FCPorto 3-0 E. Amadora
B. Alves 29', E. Farias 58' e 65'
Equipa: Helton, Sapunaru, Rolando, B. Alves, Cissokho, A. Madrid, R. Meireles (Guarin 45'), Lucho (Tarik 76'), C. Rodrigues (Hulk 45'), E. Farias e M. Gonzalez
36.202 espectadores
No dia onde, finalmente, a direcção da Liga de Clubes perdeu a vergonha e os complexos de ir ao Dragão, entregando os troféus referentes às duas últimas conquistas no campeonato, o FCPorto deu mais um passo seguro, com a maior da tranquilidade, para que o Tetracampeonato seja uma realidade. Aliás, por tudo aquilo que se tem visto nos últimos tempos, o Tetra é quase
um título já anunciado, tendo o FCPorto lutar apenas contra o tempo para que, matematicamente, seja certo e possamos repetir as festas já habituais nos finais de época.
Foi a pensar no jogo decisivo de 4ª feira, contra o Manchester United, que Jesualdo Ferreira escalou a sua equipa, sem poder contar com Lisandro Lopez, devido a mais uma ratoeira da Comissão Disciplinar da Liga, Hulk e Fernando foram relegados para o banco, a fim de serem poupados fisicamente, tendo com isso o trio argentino Andrés Madrid, Farias e Mariano Gonzalez alinhado de inicio.
Sobre o castigo de Lisandro Lopez, curioso foi ver que na mesma jornada onde o argentino cumpriu castigo por “simular” uma falta, um outro jogador doutra equipa voltou de castigo por ter quase agredido um árbitro, coisas do futebol português, fica-se a saber que, do ponto de vista dos donos da Comissão Disciplinar da Liga, “simular” tem o mesmo castigo do que tentar agredir um árbitro, isto, claro, conforme as cores das camisolas.
Foi com um ritmo muito lento e pausado que a equipa portista começou a partida, alguns passes mal medidos, muita lentidão no meio campo, alguma atrapalhação no ataque o que permitia à equipa da Amadora ganhar confiança e vir para o ataque tentando surpreender.
Logo nos primeiros minutos, um dos reforços portistas para a próxima temporada, Silvestre Varela, parece-me que poderá ser, a par de Nuno André Coelho, dois bons reforços para as conquistas do futuro, conseguiu colocar à prova Helton com remates perigosos ao que o brasileiro dono da baliza portista respondeu com defesas atentas.
O FCPorto tinha dificuldades em organizar os ataques, o Estrela tapava os caminhos da sua baliza, e a equipa sentia dificuldades nas suas transições sempre feitas com pouca velocidade. Até que, depois de mais ou menos 15 minutos de desacerto, Farias aparece isolado frente a Nelson possibilitando a este uma grande defesa para canto
.
Foi o tónico desejado para que o FCPorto encontrasse o rumo que tem sido normal neste campeonato, a partir daí, a equipa portista tomou conta, definitivamente, do domínio da partida não deixando que o Estrela da Amadora ganhasse, ainda mais, confiança.
Apesar de algo lento, o futebol dos futuros Tetracampeões nacionais, começou a ganhar maior segurança à medida que o tempo corria, tudo ia fluindo com maior naturalidade, o golo esse sentia-se que iria aparecer quando a equipa impusesse maior velocidade e tranquilidade na hora de rematar.
Aos 29 minutos, Bruno Alves, inaugurou o marcador, através de um livre directo marcado com categoria, sem hipóteses para o guarda-redes adversário. Com a marcação do primeiro golo, o mais difícil estava feito, era agora altura de começar a controlar e a pressionar para tentar alargar a vantagem. Até ao final da primeira parte, o FCPorto ainda tentou, mas foi sem grande sucesso, tudo com um ritmo pausado, mas conseguiu com que o Estrela da Amadora afrouxasse e não conseguisse sair par ao ataque com o mesmo perigo do inicio.
Com Hulk e Guarin lançados por Jesualdo Ferreira para a 2ª parte, em detrimento de Cristian Rodriguez e Raúl Meireles, o FCPorto entrou com maior velocidade e poderio ofensivo, com isso a equipa começou a melhorar de forma substancial à procura do golo da tranquilidade.
Com o Estrela da Amadora completamente manietado, o FCPorto pressionava forte, Hulk, com a sua velocidade, puxava a equipa para a frente, apenas faltando o golo. Golo esse que apareceu aos 58 minutos, Hulk desmarcou Ernesto Farias que
não perdoou, colocando na equipa ainda maior tranquilidade e certeza na vitória.
Passados 7 minutos, Lucho recupera a bola no meio campo, dá para Hulk que devolve a Bruno Alves, tendo este cruzado para Ernesto Farias que, aproveitando a falha de marcação dos centrais da Amadora, cabeceia com sucesso, aumentando a vantagem fazendo o resultado final.
Aos 65 minutos, com 3 golos feitos, o FCPorto acabou com todas as esperanças do Estrela da Amadora, se é que existiam, a partir daí poderia jogar mais à-vontade e serenamente, à espera que o tempo passasse sem qualquer perda de controlo do domínio.
Até ao final da partida, Jesualdo Ferreira ainda aproveitou para tirar Lucho Gonzalez e dar minutos a Tarik Sektioui. O FCPorto limitou-se a deixar correr o tempo, aproveitando para fazer circular a bola, criando até algumas oportunidades de golo, com destaque para um falhanço de baliza aberta de Farias, embora a bola lhe aparecesse à frente com muita força.
A 6 jornadas do fim, o FCPorto vai começando a preparar a festa da consagração de Tetracampeão, não esquecendo que ainda terá pela frente alguns desafios importantes para tentar com que esta época ainda seja mais vitoriosa. 4ª feira joga o mais importante de todos. Vamos acreditar que os podemos vencer, não acabando com o sonho.
B. Alves 29', E. Farias 58' e 65'
Equipa: Helton, Sapunaru, Rolando, B. Alves, Cissokho, A. Madrid, R. Meireles (Guarin 45'), Lucho (Tarik 76'), C. Rodrigues (Hulk 45'), E. Farias e M. Gonzalez36.202 espectadores
No dia onde, finalmente, a direcção da Liga de Clubes perdeu a vergonha e os complexos de ir ao Dragão, entregando os troféus referentes às duas últimas conquistas no campeonato, o FCPorto deu mais um passo seguro, com a maior da tranquilidade, para que o Tetracampeonato seja uma realidade. Aliás, por tudo aquilo que se tem visto nos últimos tempos, o Tetra é quase
um título já anunciado, tendo o FCPorto lutar apenas contra o tempo para que, matematicamente, seja certo e possamos repetir as festas já habituais nos finais de época.Foi a pensar no jogo decisivo de 4ª feira, contra o Manchester United, que Jesualdo Ferreira escalou a sua equipa, sem poder contar com Lisandro Lopez, devido a mais uma ratoeira da Comissão Disciplinar da Liga, Hulk e Fernando foram relegados para o banco, a fim de serem poupados fisicamente, tendo com isso o trio argentino Andrés Madrid, Farias e Mariano Gonzalez alinhado de inicio.
Sobre o castigo de Lisandro Lopez, curioso foi ver que na mesma jornada onde o argentino cumpriu castigo por “simular” uma falta, um outro jogador doutra equipa voltou de castigo por ter quase agredido um árbitro, coisas do futebol português, fica-se a saber que, do ponto de vista dos donos da Comissão Disciplinar da Liga, “simular” tem o mesmo castigo do que tentar agredir um árbitro, isto, claro, conforme as cores das camisolas.
Foi com um ritmo muito lento e pausado que a equipa portista começou a partida, alguns passes mal medidos, muita lentidão no meio campo, alguma atrapalhação no ataque o que permitia à equipa da Amadora ganhar confiança e vir para o ataque tentando surpreender.
Logo nos primeiros minutos, um dos reforços portistas para a próxima temporada, Silvestre Varela, parece-me que poderá ser, a par de Nuno André Coelho, dois bons reforços para as conquistas do futuro, conseguiu colocar à prova Helton com remates perigosos ao que o brasileiro dono da baliza portista respondeu com defesas atentas.
O FCPorto tinha dificuldades em organizar os ataques, o Estrela tapava os caminhos da sua baliza, e a equipa sentia dificuldades nas suas transições sempre feitas com pouca velocidade. Até que, depois de mais ou menos 15 minutos de desacerto, Farias aparece isolado frente a Nelson possibilitando a este uma grande defesa para canto
.Foi o tónico desejado para que o FCPorto encontrasse o rumo que tem sido normal neste campeonato, a partir daí, a equipa portista tomou conta, definitivamente, do domínio da partida não deixando que o Estrela da Amadora ganhasse, ainda mais, confiança.
Apesar de algo lento, o futebol dos futuros Tetracampeões nacionais, começou a ganhar maior segurança à medida que o tempo corria, tudo ia fluindo com maior naturalidade, o golo esse sentia-se que iria aparecer quando a equipa impusesse maior velocidade e tranquilidade na hora de rematar.
Aos 29 minutos, Bruno Alves, inaugurou o marcador, através de um livre directo marcado com categoria, sem hipóteses para o guarda-redes adversário. Com a marcação do primeiro golo, o mais difícil estava feito, era agora altura de começar a controlar e a pressionar para tentar alargar a vantagem. Até ao final da primeira parte, o FCPorto ainda tentou, mas foi sem grande sucesso, tudo com um ritmo pausado, mas conseguiu com que o Estrela da Amadora afrouxasse e não conseguisse sair par ao ataque com o mesmo perigo do inicio.
Com Hulk e Guarin lançados por Jesualdo Ferreira para a 2ª parte, em detrimento de Cristian Rodriguez e Raúl Meireles, o FCPorto entrou com maior velocidade e poderio ofensivo, com isso a equipa começou a melhorar de forma substancial à procura do golo da tranquilidade.
Com o Estrela da Amadora completamente manietado, o FCPorto pressionava forte, Hulk, com a sua velocidade, puxava a equipa para a frente, apenas faltando o golo. Golo esse que apareceu aos 58 minutos, Hulk desmarcou Ernesto Farias que
não perdoou, colocando na equipa ainda maior tranquilidade e certeza na vitória.Passados 7 minutos, Lucho recupera a bola no meio campo, dá para Hulk que devolve a Bruno Alves, tendo este cruzado para Ernesto Farias que, aproveitando a falha de marcação dos centrais da Amadora, cabeceia com sucesso, aumentando a vantagem fazendo o resultado final.
Aos 65 minutos, com 3 golos feitos, o FCPorto acabou com todas as esperanças do Estrela da Amadora, se é que existiam, a partir daí poderia jogar mais à-vontade e serenamente, à espera que o tempo passasse sem qualquer perda de controlo do domínio.
Até ao final da partida, Jesualdo Ferreira ainda aproveitou para tirar Lucho Gonzalez e dar minutos a Tarik Sektioui. O FCPorto limitou-se a deixar correr o tempo, aproveitando para fazer circular a bola, criando até algumas oportunidades de golo, com destaque para um falhanço de baliza aberta de Farias, embora a bola lhe aparecesse à frente com muita força.
A 6 jornadas do fim, o FCPorto vai começando a preparar a festa da consagração de Tetracampeão, não esquecendo que ainda terá pela frente alguns desafios importantes para tentar com que esta época ainda seja mais vitoriosa. 4ª feira joga o mais importante de todos. Vamos acreditar que os podemos vencer, não acabando com o sonho.















