Cospe Machado é uma figura em si mesmo, apenas pela careca completa. Foi ele, simplesmente, que me fez terminar de ver, aos 37', o Braga-Porto. O famoso critério tão elogiado enquanto dura foi vilipendiado pelo árbitro, que não teve com Sasso a severidade que teve com Reyes: faltou o 2º amarelo ao bracarense, o que não foi perdoado ao portista, justamente expulso.
Já não tenho paciência para ver jogos assim, onde num ápice o que parece uma boa atitude do árbitro desvanece e morre o interesse pelo jogo, que estava disputado.
Se a falta é perto da área, como a de Reyes, ou na linha do meio-campo nunca é justificativo de mais cartão ou menos cartão. A falta era de cartão fosse onde fosse. Que os bardamerdas da TVI distingam uma falta e sua acção disciplinar inerente da zona do terreno confirma, como aos árbitros, a merda mesmo de que são feitos.
Game over, o Porto ganhava 1-0 sem jogar um corno e lá mudei para o Barça-Atlético que era o meu projecto inicial para a noite de bola.
O futebol em Portugal continua massacrado pela mediocridade de quem o comenta e quem o dirige, dentro e fora do campo.
Façam bom proveito.