12 maio 2013

A perspectiva do olho do cu dejà vu



Imagino que as discussões nos foruns televisivos de experts da coisa sob cujos narizes empinados e inteligências requintadas nada e tudo passa despercebido, além de boa verve de vão de escada e muita (i)literacia epistemológica do jogo jogado falado, tenham derivado à volta do mesmo: os perdedores. Porque isto assim, o golo assado, o trinco quiçá e a cobertura soft, os extremos como laterais foi coisa que escapou - mas arrasou o John: Olá! -, o Lima lá na frente e depois o Cardozo também para as bolas longas, mais o Jesus que fica e o que sai ou pode sair, com o Vieira de novo, cautelosamente, calado...


Já vimos um título GRANDIOSO! por um golo em fora-de-jogo, outro de OBRA PRIMA por um passe de costas de Saviola que foi um chouriço (no 2-2 da época passada que serviu para limparem a porcaria de jogo medroso que se viu) e ainda há pouco uma OBRA DE ARTE num gamanço de Capela.
 
O golo de Kelvin podia merecer muitos epítetos, mas ficaram-se, os das capelinhas da idiosincrasia lisbonense, da saloiice até ao pescoço, pelos mais óbvios. Caiu do céu ou aos trambolhões fica bem para os "outros". 

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