Numa sequência infindável de pulhices, o “país benfica” exulta de prazer orgásmico. O clube de Lisboa e Portugal e bairro de Benfica, que paga as suas dívidas ao fisco com acções de valor zero, e compra e vende jogadores a si mesmo, continua a desenvolver o seu estilo comportamental híbrido, entre o sul-americano anárquico e o africano absolutista (Angola é já ali). Entretanto, está apurado o favor da EPUL através da Câmara de Lisboa: 65ME para fazer um antro que tem problemas nas catacumbas onde guardam droga e explosivos e os túneis são uma ameaça séria à sustentabilidade de tanta argúcia para se manterem de pé…
Ao controlo das instâncias de poder decisório do desporto em Portugal (incluindo aquelas que envolvem decisões de ética baseadas em conhecimento cientifico – vulgo controlo antidopagem), junta-se a conivência dos órgãos de soberania com uma violência sem precedentes contra a instituição FC Porto por parte do clube de Benfica. Tudo para não destoarem da protecção escabrosa a que se prestam todos os Órgãos de Comunicação Social (OCS) em Portugal na defesa desse mesmo clube de Benfica. A impunidade é total e o povo do Norte, que é vitima de roubos descarados por parte do poder politico, nada faz. Reelege, por exemplo, Rui Rio, que tinh
a deixado desviar fundos do QREN da cidade onde exerce a função de presidente da autarquia para a cidade onde quer residir num futuro mais próximo.Perante o estilo barbárico do Sul, o Norte, incompreensivelmente, responde com silêncio e apatia.
É visível ano após ano, a evolução no estilo barbárico das gentes “civilizadas” da capital falida. Os primeiros motins organizados no início do milénio, que levaram Filipe Santos à sala de cirurgia, em risco de perder a visão, ocorriam em túneis de menores dimensões e de parca iluminação, no pavilhão da Luz, para onde eram arremessados “cocktails molotov”, sempre que um qualquer vulto de azul ali passasse. Túneis ainda sem instalação de “câmaras”.
Ora com o aparecimento de um histerismo de castração cerebral, baseado no “american bullshit” chamado Big Brother, o uso de câmaras nos túneis tornou-se uma “obrigatoriedade cívica”. Em túneis de gente civilizada, entenda-se.
Em conjunto com a patética acção da polícia portuguesa, conivente com os atropelos à liberdade de direitos dos cidadãos do Norte de Portugal, as gentes bárbaras civilizadas instigam os “defensores” da soberania, a deslocarem-se fardados para uma das portagens de uma qualquer auto-estrada nos limites do império lissabónico, a parar um grupo vestido de azul que quase passava a fronteira “impunemente”. Os instigadores terão alertado a polícia para o facto de o trajecto das gentes azuis não incluir a passagem em nenhum túnel. Não tinham ainda uma técnica apurada de arremesso de cocktails em espaço aberto, embora já o tivessem experimentado em várias ocasiões.
Dito e feito. Semanas depois, novo grupo azul desloca-se à capital falida para apoiar a mais galardoada equipa de sempre do hóquei em patins deste pobre país de Eusébios e Sebastiões. No intervalo de mais um festival azul em pavilhão vermelho, imagens de um autocarro azul a arder são transmitidas por um dos órgãos de comunicação do poder vermelho. A técnica de arremesso de cocktails em espaço aberto tinha sido aprimorada. Diz-se na capital falida que o instrutor de arremesso teria sido um dos assassinos de um adepto sportinguista numa final da Taça de Portugal. Até então a arma de arremesso era o “very light”. Very, very impressive.
Os treinos de arremesso prosseguiram num jogo de uma final de um campeonato de juniores. Um grupo de energúmenos do arremesso, entram pela Academia de Alcochete adentro e “ganham” sozinhos (ou com a ajuda da sempre competente Federação Portuguesa de Futebol) o campeonato nacional de juniores de futebol. Impressionante.
A passagem para a acção electronicamente assistida em túneis iluminados, foi um passo natural.
A contratação de indivíduos desconhecidos para provocar os jogadores do FCPorto no túnel da Luz é prática corrente, não foi iniciada em 2008.
Não pode o cidadão equilibrado, porém, quedar-se entre a apatia e a estupefacção perante as cenas dos túneis quando na mesma arena há tipos que saltam os curros e agridem o árbitro auxiliar. Que diabo!, Santo Deus!
O cidadão equilibrado não pode nem deve quedar-se entre a apatia e estupefacção quando em zona limítrofe da capital da barbárie, ocorre uma tentativa de assassinato do Presidente do FC Porto, nem quando pela enésima vez, o autocarro do FC Porto é apedrejado em terra de “tias” e gente do Jet 8.
Está na hora de dizer basta. Os apitos Dourados que não podem ser Encarnados, os casos dos túneis que não podem ser sequer apreciados para que os melhores interpretes do FC Porto fiquem de fora de combate, a violência repetida, que passa impune e a protecção e encobrimento fétidos que a Comunicação Social oferece aos prevaricadores têm que ter resposta. Queriam investigar e condenar Pinto da Costa, pois condenassem. Mas teriam de investigar e condenar todos os dirigentes primodivisionários do nosso pseudo-futebol.
O facciosismo das entidades que governam o desporto em Portugal e a protecção contínua dos OCS aos atropelos e perseguição ao Porto cidade e ao seu clube mais representativo não podem passar impunes. Ou as gentes do Porto continuarão a cavar a sua própria sepultura.
Já todos repararam que as elites da cidade do Porto estão vendidas ao dinheiro miserável do centralismo. Se não estão, provem-no. Faço aqui o mesmo repto que foi feito no blogue Renovar o Porto, aos comentadores desportivos que representam o FC Porto nos “debates” da Comunicação Social do regime. Saiam. Batam com a porta. Ou pelo menos ameacem sair em simultâneo. Se não o fizerem, são coniventes com a situação terceiro-mundista de ataque descarado ao Estado de Direito que vivemos actualmente.
Quanto à SAD do FC Porto, não há como qualificar nem a apatia perante esta situação, nem o distanciamento inexplicável em relação aos adeptos. A mesma SAD que não deu ao treinador soluções para substituir as pedras decisivas que perdeu em mais um Verão de milhões.





























