Lucho está de volta sem nunca ter partido. Pena não ter vindo com a companhia devida.
Agora, não me perguntem quem é Aquerontes, mas só posso partilhar o sentimento de retorno do Bruno Sena Martins, não aquele Sousa Martins aparvalhado dos domingos da bola tarde e a más horas que ninguém vê para não se chatear com o cretino do ex-árbitro a comentar as parvoíces que ele sabe como se fazem por outro lado...
Eu sei que pequenos luxos estão para o futebol como ajudas de profilaxia social que ajudariam a esquecer a crise se fossem mais adequadas a quem acusa poucas posses para outros vícios. Até lá, outras alegrias menos sentidas trazem alguma esperança que a iliteracia e o aprisionamento político condicionantes de um cidadão livre e pensante não perspectiva nem que lhe façam desenhos (já nem digo contas de aritmética simples)...
Mas é o que há, veremos se El Comandante está como o Vinho do Porto!
