Mais uma cena incrível do VAR, com a incapacidade de julgar em vídeo falta tão clara, para gp, que o árbitro viu pertinho, assinalou sem reduções mas foi instado a ir ver o vídeo...
Com 3-0 ao intervalo a carimbar a atitude certa de mandar no jogo e não tremelicar como nas Aves, o FC Porto prolonga uma série de imbatibilidade no Bonfim que tem sido bom prenúncio, a vencer desde 1990.
Firmeza num jogo em que Sérgio Conceição pôs Maxi a lateral, adiantou Ricardo para a media direita e sentou Felipe para rodar Reyes.
Liderança confirmada contra vento e marés do VAR...
10 dezembro 2017
09 dezembro 2017
Mais do mesmo
Também teria renovado em Janeiro 2013 com Paulo Fonseca, depois de perder na Luz e estar à espera que os dois penalties sonegados pelo Artur sonso Dias fossem alvo de tema na conferência de imprensa...
Temo o pior, portanto...
Temo o pior, portanto...
08 dezembro 2017
Presidente, fia-te no Bagulho e não corras a denunciar o VAR..
Pinto da Costa primeiro falou e o FC Porto empatou duas vezes no campeonato, mais o empate em Istambul de permeio. O treinador é do melhor, futebol de ataque e assim é que é... Até os relógios parados acertam nas horas duas vezes e o presidente do FC Porto parou no tempo, esquecendo o resto...
Elogiou Sérgio Conceição como fizera com Paulo Fonseca, Lopetegui e ainda há um ano com NES. Sim, este FC Porto é melhor, joga mais, aproveitou até refugo que dantes não serviu e jogadores de estúpidos €20M, como Oliver, nem no banco sentam e mesmo Casillas perdeu a titularidade.
Na semana em que o FC Porto foi escandalosamente roubado na própria casa do Dragão, como um freak reality show live on TV, nem um grito de fora o árbitro e pedido de banir o infame Hugo Miguel se fez. Como tantas vezes este século, desde o crime de Campo Maior, vai para 18 anos a 19 de Fevereiro de 2018, o presidente do FC Porto não pior.
Agora, dá uma entrevista a beliscar também no Governo, socialista, centralista e lisboeta como manda a tradição e a filosofia dos que se apoderaram do Estado usando-o em seu proveito. E fala, como falou à confiança do treinador, da PJ no caso dos emails, algo a que eu continuo a não ver o fim ou objectivo a alcançar, descrente precisamente no alcance da Lei e na reposição da Ordem.
Ora, de um indivíduo tarimbado e com obrigação de saber coisas e conhecer o País elitista, centralista, lisboeta mas nada liberal como evoca a liberdade da muy nobre, leal e invicta cidade do Porto, Pinto da Costa acredita na Virgem, como se sabe, mas ainda crê mais nos homens.
Sou do tempo em que era conhecida a composição da Guarda de honra da PJ nas recandidaturas do vigarista Vieira. Quando, decerto para desviar as atenções do crápula Sócrates igualmente a fazer as coisas por outro lado, o Sérgio Bagulho e a PJ, com a zorro Mize Morgado a comandar folhetim de cordel ditado por livro de alternadeira, o pifio dourado serviu a toda a canalha deste país de feios, porcos e maus como Visconti não desdenharia num filme de série B... E nem isso evitou que o presidente do FC Porto fosse ao EP Evora visitar o imundo 44, acreditando piamente que era um injustiçado... Vir agora zurzir no Governo socialista, com a tralha socrática que não faz por menos do que se habituou com o maior crápula desde o 25/4, além de confiar na PJ onde ainda deve estar o tal Bagulho e sua máfia encarnada, parece pouco avisado, ao mesmo tempo que pede o fim do VAR sem ter saído a terreiro há uma semana a denunciar o criminoso.
Com tantos emails e muitos nomes, já sabemos dos falsarios mas ainda não se quis tramar os árbitros e suas aventuras extra conjugais. Muitos pruridos que Rui Bosta e Jorge Rouba não tiveram em espoliados o FC Porto para lhe tirar a liderança destacada e descansada.
Já frisei ser incompreensível que o FC Porto fale das coisas à volta de Rui Bosta e não o desmascara com imagens das suas decisões em lances similares nos jogos que dirigiu de FC Porto e Benfica. O Torto Canal não tem imagens nem memória. O presidente continua a ser a cara de um projecto falhado, um clube à deriva e um rumo sempre errático.
Da entrevista de hoje quase nenhuma novidade.
Veremos amanhã a 2a parte. Eu também vou especular como o Benfica pode ser campeão outra vez no colinho dos árbitros e, sim, do Governo, porque dá jeito a este é até o safado Sócrates dizia que o Benfica a ganhar fazia o PIB disparar. O Costa de turno também continua a mentir no "creximento" como um dos mais elevados da Europa quando é precisamente um dos mais fracos...
Para mim, tudo deja vu...
Elogiou Sérgio Conceição como fizera com Paulo Fonseca, Lopetegui e ainda há um ano com NES. Sim, este FC Porto é melhor, joga mais, aproveitou até refugo que dantes não serviu e jogadores de estúpidos €20M, como Oliver, nem no banco sentam e mesmo Casillas perdeu a titularidade.
Na semana em que o FC Porto foi escandalosamente roubado na própria casa do Dragão, como um freak reality show live on TV, nem um grito de fora o árbitro e pedido de banir o infame Hugo Miguel se fez. Como tantas vezes este século, desde o crime de Campo Maior, vai para 18 anos a 19 de Fevereiro de 2018, o presidente do FC Porto não pior.
Agora, dá uma entrevista a beliscar também no Governo, socialista, centralista e lisboeta como manda a tradição e a filosofia dos que se apoderaram do Estado usando-o em seu proveito. E fala, como falou à confiança do treinador, da PJ no caso dos emails, algo a que eu continuo a não ver o fim ou objectivo a alcançar, descrente precisamente no alcance da Lei e na reposição da Ordem.
Ora, de um indivíduo tarimbado e com obrigação de saber coisas e conhecer o País elitista, centralista, lisboeta mas nada liberal como evoca a liberdade da muy nobre, leal e invicta cidade do Porto, Pinto da Costa acredita na Virgem, como se sabe, mas ainda crê mais nos homens.
Sou do tempo em que era conhecida a composição da Guarda de honra da PJ nas recandidaturas do vigarista Vieira. Quando, decerto para desviar as atenções do crápula Sócrates igualmente a fazer as coisas por outro lado, o Sérgio Bagulho e a PJ, com a zorro Mize Morgado a comandar folhetim de cordel ditado por livro de alternadeira, o pifio dourado serviu a toda a canalha deste país de feios, porcos e maus como Visconti não desdenharia num filme de série B... E nem isso evitou que o presidente do FC Porto fosse ao EP Evora visitar o imundo 44, acreditando piamente que era um injustiçado... Vir agora zurzir no Governo socialista, com a tralha socrática que não faz por menos do que se habituou com o maior crápula desde o 25/4, além de confiar na PJ onde ainda deve estar o tal Bagulho e sua máfia encarnada, parece pouco avisado, ao mesmo tempo que pede o fim do VAR sem ter saído a terreiro há uma semana a denunciar o criminoso.
Com tantos emails e muitos nomes, já sabemos dos falsarios mas ainda não se quis tramar os árbitros e suas aventuras extra conjugais. Muitos pruridos que Rui Bosta e Jorge Rouba não tiveram em espoliados o FC Porto para lhe tirar a liderança destacada e descansada.
Já frisei ser incompreensível que o FC Porto fale das coisas à volta de Rui Bosta e não o desmascara com imagens das suas decisões em lances similares nos jogos que dirigiu de FC Porto e Benfica. O Torto Canal não tem imagens nem memória. O presidente continua a ser a cara de um projecto falhado, um clube à deriva e um rumo sempre errático.
Da entrevista de hoje quase nenhuma novidade.
Veremos amanhã a 2a parte. Eu também vou especular como o Benfica pode ser campeão outra vez no colinho dos árbitros e, sim, do Governo, porque dá jeito a este é até o safado Sócrates dizia que o Benfica a ganhar fazia o PIB disparar. O Costa de turno também continua a mentir no "creximento" como um dos mais elevados da Europa quando é precisamente um dos mais fracos...
Para mim, tudo deja vu...
06 dezembro 2017
O pior é com o diabo/polvo da paróquia
O campeão inglês Leicester foi despachado há um ano com 5-0, hoje 5-2 ao campeão francês. FC Porto 14 vezes na fase seguinte em 22 possíveis. Mas cá dentro é o diabo dentro de portas.
A reflectir
A reflectir
02 dezembro 2017
01 dezembro 2017
Rouba, Jorge, que vais ao Mundial com o Miguel
Um penalty monstruoso por marcar e um golo anulado de forma infame. Comentem o futebol que quiserem e o Pinto da Costa junte a enciclopédia da guerra civil espanhola enquanto poupa a invasão da corrupção lisboeta.
Amanhã nenhum pasquim de merda do portugalório falará sequer em ESCÂNDALO.
Mundial arranca com sorteio e sem árbitros tugas mas a POUCA VERGONHA correrá mundo certamente.
Arbitragem tuga é ESCUMALHA HUMANA. Guterres tem de mandar uma missão da ONU ao pântano.
Amanhã nenhum pasquim de merda do portugalório falará sequer em ESCÂNDALO.
Mundial arranca com sorteio e sem árbitros tugas mas a POUCA VERGONHA correrá mundo certamente.
Arbitragem tuga é ESCUMALHA HUMANA. Guterres tem de mandar uma missão da ONU ao pântano.
25 novembro 2017
Sem força nem convicção
O pior jogo da época, suplantado em velocidade e vontade pelo adversário, ainda obrigou apenas o FC Porto a puxar do brio quando reduzido a 10, por estúpida expulsão de Corona que o treinador devia ter tirado ao intervalo, e após um infantil golo concedido ao Aves que fez perder dois pontos de forma miserável, a lembrar os anos recentes de exibições frouxas e resultados desastrosos.
Com jogadores alheados do jogo, como Felipe, Corona e Aboubakar, alguns sem se aguentarem de pé pelas botas inadequadas ou falta de pernas, a vantagem portista nem ao intervalo se justificava. Se Sérgio Conceição optasse por um onze de recurso dificilmente jogaria pior, sem ligação nem apoio na frente apesar de Soares reaparecer, e assistir para um golo madrugador que mais afrouxou a equipa. Só com Marega a render Aboubakar a equipa este mais agressiva, quase "cheirando" a vitória no forcing final. O regresso dos dois lesionados foi a única boa notícia da noite, atirando Oliver e Hernâni para a bancada.
Foi muito mau e não se justificava mais.
Com jogadores alheados do jogo, como Felipe, Corona e Aboubakar, alguns sem se aguentarem de pé pelas botas inadequadas ou falta de pernas, a vantagem portista nem ao intervalo se justificava. Se Sérgio Conceição optasse por um onze de recurso dificilmente jogaria pior, sem ligação nem apoio na frente apesar de Soares reaparecer, e assistir para um golo madrugador que mais afrouxou a equipa. Só com Marega a render Aboubakar a equipa este mais agressiva, quase "cheirando" a vitória no forcing final. O regresso dos dois lesionados foi a única boa notícia da noite, atirando Oliver e Hernâni para a bancada.
Foi muito mau e não se justificava mais.
17 novembro 2017
1, 2, 3!
Um grande jogo de Taça
Duas belas confirmações.
Três flagrantes constatações em consequência.
Vibrante, bem jogado, emocionante até ao fim, com vitória da melhor equipa sobre uma equipa adversária que repete boa actuação no Dragão.
FC Porto com jogo ao arrepio do futebol produzido, alvo da maior eficácia contrária coroada com um golo soberbo que enganava o resultado mas não impedia a fluidez do melhor futebol que precisava afinar a pontaria.
O FC Porto devia ter ampliado a vantagem antes de sofrer. Não evitou sofrer com as adversidades que ajudaram o Portimonense a ganhar confiança.
O banco portista foi decisivo e a persistência em não se deixar abater com factos do jogo a funcionarem como maré imprevista contrária foi determinante para uma vitória como antigamente, arrancada a ferros por nunca desistir de vencer.
No bom comportamento do Portimonense foi pena alguma dureza excessiva e excessos também a queimar tempo. Resultou numa expulsão inatacável e nuns minutos suplementares que evitaram o prolongamento. Prémio para as crença de um enorme coração portista e castigo para o adversário que se acomodou a uma vantagem injusta e usou antifutebol a ver se colava uma qualificação que seria de todo muito feliz, mas há que entender essa estratégia final dos algarvios, bem como regozijarmo-nos de não ter sido bem sucedida, graças a uma arbitragem correcta, o que só valorizou o epílogo dramático e empolgante de um jogo a sério de Taça.
Duas belas confirmações.
Três flagrantes constatações em consequência.
Vibrante, bem jogado, emocionante até ao fim, com vitória da melhor equipa sobre uma equipa adversária que repete boa actuação no Dragão.
FC Porto com jogo ao arrepio do futebol produzido, alvo da maior eficácia contrária coroada com um golo soberbo que enganava o resultado mas não impedia a fluidez do melhor futebol que precisava afinar a pontaria.
O FC Porto devia ter ampliado a vantagem antes de sofrer. Não evitou sofrer com as adversidades que ajudaram o Portimonense a ganhar confiança.
O banco portista foi decisivo e a persistência em não se deixar abater com factos do jogo a funcionarem como maré imprevista contrária foi determinante para uma vitória como antigamente, arrancada a ferros por nunca desistir de vencer.
No bom comportamento do Portimonense foi pena alguma dureza excessiva e excessos também a queimar tempo. Resultou numa expulsão inatacável e nuns minutos suplementares que evitaram o prolongamento. Prémio para as crença de um enorme coração portista e castigo para o adversário que se acomodou a uma vantagem injusta e usou antifutebol a ver se colava uma qualificação que seria de todo muito feliz, mas há que entender essa estratégia final dos algarvios, bem como regozijarmo-nos de não ter sido bem sucedida, graças a uma arbitragem correcta, o que só valorizou o epílogo dramático e empolgante de um jogo a sério de Taça.
04 novembro 2017
Herrera Herrera
O Ferrari utilitário de Sérgio Conceição começa a sentir dificuldades com o andar das competições. O pior jogo da época, a vitória menos expressiva em casa no campeonato e só ampliada no fim, em contra-ataque, depois de golo saído de um canto.
Com lesões e castigos, a pouca amplitude de opções e talentos vai estreitando o canal de exibições vistosas. Chegou a arrepiar os cabelos a falta de qualidade no último terço do campo. Porque, sabedor, Domingos fez bloco baixo e tapou espaços entre linhas. E André André jogar atrás do Aboubakar só acentua as dificuldades de fazer a diferença que um fatigado Brahimi e um trapalhão Hernâni agudizaram.
Teve de ser o pulmão e a confiança renascida de Hector Herrera a mexer com tudo. Com Reyes bem na posição de Danilo, a cumprir castigo, o mexicano até distribuiu com mais acerto passes de médio alcance. Mas a locomotiva não tinha maquinista a não ser Herrera, a marcar sem cerimónias antes do intervalo e a conduzir a vitória a fechar a partida numa assistência para Aboubakar finalizar com classe.
Um oásis de categoria, clarividência e tranquilidade graças ao duplo Herrera que teve se impor o seu ritmo sempre forte numa equipa em desaceleração da Europa. Mais do que o cansaço, a falta de lucidez e desembaraço de André André restringiu muito o volume ofensivo que esmorecia de forma exasperante com o desacerto no remate: apenas um terço dos muitos tiros foram enquadrados, mesmo com muitas situações de remate dentro da área. Aboubakar e André André não obrigaram o gr do Belenenses a qualquer defesa e isso espelha a falta de decisão ou resolução na área que fez o resultado ficar em dúvida até ao fim de uma actuação globalmente em decrescendo, de pujança física, futebol vistoso e finalização ao nível arrasador que se via.
Vai-se espremedor o que há é nem assim, note-se, Oliver chega a ser solução...
Com lesões e castigos, a pouca amplitude de opções e talentos vai estreitando o canal de exibições vistosas. Chegou a arrepiar os cabelos a falta de qualidade no último terço do campo. Porque, sabedor, Domingos fez bloco baixo e tapou espaços entre linhas. E André André jogar atrás do Aboubakar só acentua as dificuldades de fazer a diferença que um fatigado Brahimi e um trapalhão Hernâni agudizaram.
Teve de ser o pulmão e a confiança renascida de Hector Herrera a mexer com tudo. Com Reyes bem na posição de Danilo, a cumprir castigo, o mexicano até distribuiu com mais acerto passes de médio alcance. Mas a locomotiva não tinha maquinista a não ser Herrera, a marcar sem cerimónias antes do intervalo e a conduzir a vitória a fechar a partida numa assistência para Aboubakar finalizar com classe.
Um oásis de categoria, clarividência e tranquilidade graças ao duplo Herrera que teve se impor o seu ritmo sempre forte numa equipa em desaceleração da Europa. Mais do que o cansaço, a falta de lucidez e desembaraço de André André restringiu muito o volume ofensivo que esmorecia de forma exasperante com o desacerto no remate: apenas um terço dos muitos tiros foram enquadrados, mesmo com muitas situações de remate dentro da área. Aboubakar e André André não obrigaram o gr do Belenenses a qualquer defesa e isso espelha a falta de decisão ou resolução na área que fez o resultado ficar em dúvida até ao fim de uma actuação globalmente em decrescendo, de pujança física, futebol vistoso e finalização ao nível arrasador que se via.
Vai-se espremedor o que há é nem assim, note-se, Oliver chega a ser solução...
01 novembro 2017
Na manta curta, enrolar o adversário
Jogo nervoso, ríspido, combatido mais do que jogado, com nervos porque as falhas seriam fatais e muito nervoso metido em cada lance. Percebido o adversário na partida da Alemanha, que fez precipitar muitos erros individuais e do plano de jogo, mudou-se o figurino, valeu a estratégia, raça, manha e valentia que faltaram nos últimos anos em equipas portistas tecnicamente melhores. E foi em esforço de superação que o FC Porto chegou aos 6 pontos, devolvendo ao RB os 3 golos de Leipzig.
Muito destapado e desccoordenado há 15 dias, o FC Porto tinha de cortar linhas de passe com o meio-campo mais perto da defesa, evitando jogo entre linhas dos versáteis alemães em toda a frente de ataque.
Depois era aproveitar os erros contrários como eles aproveitaram os do FC Porto antes. Bolas paradas não costumam ser pontos fracos de alemães, mas esta equipa de publicidade e marketing não é de figurino alemão tout court, pelo que houve que descer um nível no espectáculo do jogo para o FC Porto recusar o jogo de nível que o RB preferiria.
Houve só uma distracção no regresso do intervalo quando mal se percebia o novo Werner em campo. Mas a equipa reabilitou-se e feriu de novo em bola parada onde a insistência de Danilo e Herrera foram preponderantes nos dois golos.
Era óbvio que ao plano inicial faltava já Marega, que dava a profundidade necessária ao futebol mais esticado em passes longos e menos de apoio, com Brahimi e Corona retidos nas linhas. Aguentar firme e punir forte foi o remédio, com a manta curta mais ainda por falta de opções ofensivas. Enveredou-se por enrolar o adversário num jogo de luta, sem espaços, amiúde com faltas em função do jogo físico, que fez ressaltar algum nervoso miudinho, porque só a vitória importava. E o mais improvável golo de Maxi rematou a contenda difícil em que a estratégia prevaleceu, a mesma que era descurada nos anos anteriores em que jogadores como Oliver ou Otávio não encaixaram, mas André André serve perfeitamente. Fez-se mais das fraquezas forças, diminuindo o potencial do adversário e protegendo as fragilidades e falta de opções do FC Porto, sempre notórias nestes jogos de alto gabarito que mais exigem. Recusar um passo na sua forma de jogar serviu para dar dois em frente, sendo que o opositor também denota a sua inexperiência internacional.
Aproveitar os factores de jogo que nos podem ajudar é prova de inteligência mesmo que se perca nota artística, salvando-se o essencial, sem que algo esteja decidido no grupo.
Um alívio e uma libertação.
Muito destapado e desccoordenado há 15 dias, o FC Porto tinha de cortar linhas de passe com o meio-campo mais perto da defesa, evitando jogo entre linhas dos versáteis alemães em toda a frente de ataque.
Depois era aproveitar os erros contrários como eles aproveitaram os do FC Porto antes. Bolas paradas não costumam ser pontos fracos de alemães, mas esta equipa de publicidade e marketing não é de figurino alemão tout court, pelo que houve que descer um nível no espectáculo do jogo para o FC Porto recusar o jogo de nível que o RB preferiria.
Houve só uma distracção no regresso do intervalo quando mal se percebia o novo Werner em campo. Mas a equipa reabilitou-se e feriu de novo em bola parada onde a insistência de Danilo e Herrera foram preponderantes nos dois golos.
Era óbvio que ao plano inicial faltava já Marega, que dava a profundidade necessária ao futebol mais esticado em passes longos e menos de apoio, com Brahimi e Corona retidos nas linhas. Aguentar firme e punir forte foi o remédio, com a manta curta mais ainda por falta de opções ofensivas. Enveredou-se por enrolar o adversário num jogo de luta, sem espaços, amiúde com faltas em função do jogo físico, que fez ressaltar algum nervoso miudinho, porque só a vitória importava. E o mais improvável golo de Maxi rematou a contenda difícil em que a estratégia prevaleceu, a mesma que era descurada nos anos anteriores em que jogadores como Oliver ou Otávio não encaixaram, mas André André serve perfeitamente. Fez-se mais das fraquezas forças, diminuindo o potencial do adversário e protegendo as fragilidades e falta de opções do FC Porto, sempre notórias nestes jogos de alto gabarito que mais exigem. Recusar um passo na sua forma de jogar serviu para dar dois em frente, sendo que o opositor também denota a sua inexperiência internacional.
Aproveitar os factores de jogo que nos podem ajudar é prova de inteligência mesmo que se perca nota artística, salvando-se o essencial, sem que algo esteja decidido no grupo.
Um alívio e uma libertação.
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