
Até o Solnado se riria e ele era mesmo e só do Belenenses...

15 maio 2017

Video-arbitro em acção...

Pronto, confirmando as credenciais marcantes em mais uma época vergonhosa, os 3 estarolas do Porto chamados aos jogos dos grandes usaram as suas idiossincrasias de cinismo incompetente numa fama de já os precede.
Jorge Rouba ofereceu mais uma GP invisível ao Benfica ou ia ficar mal na festa. Uma falta não detectada para haver um golito na 2a parte, tão inefável como uma falta descortinada só por ele a anular um golo a André Silva frente ao V. Guimarães...
(V)Aasco Santos conseguiu a proeza de marcar um penalty pelo último defesa do Sporting sem expulsar Artur Semedo nem por ser ocasião gritante de golo com avançado na cara de Rui Patrício...
Artur sonso Dias já não marca só 2 gp contra o FC Porto no Dragão. Ah, já não se lembram... O borra-botas que já experimentou ser Video-arbitro devia ver em vídeo o 1° penalty assinalado frente ao PF: sem falta do defesa pacense, a não ser falta de força de Brahimi no desarme limpo com opositor fisicamente mais forte.
Como estes lances seriam, serão, porque se repetirão sempre, ajuizado com recurso a vídeo?
Já no indiscutível 2° penalty, o agarrao a Diogo J é igual a muitos não marcados ao longo da época e que o FC Porto tanto reclamou. Tanto, não, porque o silêncio estúpido foi ensurdecedor, só quebrado de forma idiota e desesperada após uma inenarrável defesa da arbitragem do Xistra na Luz.
Depois esta gente quer ser levada a sério e queixa-se ser alvo do gozo dos árbitros...

12 maio 2017

Os árbitros do Porto e as queixas do FC Porto

O FC Porto voltou a ser muito prejudicado pelas arbitragens e há anos que é assim, com ênfase nos últimos campeonatos. Não invalida a falta de estofo de campeão que minimiza a equipa em cada ano. E os descarados benefícios ao Benfica nem lhe reforçam esse estofo nem legitimam títulos garantidos, diria alguém com arrufo de profeta ou arcanjo-proveta, serem tributos dos árbitros ao Benfica.
E se o FC Porto já era mais prejudicado antes, passou a sê-lo depois. A passividade e bonomia com que mais uma arbitragem pró Benfica com que responsáveis portistas, como treinador e presidente, brindaram Xistra na Luz foi desadequada, irresponsável e, escrevi eu logo, retirava qualquer crítica aos árbitros dali para a frente.
Houve um devaneio singular quando foi assinalado um penalty frente ao Belenenses com 2-0 e que fixou o 3-0 final. Disse a quem me rodeava que tal não seria marcado se estivesse 0-0. O que sucedeu depois, em lances similares, voltou a dar-me razão, da mesma forma que confirmava a leviandade e inusitada confiança nos árbitros com que no Dragão confiavam chegar ao título sem interferências indevidas, aqueles "factos estranhos que não deveriam acontecer"...
Subitamente, o FC Porto silencioso ante os roubos escandalosos dos últimos anos falou de arbitragem todas as semanas, incluindo Xistra em Braga pelo seu critério disciplinar que não destoou do observado na Luz... E, claro, penalties descarados voltaram a ser negados por Rui Costa, frente ao Feirense, como no início do ano passado com o Rio Ave...
Agora que a cada dia vem à baila os erros dos árbitros que o FC Porto nunca denunciou para estupefacção dos seus apoiantes que também se escandalizaram com Xistra na Luz, são árbitros do Porto nomeados para jogos dos 3 grandes na semana que pode decidir o título de campeão que a arbitragem tuga tem como missão indeclinável entregar ao Benfica.
O parolo sonso do treinador que, natural do paralelo 0 em S. Tomé, nem é carne nem peixe, antes pelo contrário, também passou a valorizar o que penalizou o seu penoso e desvalorizado trabalho.
A Comissão de arbitragem nomeou árbitros do Porto para os jogos dos 3 grandes na semana que pode decidir o título atribuído pela arbitragem tuga ao Benfica como missão indeclinavel cumprida à risca, como num guião conhecido de filme repetido de série B num campeonato miserável.
Isto quando aparece André Silva a reforçar críticas às arbitragens, mencionando até 2 golos seus mal anulados - não só mal anulados, mas sem nunca se vislumbrar razões técnicas para serem invalidados.
Mas tudo isto é tão frouxo e amador que o puto não concretizou. Ora, foi na fortaleza do Dragão que piores atentados aconteceram. E, precisamente, Jorge Sousa negou um golo frente ao V. Guimarães e outro foi por Artur Soares Dias frente ao Benfica.
Sublinhe-se, dois árbitros alegadamente alvo de ameaças por uns arruaceiros, nunca confirmadas, e não por acaso, nem por mão invisível, designados agora para a Luz e o Dragão!
Assim brincam com a dignidade portista, confirmam a máfia das designações em nomeações a la carte e com desígnio superior estudado maleficamente.
Mas, entretanto, deslocando do foco essencial, sai um improvável acordo com o Sporting num manifesto pindérico que contempla sanear um avaliador de... observadores de árbitros.
Si non é vero é ben trovato e o assalto da famiglia mafiosa continua até ao banquete final com ar zombeteiro a gozar com a cara de Sporting e FC Porto.
Um final adequado para uma peça em reposição sem dignidade de conteúdo ou valorização dos actores secundários em tragicomédia pifia.
Um descaramento assombroso a derradeira cuspidela na cara de agentes desportivos e adeptos em geral.
Convinha frisar isto e não crer em coincidências.

04 maio 2017

Video-arbitro estrangeiro ou da BTV?

O futebol português é mau. Mal jogado, mau exemplo onde se aplaude o espírito rasteiro e a sucia esperteza do encosto, empurrão e queima de tempo até com hossanas ao jogo defensivo no alto de autocarros de dois andares. É mal apitado, mal filmado e mal comentado.
Penso ser consensual esta genérica mas abrangente avaliação. É até mal dirigido, apesar dos auto-elogios frequentes culminado agora no Fernando Gomes da FPF que se põe em bicos de pés para uma comenda do Marcelo, pelo Euro-2016, permitindo-se continuar depois do fiasco Mundial-2014 onde, na sua versão, "não fomos competentes".
Agora, depois de tanto tempo calado conivente com a pouca-vergonha que se tem passado, diria o magnânimo presidente do Benfica à espera de beatificação súbita no dia 12 com o Papá certo, proclama-se o video-arbitro.
Em principio, devia ser a Liga a anunciar, ou não seja o campeonato da Liga, Salazar ou Calabote à discrição, mas o ex-arbitro que a dirige continua em silêncio, como diz o outro, salvo pedir tréguas no jornal do regime por um ecumenismo falso e impraticável em terra de infiéis e maltrapilhos.
Esta é, FPF ou Liga, a organização que permite a um clube filmar, sob alegada isenção jornalística ainda mais tortuosa de definir que um cardápio de boas maneiras de seguidores do EI, os jogos do campeonato em sua casa...
Estão a ver as imagens de lances discutíveis na Luz, serem disponibilizadas para comentário de alguém imparcial como o António Rola que uma vez o Jaime Pacheco, ainda no V. Guimarães, disse ir recomendar aos "columbófilos da minha terra"... ainda esse árbitro rasteirinho de tamanho e honestidade apitava...
A SporTv não consegue, nem nos jogos mais importantes onde multiplica meios técnicos e humanos, ter câmaras que dissipem sequer a dúvida básica mas objectiva da bola e da linha de baliza, para não falar de estádios provincianos onde há mais zonas não filmadas do que vacas nas hortas das redondezas... E é nesta base que se acredita haver imagens para boas avaliações...
Eu começo por aqui, porque sem elas não há boas decisões.
Agora, com elas olhemos para quem pode avalia-las. Ex-arbitros que nunca foram honestos no campo e prosseguem nas colunas de jornais a sua cegueira clubística? Um Duarte Gomes? O Lucílio vigarista? O João "pode vir o João" Ferreira?...
Um Pedro Henriques cujas frequentes dissonâncias com o painel levou à saída do Tribunal de O Jogo? Que dizer de painel raramente unânime na avaliação dos mesmos lances, e só sob essa unanimidade o próprio jornal leva tal julgamento à capa como notícia?
E quererem reduzir isto a mera economia e custos de implantação dos meios necessários é ridículo, lendo que o sistema custaria 28 mil euros por jogo contra os 30 mil por jogo que leva a tecnologia de linha de baliza em Inglaterra onde as imagens são absolutamente claras e sem margens para dúvidas, com decisões de valide inabalável!
Por fim, iriam retirar vida e extras financeiros a essa parolada do comentadeirismo televisivo, parte integrante da falsidade e desonestidade da bola tuga a que não são alheios os responsáveis editoriais moralmente culpados do deboche a que se chegou!
Mas se for implementado o video-arbitro e confiando no juiz de serviço, será o reconhecimento da luta de Bruno de Carvalho neste campo. Ou seja, aquele em quem, pelas reivindicações e intervenções mesmo que pouco razoáveis, os portistas devem olhar com saudades para o Pinto da Costa que já tiveram.
De qualquer modo, como não confio em ninguém, reclamo o que há mais de uma década passei a defender, sim, mesmo quando era o FC Porto tetracampeão... Que seja estrangeiro o avaliador, tal como preconizo para os jogos dos grandes!
Tudo o resto é conversa para boi dormir. O jornalismo panfletário e de caserna pode sossegar tanto quanto aquiesce na penalização serôdia por pontos devido a críticas aos árbitros... Olha, uma parvoíce, essa, saída da pacovia Liga, precisamente.
Isto é, sem a intromissão da APAF e nunca mais se ter ouvido o Evangelista dos salários em atraso ou o Rui Prantos da Verdade Desportiva levada à AR que é outro antro de deputado, o exemplo da manta de retalhos e da gestão sem rei nem roque.
Tudo mal, na mesma. Já Paulo Bento dizia, até depois de um Benfica-Sporting com o inefável Pedro Henriques, sobre os árbitros profissionais: são maus árbitros, passam a ser maus profissionais.
Foi das raras vezes que UE concordei com Paulo Bento. E ele é eu tínhamos razão.

01 maio 2017

Maxi estupidez

Evocar que Maxi Pereira já foi expulsado 2 vezes em 2 anos no FC Porto, depois de ter visto um vermelho em 8 anos de Benfica, não desculpa uma entrada brutal que só justifica o vermelho.
Fazer-se expulsar assim é tão parvo e ridículo que só faz pensar no que os jogadores do FC Porto recebem de instruções sobre as arbitragens. Porque imaginar outro desfecho que não este só mesmo de idiota irresponsável, para mais numa jogada sem perigo, a meio do campo e no último minuto com 2-0 e vitória garantida.
Deviam, há muitos anos, não silenciar barbaridades a favor do Benfica.
Usar imagens de jogos e expor a diferença de critérios disciplinares.
O FC Porto soma parvoíces todas as semanas. Até o Filipe Vieira tem razão: demasiado tempo calados. Na Liga, diz ele. No FC Porto, lamentam os portistas.

Nota do jogo: como não gosto de mau futebol, voltei a preferir ver o Barça. Deu para pegar quase toda a 2a parte em Chaves, vi os golos e a autoridade em campo do FC Porto. Mas o Maxi foi tão estúpido que não se aguenta. Não sabe que há muito não está sob a impunidade da Luz e já teve tempo, e devia ter instruções, para perceber as diferenças de tratamento dos árbitros.
Não há pachorra para os Calabotes de turno. Nem os tiros no pé dos jogadores e responsáveis do FC Porto.

28 abril 2017

Conivência dolosa

Não só o silêncio, politicamente mais cobarde do que estrategicamente compreensível, dos últimos anos pelo FC Porto contra as arbitragens dignas de outros tempos nefastos, fez parecer os fraudulentos títulos do Benfica, salvo o de 2014, sem mácula de ilegitimidade, como as repetidas violações do dever de defender o nome do FC Porto e o esforço dos seus profissionais trouxeram estes lamurios de fim de feira por falta de lucros e títulos como dolorosos tiros nos pés.
Escrevi no clássico da Luz que a complacência estúpida e a ignara aceitação das decisões de arbitragem do Xistra y sus muchachos retiraria razão ao treinador medíocre e o decrépito presidente de voltarem a tocar no tema.
Não só voltou a aparecer o Rui irmão do Paulo Costa no Dragão pela 3a vez num ano, como o Xistra reaparece em Chaves, sinal próprio de desígnios de Capela com a memória do jogo da Taça fresca e as sujinhas nomeações a la carte que se têm visto.
Os portistas, incrédulos com a bonomia e pusilanimidade dos seus responsáveis na Luz, sabem o que são as arbitragens nefastas, o medíocre treinador que não precisa pôr-se tardiamente em bicos de pés para os esclarecer e o decrépito presidente que de não ter força para um murro na mesa se fica por larachas de conversas em família para entreter associados pategos que aceitem ainda homilias de vão de escada.
A pobreza franciscana institucional do FC Porto, apesar dos beatos assomos de dignidade em veículo oficial que chega a pouco lado pela via das redes sociais e uma Imprensa acéfala desacreditada, pode encomendar a alma ao criador deste purgatório de pecados não remiveis e tentar um defunto Carpe Diem no único Papa vivo que dia 12 chega ao país do antigamente Fado, Futebol e Fátima, para gáudio dos cristãos únicos da amparada Função Pública que o queiram venerar.
Portistas estão entregues a esta bicharada que vegeta no caixão.

27 abril 2017

Piadas em familia

Depois de uns dichotes com grupo de amigos antes de um jogo de bola como se fosse digno de amadores com umas jantarada pelo meio, e após mais um roubo de igreja na fortaleza de um treinador medíocre na iminência de ficar soterrado sob ela, o decrépito presidente vai a Lisboa falar com o presidente da FPF, de quem se queixa que nada diz ou faz, e sai de lá calado.
Coloquialismo é isto. Parolismo também.
Faz lembrar a indignação tuga sobre copos e gajas de um marmanjo holandês, mas em Bruxelas o governo da treta não pediu a destituição do gajo é ficam uns tristes a brandir serôdias querelas inscrição insistindo que ele deve sair.
Pacóvios de merda, no FC Porto,  no Governo e na República.

24 abril 2017

Pinto da Costa repôs o FC Porto no 24 de Abril

Fica-se pelos dichotes tão de circunstância quanto alguma homenagem ocasional ou acto de corta-fitas ocorre. Já nem reage, a não ser tarde e por a própria ocasião o impor, quanto mais não seja para contentar os basbaques que se prezam pelo dichote mesmo que já batido e até previsível e entreter a plebe.
Não actua na hora, é mesmo capaz de passar ao lado das questões, como a desvalorização dos vouchers aos árbitros, vendo Bruno de Carvalho tomar-lhe o palco e fazer lembrar aos portistas o presidente activo, interventivo e só assim temido que já tiveram e virou canto de museu.
Passa ao lado dos vouchers que era a ponta do icebergue que os bilhetes pedidos por mais um idiota inefável da APAF, agora denunciado pelo FC Porto... Mas fala em assassinatos no futebol para ficar a alertar para violência gratuita de rua entre insurrectos mas, creio, para roubos de catedral que os árbitros perpetram impunemente - e o FC Porto deixou de denunciar na hora, vide o escândalo, mais um, da Luz com Xistra...
E é essa impunidade que ressalta agora, face ao clube cuja história se projectou no pós 25/4/74 mas passa as vicissitudes do 24 de Abril, remetendo o FC Porto à irrelevancia do tempo passado, com o presidente desportivamente morto e politicamente inexistente à luz da recuperação da hegemonia lisboeta, como na época passada, com ênfase num histórico tetra iminente benfiquista que logrou surgir no tempo presente de Pinto da Costa.
Esta herança, indisfarçável apesar do esforço encomiastico do Torto Canal, passa pelos assassinatos de resultados que já não são só longe do Dragão, mas repetem-se em casa e com vários árbitros do Porto, como repetiram esta época os trastes Jorge Sousa, Artur Soares Dias, Manuel Oliveira e agora o reincidente Rui Costa. Árbitros do Porto que há 40 quase nem existiam e os suspeitos do costume iam de Leiria e Santarém ao inefável Calabote de Evora...
Não sou tanto do tempo de se perder um título em casa com Académica e U. Tomar em 1969, em jogos seguidos nas Antas, mas antes de saber quem era Pinto da Costa já via os antigos Arouca, Tondela e Feirense ganharem ou pontuarem no Porto.
Os assaltos repetem-se e um museu de horrores marcará o sucedâneo dos títulos laboriosamente conseguidos, até o decrépito presidente deixar o clube, pela lei natural das coisas e não um impulso racional de gestão que o imponha antes, no estado lastimável financeiro e calamitoso em títulos como o encontrou há 35 anos. E faltam largos dias para 100 anos de solidão, com os novatos a conhecerem os modernos CUF, Tomar ou Académica de outros tempos, já que Setúbal e Belenenses voltaram a ser papões como antigamente.
É isto, é triste mas já há anos denuncio o plano inclinado e ausência de rumo que marca o declínio portista. Fruto de dirigente caduco, incapaz de perceber os tempos, a começar pelo da sua saída que já vai tarde, e em que o toque de Midas antes reconhecido por alarves para escolher treinadores virou apostas no escuro próprias de  nababo indiano soba de um regime caduco virado para feitiçaria e adivinhação próprias de vodu de outros continentes.
Nem de propósito, o Mónaco volta a semifinal da Champions do tempo em que o FC Porto lá passou e lhe ganhou o caneco, sendo Jardim um treinador de sucesso que chegou a ser prometido vir para o FC Porto.

23 abril 2017

O NEScio ainda está lá?

Só não vi no Madrid-Barça um dos melhores jogos da minha vida porque não pode haver bons jogos com péssimas arbitragens. Messi deu recital até ao fim e, apesar de agredido por Casemiro, Marcelo e Sérgio Ramos mas só este foi expulsado, deu a mostrar a camisa do melhor futebol do mundo.
Por cá instalou-se a cultura do pior futebol. Perguntem ao Pinto da Costa que faz 35 anos a festejar o tetra que o seu medíocre treinador oferece ao Benfica.
Boa noite e boa sorte.

22 abril 2017

...

💪 o medíocre disse nim ao NEScio e mostrou-se ao nível do treinador perdedor que é Jesus, como é o do FC Porto.
Bom proveito. Eu iria sempre ver amanhã o clássico Madrid-Barça.

21 abril 2017

O NEScio estava lá...

Hoje o inenarrável treinador do FC Porto veio condoer-se com 6 dias dr atraso sobre o ocorrido com Brahimi em Braga. Está desde logo sujeito a críticas, dizendo que "estava lá"... mas na hora pos-jogo não se pronunciou.
É claramente o pior tipo que passou pelo banco do FC Porto, que eu me lembre.
O gajo inqualificável de 1,90m X 105kg que esteve na Luz já devia ter sido despedido com justa causa.
E suceda o que suceder este fds e até daqui a um mês, não tem condições nenhumas para continuar no cargo.
Está demonstrado por si mesmo: é grande mas não é grande coisa. Antes pelo contrário...

15 abril 2017

O NEScio cá anda para confiar em Jesus

Outra "final" para ganhar marcada pelas indecisões do idiota que julgam poder levar o FC Porto ao título e más opções de jogadores sem categoria que desaparecem nas ocasiões exigentes.
Mas como isto é para confiar que outros resolvam o que o FC Porto não quer, nem pode e não sabe, lá sobra o credo de que o Sporting trave o Benfica.
Assim, mais uma má entrada em campo, um figurino táctico desadequado, jogadores como Oliver e André Silva que não se assumem, dupla de avançados que nem se vêem as caras, jogadores que não aguentam ritmo frenético e outros sem mentalidade para aguentar a pressão. E, não só pelo pacóvio do treinador, o decrépito presidente julga poder haver arbitragens normais que não estorvem, deliberadamente, uma potencial capacidade da equipa de, por si mesma, poder ser campeã.
O pior do FC Porto viu-se, mais uma vez, na hora das decisões. O treinador que retirou André Silva para meter Corona na Luz agora teve que meter Corona depois de julgar que Maxi faria todo o flanco direito como na 1a parte onde ninguém dava apoio para tabela e julgavam que o uruguaio fazia piques como se tivesse 23 anos e alguma vez tivesse tido velocidade de ponta como extremo.
Quando equilibrou na direita, retirando o inexistente Oliver sempre ausente nos grandes jogos, NEScio já vira estourar um sector que actuara em inferioridade numérica no meio-campo. Não era naquela hora que os inadaptados Herrera e Otávio iam trazer pulmão e cérebro onde sempre faltara calma para definir jogadas, cruzamentos quase todos maus como se não houvesse 2 pontas de lança e até remates decentes, como Brahimi, André André e Danilo mostraram frente à baliza.
Mais um fracasso tecnico-tactico que fica à mercê das arbitrariedades várias que uma consistente cartilha arbitral consegue sempre para retirar ainda mais tranquilidade e energia mental a quem não se destaca por esses prismas que definem melhores jogadores e equipas de qualidade superior.
A perspicácia de marcar aquela gp que não se vê marcar frente ao Benfica, negando um toque num pé de Soares que ao Benfica sempre dá jeito; negar amarelo a André Santos com 4 faltas nos primeiros 28 minutos e negar 2x amarelo a jogadores que ostensivamente impediram Casillas de pôr a bola jogável; não expulsar um bracarense com um vermelho directo por entrada de sola sobre Alex Telles e expulsar Brahimi do banco - todo um manancial de arbitragem sujinha que o decrépito presidente julga não ser recorrente em Portugal como se a tendência arbitral pudesse ser diferente.
Mas como é época de acreditar em ressurreição, lá temos de crer  forçosamente que Jesus apareça do além, porque cá o NEScio faz aquilo que o deixam fazer com as limitações que se tornam marca da casa e de uma SAD estupidamente incompetente.
Para rematar, o adversário fica contente por descer ao 5° lugar...

05 abril 2017

Salvo pelo pacóvio Leirós o FCP não evita o ridículo tiro no pé

Demorou menos tempo do que admiti. O FC Porto acaba de criticar a arbitragem de Xistra, algo que não fez no sábado. Percebendo a indignação de portistas nas redes sociais pela pusilanimidade face a mais uma arbitragem tendenciosa? Alguém caiu em si e se deu ao trabalho de perceber a manigancia das decisões do árbitro que só tem histórico prejudicial ao FC Porto?
No sábado, o bacoco NEScio que nos coube em sorte do despassarado decrépito presidente eleger por entre sôfregos e prementes pensamentos de passarinhas, disse que era penalty aquela palhaçada e judiaria do javardo Jonas. Agora, parece que foi "bem engendrado" o lance pelo fiteiro brasileiro, segundo o director de informação e comunicação do FC Porto, numa amálgama institucional de títulos em que, por entre barulho avulso, não se vislumbra razoabilidade, depois de anos no labirinto sem saber se tossir ou escarrar com o Minotauro benfiquista à rédea solta.
Eu bem disse que o FC Porto perdia a razão de voltar a falar de arbitragens daqui para a frente.
Pois depois da sentença do NEScio que os bafientos logo agarraram para benzerem a gp caída mais da estupidez cega do árbitro do que a geringonça criada pelo pantomineiro brasileiro, o decrépito presidente não beliscar a parcialidade do Xistra só podia ser agora ridiculamente alfinetada pela percepção do critério disciplinar e uma tonta avaliação de agressão de Samaris a Alex Telles - algo que o Sporting viu a léguas para despertar da consciência do dragão sempre calaceiro a dormir na forma.
A percepção das imagens pela TV do benfas de que se queixa o FC Porto não impediu a maioria dos adeptos perceberem o que foi, na verdade, uma arbitragem caseira na tónica da protecção do clube do regime.
Volto à apreciação da gp pelo José Leirós no Tribunal de O Jogo, como escrevi ontem, a mostrar como é idiota, como sempre foi fraco como árbitro e mesmo a escrever e descrever lances que eu já criticava da sua coluna do JN. O Leirós viu a anca, caralho!, do Felipe a mexer-se para derrubar o pantomineiro brasileiro. Não fosse isso, repito, e a negação unânime da gp falsa como Judas obrigaria O Jogo a levar a sentença partilhada por Fortunato e Coroado à capa do jornal, como tem sido prática editorial.
Já viram os patetas do Porto acatarem o penalty e um jornal negá-lo baseado em três opiniões insuspeitas?
Mesmo assim, evitado o ridículo da inacção e parcimónia portistas, como se ninguém pelo telefone fosse capaz de informar não ser gp, o FC Porto não deixa de dar tiro no pé e suscitar mais questões do desvario comunicacional que nem o esforço, parece que isolado e inútil, do Francisco Marques, disfarça, com os propósitos de ontem a corrigir os tiros secos de pólvora de sábado.
Não sei se há explicação para estes atrasos num sector relapso que viveu encolhido e temeroso tantos anos com estrelas de TV de trazer por casa a redundarem no vazio editorial do Torto Canal.
Que o Xico Marques era um jornalista de primeira posso garantir e defender. Já o que faz, agora, como camelo no deserto, continua a intrigar-me, não sendo despeciendo o salário...
O Xico Marques, ainda por cima, foi quem, então a chefiar o Desporto da Lusa em Lisboa, denunciou as agressões a Acácio Valentim no túnel da Luz em Agosto de 2008 que o FC Porto cobardemente encobriu e só com a porrada no túnel em 2009 com Hulk e Sapunaru se veio a saber.
Mas se o Xico Marques estava na Luz em serviço no sábado como chefe de imprensa, mesmo podendo ver imagens TV, o que faziam e onde estavam abencerragens como Rui Cerqueira e Júlio Magalhães, respectivamente editor de conteúdos e director de emissão do Torto Canal? Gente que nunca beliscou arbitragem enquanto jornalistas e transportou esse comportamento passivo, porreiro, amistoso mas não consensual e muito menos profissional já demonstrou há muito que não serve o FC Porto e cujos adeptos sempre questionaram para que cerimónias de corta-fitas servem.
O FC Porto é este barco desvairado sem rumo nem timoneiro como há uma década denuncio. E nada do que sucede me surpreende, até antecipo. O FC Porto continua atrasado, como o Sporting expõe também, com meninos de coro e um presidente honorário quase em cadeira de rodas. O Benfica tem mestres de agit-prop, à maneira do KGB que inventou ainda era OGPU nos anos 20 do terrorismo intelectual soviético e trotskismo opinativo de metralhadora na mão. Gente que assessorou Sampaio e Sócrates só pode ser má rés mas sabe a porcaria boa que faz. E o Benfica continua ao ataque aos meninos do coro de Santo António das Antas.
Vir agora engendrar que Carlos Janela é mentor de panfletos para intoxicadores vermelhos munindo-os de dossiés para estilhaçarem a questiúnculas nas tvs como meninos-bomba até cai mal e denúncia o atraso na guerra comunicacional que o FC Porto perdeu há muito.
Eles com as bombas e nós com meninos de coro é pouco abonatório para o FC Porto. Mas também disso não se dão conta de ridículo.
Esta denúncia sobre Janelas terá o efeito que teve a divulgação dos bloggers pagos pelo inefável socretino e de como os "Abrantes" recebiam instruções diárias dos ministérios socraticos. Aliás, muito portista parolo dava crédito à essas patranhas tidas como mantras políticas, pelo que também devem borrifar-se se os benfas seguem a mesma estratégia que só pode ter os mesmos arquitectos de comunicação. O Xico Marques conhece-os até melhor do que eu que manobras vermelhas conheço a léguas no futebol e na política e sempre associei malfeitorias sucias de socialistas de pacotilha e difusores da histrionica herdade desportista...

03 abril 2017

A judiaria do Jonas terá ao menos inquérito? *

* já escrevi isto tarde por falta de tempo, mas o Sporting veio pedir está noite castigo para o Jonas. O decrépito presidente do FC Porto está muito fino para, cobarde, se meter nestas merdas. Ou confia no corpanzil do NEScio

Depois do ruído clássico sobre mérito de arbitragem e domínio ou ocasiões de golo em que só um gr teria brilhado, com o pacóvio staff portista a anuir aquiescente na validade de gp inexistente, a costumeira indignação selectiva teve um oportuno desviar de atenções do pantomineiro Jonas para uma catarse colectiva condenando agressão a árbitro da forma epidérmica que se fala, abismado por ineditismo, de violência doméstica...
O caso do Canelas terá apropriada decisão disciplinar que decerto não espantarà e pouca tinta fará correr como não faz as agressões em jogos de putos cujos papás se abespinham à margem da linha lateral com suspeitos nervos à flor da pele.
O que hoje se espera é se a coragem disciplinar de uma secção avaliadora dos desmandos de profissionais sem vergonha sobre a judiaria de Jonas face a Nuno Espírito Santo virá na lista de castigos do dia...
Não estamos à espera que se condenem as simulações de falta constantes que eram marca perene de Liedson.
Mas se um comportamento arruaceiro, condigno com o clube que o rasca brasileiro representa,  nem sequer é denunciado pelo FC Porto e o treinador atingido desvaloriza com a sua imensa envergadura, como na anedota do rato a penetrar no elefante que geme ai quando um coco cai na sua cabeça e o roedor pergunta lá do fundo se o está a magoar, é de esperar tanto acção preventiva quanto em tempos, de Paulo Fonseca, Pinto da Costa esperava que a Imprensa abordasse lances de gp para o FC Porto que Artur Soares Dias não marcou...
Quando digo acção preventiva falo de um inquérito mínimo, nem que dê em águas de bacalhau de uma repreensão e multa para usar no defeso futebolístico... Uma espécie de sumarissimo, ao menos para a disciplina mostrar que está atenta, sabendo-se da figura, de punição e de retórica mais ainda, como era aplicada ao FC Porto com a mesma selectividade com que Xistra fez a disciplina mas Pinto da Costa nem tugiu nem mugiu...
A indignação selectiva sabemos ter a cobertura me®diática que a presença do primeiro sinistro Costa e do sinistro das Finanças sem tino tem a ladearem o caloteiro Vieira enquanto o Estado, deles os três, se desfaz de um novo banco com dívidas incobráveis ali ao lado deles...
De resto, como o FC Porto nada contesta em Lisboa, a lembrar Américo de Sá que Pinto da Costa criticava, podemos esperar que a inércia faça alguma coisa como presidente e treinador do FC Porto esperam ser campeões dependendo de terceiros e sem milagreiros como Kelvin, despachado de novo esta época, e Vítor Pereira de quem, pequeno mas valente, me lembro cada vez que vejo e ouço um dos pacóvios sucessores e ele sem papas na língua como têm agora os papa-hóstias das Antas numa triste sina que o santo António ali vigia atemorizando os venerandos decrépitos que farão do Museu do FC Porto um clássico da antropologia futebolista.
O FC Porto, aceitando como boas a decisão da gp e da disciplina de Xistra, perdeu a oportunidade de voltar a falar de arbitragens até ao fim do campeonato e de gp como aquela que árbitros tão venerandos como Xistra, Pinheiro e Ferreira ou Almeida continuarão a marcar e a deixar o Benfica confortável no liderança como ficou no jogo de sábado.
O FC Porto fez ao statu quo que diz rejeitar o jeito que o inefável e sempre ridículo José Leirós fez ao Tribunal de O Jogo ao impedir a unanimidade na negação da abstrusa gp inventada por Xistra - onde o serôdio Leirós viu um golpe de anca onde toda a gente supôs rasteira para o fatal penalti...
A unanimidade do trio contra a gp levaria à capa a informação que criaria a discussão que aquela encenação merece e, por arrasto, o teatro de simulação do pantomineiro brasileiro.
O FC Porto, não actuando quiçá sempre à espera que a sua contemporizaçao com as arbitragens de mercado por cá revertam a seu favor por súbita, mas contra-natura, simpatia arbitral, uma classe com o tique corporativo que remonta ao calabotismo do tempo antigo, espera que as arbitragens sejam melhores e daí tire proveito.
Mas a máquina de propaganda do Benfica, montada por ex-assessores de gente da espessura democrática e dinossauros de Jorge Sampaio e José Sócrates, já vai guerreando o golo legal de Maxi, de resto nascido de jogada de bola corrida e não de livres e cantos que fazem a superioridade futebolística na cabeça de uns tontos aduladores bafientos e salazarentos.
Ao jeito de o governo errante de navegação à bolina e na boleia de outros tontos mais à Esquerda culpar os desmandos da Banca com o anterior executivo como se BPN, BES e CGD não sejam joguetes caros nas mãos de meninos birrentos que nem mercearia de bairro administram.

01 abril 2017

Penalty que conta

Graças a uma gp inexistente, mais inventada por Xistra do que vilipendiada por Judas, perdão, Jonas, levando cedo o Benfica à vantagem e, logo, a jogar no contra como lhe convém, o FC Porto teve de recuperar no jogo e na tabela; marcou de bola corrida e sofreu nas bolas despejadas, como sempre, sendo o 1-1 igual ao do Dragão, pelo que gp assim, inventadas ou generosas, vão contar até ao fim e a mama do Benfica continua igual.
No jogo, NEScio quis poupar os centrais do Benfica sem André Silva ao lado do Soares para fazer tremer o mais fraco sector dos encarnados, preferindo Corona a fechar Eliseu mas incapaz de esticar o jogo.
O Benfica vive da velocidade dos seus flanqueadores que sabem jogar por dentro, enquanto Pizzi e Samaris fecham bem o meio e destroem jogo com faltas cirúrgicas.
A isso, o FC Porto quis bola e circulação ao ponto de marcar assim.
Mas como o figurino e o modelo do jogo foram alterados, nenhuma substituição teve efeito pretendido. Diogo J por Corona era para dar velocidade de pernas, na corrida para profundidade. André Silva por Soares foi tiro molhado. Otávio por Brahimi nem carne nem peixe.
Ao menos mentalmente o FC Porto não foi abaixo mas o treinador ajudou pouco. O ponto de desvantagem fica do castigo da jornada passada. E o resto da época terá, de novo, de passar pela arbitrariedade dos tipos que nos últimos anos têm garantido os golos e títulos do Benfica. Porque a diferença de golos, afinal, deve contar pouco.

21 março 2017

O benfas é que se queixa e faz manchetes?

Vi o jogo com a Juve mas não comentei por não ter visto a 1a mão. Mas gostei do comportamento da equipa em Turim. Apesar de tudo, sempre previa a eliminação face a uma equipa mais forte e de qualidade superior.
Já com o Setúbal não vi. Soube do empate do benfas no dia seguinte e confiava na vitória para a subida ao 1° lugar. Fiquei surpreso pelo empate e só ontem, no regresso, vi um curto resumo do jogo, na RTP, e vi as capas dos pasquins. De relance, algumas declarações do NEScio e ainda umas bacoradas sobre antijogo e perdas de tempo num jornal de caserna.
Junto as pontas, soube que mais um árbitro do Porto fodeu a equipa, até o Roubarte Gomes viu uma GP por marcar, o Tribunal do Jogo foi unânime em 3 gp por marcar mas 3 a favor só o Roubarte Gomes na Luz frente ao V. Guimarães... Ou o bruto Paixão até frente à modesta Oliveirense...
Bom, o NEScio não se queixou e o folheto de caserna do FC Porto só lamentou antijogo e apesar dos 5+7 minutos de compensação que pareceram justos. Então, o FCP queixa-se de quê?
Esta manhã lá aparece o benfas a queixar-se não sei de quê porque nem a capa do Rascord o diz - deve ser por isso que em 2016 já só vendeu 38 mil e tal jornais de caserna por dia...

10 março 2017

Regresso para perceber o receio do Benfica com ajudas ao FC Porto

Depois de meia volta ao mundo e imersão numa atmosfera diferente onde a bola pouco conta, as mulheres são deslumbrantes e ainda ocorrem assassinatos de Estado com chancela de sangue e espionagem como nos velhos tempos de Guerra Fria, após um mês sem ver futebol tuga em três semanas ausente, fiquei abismado com o rotundo triunfo portista em Arouca.
Tenho ainda na memória o triunfo extasiante em agonia sobre este adversário no Dragão, agora com Danilo a abrir o marcador que então fechou num disparo de longe. Recordo ainda o incrível jogo tremido e falhado apesar da vitória sobre o Rio Ave. E, depois de tantos sustos e vários roubos, tremi ainda com o futebol de contra-ataque frente à Sporting e V. Guimarães, inserindo o notável Soares que entrou como craque e um peixe na água.
Limitei-me a seguir os resultados ao início das manhãs noutro canto e sem perspectivas. A +10500kms até me assustei, ainda, com o Benfica inquieto a pedir papinhas, as usual, ao Conselho de Arbitragem, mesmo antes do 4-0 ao Tondela que já não vi mas pareceu muito diferente do 4-0 do Tondela na Luz.
Percebo agora, independentemente do jogo fluído portista que esquecerá de ver e de uma autoridade em campo como nos tempos de hegemonia trituradora que os rivais só julgam emular sem o conseguirem e já inseguros quanto a um título dado como garantido sempre sob patrocínio arbitrário, que o Benfica tem razão.
O FC Porto foi beneficiado pela arbitragem e a sorte, factores nem sempre aleatórios nem despiciendos, pois sou do tempo em que o golo de Danilo era anulado a André Silva por Jorge Sousa frente ao V. Guimarães pela mesma sem-razao nem noção de infracção como Artur Soares Dias anulou por sabe-se lá o quê a Felipe frente ao Benfica no Dragão...
De resto, não cabia na cabeça de ninguém que fosse assinalado fora de jogo inexistente ao Arouca como se viu na 1a parte hoje. Ou fosse permitido a Soares isolar-se e atirar ao poste quando ainda há pouco tempo era marcado fora de jogo com a naturalidade com que certos governos pugnar pela supervisão bancária e gritam aqui d'el Rei que fugiram 10 mil milhões do país onde o Banco de Portugal já vigia transferências acima de mil euros e a Geringonça vê falcatruas descomunais em pagamentos de 3000€ em contante.
Não brinquemos, seguindo o rasto da vigarice favorável aos dragões, porque o golo de Soares com o ombro ainda este ano seria anulado como extensão do braço e, daí, só ignorado pelo longo braço da lei que só protegia o Benfica por decreto, como o volume do Vieira no défice do mal parado na CGD tão ciosamente defendida pelos sacripantas da Esquerda histriónica e historicamente benfazeja...
Adiante, que para não variar e eu reviver para viver as emoções do fut tuga que acompanho há mais de 45 anos desde a outra senhora, lá tive de ouvir as variações em dó menor dos pacóvios de aldeia como, na avaliação ainda de braços e suas extensões possíveis, o inefável medíocre calhau com óculos do Rui Orlando duvidar se nasceu primeiro o ovo ou a galinha tal como se Danilo jogou primeiro com a cabeça ou o braço para ser gp contra o FC Porto ; enquanto o bardamerdas do espalhafatoso-palavroso do Lobo das tácticas, que só comenta lances duvidosos contra o FC Porto, esmiúça e garante o contrário da realidade que se vê (cabeça de Danilo e bola no braço) entre cagadelas de 4x4x2 e diatribes diarreicas de pressão ofensiva e basculante defesa com centrais de primeira a destacar enquanto o FC Porto domina o jogo, tem a bola, não permite uma ocasião ao adversário e nem um tiro de longe desviado dá em golo como caiu do céu na 1a volta no Dragão.
Está, por isso, tudo mal, daí o pobre país agitado que muitos na Asia até desconhecem ou se dele sabem é por CR7, quando muito por anterior gesta navegante portuguesa para além da Taprobana.
O mudar aos 2 e acabar aos 4 já é, obviamente, consequência do proteccionismo arbitral que dizem ter mudado de campo.
Eu, só por isto, como Camões naquelas terras distantes onde as musas existem e as sereias serpenteiam pelas ruas onde já se come barato com estrelas Michelin (sim, provei nos dois mas até só um me soube melhor), também só me apetece voltar pra ilha onde fui tão feliz...
Bem, também já esquecia ver o FC Porto marcar mais golos do que o Benfica e até liderar o campeonato mesmo que à condição.
Um monge budista ter-me-á dito que a próxima jornada poderá marcar a reviravolta, com deslize do Benfica tremeliques em P. Ferreira para o FC Porto fazer depois 1-1 na Luz e ganhar o título por diferença de golos.
Graças aos árbitros, claro, não ao Soares que fez o FC Porto trocar o tricotado futebol imberbe do Diogo J pela verticalidade que a mobilidade de André Silva impõe no desbaratar das defesas para sossego do sucessor de Jardel, Lisandro e Falcao...

18 fevereiro 2017

A 10500kms

Percebi, na net, que o FC Porto ganhou 4-0 com os defeitos do costume, mas leio que, até antes de discutir gp e cv que são sempre indiscutíveis a favor do Benfica, já o tricampeão da treta pedia uma reunião, urgente, à comissão de arbitragem...
Como não se lembraram disso em dois dos últimos três anos de vigarice institucionalizada que até ao colorido PM faz pular de alegria, algo deve estar a correr mal para falarem de arbitragem, que tanto os chocava mas nao sabemos se nasceu primeiro o ovo ou a galinha... E a correr tal é publicado na imprensa, com o pormenor delicioso de se juntar o anúncio de antes do jogo do Dragão às polémicas do mesmo jogo - porque a surdez política e institucional tugas nunca percebeu as vigarices amplamente praticadas a favor do Benfica.
Acho que nem a distância tão grande se entende. Ou talvez sim... O q vai dar ao mesmo. Um dia ainda lembrarão que no fortuito 1-1 no Dragão houve um golo anulado sabe-se lá porquê...

11 fevereiro 2017

Um desenho para o NEScio


O FC Porto justificou no fim, em contra-ataque, a vitória num terreno difícil pelo mesmo 2-0 que o Benfica ali obteve (em dose dupla, também na taça da treta) ganhando, então, logo no início do jogo e com muito mais facilidade.
Tudo porque, para começar, NEScio joga para não sofrer golos, porque criar e marcar não pode ser com a dupla HH-AA simultaneamente. O jogo arrastado que está opção, invariavelmente, implica conseguiu forjar um golo fortuito para asseverarem o absurdo êxito da fórmula minimalista e defensiva pouco consentânea num candidato ao título.
Mas o V. Guimarães não criou qualquer oportunidade de golo, amputado dos seus melhores avançados, Marega e Hernâni cedidos pelos Dragões e Soares em boa hora trocando de equipa para, qual raposa de área, aproveitar bola perdida, de novo mal aproveitada, de André Silva.
Um ressalto ou um pontapé feliz poderiam ditar o empate, mas a felicidade agora acompanha o mau futebol portista. A profundidade de Diogo J rendeu um golo à terceira tentativa mas para um tridente para circunstâncias semelhantes eu preferia Rui Pedro a jogar mais por dentro, como J, do que Corona, sempre falho de força, velocidade e inspiração...
Pior do que o NEScio só mesmo esse protótipo de árbitro filho da puta. Xistra tomou em mãos o guião que há um ano destruiu o FC Porto em Braga. Perdoar o vermelho directo por agressão de Bernard, só igual a não ter tomates para um segundo amarelo por criar ainda confusão.
O FC Porto não marcou de início a diferença de qualidade, optando por sujeitar-se a medir forças num corpo a corpo, descendo ao nível do futebol físico, feio, porco e mau do adversário. É como alguém responder, segundo as leis de Cipolla, a um estúpido tendo de baixar ao seu nível. Como do NEScio não espero mais nem melhor e duvido que a forma de jogar feio dê mais resultado do que ter bola em qualidade, como muitos adeptos desejam ganhar de qualquer maneira, continuo a não crer que tal solução ofereça o melhor resultado.
Isto sem pôr em causa, no final, a justeza do triunfo.
Como esta é a marca da cada e agrada a muitos conquanto se ganhe, livro-me por 3 semanas de seguir de perto a odisseia de navegar aflitivo sem ver Porto seguro. Quando voltar lá de além da Taprobana, ao menos que se salve um poema épico do naufrágio. Vou afligir-me menos. Se é para aguentar assim, melhor nem ver. Mas que dê resultado até ao final também desejo, embora descrente.

04 fevereiro 2017

Soares fez jogar o FC Porto e o árbitro obrigou a jogar o Casillas

Soares bisou e fez tudo, sem faltar nada, o que é dele e era expectável. Obrigou o FC Porto a jogar a sério, com menos bola mas não menos letal, melhorando a eficácia na finalização e a eficiência de processos. E até fez o NEScio sair da toca, com 11 arrojado para entrar a vencer e ter o jogo no bolso.
Meter Soares foi retirar trabalho a André Silva que repartiu tarefas de apoio e evasão. Ter Brahimi e Corona nas alas deu profundidade e também protecção aos laterais, nunca apanhados em falso. Oliver pode jogar no meio sem alargar o raio de acção que não é imenso.
O FC Porto conseguiu ser compacto e seguro, ameaçando sem se expor. Nada a ver com o passa e repassar da dupla mastigadora HH-AA, aquele tiro no pé com André André e na cabeça com Hector Herrera. Dois golos e quase um terceiro de uma equipa eficaz e senhora de si a atacar sem deixar de defender. Foi o jogo mais completo no campeonato a par do outro clássico com o Benfica que não merecia a infelicidade final e uma falta de ronha hoje já presente para assegurar o essencial.
Podia ser melhor após o intervalo, mas o árbitro de Lisboa lembrou-se da 1a volta e de como inclinar o campo, poupando Marvin ao 2o amarelo por falta dura evidente logo após dar cartão a Maxi por ter jogado a bola. Jesus tirou o caceteiro e logrou acabar com 11. O árbitro equilibrou o resultado é deu asas ao leão renascido e reconfortado com faltas e faltinhas que procurava.
Tanto que em bolas paradas fez Casillas defender depois de assistir calmamente na 1a parte.
NEScio esteve bem a reforçar o meio campo extraindo os alas e segurando mais a bola, salvo um livre de Alex Telles da direita que a menos de 10' do fim não era necessário despejar na área.
Grande e empolgante estreia de Soares, Diogo J entrou bem para lançar o jogo desde trás a segurar a bola, como João Carlos Teixeira.
E a jogar bem, firme, sem tremer, a liderança fica, mais convictamente, ao alcance. Era preciso está demonstração que até tornou NEScio aventureiro e ambicioso.
Não se percebe, por fim, a perda de Kelvin inscrito na Champions e cedido ao campeonato carioca, com menos um jogador para as alas e diminuindo um plantel ainda sem soluções. Não se percebe mesmo.