05 março 2015

Sobre a falta de jogadores para justificar o resultado também em equipas pequenas

 
Recapitulando: Jefferson fez falta porque o Sporting perdeu 3-0; Jefferson não fez falta quando o Sporting ganhou 3-1 no Dragão. Jonathan Silva jogou no 3-1, até defendeu com o braço na área sem competente gp mas não houve problema; Jonathan Silva viu Tello fugir-lhe pelo menos 3 vezes e agora devia ter jogado Jefferson.

Mas qual Jefferson? O que criou a situação de 1-0 em Wolfsburgo ao pôr Bas Dost em jogo e nºao impediu o cruzamento da esquerda para o 2-0?

Ou fazem falta quando dá jeito e não têm jeito quando faltam ao serviço?
 
A desculpabilização idiota não é nova nem será a última tentativa para a palha informativa que adeptos ignaros comem de cebolada.
 
Há uns anitos, em 2010, o tema foi, como o escrevi aqui, João Pereira. É, vai a vermelho porque não jogou pelo Braga no Dragão.
Lembram-se de João Pereira? Um mocito baixinho que corria e estorvava muito, chegou à Selecção e foi apaparicado, assim a modos que há uns tempitos o Cédric Soares, enfim...
 
O que se passou com João Pereira? Podem ler, foi há 5 anos, e fez falta ao Sp. Braga por ter levado 5-1 no Dragão. O insuspeito professor Martelo foi o artista de serviço, patego e ignaro, basbaque e idiota útil que confessa as damas aos sermões domingueiros nocturnos, depois de vésperas.
 
O João Pereira que levara 5-2 pelo Sporting a jogar a lateral-direito para a Taça de Portugal fizera falta ao Braga, tendo jogado pelos arsenalistas pouco antes de ir para Alvalade, recorde-se, "defender este clube até à morte".
 
É assim o futebol tuga lido e comentado. De morrer. Ou fugir, de preferência. Estúpido. Para idiotas.
 
Jefferson é igual. Vá lá que não jogou em Guimarães, onde o Sporting levou 3-0 e até ao Dragão era a única derrota sofrida no campeonato.
 
O que se fartaram de comentar os pasquins da especialidade das folhas de caserna para embrulhar peixe. Foi como explorar o paga-não paga à SS de um néscio que evitou fazê-lo para se prejudicar na contagem do tempo, e dos descontos, para a reforma.
 
País de burros mesmo.

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