
01 abril 2010
Martins dos Santos
É 1 de Abril, mas há coisas que não enganam.
31 março 2010
Argumentário para um título (XIII)
Argumentário para um título (XII)

Mas fizeram-se debates a seguir, com os mesmos de sempre e as mesmas previsibilidades das semelhantes sensibilidades. Uma chachada, no fim de contas e, dizem-me, entrou pela noite dentro. Obviamente, só o Rascord acha que PdC foi inferior a LFV, mas quem já viu o FC Porto beneficiado em três jogos e prejudicado em dois é capaz de mistificações dignas do que apelidam de shreck, gordo e barbas...
Eu poderia destacar uma ou duas coisas, apenas, de tudo o que foi dito e fui apanhando "aos bochechos", mas nem é importante, as coisas são como são, as pessoas são o que são e, balanço geral, quem perdeu foi o empertigado MST a quem até o insuspeito Rascord reconheceu ter feito uma conversa de chá, tanto como de chacha, com o beneficiado do sistema tão combatido pelo escritor-jornalista-advogado subitamente sem achas para queimá-lo numa fogueira.
O que vale por dizer que MST, como muitos outros, após a pavorosa entrevista-intimidatória a Gonçalo Amaral (ex-PJ do caso Maddie e Joana), tem mais respeito pelas figuras venerandas e instituições sacralizadas do que por investigadores profissionais que ele se acha no direito de descredibilizar. Resta saber se MST mostrará indiferença e até desprezo por mais esta crítica unânime nos jornais como diz ter pelos blogues onde bem poderia aprender muita coisa, mas o narcisismo estava ali à frente dele, com um painel das bancadas da Luz a ofuscá-lo, e nele se reviu...
O achaque de Vieira aos "números" de Hulk são tão de autor como MST escrever no próprio dia em A Bola que esteve na inauguração do Dragão "numa noite cinzenta e chuvosa" de Novembro de 2003. Ficou com a célebre imagem do Expresso a reportar uma noite de chuva que não molhou ninguém com céu claro e apenas muito frio. Não há dúvida que nem por estar lá é digno de merecer crédito...
E um presidente bronco comentar as perdas de bola de Hulk e esquecer as três piruetas e meia a rebolar de Saviola no mano-a-mano com Eduardo é como um comentador gordo e vazio achar que Pinto da Costa devia falar de Prediger, quando o Benfica teve dois laterais de raiz que ou não jogaram sequer (Patrick) ou jogaram muito pouco (Shaffer)...
Fora algumas diferentes avaliações, pontuais, do desempenho dos presidentes, o que destaco e é unânime é o painel de sorrisos e salamaleques dos diferentes directores que acolheram os convidados. Por exemplo, em duas páginas de O Jogo vi "desfazerem-se" em mesuras o José Alberto Carvalho com Pinto da Costa, o Luís Marques com Filipe Vieira e o José António Teixeira com Ricardo Costa. Política&Comunicação, em suma. Mas nada de informação.
30 março 2010
Argumentário para um título (XI)
Este é totalmente insuspeito, na forma e na substância, mas resume assim a coisa:
http://portugaldospequeninos.blogspot.com/2010/03/pinto-da-costa.html

"Quando Pinto da Costa estava acossado e era julgado na opinião pública - e publicada - como isto e aquilo, muita gente que dantes o bajulava abandonou-o e preferiu dar crédito a desgraças ambulantes. Até a circunspecta Maria José Morgado deu. Sei disto porque um amigo dele me disse na altura que ia daí a uns dias ao Porto a uma festa qualquer do FCP (de Pinto da Costa) precisamente para "sinalizar" que ele não deixava cair amigos nos seus momentos mais difíceis e, porventura, infelizes. E não estamos a falar propriamente de um anónimo sem história ou indecente. Lembrei-me desta conversa depois de ver Pinto da Costa na RTP. Detesto futebol, ignoro o que se passa nos "túneis" ou na "liga", mas aprecio o ironismo do presidente do Porto e, em certa medida, a sua coragem. Ao pé dele, qualquer presidente de outro qualquer clube parece um tolinho. Disse a Judite de Sousa que se recandidatava. Não voto, mas se votasse votava nele".
Argumentário para um título (X)

Argumentário para um título (IX)

André Azevedo Alves expõe o argumentário:
Argumentário para um título (VIII)

Parece que falam à mesma hora em canais concorrentes. Mas um é, diz-se, serviço público. Uma vez mais, não vai haver diferenças. Para a semana, os entrevistados trocam de canal, de novo em contraprogramação. Num caso e/ou noutro, não têm muito a dizer. Importante é… amanhã, quando medirem as audiências e uma qualquer novela bater aqueles defuntos por quem não se deve gastar uma vela...
A bola, essa, continua a girar. Hoje vou ver o Bayern-M. United. E, amanhã, o Arsenal-Barça, não o que menos interessa (Inter-CSKA). Há noção do que é serviço público de televisão tanto como discutir se a RTP deve ser privatizada, o que nunca será, cronicamente deficitária e medíocre.
mais uma imagem real do PS actual e o que são os bardamerdas que por aí andam…
29 março 2010
Argumentário para um título (VII)
Curiosamente, foi o Braga, de Cajuda (e Fehér, emprestado pelo FC Porto), a impor as duas únicas derrotas aos axadrezados, até o FC Porto rematar a festa dos já consagrados campeões com 4-0 nas Antas na última jornada.Argumentário para um título (VI)

«Eles fazem-se de vítimas mas têm um comportamento incrível, não só hoje, como tem todos os jogos, porque tenho colegas de outras equipas que também me falam isso. O di María, hoje, lançava-se para o chão e ainda mandava beijos, para provocar. Eu tenho esposa, ele que mande beijos para a esposa dele», desabafou o jogador, na zona mista do Estádio da Luz.
Apoiado em bengalas, com suspeita de fractura do perónio, Mossoró voltou ao ataque: «O Benfica tem uma grande equipa, não tinha necessidade de fazer isso. É isso que me deixa mais triste, ser perseguido pelos jogadores".
