23 agosto 2009

Começar bem em casa é essencial

«Espero um FC Porto afirmativo, no sentido de termos pela frente o primeiro jogo em casa, a segunda jornada do campeonato e o facto de este encontro acontecer depois de não termos ganho a partida anterior. Queremos ganhar o jogo. Um FC Porto afirmativo dependerá também da diferença entre a postura do Nacional e a do FC Paços de Ferreira. Espero, por parte da minha equipa, um comportamento superior ao do último jogo».

«O Nacional foi quarto classificado no último campeonato, jogou ontem frente ao Zenit, uma equipa de topo do futebol russo e europeu, e foi capaz de ganhar e marcar quatro golos. Vamos defrontar uma bela equipa, composta por jogadores de grande qualidade e orientada por um bom treinador. Estamos perante um cen
ário que indicia um bom espectáculo e esperamos ter o Estádio do Dragão cheio»
«Considero que a equipa ainda está muito longe daquilo que pretendemos para esta época, mas está mais adiantada e melhor do que no mesmo período do ano passado. Os jogadores já têm algum trabalho dentro da equipa e do clube e a nossa tarefa é a de modelar e preparar a equipa e pô-la a jogar para ganhar. Temos de preparar os jogadores para a equipa e toda a gente tem de trabalhar para “fazer avançar o barco”». Jesualdo Ferreira in site FCPorto

Jesualdo Ferreira prometeu, na pré-época, que a equipa do FCPorto teria que fazer uma melhor época nos jogos em casa do que a temporada 2008/2009, onde nem sempre esteve bem e os golos escassearam.
Sendo assim, o FCPorto encontrou o adversário ideal para começar o campeonato em casa da melhor forma possível, ou seja, a vencer.

O Nacional da Madeira, além de ser bem
orientado, tem um excelente conjunto que, na 5ª feira, segundo rezam as crónicas, criaram bastantes dificuldades ao Zenit, além disso costuma se dar bem com os ares do Dragão.

Sendo assim, o FCPorto tem todas as condições para esquecer as más exibições e fazer um grande jogo frente a uma grande equipa. Sem Hul
k, castigado, aposto em Falcao para titular e para o regresso de Varela ao onze inicial.

FCPorto - C.D. Nacional ( 2ª jornada da Liga Sagres 2009/2010)
Estádio do Dragão
20:15 horas, SportTV
Árbitro: João Ferreira




22 agosto 2009

Rodriguez como surpresa nos convocados

A chamada de Rodriguez é a grande novidade nos convocados de Jesualdo Ferreira para o encontro, referente à 2ª jornada da Liga Sagres, contra o Nacional da Madeira no Estádio do Dragão. Apesar de ter treinado com limitações durante toda a semana, o uruguaio acabou por ser convocado por Jesualdo Ferreira. Como novidades também se registam a inclusão de Maicon e Sapunaru, saindo Hulk ( por castigo), Nuno André Coelho e Tomás Costa. Aqui ficam os convocados:

Guarda-redes: Helton e Beto;

Defesas: Bruno Alves , Fucile, Rolando, Álvaro Pereira, Maicon e Sapunaru;

Médios: Raul Meireles, Guarín, Belluschi, Valeri e Fernando;

Avançados: Falcao, Rodríguez, Mariano, Varela e Farias.

Hulk...sempre noticia

O FCPorto publicou no seu site oficial um vídeo sobre as faltas das quais Hulk tem vindo a ser vitima, constantemente e com a devida ajuda das equipas de arbitragem para com os faltosos, nos campos portugueses. Aqui fica o vídeo:




Faltas não assinaladas

--» V. Guimarães-FC Porto (4 de Abril de 2009)

Minuto 24: Hulk atingido com cotovelada.

Minuto 78: Hulk sofre tackle frontal.

--» Paços de Ferreira-FC Porto (16 de Agosto de 2009)

Minuto 31: Hulk sofre toque na coxa, provocando desequilíbrio quando tinha a bola dominada.

Faltas assinaladas sem cartão

--» Estrela da Amadora-FC Porto (22 de Abril de 2009)

Minuto 8: Hulk atingido tackle lateral, com risco para a integridade física. Saiu lesionado e perdeu vários jogos decisivos.

--» V. Guimarães-FC Porto

Minuto 1: Hulk sofre tackle lateral.

Minuto 28: Hulk sofre entrada impetuosa perto da grande área.

Minuto 38: Hulk derrubado, após placagem, quando inicia contra-ataque.

Minuto 67: Hulk sofre novo tackle lateral.

Faltas assinaladas só com cartão amarelo

--» V. Guimarães-FC Porto

Minuto 31: Hulk sofre entrada violenta.

Minuto 81: Hulk atingido por nova entrada violenta por trás.

Expulsão por falta não assinalada

--» Paços de Ferreira-FC Porto


Minuto 56: Hulk é admoestado com segundo cartão amarelo, por falta que não foi assinalada. Jogo recomeçou com pontapé de baliza, conforme indicação do árbitro.

Renovação até 2014 com claúsula de rescisão de 100 milhões de euros

Como prova de confiança do seu valor, o FCPorto renovou o contrato do jogador brasileiro por mais duas épocas, agora o contrato finda em 2014, colocando uma claúsula de 100 milhões de euros, além de ter oferecido um aumento salarial. Resta aguardar a compra, por parte do FCPorto, de mais alguma percentagem do seu passe, recorde-se que os Tetracampeões apenas têm 50 %

Jesualdo fala de Hulk

«Sobre a situação do Hulk, as considerações que foram feitas em devido tempo não tiveram em conta um conjunto de situações importantes que toda a gente deve ter em atenção. Já o referi anteriormente: de acordo com as indicações da UEFA e da FIFA, é importante proteger o jogo. O que aconteceu com o Hulk em Paços de Ferreira foi um desarme, que o árbitro não considerou falta e que acabou por assinalar pontapé de baliza. Só depois tomou a decisão de expulsar o jogador».

«O FC Porto renovou contrato com o Hulk por ser um jogador importante para o clube. Todos pretendemos um jogo mais emotivo, de mais qualidade e em que os jogadores de maior qualidade não sejam sistematicamente castigados. Há um quadro de leis muito claras que tem de ser aplicado e é necessária coragem para aplicar esse regulamento. No futebol português sempre houve, e vai continuar a haver, jogadores talentosos e esses jogadores devem ser protegidos, precisamente para que a emotividade e o espectáculo sejam protegidos»

«Tem de haver, da parte de quem é responsável e quem regula o futebol, ideias definidas e actuações em consonância com essas ideias. Não estou a desculpar o Hulk. Ele continua num processo de aprendizagem, ainda é novo e vai continuar a evoluir para chegar onde queremos que ele chegue. Garanto é que não vamos tirar-lhe o talento, a entrega e o profissionalismo com que encara cada momento do jogo. Posso assegurar-vos que o Hulk não é mal-educado. Os jogadores do FC Porto sabem perfeitamente qual é a nossa linguagem e o nosso pensamento em campo, nos treinos e nas cabines, mas é evidente que também estranham o que se vai passando ao seu redor». declarações retiradas do site oficial FCPorto

21 agosto 2009

Carlos "Marc Batta" Xistra

E quanto ao João "Pode Vir o João" Ferreira, é tudo questão de nomeações cirúrgicas, tal como na época passada e no momento em que o FC Porto refaz a sua equipa o Xistrema serve para atrapalhar
Parece que não estamos sozinhos nesta cruzada da credibilidade do futebol português e no apontar de erros sistemáticos das arbitragens que defraudam os resultados. Independentemente do que o FC Porto pode dizer ou não, com a aceitação dos adeptos ou repulsa pela inacção e o silêncio contra um sistemático e virulento efeito arbitral que penaliza a sua equipa, também o Reflexão Portista se juntou à causa, sem deixar cair em saco roto a miserável atitude de Carlos Xistra na condução dos jogos do FC Porto.
O enumerar de casos deste árbitro contra o FC Porto, naquele confrade da blueosfera portista, praticamente abarca os mais recentes exemplos desta cancerígena forma de arbitrar e o primeiro, de que me lembro bem, que ditou a primeira derrota de Mourinho no FC Porto (2-3 com o Beira-Mar).
Mas vou ajudar mais ainda, porque tenho memória para tanto ou mais.
Os adeptos portugueses habituaram-se a citar o exemplo de Marc Batta ao mostrar amarelo a Rui Costa quando saía do campo para uma substituição num Alemanha-Portugal. Um cartão que ditou a sua expulsão (foi o segundo amarelo), perante a estupefacção geral, com Portugal a ganhar em Berlim 1-0 e perto de um triunfo que,a 10 minutos do fim, poderia valer uma qualificação para o Mundial-98, depois falhada com as culpas assacadas, como é da praxe, a Artur Jorge, que então ficou privado de fazer a substituição e Portugal sofreu o empate a jogar com 10.
Tanto Marc Batta na memória, porém, e ninguém se lembrou de "etiquetar" um árbitro português como tal. Pois este inefável Carlos Xistra é o Marc Batta português, pois conseguiu dar um amarelo a Jorginho quando este saía para uma substituição num Académica-Porto, no primeiro ano de Jesualdo
Mais: Xistra conseguiu inventar um penálti contra o FC Porto por alegado derrube de Cech a um academista que não se verificou e a Académica reduziu para 1-2 (resultado final).
Mas não só. Xistra protagonizou uma cena caricata, ainda no tempo de Adriaanse no Dragão, num Porto-Marítimo, ao marcar um penálti indevido contra os madeirenses, com 1-0 no marcador. Alertado pelo fiscal-de-linha e perante a risota de todo o estádio, Xistra voltou atrás e não marcou penálti.
Sobre Xistra só tenho a dizer: cuidem-se, porque está aí outro Bruno Paixão, igualmente imbecil e inabalável nas suas ditatoriais e ridículas decisões. Tomem nota.
Isto é só para fazer o ponto da situação. E neste ponto há que lembrar, a propósito da nomeação de João Ferreira para a recepção no domingo ao Nacional.
A nomeação do célebre João "Pode Vir o João" Ferreira, da afamada escuta telefónica elucidativa com Luis Filipe, o santo, ao telefone, vem na esteira das indicações de árbitros que trazem um histórico de participações negativas contra o FC Porto. Mas mais do que os nomes, a sensação das nomeações é que são cirúrgicas, escolhendo-se aqueles que podem atrapalhar o FC Porto.
Foi assim na época passada, com aquelas inenarráveis arbitragens de Jorge Sousa na Luz e Pedro Proença em Vila do Conde, com empates do FC Porto que deviam ter sido vitórias. Agora é o Xistrema no seu esplendor, de modo a atrapalhar a reorganização da equipa. Tal como há um ano, o onze portista está a ser burilado com peças novas e requer tempo e, se possível, com bons resultados para animar. As arbitragens podem ser um empecilho no arranque de uma época com nova quipa. Já vimos isso e no domingo vai haver mais arrelias e mais do mesmo da arbitragem.
Mas é por este e por outros que não vou ao estádio.
Sigo o conselho, sábio, de Vítor Pereira: desconfia?, não acredita?... Então não vá ao estádio!
E sem Hulk muito menos. Para ver árbitros também sei escolher os jogos. E não são de cá. A Liga que os ature e o Madaíl deixe de comentar as arbitragens estrangeiras e pôr em causa regras há muito estabelecidas como o amarelo por um jogador levantar a camisola ao festejar um golo (Vukcevic).
Ele devia preocupar-se, e muitos outros, com o Marc Batta português, o Lucílio Vigarista, o Olarápio Incompetência, e o João "Pode Vir o João" Ferreira tão querido do Luís Filipe.

18 agosto 2009

Antes malcriado que sarrafeiro!

O castigo de Hulk vai permitir ver o famigerado critério dos árbitros nas faltas assinaladas e na disciplina em campo durante duas semanas sem o melhor jogador do campeonato em campo. É uma pena os relatórios dos árbitros não serem públicos...
Hulk leva dois jogos de castigo, mas se o campeonato "pensa" ficar livre de um pesadelo o certo é que vai passar 15 dias no sofá do psiquiatra, entre adivinhar as intenções para agressões, identificar as faltas merecedoras de sanção disciplinar, as interrupções incessantes do jogo e os ouvidos mais sensíveis dos árbitros.
É preferível assim? Eu prefiro que Hulk seja castigado como malcriado do que como sarrafeiro!
É que Hulk foi injustamente sancionado por uma falta não cometida - pelo menos com a aparência de violência de que foi revestida arbitrariamente - e recebeu ordem de expulsão por segundo amarelo pelo inefável Xistrema da arbitragem lusitana que destrói a credibilidade do jogo, falseando resultados, enquanto mina a sua autoridade e imparcialidade de forma perene. Até quando?
Nem me importa mais que tenha visto vermelho directo como proclamaram, ou apenas um castigo pelo duplo amarelo e outro castigo, porventura sem cartão (é dispensável se o árbitro escreve no relatório eventuais ofensas), por palavras alegadamente injuriosas que o miserável árbitro albicastrense deve ter ouvido pela primeira vez na carreira para o mencionar de forma oficial.
É que chamar filho da puta ao árbitro ou dizer-lhe para meter os cartões no cu é muito português e quantos de nós já não o proclamaram?
Mas dar sarrafada para ser expulso, daquela que o próprio Hulk recebe impunemente como bem sabe a pesada consciência do mauzinho Xistra, não é coisa nem do jogador nem do futebol português e ficava mal que Hulk fosse penalizado assim.
Xistra marca a carreira de Hulk em Portugal com esta expulsão, como jogador do FC Porto a quem não são perdoados certos devaneios. Como antes Elmano uma vez expulsou Lucho e João Ferreira o Benny McCarthy por recusar que Rui Jorge se sentasse nas suas costas.
Era pecaminoso que Hulk fosse penalizado por dar uma cacetada, ele que só jogou na bola à parte a entrada de risco que devia saber evitar mas que teve contornos de total legalidade. Ele já foi selvatiamente perseguido em Guimarães com total condescendência deste miserável árbitro natural da Covilhã e não demorou a ser ceifado para perder um mês no final de época com o mesmo juiz de campo incapaz de um cartãozito sequer a um defesa do E. Amadora.
O que fica para a história é isto: dois jogos sem Hulk e dois jogos certamente com Carlos Xistra. O futebol português é assim... Adeptos e críticos também o preferem.
É pena que os relatórios dos árbitros não sejam públicos, porque continuo sem saber se o 1º amarelo a Hulk foi por protestos ou por pedir cartão a Cássio por demorar num pontapé de baliza, o que me pareceu pela TV. Disto e do seu contrário já vimos o suficiente na 1ª jornada para o desequilíbrio do campeonato a nível disciplinar se mostrar permissivo a equipas violentas e entradas a matar.
Parece que a CD da Liga está de férias para ver com atenção os simuladores de agressões e de penáltis...
Porque aos costumes diz nada, excepto se for algo que penalize o FC Porto.
p.s. - o Sporting lá escapou de mais uma goleada caseira, mas teve o coro de virgens ofendidas contra o árbitro húngaro que não podia ver uma agressão de um italiano por uma pega com a bola tão própria do futebol mediterrânico e só vista na TV. Além de subvalorizarem as cinco flagrantes ocasiões de golo da Fiorentina, os amplificadores do regime não deixaram de notar que "uma equipa e os jogadores ficam perturbados quando não são assinaladas faltas e agressões". Parece que só Hulk não tem esta condescendência e não é só dos árbitros por cá. Por outro lado, também ouvi, e bem, que o "jogo faltoso reiterado" merece amarelo, o que também é esquecido quando quem sofre esse jogo truculento é o FC Porto. As diferenças de tratamento nunca são só dos árbitros a quem não cabe só a lealdade e respeito que equipas e jogadores merecem em campo, em jogos domésticos ou nos internacionais. Até porque os árbitros da estranja não sancionam todas as faltas que Liedson pede e reclama sem levar amarelo, vamos ver como será por cá mas já adivinhamos...

17 agosto 2009

Mas há alguém que se ria?...

Manu como Hulk, os agressores passam impunes e o melhor é comer e calar? Quaresma chegou a ser o portista mis "indisciplinado" enquanto as atenções se viravam contra Bruno Alves por ter só um cartão; Lisandro viu quatro cartões em seis jornadas. Depois fartam-se e vão-se embora: mandam tudo isto à merda e levam a razão com eles...
Vou insistir no tema da defesa dos (bons) jogadores: eles são tão poucos em Portugal e tão desvalorizados até de forma reles e de uma baixeza de carácter que tal indiferença dói tanto como as muitas pancadas que levam. Depois da perseguição de que  Hulk tem sido vítima, com a complacência dos árbitros que agora virou impaciência com os seus protestos, vimos Manu ser agredido por duas vezes, uma delas até a fugir do lado de fora do campo. A diferença é que as agressões ao veloz maritimista nem cartão mereceram, enquanto Hulk farta-se de ser puxado, agarrado, rasteirado, travado e até com faltas assinaladas contra si (dividida com Kelly à entrada da área) e tem de ficar-se, levar, comer e calar.
A condescendência dos árbitros com o jogo feio, a falta sistemática e uma indiferença face ao jogo que diz de toda a sua impreparação para o dirigir, só tem paralelo com o encolher de ombros do público perante o massacre aos jogadores talentosos. Não é que tenha de se estender uma passadeira à sua passagem, mas há limites para o jogo faltoso e há, acima de tudo, necessidade de moralizar: ou punir os prevaricadores, o que raramente acontece e enaltece-se até a marcação individual que trate de por qualquer meio impedir o adversário de fazer jogo, ou permitir o futebol feio e faltoso que em Portugal vive de contacto físico fora da lei, com muito agarrão, muito jogo de braços, muita falta pequenina, muita faltinha, muita rasteira e cada vez mais, com a pressão alta, a começar no meio-campo do próprio adversário. Lembre-se como Filipe Anunciação - que sabe o que é marcar alguém na Luz e ser expulso! - travou sem meias medidas Hulk ainda nos primeiros 35 metros de campo do FC Porto.
A propósito de Hulk ter de comer e calar, vou recordar a quem quiser tomar nota dois factos recentes:
- a despeito de o FC Porto ter acabado o campeonato 2007-08 com 20 pontos de avanço, houve campanha contra Bruno Alves que só tinha um amarelo... enquanto Quaresma se tornou, com pouco destaque e nenhum significado especial atribuído ao facto, o mais "indisciplinado", salvo erro com 7 amarelos. Fartou-se de levar porrada, anos a fio, mas os árbitros achavam que resmungava muito: lá foi à sua vida, farto desta mediocridade mesmo que, lá fora, agora não se encontre a sua magia.
- Lisandro somou quatro cartões amarelos nas seis primeiras jornadas da época passada e passou depois meio campeonato até ver o 5º amarelo para a suspensão da ordem que muitos ansiavam. Pelo meio, o caricato da sua suspensão por alegada simulação num penálti contra o Benfica, ao mesmo tempo que se reconhecia ter existido um sobre Lucho mas desvalorizava-se o facto em favor do lance que ditou o 1-1 final. É claro que, por vários motivos, Licha foi à sua vida e levou a razão consigo, mais a sua categoria.
Eu pasmo com a irritação que o comportamento de Hulk pode ter em protestos que tem de controlar face aos árbitros que fecham os olhos às faltas que travam a sua velocidade. Parece que os árbitros têm receio de mostrar amarelos sem razão, ou então por protestos por parecer que os portistas protestam mais que os adversários, e estou a lembrar-me de mais um catedrático como Duarte Gomes a "amarelar" Fucile no Restelo na época passada, numa suposta falta junto à área do Belenenses.
Os adeptos do FC Porto, ou alguns tão anjinhos como dizem que Hulk é, não distinguem as faltas e o seu critério quando são assinaladas contra o FC Porto, além de uma intolerância contra os seus jogadores que não se vê no confronto dos árbitros com jogadores do Benfica e do Sporting.      
A jornada de uma vitória só
Não vi o jogo do Benfica, nem o do Sporting, apenas os resumos, mas vi o suficiente para assistir a duas entradas a matar sobre Manu, um rapaz pouco valorizado mas com muito futebol e uma velocidade estonteante para um jogador português. Enquanto o afamado Saviola sacou uma falta à entrada da área e um penálti ao arrastar os pés para forçar o contacto com os adversários maritimistas, fornecendo a tónica geral do que é o jogo do Benfica na Luz de pressão permanente sobre os árbitros como já tinha visto no amigável com o Atl. Madrid, Manu foi alvo de tentativas de agressão do género das que vimos há um ano de Carlos Martins sobre Sapunaru e de Nuno Gomes sobre o mesmo Sapunaru, entradas a varrer, às pernas, agressões puras. Nem Jorge Sousa, então, nem Artur Soares Dias este domingo sancionaram o jogo violento.
Mas também estes aspectos são pouco valorizados e esmiuçados pela crítica, seja a de cariz profissional nos meios de comunicação apropriados, seja nos blogues. Não se dá a ideia de um futebol sarrafeiro e doentiamente concentrado em não perder de modo a que só se assistiu a um triunfo e sacado a ferros pelo Braga quase a fechar o jogo. Empates, amigos, empates justificados por isto e por aquilo, também por ser início de época, mas empates e não é por acaso, por muitas atenuantes que encontrem.
Qual o melhor 1-1? O do Sporting?
Li, ainda, que a despeito de os três grandes terem empatado 1-1 o Sporting, pasme-se, foi o de melhor nota, o melhor resultado dos três.
Avaliemos, então:
- Sporting, perde na 1ª parte e empata só num canto e num autogolo, Enschede repete-se e eu bem dizia que há ali twentelight zone e muita macumba para segurar o pobre Bento, de ideias, discurso e noção de futebol que, além dos próprios adeptos, exaspera um que seja neutro e o ouça meia dúzia de vezes;
- FC Porto, perde na 1ª parte com um autoglo tão infeliz como inacreditável, um twentelight zone ao contrário para os portistas que, com 10 homens, conseguem empatar num grande golo do estreante Falcao e a despeito de perder toda a cerebralidade do seu sector de construção (sem Meireles e Belluschi);
- Benfica, perde na 1ª parte, sofrendo um penálti, e acima de tudo não traz a magia que proclamaram na pré-época, empatando quase no fim num lance de bola parada e depois de falhar um penálti "cavado" por Saviola, o farsola que promete falar de si quando for Filipe Anunciação a marcá-lo...
Posto isto, quem teria mais motivos para ficar satisfeito com o seu 1-1?
São leituras, são opiniões mas há-as tão ridículas que felizmente não matam.
A leitura das incidências da arbitragem segue a tónica geral: desde que prejudiquem o FC Porto está tudo bem, se não afectarem o Benfica e até puderem ajudar um pouquinho vai melhor ainda.
A 1ª jornada já tinha bons motivos para longas discussões, com todas as imagens presentes e alguns comentários também. Para se perceber a desonestidade que campeia e, isso sim, retira credibilidade e seriedade ao jogo. Porque este, nas suas dimensões várias, não é tido em conta. Só os resultados. E com as opiniões que se conhecem. É este o cerne da questão. Porque as avaliações aos "mais" e "menos" das equipas são, também, viciados por aquilo que se projecta que possam fazer, idealizações e conceitos nunca verificados a não ser no imaginário dos mais delirantes exercícios de profissão de fé a ver se muda a cor do título. 
Que o Sporting, então favorecido nesta ronda, siga a sua capacidade de atrair a sorte agora com a Fiorentina. (mas não venham queixar-se da frieza italiana, etc. e tal). 

16 agosto 2009

Bruxo, o ladrão surripiou a jóia!...

Paços de Ferreira, 1 - FC Porto, 1
Porque Falcao voo sobre o Xistrema...
Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves, Álvaro; Fernando, Belluschi (Tomás Costa 79), Raul Meireles (Falcao 45); Mariano, Hulk e Farias (Varela 60).
1-0 Fucile 12pb; 1-1 Falcao 74
O futebol português não é dado a reflexões, sobre o que é bom e mau, o que se deve melhorar e erradicar o que está mal. Por isso não sai da cepa torta, no que a credibilidade e imagem positiva merece. Se desse para pensar sobre si próprio, em vez das capelinhas da arbitragem e dos santuários da disciplina, este jogo suscitaria o debate aceso que merece.
Porque há que optar entre árbitros como Carlos Xistra e jogadores como Hulk. Infelizmente, como o primeiro temos aos montes e, pior ainda, o cheiro é nauseabundo. Como o explosivo brasileiro, anda todo o mundo a pensar como e quando levá-lo. Ontem, o árbitro ganhou, expulsou o jogador e o FC Porto pode dar-se por muito feliz por sacar um pontito na Mata Real onde a ordem era caçar Hulk de qualquer modo.
Enquanto não há discussão séria e objectiva, os árbitros vão estragando os jogos e os melhores jogadores emigrarão. Fatalmente. O fado do nosso futebol. O que o marca há décadas, desde sempre seguramente.
Mas como esta discussão terá poucos fóruns e alguns ainda acharão cedo para o fazer, porventura quando todos os outros se puderem queixar, alguns tentarão perceber a razão de Jesualdo ter retirado Varela do onze, pois na pré-época e na Supertaça o extremo foi titular. Bem, são opções e para o meio-campo musculado - Ricardo para a frente da defesa, mas era um terceiro central, com a estreia de Danielson ao lado de Kelly no eixo defensivo - pacense o técnico portista preferiu Farías na área, abrindo as alas com Hulk e Mariano para ter Meireles e Belluschi no meio a dar jogo. 
Mariano é capaz de dar largura ao 4x3x3, mas não muita profundidade. Ajuda a fechar no flanco e transforma o sistema em 4x4x2. O FC Porto pretenderia "retirar" o Paços de trás. Pareceu ser a intenção, mas fica já a primeira quebra da "filosofia" e o 4x3x3 com Varela, Hulk e Mariano cedeu à chamada do homem de área. 
Ora bem, sobre o homem de área, o voo de Falcao para o golo do empate, num salto excelente e um cabeceamento fantástico, parecem desmentir os que acreditam não termos ali um ponta-de-lança. Essa polémica, pelo menos ficou esvaziada para os detractores que decerto descobrirão também que as selecções desgastam a meio da semana e Meireles provou-o com a saída ao intervalo.
O jogo começou inclinado para o FC Porto e tornou-se uma monanha difícil de escalar. Logo porque Fucile esteve envolvido em mais um dos inacreditáveis e bizarros golos, com a bola batendo nas suas costas para entrar na baliza na sequência de um canto em que Ricardo, com Rolando, cabeceia mal mas a bola não foi para fora e traiu Helton com o costado do uruguaio que nem estava em frente à baliza...
Acabaria em aflição, com o golo no ar de Falcao, num improvável bom cruzamento de Fucile entre tantos maus cruzamentos dos portistas desde as bandas. Mas a aflição foi por Hulk ter sido expulso com cerca de uma hora de jogo e o FC Porto superar o Xistrema da arbitragem com alguma raça mas muito atabalhoamento.
Para cúmulo, o jogo acabou com um fora-de-jogo mal tirado a um pacense que se isolava e passara Helton, mas um fora-de-jogo tirado pelo auxiliar que também impedira, na 1ª parte, Farias de se isolar e Hulk numa segunda vaga. Além de um penálti não visto - mas que o totó da SportTV disse ter sido "uma bola dividida" - por agarrao evidente de Kelly sobre Farias e do qual, na sobra, Belluschi atirou à barra, gorando-se o empate.
Hulk, escapando milagrosamente ao fora-de-jogo por reflexo pavloviano, ainda se isolou quase no intervalo, mas não bateu Cássio que antes também negara o golo num excelente remate após drible de Belluschi.
Mas Hulk não escapou ao proverbial sentido táctico de Carlos Xistra, o árbitro que deixa baterem-lhe impunemente e nada faz. Carlos Xistra, abencerragem albicastrense da arbitragem de regime castrense tão querido do antigamente pela submissão aos poderes lisbonenses, acha normal que Filipe Anunciação vá ao meio-campo defensivo do FC Porto placar Hulk, travando-o logo a 70 metros da baliza. Aliás, amarelos por faltas só foram dois, um à entrada da área pacense e outro a Mariano quase no fim. Mas amarelos por pedir amarelo (Hulk) e por protestar (William) não faltaram. Ainda que seja curial que os jogadores levem umas lições de civismo e conhecimento de novas directrizes - essa de levar amarelo por pedir amarelo vai ser gira no tocante ao alargardo critério dos específicos árbitros portugueses -, os nossos árbitros continuam a mandar às malvas o bom senso.
É claro que, com 1-0 e Hulk travado sempre e bem longe da área pacense, começaram as simulações e Filipe Anunciação tentou fingir uma agressão para Hulk ser expulso.
Bem, metade da equipa pacense, mais o treinador no seu banco, pediu marelo (o segundo) para Hulk, mas estranhamente ninguém viu amarelo... Mais tarde, depois de múltiplas infracções que deveriam levar amarelo por serem acçõs reiteradas, sem alguém levar amarelo, pois levou-o Hulk, jogando a bola num jogo arriscado em que Danielson também simulou ter partido pelo menos uma perna. Era uma entrada de risco, mas foi na bola, só que para o árbitro isso conta pouco e Xistra parecia destinado a expulsar o jogador que consabidamente não sabe proteger.
Com 10, e depois de Jesualdo ter metido Falcao junto a Farias, houve que retirar um, entrou Varela, mas a saída de Belluschi deixou a Mariano, sob pena de esgotamento como veio  suceder,  tarefa de carrilar jogo com a ajuda de Fucile, pois Álvaro teve estreia para equecer. E lá da direita saiu o cruzamento forte e um voo imprevisto a evitar a derrota.
Deu para contrariar o Xistrema. E, assim, já não foi mau.   

13 agosto 2009

Puseram o (ladrão) relapso Xistra a guardar a jóia Hulk

Os cancros visíveis em Portugal: arbitragem e justiça/disciplina. Do reino da impunidade ao reino do faz-de-conta. O que tem Pinto Monteiro, mais dado a leituras de cordel, a ver com o futebol e a saúde, negligenciando a sua função de PGR?

Uma vez mais vou usar um exemplo do futebol para falar do País e as suas idiosincrasias. E vice-versa, com os defeitos tugas em ambos os casos. O que tem a ver o caso da denúncia de um ministro quanto a comportamento antissociais e crimes públicos que a autoridade competente devia averiguar com o futebol da treta deste País de brandos costumes e brincadeiras sérias que não são tomadas em conta?

Há coincidência entre Carlos Xistra e Pinto Monteiro? Há. São produtos da mediocridade reinante em Portugal, eleitos para funções, cargos ou estatutos por favores de alguém e sob manto de traficância de influências, tão ao gosto da opacidade que mascara tudo o que é elegível neste Pais da treta onde nada parece ser levado a sério.

A nomeação de Carlos Xistra para o Paços-Porto de domingo é mais um atentado ao bom senso por parte do nomeador Vítor Pereira, da Comissão de Arbitragem da Liga. O árbitro deixou que os vimaranenses perseguissem selvaticamente Hulk, há uns meses. Isto na época passada em que o responsável pela arbitragem profissional começou por defender que a prioridade era salvaguardar os artistas da bola. Esta época, o inefável e invisível Pereira ainda nada disse, mas já mostrou que aos costumes diz nada. Ou tudo. Por omissão. Acções para melhoria da arbitragem é que não se vêem.

O Carlos Xistra que permitiu todas as agressões a Hulk no V. Guimarães-FC Porto, em Abril, foi o mesmo que dias antes concedeu generosamente dois penáltis ao Sporting frente aos dragões na famigerada semifinal da Taça da Liga em Alvalade, por supostos toques penalizadores de defensores portistas na sua área. Critério curto e largo, consoante as circunstâncias penalizassem ou favorecessem o FC Porto.

Temos mais, já esta época. Na grande abertura oficial com a Supertaça em 2009-2010, o árbitro portuense Jorge Sousa protagonizou o proverbial duplo sentido da sua arbitragem, típica dos apitos lusitanos de trazer por casa. Até o miserável Rascord notou que dois pacenses deviam ter sido expulsos por entradas violentas, uma delas sobre Hulk da forma mais grosseira que se viu antes em Guimarães. É de notar que o imbecil que notou estas falhas da arbitragem conseguiu dar-lhe nota 4, como se a sarrafada tenha curso tão livre como as pedradas para interromper e por fim decidir sobre uma "final" do campeonato de juniores.

O mesmo Jorge Sousa que permitiu a licenciosidade pacense em Aveiro é aquele que em Agosto de 2008 obrigava cada canto do FC Porto, uns 6 ou 7 no jogo todo, a um interminável processo de aviso aos defesas benfiquistas no clássico da Luz, por agarrarem sistematicamente - e num caso até com Luisão a agredir Sapunaru - os jogadores portistas. Não havia canto que demorasse 4 ou 5 minutos a marcar e, com a quebra de concentração, tornando-os ineficazes na perspectiva da equipa atacante, o FC Porto.

Pois, então, põem o ladrão relapso Carlos Xistra a vigiar a jóia Hulk que supostamente, salvo a opinião desencontrada com o bom senso de Paulo Bento, devia ser preservada para bem do espectáculo em Portugal. Hulk que foi negligentemente protegido em Guimarães é a galinha dos ovos de ouro a quem deixaram a raposa a vigiar a capoeira.

Virando a página nesta caricata imagem de facilitismo em Portugal, não bastava a ridícula justiça/disciplina do futebol português - afundada na indiferença geral e internacional do pífio Apito Final que sofre tratos de polé em qualquer instância independente e suprapares - e temos a Justiça no seu pior como garante do regime democrático no País a saldo e alvo de todas as manigâncias.

A denúncia da ministra da Saúde, única no Governo a merecer nota positiva, sobre os contágios deliberados atribuídos a alguns cidadãos e sob pena de crime e prisão até 8 anos, foi mandada para canto por outro inefável e invisível detentor de cargo público: o sonso e serrano Pinto Monteiro diz que alguém denuncie com caso concreto para o seu Ministério Público actuar.

Oa bem, o MP que Pinto Monteiro diz ser coutada de "duques, barões e marqueses" em que ele certamente será o bastião-mor, esse instrumento de investigação criminal, e defensor da legalidade supostamente instituída num Estado de Direito, nada faz ainda que a Lei, que devia salvaguardar e defender como no futebol é pedido a árbitros mesmo da estirpe reles de Carlos Xistra, obrigue o MP a intervir, sem necessidade de denúncia como manda o crime público que é o que está em causa.

Haja um cidadão que publique um livro, chame-se Carolina para dizer mal de Pinto da Costa ou um Carolino para dizer mal de Pinto da Costa como agora está de novo a suceder por causa do novo casamento do presidente portista, e o MP actuará. Basta uma literatura de cordel que a Morgado da justiça entrará em campo. O MP não cumpre o seu papel, preferindo fazer de palhaço nos tribunais onde chega com acusações cheias de nada e condenadas ao insucesso, mas se algum caso pessoal lhe chegar às mãos haverá perseguição individual tolerada, e amplificada nos altifalantes do regime, por um árbitro que devia ser isento e actuante em nome da legalidade mas que nada faz e fecha os olhos à mais simples arbitrariedade.

É um país de mafiosos, pois, por isso perigoso. Só Figo achará que o País assim, entregue a um charlatão licenciado a um domingo e com quatro cadeiras feitas pelo mesmo professor com prova de exame enviada por fax, está bem e recomenda-se. Donde se prova que nem as gentes do futebol dão sinais de integridade e clarividência. E o futebol e o País estão como estão.

p.s. - a Liga já informa com mais antecedência as alterações à próxima jornada: na terça-feira, em vez da sexta-feira, já se sabia os horários da 2ª ronda. Mas a problemáutica da arbitragem é que continua sem solucionáutica, como diria o saudoso Raul Solnado.

12 agosto 2009

Breves

FCPorto derrota Padroense

O FCPorto venceu hoje o Padroense, num jogo-treino que se realizou no Estádio do Dragão, por 5 – 2, com o júnior Yero a ser o destaque principal da partida, por ter apontado 2 golos. Hulk, Tomás Costa e Mariano Gonzalez foram os restantes marcadores.

Para colmatar as ausências de vários jogadores ao serviço de várias selecções nacionais, Jesualdo Ferreira deu oportunidade a quatro atletas sub-19, além de Yero (avançado) , Abdoulaye e David ( defesas) e Sérgio ( médio) foram os atletas que puderem mostrar as suas qualidades.

Carlos Xistra como homem do apito

No entanto, a Comissão de Arbitragem da Liga, já informou que o homem do apito nomeado para o próximo jogo do FCPorto, frente ao Paços de Ferreira, a contar para a 1ª jornada da Liga Sagres,irá ser Carlos Xistra da AF Castelo Branco.


63, 64, e a contar...

A nova época começa na senda em que acabou a última, com um troféu oficial. Aí vão 64 triunfos em provas oficiais. Não contabilizamos, nunca, os torneios de preparação ou mesmo de ganhar dinheiro. E só contam o que antigamente se chamavam "de primeira categoria", escalão sénior, profissional, pelo que não vamos tão longe como o confrade Portogal, que inclui o êxito na Liga Intercalar mas é uma espécie de "prova Primavera" no sentido equivalente aos sub-21 e utilizando prioritariamente os juniores ou em transição para a primeira equipa.


Os 64 triunfos da máxima categoria do futebol profissional foram referidos numa certa abundância mas a explicitação do número só faz sentido, porém quase sem o mencionarem, como aproximação aos 65 títulos que o Benfica arrecadou no total. Restam assim, apesar de envergonhadamente essa evidência ser omitida nos vários OCS, alguns troféus esta época para o FC Porto ser a equipa de futebol mais vitoriosa em Portugal. A próxima taça em disputa é a da Liga que o FC Porto desta vez pretende vencer. E talvez o Penta vá coroar, esta época, a famosa ultrapassagem que os adeptos rivais tanto temem pois pouco mais terão para argumentar no sentido de serem "os mais grandes"...


O historial do FC Porto é, então, o seguinte:

I Liga/I Divisão: 24 triunfos em 1935, 1939, 1940, 1956, 1959, 1978, 1979, 1985, 1986, 1988, 1990, 1992, 1993, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2003, 2004, 2006, 2007, 2008, 2009.

Taça de Portugal: 14 triunfos em 1956, 1958, 1968, 1977, 1984, 1988, 1991, 1994, 1998, 2000, 2001, 2003, 2006, 2009

Supertaça: 16 triunfos em 1982, 1984, 1985, 1987, 1991, 1992, 1994, 1995, 1997, 1999, 2000, 2002, 2004, 2005, 2007, 2009.

Campeonato de Portugal: 4 triunfos em 1922, 1925, 1932, 1937.

Taça/Liga dos Campeões: 2 triunfos em 1987 e 2004

Taça UEFA: 1 triunfo em 2003.

Supertaça da Europa: 1 triunfo em 1988

Taça Intercontinental: 2 triunfos em 1988 e 2004