12 fevereiro 2015

UEFA premeia votos na Champions pelo Melhor Lendário Momento

Foi num tweet do site do Liverpool que dei conta da iniciativa da UEFA, já com o regresso da Champions no horizonte (jogos a 17 e 18, já na próxima semana, o FC Porto em Basileia na 4ª feira), a sujeitar a votos no seu site os 60 melhores momentos da história da prova-rainha de clubes a nível mundial que começou em 1954-55, há 60 anos.
 
É claro que o destaque começou a ser dado pelo Liverpool devido a uma das suas cinco conquistas e que já leva destacado nº de votantes pelo Milagre de Istambul, quando recuperou de 0-3 ao intervalo para igualar 2-2 em 6 minutos com o Milan, ganhando nas gp, em 2005. Será difícil igualar esse feito, mas nem só de finais ganhas é feita a história da competição.
 
No que a Portugal diz respeito, está lá a conquista de 1987 pelo FC Porto em Viena, mas por causa do lendário calcanhar de Madjer. Já o êxito de 2004, por incrível que pareça, não é o brilharete de Gelsenkirchen que conta, mas dois momentos ao longo da competição e que, por acaso, tive a felicidade de assistir ao vivo e a cores:
- o empate de Costinha em Old Trafford, que levou Mourinho a correr de sobretudo a linha lateral do Teatro dos Sonhos;
- a reviravolta do SuperDepor impondo 4-0 ao Milan (3-0 ao intervalo), após o 1-4 de Milão, apurando os galegos para a semifinal com o FC Porto.
 
Da mesma forma, das duas vitórias do Benfica em 1961 e 62, a coroação de Eusébio frente ao Real Madrid nessa última ocasião é que tem destaque.
 
No tocante à classificação actual, obviamente os momentos recentes estão a contar mais, especialmente nas duas últimas épocas, à parte o já longínquo e lendário triunfo do Liverpool na Turquia. Valem ainda proezas individuais como os 4 golos de Lewandowski ao Real Madrid pelo Bor. Dortmund, em 2013, à frente dos 5 golos de Messi ao Bayer Leverkusen que ainda é recorde individual da prova num só jogo, em 2012.
 
Só depois vem a 10ª do Real Madrid em Lisboa no ano passado.
 
Há um prémio para quem acabar por votar no que for eleito o melhor momento de todos: dois bilhetes, co viagens e alojamento, para a final de Berlim. Não só os alemães podem ser nossos amigos, como só quem lá está a competir pode olhar para cima, sonhando com a final no Olímpico, a 6 de Junho, data para a história por ser a mais tardia de sempre para entregar o troféu.
 
Faites vos jeux!

11 fevereiro 2015

(Whitney) Houston, we have a problem (Kelvin)

Passam 3 anos da morte da mais fantástica e premiada cantora de sempre. Das suas inúmeras canções "hits", dediquei uma, em especial, ao Kelvin pelo golo de 11 de Maio de 2013, pouco mais de um ano após a morte de Whitney Houston (tinha escrito isto e deixado no congelador há 15 dias e a filha tee um fim igualmente trágico; e entretanto chegou Hernâni para um lugar que nunca foi de Kelvin). Podia ter sido um trabalho do Torto Canal, mas não seria a mesma coisa era capaz...

O tributo a ela e ao jovem brasileiro que teve de voltar às origens, restando-lhe apenas o lugar no Museu.
 
Como não tenho jeito para sobrepor, ficam em separado as homenagens dos momentos mais marcantes dos últimos tempos na minha memória. E One Moment in Time consagra os grandes campeões a quem a música, e muitos vídeos montados a propósito, é dedicada.

Do 11 de Fevereiro ao 11 de Maio, esperemos que termine igual mesmo que nos faltem a diva e o Kelvin. Se lá chegarmos, o FC Porto receberá o Gil Vicente na 32ª jornada, um dia antes.

10 fevereiro 2015

Salvadores da Liga: o futebol em Inglaterra

Enquanto por cá, como tenho denunciado, nem se sabe os horários dos jogos com uma semana de antecedência, pois só pode servir adeptos interessados mas eles vão-se afastando, noutras paragens os salvadores da Liga - assim, enfática mas macarronicamente, tratados pelos propagandistas tugas - tratam de coisas mesmo importantes, eles e não NOS. Ah, e pode saber-se os horários de todos os jogos até 22 de Março, antes da paragem dos campeonatos para as selecções!

Mas isso é o que se admitia antes, de um dia para o outro o negócio tornou-se oficial: mais de 70% de aumento de receitas dos direitos tv porque há mais concorrência e não faz baixar o preço, como os saloios de cá julgam e o futebol de lá avaliza-se acima do preço de mercado.
 
Dá para perceber as diferenças e entender os números envolvidos, há muito conhecidos. O 20º classificado da Liga inglesa ganha mais numa época do que a equipa que vença a Champions, seja Real Madrid ou Chelsea.

Afinal, o profissionalismo em Inglaterra começou em 1887; por cá ainda se brinca aos cóbois mesmo que vamos exportando um Mourinho ou outro Ronaldo armados em vedetas perante a Imprensa e condicionando a Informação que vende e justifica os biliões pagos em direitos que até os obriga a falar!

Que dizer, não dos números, mas do que vemos semanalmente em Inglaterra?

O futebol, mesmo com bilhetes caros mas que tendem também a baixar por imposição aos clubes em virtude da subida de receitas via TV, vale muito e é bem vendido por ser bem tratado, bem comercializado, bem relatado, bem descrito e melhor televisionado.

Por lá ainda é sempre tratado como futebol, por cá fala-se cada vez mais em negócio e cada vez menos é bem trabalhado e rentabilizado.

Em Inglaterra as TV's sempre venderam bem o produto, equivalendo ao preço elevado pago por ele.

Em Portugal as TV's tratam o futebol aos pontapés, literalmente, além de maltratar a bola e a própria Língua Portuguesa.

Em Inglaterra vê-se futebol em todas as dimensões: já há o "Olho de Falcão" para ajuizar as bolas dentro ou fora da baliza (algumas vezes já esta época) e não é preciso mandar linhas exdrúxulas até às bancadas em pantominices geométricas para marcar uma linha de fora-de-jogo sem artifícios patetas.

Não ajuda a evitar os erros de arbitragem, essencialmente os erros de apreciação: esta noite, o Tottenham fez 2-2 em Liverpool num lance livre em que não foi falta (Gerrard até viu o amarelo e acabou lesionado) defensiva e do remate (Eriksen) saiu o golo em ressalto em fora-de-jogo (Kane) com recarga em cima da baliza (Dembélé). O Liverpool acabou por ganhar com Balotelli a estrear-se na Liga a marcar!, ele que desde o inicio de Novembro não é titular.

Em Portugal as TV's complicam os lances, mesmo repetindo-os até à exaustão e pondo, mais tarde, parlapatões a palrar e depois se possível os grunhos de casa a atazanar num circuito fechado de insanidade e estupidez naturais de gente mal (in)formada, doente do clube mas patego de bola, com gente alegadamente profissional percebendo ainda amenos do que a turba ignara.

Em Inglaterra, o telespectador é informado dos minutos de compensação, ou mesmo por inserção de pequena imagem ou se tal não existe, o que é raro pois mesmo a posteriori pode aparecer a informação crucial, não passa despercebido ao relatador e/ou comentador.

Em Portugal não se transmite um jogo em condições, ou porque se queixam de não as ter em Penafiel ou Estoril ou não as criando nos estádios que são 5 estrelas para a UEFA e onde faltam as câmaras para ver os fora-de-jogo sem as patetices alegadamente geométricas e trigonométricas da profundidade e da irracionalidade e faltam câmaras não com o "Olho de Falcão" mas pelo menos posicionadas nas linhas de fundo para alinharem o ângulo com os postes e, daí, a linha de baliza.

Em Portugal podia ser igual, podia ser copiado, mas seguramente não seria a mesma coisa.

É o dinheiro, ou a falta dele, mas é a incapacidade geral que ressalta e manda bolas fora.

Taça da treta a 2 de Abril?

Não sei se é possível entender o adiamento para 2 de Abril, a meio da Semana Santa, do Marítimo-FC Porto da taça da treta. Temos que o campeonato deve parar em final de Março por um jogo da selecção e a jornada de campeonato anterior a Abril é a 22 de Março, com o Porto a visitar a Madeira mas na Choupana, com o Nacional.
 
Esta semana seria a das meias-finais, o Setúbal vai à Luz, mas o FC Porto que estava a habituar-se a jogar 2 vezes por semana nesta altura decide parar e retomar a competição após o campeonato parar.
 
Se já é incompreensível seguir com razoabilidade a taça da treta, este golpe de calendário dá o nó cego completo. Mas é apenas mais uma curiosidade. Vá lá que não interfere com a Champions, que seguirá apenas na semana seguinte à da Páscoa: nem se percebe se o FC Porto pensa passar o Basileia para jogar os 1/4 final ou se quer aquecer com o Marítimo para a fase seguinte na Europa.
 
Não dá para entender, mas parece que ninguém se importa ou questione isto que não parece fazer sentido.

09 fevereiro 2015

Atsu eleito melhor da CAN que o Gana perdeu de novo

A meio da prova, com um golo monumental à Guiné nos 1/4 final e também considerado o melhor do torneio, já falara de Atsu, cuja saída do FC Porto foi atribuída a pressões do ganês para jogar no Liverpool. Andou emprestado na Holanda (Vitesse) e ao terminar o contrato no Dragão ainda foi vendido há um ano ao Chelsea, que o emprestou ao Everton onde pouco joga.
Incompreendido ou incompreensível?
Sempre lhe vi um potencial enorme e sempre desaproveitado no FC Porto.
Quanto ao Gana, perdeu o troféu outra vez, quando o dominava nos anos 60 pelos inícios da prova. Tal como em 1992, de novo por gp (8-9), ainda frente à C. Marfim e com nova maratona de penáltis: 22 (24 em 92 que me lembro de assistir na TV, salvo erro 9-10).

08 fevereiro 2015

Ponto da situação

O Benfica não joga a ponta de um corno. Mais uma vez teve sorte, evitou perder em Alvalade nos descontos; no Dragão correu melhor ainda, logrou ganhar (?), inaugurando o massacre do futebol defensivo visto de novo esta noite: não marcou num lançamento de linha lateral, mas tentou quase ao fim da 1ª parte. E jogou com Lima e Jonas na frente, Lima esteve só no Dragão mas nem sempre corre bem a "táctica". 
 
Na realidade, já perdeu em 3 jornadas da 2ª volta os pontos perdidos (5) nos 17 jogos da 1ª volta, onde foi levado ao colo dos árbitros tugas, algo não visto na Europa por onde saíram pela porta do cavalo e dos burros.
 
Apesar do andor, a procissão ainda vai no adro. Mas também só confirma o que se tornou consensual na 1ª volta: este campeonato é um tributo dos árbitros ao Benfica. Consegue, mesmo assim, estar 4 pontos à frente do 2º e 5 do 3º.
 
O resto são peaners...

07 fevereiro 2015

Não chegou a 3

Estas vitórias dão pouco a ganhar, além dos 3 pontos. Há sempre mais a perder. Por exemplo, a tendência de marcar 3 golos perdeu-se. A equipa nem se esforçou na parte final, apesar de ter tentado o golo desde o início e podia tê-los marcado ao longo do jogo. Vamos ver se dá para ganhar mais do que 2 pontos do derby entre o "desportivo" e o "recreativo" (caso empatem).
 
Lopetegui repetiu equipa, Brahimi e Aboubakar já entraram mas era escusado tirar Tello para meter Evandro e depois Oliver para entrar Brahimi, não faz sentido.
 
Mas fica pouco do jogo, além de mais um de Jackson, mais um penálti por marcar e mais um punhado de bolas falhadas pelo Tello.
 
Estão a ver, há sempre mais a perder. É sempre preferível uma grande vitória a uma vitória grande e a equipa ainda deve isso na Liga. Mas se achar que só cumpre calendário o entusiasmo não pode crescer.

02 fevereiro 2015

A pescadinha de Hernâni na boca

Hernâni tem-se revelado um bom jogador, veloz e percutante já incomodou o FC Porto esta época, o Sporting também e o Benfica não deixaram...
 
Mas se é basicamente um flanqueador, ou extremo, ou até médio-ala se quiserem com boa vontade, não é muito mais do que Quaresma, Tello, mesmo Brahimi, até Ricardo que foi atrasado para defesa-direito.
 
Ou seja, um jovem com potencial, aposta de futuro. Tudo bem. Esta época será difícil fazer diferença, aqueles lugares estão bem preenchidos e Brahimi já cá estará por estes dias.
 
Mas numa altura em que se dispensa Kelvin que joga basicamente nas mesmas zonas do campo que Hernâni e se quisermos recuar até outros homens para tais lugares temos o sempre badalado Atsu, isto parece um eterno faux-pas do FC Porto, porque não guarda o que tem, jovem com valor, embora não o desvalorize, vá lá.
 
Assistimos à pescadinha de rabo na boca, fruto do que não é tanto a busca de reforços, mas um contínuo vaivém na porta rotativa do Dragão de quem faz, e lamentavelmente vai desfazendo sem prestar contas, um plantel aos bocadinhos, aos papéis verdadeiramente.
 
Acontece que Quaresma não durará muito. Eu que o dava como dispensável na semana passada e ele marca dois golos, um penálti e uma trivela ao seu jeito? Pois, mas se nunca foi veloz, agora muito menos: Quaresma quase já não salta o adversário, mas tem o saber estar e fazer dos experientes. Só que continua inconstante e o jogo de domingo não garante a continuidade da sua intensidade que deixou a desejar na Madeira.
 
 
Hernâni assina até 2019, Quaresma já não estará por cá, Tello muito menos que cá não tem muito a cabeça e Brahimi é o vendável por natureza e proeza.
 
Mas já que tantos se perderam pelo caminho, até Sami que vai junto com Ivo e Otávio para Guimarães, um Sami que deu boas indicações na pré-época mas no Dragão este é do tipo carta fora do baralho e só deu para enfurecer o Marítimo, Hernâni é uma boa aposta. Pena as que se têm perdido e que começam a passar factura.
 
Entretanto, depois de tanta coisa, Rolando no Anderlecht já praticamente afastado do título belga é um retrocesso. Outro caso perdido. Há muitos casos perdidos no FC Porto ultimamente. Esperemos que Hernâni não seja outro. Se for ninguém prestará contas. E virá outro para esquecer os anteriores, sem nenhum agarrar o lugar. A não ser como Kelvin fortuitamente no Museu porque ainda não tinha sido fundado ou já não teria espaço. No FC Porto falta espaço e tenta-se ocupar espaços. O desatino é evidente, mas, lá está, Hernâni vem tapar um buraco, pontual. E um buraco também é um espaço. Um desatino, insisto.

01 fevereiro 2015

Tudo bem, mas... é preciso mudar o chip!

O FC Porto voltou a fazer um bom jogo, voltou à chapa 5 (3ª vez) depois da média de 3 desde o início do ano, mas mesmo reagindo bem à derrota no Marítimo a verdade é que tem de se habituar a jogar bem e ganhar os jogos mais complicados. Pode-se dizer que com o Benfica merecia muito mais do que aquela desfeita e mesmo na Madeira foi infeliz, mas em ambas as derrotas a tónica foram deslizes defensivos inadmissíveis, aliado a crónica inépcia diante da baliza contrária.
 
Isto tanto pode resumir o que tem sido a temporada, como pedir que as coisas mudem. Jogar menos bem e ganhar estes jogos e jogar melhor e ganhar os jogos mais importantes. Até por vir aí a Champions daqui a uma semana e pouco. E a aproximação ao 1º lugar poder ocorrer na próxima jornada.
 
Se a equipa fizer isso dará um passo de gigante na sua evolução. Até lá estes pequenos grandes jogos com equipas com as quais se podem perder pontos mas às quais ganhar não é nada de mais não adiantam grande coisa. Podem dar confiança, Quaresma já recuperou a Trivela e Brahimi está de volta da CAN.
 
Espera-se o passo em frente num terreno ainda desconhecido. O mercado de Inverno fechou e é só concentrar tudo no que resta da época para ganhar, ganhar a sério. Até lá sabe sempre a pouco.

O corajoso cobarde

O larápio Benquerença armou-se em corajoso falando de campanhas e intimidação e dizendo que os árbitros não têm medo. Ele não é exemplo para ninguém e sempre ficou perturbado, a invectivado, por um golo que não foi e também não foi validado e nem era da sua responsabilidade: o alegado "golo" de Petit a Vítor Baía.
 
Uma óptima oportunidade, em tempo de roubos permanentes da parte da maioria dos árbitros tugas, para lembrar os tempos em que o conhecido árbitro de Leiria pedia escusa, na sua valentia, de dirigir jogos grandes. Foi assim durante anos, ou estava doente ou doía-lhe a barriga. Quando apitava era capaz de transformar um penálti sobre Fucile num 2º amarelo por alegada simulação - uma coragem muito em voga que até dois colegas de apito fraudulento repetiram recentemente e no Dragão, para amplificar mais ainda essa valentia extensiva da classe e exclusiva contra o FC Porto - num jogo em que empatar bastava ao Benfica para ser campeão no Porto mas nem assim (foi o 3-1 em Dia da Mãe, até para os nomes dedicados à progenitora do patego árbitro dito do Centro).
 
Benquerença, finalmente, deixou as insígnias da FIFA e um lugar no grupo de elite da UEFA embora este o tenha perdido, para muitos efeitos, ao roubar indecentemente o Barcelona na visita ao Inter (3-1), negando um penálti - é sempre assim, não é? - que poderia dar o 2-2 para a seguir a equipa de Mourinho marcar o 3-1 em fora-de-jogo. A partir daí (2010) não apitou mais nenhum jogo de jeito na Champions, embora estivesse por lá mas muito pouco requisitado.
 
São estes exemplos em que os árbitros tugas se revêem e o delfim, que herdou sem mérito e só por compadrio a insígnia, Tiago Martins, acabou de mostrar o que vale no recente jogo da taça da treta - essa prova de cobaias de lances inusitados de arbitragem digna dessa corja toda - entre Porto e Académica.

É costume, nestas ocasiões, tecer loas aos laureados e ser politicamente correcto, mesmo que um dia se fala em caos na arbitragem e no dia seguinte dizer que está tudo bem, como reconhecia Pimenta Machado e nem falava dos árbitros mas sabia o que os movia e (des)promovia.

Estes palermas, que nunca se assumem nas horas quentes, julgam poder enganar toda a gente o tempo todo. Por isso os árbitros nunca foram considerados e olhados a bem. Com o caldinho de cultura, a cultura desportiva que um ex-jogador e hoje dirigente Rui Costa dizia não haver em Portugal, nunca serão bem vistos. E há razões abundantes para tal. Tantas como os valentes cobardes que um dia, precisamente a propósito de Benquerença, Paulo Bento disse, em Alvalade, que são incompetentes mesmo que sejam pagos, tornando-se profissionais incompetentes.

É isto. E a 2ª volta só agora começa.