17 fevereiro 2015

Charlies e Charlots em Lisboa

Depois dos despiques presidenciais, a saudação de marca cervejeira a Rui Patrício deve certamente levar a mais do que um motim de cachecóis junto à estátua de Eusébio, se não lhe cortarem a cabeça, como retaliação e mau perder.
 
Agora, se algum sportinguista trouxer da Alemanha, da visita ao Wolfsburgo, um VW TIR carregado de SuperBock em Leça do Bailio para barricar a saída das mercadorias da Sagres não chegarão repórteres de televisão para cobrir o horror do terrorismo com que Lisboa continua a brindar o País.
 
Dizem que querem campeonatos mais reduzidos - lembro sempre esta!... - para as equipas jogarem até 4 vezes entre si. Livra!
 
Certo é que de tantas bazucas a largar, com aquela gente toda Charlie para a fotografia e Charlot o resto do tempo vago, pelo menos não se poderia culpar o Costa pelos buracos na capital e as ruínas por todo o lado. Bem, se esquecerem o perdão ao clube do coração e o Benfica não se mostrar esta semana em que a Europa volta a jogar a sério - como uma vez se mostrou antes de um FC Porto-D. Chaves na final da Taça em Oeiras com um comunicado clamando para haver desportivismo no Jamor.
 
Como esta gente não se enxerga, devem ter falado bué nas pantalhas da parvónia com as coisas lindas da bola tuga sempre edificante e com os baluartes do "desportivo" e do "recreativo" a mostrarem de que raça são para a nação se orgulhar.

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